quarta-feira, 4 de maio de 2011

Exclusivo. O testamento de Bin Laden

O presidente Barack Obama tem ouro em pó nas mãos. Ou seja, o testamento deixado pelo terrorista Osama bin Laden. E Obama deverá difundir gramas para abafar as inúmeras falhas na operação que culminou com a eliminação física de Bin Laden. O testamento está na posse da National Counterterrorism Center e da National Securit Agency.
Bin Laden, na memória do computador apreendido no seu dormitório, elenca o nome dos operadores da rede alqaedista.Consta como, pós morte de Bin Laden, deve ocorrer a comunicação entre eles e a Al-Qaeda central.Mais ainda, no testamento estão descritos os planos da organização e as prioridades na sua execução.O sucessor de Osama está indicado no referido testamento.Também encontram-se definidos os degraus da hierarquia pós morte de Bin Laden e indicados os nomes dos ocupantes dos postos.
A Al-Qaeda, pelo testamento, continuará com formação piramidal, ou seja, com um homem na cúpula (vértice) de governo: o monarca do terror.No testamento, Bin Laden deixa instruções sobre como proceder com as chamadas “células adormecidas” nos EUA e na Europa.O testamento revela a localização das “células adormecidas” e a identicação por codinome dos seus responsáveis.No testamento existem recomendações específicas para os grupos terroristas do Oriente Médio e do Golfo Persa. E recomendações gerais para os que usam a marca Al-Qaeda e a rede de fanáticos anônimos conectados às redes telemáticas alqaedistas, tudo para depois da morte de Bin Laden.O testamento faz menção a agentes do terror que estão em centros urbanos, a levar vida sem levantar suspeitas, mas prontos para uma ação terrorista.Esse tesouro de informações deve precipitar ações repressivas em várias partes do planeta. E com elas a rede alqaedista será atingida pesadamente.Agentes da CIA, no momento, tentam bloquear ou atrasar ao máximo uma esperada mensagem sobre a morte de Bin Laden. Mensagem elaborada pelo vértice alqaedista e provavelmente da lavra de Ayman al Zawahihi, o médico egípcio que ocupava o segundo posto na hierarquia do terror fundamentalista.

Walter Fanganiello Maierovitch/TERRA/BLOG SEM FRONTEIRAS
O líder da Al-Qaida Osama Bin Laden, que morreu no domingo, deixou escrito num testamento feito em 2001 que não queria que os filhos trabalhassem na rede terrorista, noticiou hoje o jornal do Kuwait Al Anbaa. No testamento de quatro páginas, escrito pouco depois dos atentados de 11 de Setembro, e cuja veracidade não foi confirmada, Bin Laden pede perdão aos filhos por lhes ter dedicado "pouco tempo" a partir do momento que respondeu "à chamada da 'jihad' (guerra santa)". "Carreguei o peso dos muçulmanos e dos assuntos destes. Escolhi um caminho cheio de perigos", afirma Bin Laden numa parte do testamento dirigido aos filhos. Noutra parte, na qual fala às mulheres, o líder da Al-Qaida reconhece que foram "um grande apoio" no caminho que escolheu e pede-lhes para não pensarem em casar depois de morrer para poderem dedicar o tempo a tomar conta dos filhos. No final do testamento, com data de 14 de Dezembro de 2001, três meses depois dos atentados de 11 de Setembro nos Estados Unidos, Bin Laden também envia uma mensagem aos mujaidines (guerreiros santos). "Esqueçam-se de momento de combater contra os judeus e os cruzados e dediquem-se a purificar as vossas filas dos agentes, os vergonhosos e os ulemas do mal que não participam na 'jihad' (...), afirma.
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou no domingo à noite em Washington que Osama bin Laden foi morto no Paquistão por forças especiais norte-americanas. Segundo responsáveis norte-americanos, o líder da Al-Qaida foi morto durante um ataque a um complexo nos arredores de Islamabad, onde a sua presença foi confirmada no final de Abril.

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