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domingo, 22 de abril de 2012

Ex-prostituta diz que foi vendida para seis cafetões em NY

Após ser obrigada a se prostituir por três anos, garota conta como mudou de vida e acusa classificados on line de facilitar venda de crianças para cafetões.

domingo, 15 de abril de 2012

Puteiros fechados por Kassab voltam repaginados em SP

Em São Paulo, pelos menos cinco casas conseguem licença para funcionar. Os novos espaços contam com uma área para churrasco ao ar livre, bangalô com saquê e até show com astro sertanejo compõem a programação das casas.
A informação é da reportagem de Giba Bergamim Jr. e Simon Ducroquet publicada na edição deste domingo da Folha.Após revista minuciosa de seguranças, clientes passam pela porta giratória e se deparam com um salão com pé direito alto e decoração sofisticada. Mulheres lançam olhares e sorrisos discretos.O som eletrônico aliado ao ambiente luxuoso deixa a casa semelhante a qualquer danceteria badalada. Mas trata-se de um espaço exclusivo para garotas de programa. Preço por uma hora: R$ 500.
O cenário é o Scandallo Lounge, frequentado por cerca de 400 garotas, no Ipiranga (zona sul paulistana), uma das duas visitadas pela reportagem na semana passada.

sábado, 14 de abril de 2012

Agentes americanos são retirados da Colômbia após suposto envolvimento com prostitutas

Um grupo de agentes do Serviço Secreto americano enviado à Colômbia para cuidar da segurança do presidente Barack Obama durante a 6ª Cúpula das Américas retornou para Washington (EUA) na última sexta-feira (13), após suposto envolvimento com prostitutas na cidade turística colombiana.


A presidente Dilma Rousseff participa da 6ª Cúpula das Américas em Cartagena, na Colômbia, ao lado do norte-americano Barack Obama (à dir.) e do colombiano Juan Manuel Santos (centro)A informação foi confirmada por Jon Adler, presidente da Federal Law Enforcement Officers Association e divulgada pelo jornal Washington Post, que afirmou que a prostituição é considerada inadequada pelo serviço secreto, mesmo que seja legal na Colômbia quando conduzidas em designadas "zonas de tolerância"."Houve acusações de má conduta contra agentes do Serviço Secreto em Cartagena antes da viagem do presidente. Por causa disso, esses oficiais foram liberados de suas funções e serão substituídos por outros oficiais", afirmou o chefe do Serviço Secreto, Edwin Donovan, que se negou a dar detalhes do caso.Ainda que nem todos os oficiais tenham se envolvido no escândalo, segundo Donovan, a unidade inteira teve retornar para a capital norte-americana para fins de investigação. O caso foi entregue ao escritório da agência de Responsabilidade Profissional, que serve como unidade da agência de assuntos internos.

A substituição da equipe, conforme destacou Donovan, não vai afetar a segurança de Obama durante sua visita à Colômbia. O presidente norte-americano chegou ao país na sexta-feira, assim como outros chefes de Estado da América que irão participar da Cúpula neste final de semana (14 e 15).

(Com AFP)

Brasileira é presa por gerenciar bordel na Irlanda do Norte

Duas mulheres, uma delas uma advogada brasileira, foram presas e condenadas a uma sentença de dois meses após terem admitido que gerenciaram um bordel em Belfast, na Irlanda do Norte. A brasileira Natacha Pociana, de 32 anos, e a portuguesa Sofia Matas, de 35, foram detidas na quinta-feira em um apartamento de Belfast.

Elas admitiram ao serem interrogadas pela polícia que estavam trabalhando como prostitutas e que gerenciavam o prostíbulo que funcionava em um apartamento em Belfast, juntamente com Robert James Weir, um homem de 53 anos. As duas mulheres teriam caído aos prantos na Corte dos Magistrados de Belfast neste sábado, quando o juiz leu suas sentenças.Um advogado da promotoria disse que durante buscas no apartamento foram encontrados "uma grande quantidade de adereços sexuais". Robert James Weir, que também está preso, tinha uma acusação prévia envolvendo prostituição datada de 2007 e a polícia acredita que ele era o principal responsável pelo prostíbulo e que as duas mulheres trabalhavam para ele.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Mais de 40 milhões se prostituem no mundo, diz estudo

Relatório de fundação francesa analisa o fenômeno em 24 países; tráfico de brasileiras à Europa estaria aumentando.

Da BBC
 
Mais de 40 milhões se prostituem no mundo, diz estudo (Foto: PA)Mais de 40 milhões se prostituem no
mundo, diz estudo (Foto: PA)
Mais de 40 milhões de pessoas no mundo se prostituem atualmente, segundo um estudo da fundação francesa Scelles, que luta contra a exploração sexual. A grande maioria (75%) são mulheres com idades entre 13 e 25 anos.O relatório analisa o fenômeno em 24 países, entre eles França, Estados Unidos, Índia, China e México e diz que o número de pessoas que se prostituem pode chegar a 42 milhões no mundo. O estudo revela ainda que 90% delas estão ligadas a cafetões.O documento também analisa a questão da exploração sexual por redes de tráfico de seres humanos. De acordo com o relatório, o maior número de vítimas está concentrado na Ásia, que representa 56% dos casos.
Exploração de crianças
A América Latina e os países ricos registram, respectivamente, 10% e 10,8% do tráfico de pessoas para atividades ligadas ao sexo, afirma o 'Relatório Mundial sobre a Exploração Sexual - A prostituição no coração do crime organizado', publicado em um livro.E quase a metade das vítimas de redes de tráfico humano são crianças e jovens com menos de 18 anos.
'Essa é uma das características da prostituição nos dias de hoje: um grande número de crianças é explorada sexualmente', diz o documento. Estima-se que 2 milhões de crianças se prostituam no mundo.
Tráfico de mulheres brasileiras
O juiz Yves Charpenel, presidente da Fundação Scelles, diz que não há dados suficientes para avaliar o aumento da prostituição no mundo.'O elemento marcante, na Europa, é a multiplicação de prostitutas vindas de países diversos, normalmente controladas por quadrilhas que as fazem circular por todo o continente', afirma.O estudo da fundação francesa afirma, com base em dados da agência da ONU contra as drogas e o crime, que o tráfico de mulheres brasileiras na Europa estaria aumentando. O documento não revela, no entanto, números em relação a esse crescimento.'Essas vítimas são originárias de comunidades pobres do norte do Brasil, como Amazonas, Pará, Roraima e Amapá.''Se a maioria das prostitutas na Europa são de países do leste europeu e de ex-repúblicas soviéticas, a predominância desses grupos parece estar diminuindo no continente', diz o relatório, acrescentando que paralelamente a isso o número de brasileiras estaria aumentando.Em dezembro passado, a polícia espanhola desmantelou uma quadrilha internacional de prostituição que mantinha dezenas de menores brasileiras sob cárcere privado.
Eventos esportivos e prostituição
O estudo também afirma que grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de futebol e os Jogos Olímpicos, contribuem para agravar o fenômeno da prostituição.'Futebol e Olimpíadas são identificados como os cenários mais comuns da exploração sexual', afirma o relatório.Segundo o texto, essas grandes competições internacionais permitem que as redes criminosas 'aumentem a oferta' de prostitutas.Na África do Sul, por exemplo, 1 bilhão de camisinhas foram encomendadas pelas autoridades para enfrentar eventuais riscos sanitários durante a Copa do Mundo em 2010.O número de prostitutas no país, estimado em 100 mil, aumentou em 40 mil pessoas durante o evento.
Internet
Segundo a Fundação Scelles, a internet também contribui para ampliar a prostituição no mundo.
'As redes de cafetões agora recrutam pessoas em redes sociais como Facebook e Twitter', diz o estudo, citando um caso na Indonésia em que as autoridades prenderam suspeitos de aliciar jovens estudantes no Facebook e no Yahoo Messenger.Nos Estados Unidos, a maioria das menores prostitutas são recrutadas por cafetões no site Craiglist, de anúncios, diz o estudo.'Os cafetões fazem falsas propostas de trabalho como manequim e utilizam as vítimas para recrutar outras jovens.'

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Secretária de escola britânica cria polêmica ao trabalhar como prostituta

Kerri Mallier cobrava cerca de R$ 410 a hora pelo programa.
História veio à tona após pai de aluno achar fotos dela em site.

Do G1, em São Paulo
 
A funcionária de uma escola católica em Leamington Spa, no Reino Unido, provocou polêmica depois que veio à tona que ela trabalha como prostituta, segundo o jornal inglês "The Sun".
Kerri Mallier cobrava cerca de R$ 410 a hora pelo programa. (Foto: Reprodução/The Sun)
Kerri Mallier cobrava cerca de R$ 410 a hora pelo programa. (Foto: Reprodução/The Sun)
Kerri Mallier, de 40 anos, oferece seus serviços, tanto para homens quanto mulheres, em um site adulto por 150 libras (cerca de R$ 410) a hora.
Durante o dia, Kerri trabalha na administração do colégio Trinity. Mas, fora do experiente, ela se torna Keri Ann e chega a faturar até 800 libras por noite.
A vida dupla de Kerri foi descoberta após um pai achar fotos dela em um site adulto.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Excluídas do mercado de trabalho, travestis encontram sustento e aceitação na prostituição

VLADIMIR MALUF /UOL
Da Redação

  • Comumente vindas de camadas populares e sem apoio familiar, travestis veem na prostituição uma forma de subsistência e o acolhimento que não encontram em outros grupos Comumente vindas de camadas populares e sem apoio familiar, travestis veem na prostituição uma forma de subsistência e o acolhimento que não encontram em outros grupos
Estariam as travestis condenadas à prostituição? Pode ser exagero dizer que sim. Mas pode não ser. Antes de qualquer julgamento, reflita: quantas travestis você tem como colegas de trabalho? Seja chefe ou funcionária. E fazendo faxina na sua casa? Na loja onde você compra roupas, talvez? Abastecendo o seu carro ou te atendendo no “por quilo” onde você almoça diariamente? A verdade é que o mercado de trabalho é duro com esse grupo de pessoas que, muito frequentemente, encontra na prostituição o sustento e, principalmente, acolhimento. E se você ainda duvida que elas tenham poucas opções, responda para si mesmo, honestamente, se você contrataria uma.O psicólogo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar-Sorocaba) Marcos Garcia realizou uma pesquisa sobre a prostituição das travestis. Segundo ele, a maioria delas tem origem humilde e procura fazer programas como meio de vida. “Um jovem gay, efeminado, sem apoio financeiro e familiar, vindo de camadas populares e sem possibilidade de estudos vê no comércio sexual uma das poucas saídas.“
  • Arquivo pessoal Giovanna Di Pietro, que afirma que o mercado de trabalho é difícil para as travestis

Além do problema da documentação -pois as travestis assumem uma personalidade feminina, mas dependem de sua identidade oficial- o psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade, diz que as travestis são associadas à prostituição, violência e ilegalidade. “São encaradas de modo negativo, o que as impede de serem contratadas. A percepção é sempre preconcebida. O mecanismo cognitivo exige utilizar vivências passadas para compreender o presente e decidir o futuro. Assim, tudo o que foi ouvido desde criança a respeito de travestis influenciará na tomada de decisões agora.”Tão importante quanto a renda, o mercado sexual traz o bem-estar que travestis não encontram em outros grupos, normalmente. “É onde elas são valorizadas, principalmente, por clientes. Elas se sentem desejadas por seu corpo feminino. A demonstração do desejo é um fator importante. Se a pessoa está em um processo de buscar se sentir mais feminina, o interesse do cliente, que mostra que ela é feminina, é acalentador”, afirma Marcos Garcia.Para Giovanna Di Pietro (à dir.), 28, travesti brasileira que faz programas na Europa, não há muita escolha a não ser a prostituição. “É a saída que uma travesti encontra para se transformar. Quando eu comecei a mudar meu corpo, os trabalhos convencionais ficaram praticamente impossíveis”, conta ela, que era assistente de produção de figurino em uma agência de publicidade. “Nessa fase, você passa a ser menos aceita socialmente. Consequentemente, a possibilidade de ingressar no mercado de trabalho é quase nula.” Em sua pesquisa, o psicólogo Marco apurou que o mercado sexual também tem como principal atrativo a alta remuneração. “Na prostituição, a exemplo de outras profissões como modelo e jogador de futebol, há um período que traz muito dinheiro. Mas isso muda com o avanço da idade. Os clientes vão rareando. Com isso, a travesti tem uma perda financeira e passa a ser menos desejada, o que é muito sofrido.”Jovem e bonita, Giovanna concorda que os ganhos são um grande convite para entrar na prostituição. “Quando você está se prostituindo, começa a ganhar dinheiro como nunca ganhou. E esse dinheiro lhe permite investir em você, mudar o corpo, comprar bens materiais etc.”

Opiniões diferentes

O psicólogo Rafael Kalaf Cossi diz que toda manifestação de sexualidade que foge do esperado sofre discriminação, inclusive no mercado de trabalho. Mas ele acredita que o grupo das travestis transforma o corpo para a prostituição –opinião avessa a dos demais especialistas procurados para esta reportagem.

“A transexual, quando incorpora o gênero, costuma ser mais discreta. A travesti usa roupas mais escandalosas. Elas se montam para a cena erótica. É para o mercado do sexo. A transexual, quando se prostitui, não teve alternativa.”

Greta Silveira, travesti que é maquiadora e diretora da Associação da Parada LGBT de São Paulo, diferentemente de Rafael, não acha que esse ou aquele grupo é empurrado para a prostituição."Dentro da nossa minoria, a maioria cai na prostituição. Quando são indagadas sobre o que as levou ao mercado sexual, elas dizem que foram expurgadas da sociedade. Mas eu acho que há um pouco de receio de assumir que são prostitutas porque gostam", diz. Para ela, a prostituição é como qualquer profissão e deve ser encarada como tal. "Não acho que ninguém seja empurrado."Ainda assim, Greta afirma que há preconceito. E disputar um espaço no mercado de trabalho formal exige persistência. "É um caminho mais difícil. Eu tive problemas quando me tornei uma boa maquiadora e comecei a ser chamada para trabalhos maiores. Quando me deparava com gays, sofria preconceito. Coisas que não acontecia ao trabalhar com heterossexuais."

Dificuldade de compreensão e desrespeito
Marco afirma que nenhum grupo social no Brasil sofre mais discriminação do que as travestis. “Esse preconceito é tão intenso que há quem use o termo ‘transfobia’. Os assassinatos de travestis costumam ser muito cruéis. É um nível de violência altíssimo. Há o preconceito pela orientação sexual, mas, principalmente, pela identidade de gênero.“Para o psicólogo Rafael Kalaf Cossi, autor de “Corpo em Obra” (Ed. nVersos), sobre transexuais, o preconceito contra homossexuais, em especial as travestis e transexuais, tem uma explicação. “Nós não temos a certeza absoluta da nossa identidade sexual. Isso é uma ilusão. O terreno é muito embaralhado. Quando vemos uma travesti, isso traz à tona algo que a gente não quer saber.“
Excluindo a existência de homossexuais ou qualquer variação pelos pais, as crianças  aprendem que só há homens e mulheres, que devem desejar, respectivamente, mulheres e homens. “Passamos de 15 a 20 anos reforçando essas ideias para confirmar o que somos. Mas há variações inúmeras que não são socialmente compreendidas ou assumidas como reais. Desta maneira, não podemos admitir que exista uma pessoa que destoe do que aprendemos”, explica Oswaldo.Na opinião do especialista, para compreender as pessoas que são diferentes necessitaria de um grande esforço emocional e comportamental, mas a maior parte das pessoas prefere usar essa energia para investir em outros assuntos, principalmente os de maior retorno financeiro.“Mesmo as famílias que vivem com uma pessoa transexual, e precisariam adaptar-se, mostrarão grande dificuldade em compreender, elaborar e mudar suas perspectivas cotidianas e adaptar-se a esta identidade não prevista pela família", diz o psicólogo. Outras pessoas têm menos necessidades de se adaptar, "pois há um afastamento afetivo que permita gastar menos energia para modificar suas formas de compreender a realidade.”Para Oswaldo, que concorda que a sociedade em geral não recebe bem as travestis, as coisas seriam diferentes se não houvesse tamanha discriminação. "A prostituição será abandonada se elas forem reconhecidas pela identidade que compreendem pertencer, mesmo que isso traga dificuldades sociais financeiras."

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Chocado-Zimbabuano entra em choque ao descobrir que contratou a própria filha como prostituta

Do UOL Tabloide
Em São Paulo
  • Zimbabuano ficou sem moral para dar bronca na filha Zimbabuano ficou sem moral para dar bronca na filha
O zimbabuano Titus Ncube estava hospedado em um hotel quando contratou o serviço de uma prostituta. Quando a moça entrou no quarto, Ncube entrou em choque e desmaiou. A profissional era sua filha de 20 anos.“Eu estou arrependido do que fiz. Conversei com minha mulher e minha filha. Peço desculpas pelas minhas ações porque quero minha família de volta”, disse Ncube.
Pai de três filhos, o zimbabuano afirmou que perdoou a filha por trabalhar como prostituta e contratou uma terapeuta para aconselha-la.“Eu não culpo minha filha pelo que aconteceu ou por fazer o que fazia. Sinto que era sua maneira de expressar seus sentimentos sobre os problemas em nossa família”, afirmou o zimbabuano .“Ela já parou de trabalhar com isso e vai voltar a escola no ano que vem. Meu problemas matrimoniais ainda existem, mas contratamos um conselheiro que está nos ajudando a atravessar o momento mais difícil do nosso casamento”, completou.
Rosemary, mulher de Ncube, disse que só não se separou do marido por causa dos filhos.
“Por causa do trauma que isso causa nos filhos, decidi continuar com meu marido”, contou.
*Com informações do Zimbabwe News Online

terça-feira, 1 de novembro de 2011

"O que incomoda é saber que tem mulheres que transam por dinheiro", diz Gabriela Leite a Gabi


 A ex-prostituta Gabriela Leite é a entrevistada de Marília Gabriela no "De Frente Com Gabi" que vai ao ar nesta quarta-feira (2/11/2011) Carol Soares/SBT
No programa "De Frente Com Gabi" desta quarta-feira (2), Marília Gabriela entrevista a ex-prostituta Gabriela Leite. Dona da grife Daspu, de roupas para garotas desinibidas, Gabriela tem 60 anos e quase 25 anos atrás começou sua saga pelos direitos das "profissionais do sexo". Atualmente, preside a ONG Da Vida. No programa, ela fala sobre sua história, suas lutas, o preconceito e os planos para o futuro. “O que incomoda as pessoas é saber que tem mulheres que transam por dinheiro”, afirma.
Gabriela conta que quando foi para a prostituição, suas colegas de profissão queriam que suas filhas se casassem virgens. “Se eu tivesse que começar de novo, faria tudo igual. Por trás da prostituta tem uma mulher, cidadã, brasileira e as pessoas esquecem isso”, diz. A ex-prostituta conta que antigamente prostitutas só apareciam em página policial. “Prostitutas sempre vão existir”, dispara.
Ela afirma, ainda, que casamento com cliente raramente dá certo. “Na primeira briga, ele diz: ‘eu te tirei daquela vida’”, destaca. Sobre a Daspu, ela admite que a grife ganhou notoriedade por causa da mídia espontânea. “Vamos fechar mais uma parceria com uma faculdade de moda”, comemora.
Gabriela afirma que sua neta de 19 anos encara seu passado na maior tranquilidade. “Ela tem o maior orgulho de mim”, garante ela, acrescentando que sonha em ter um pequeno restaurante. “Adoro cozinhar”, justifica.

DE FRENTE COM GABI
Onde: SBT
Quando: quarta-feira (2), à 0h15

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Bar em SP tinha quarto para prostituição infantil, diz PM

Cícero Affonso
Direto de Cidade

A Polícia Militar (PM) prendeu em flagrante, na manhã desta sexta-feira, em Presidente Prudente (SP), um comerciante acusado por crime de favorecimento à prostituição infantil e corrupção de menores. Sandro Gomes da Silva, de 42 anos, dono de um bar localizado na rua Francisco Goulart, nas imediações do Terminal Rodoviário, no bairro Vila Nova, foi detido e levado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), depois que uma equipe da PM flagrou uma adolescente de 14 anos utilizando um quarto localizado no pavimento superior do bar para manter relações sexuais com clientes, mediante pagamento.
Uma equipe da PM recebeu denúncias anônimas dando conta de que no bar seria cometido tráfico de entorpecentes e os policiais foram até o local para apurar as denúncias. Quando revistavam o imóvel, os policiais encontraram uma adolescente, que afirmou que estava lá para aguardar clientes para programas sexuais.Ao sargento Spinelli e aos soldados Ângelo e Araújo da Polícia Militar, a garota contou que já havia recebido dois clientes com quem teria praticado sexo naquele quarto. "Ela contou que com o dinheiro que conseguiu com a prostituição já havia usado R$ 60 para comprar droga. Ela disse ainda que sempre utiliza o quarto para programas sexuais com clientes. No mesmo ambiente, ainda encontramos um sentenciado que cumpre pena no anexo semiaberto e que estava de 'saidinha'. Ele usava o lugar com outra prostituta, porém, essa tinha maioridade", contou o sargento Spinelli.A ocorrência foi encaminhada para a DDM, onde a delegada Daniela Roefero Marrey Sanches autuou o comerciante em flagrante. A adolescente - que já passa por acompanhamento para abandonar a droga - afirmou que aluga o quarto direto com o comerciante e que paga R$ 15 pelo uso do local. Segundo ela, o valor é pago integralmente por seus clientes.O comerciante - que já possui passagens pela polícia pelo mesmo crime de favorecimento à prostituição envolvendo menores - negou locava o imóvel para fins de prostituição envolvendo adolescentes, mas não convenceu os policiais e foi preso. A garota foi levada para o Conselho Tutelar. Já o comerciante foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá, onde vai permanecer preso à disposição da Justiça.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Oscar Maroni é condenado a mais de 11 anos de prisão em SP

A Justiça condenou Oscar Maroni Filho --dono da boate Bahamas e de um hotel em Moema, na zona sul de SP-- a 11 anos e oito meses de prisão pelos crimes de favorecimento à prostituição e manutenção de local destinado a encontros libidinosos. A sentença foi dada na sexta-feira (30) e divulgada apenas na segunda-feira (3). Maroni poderá recorrer da decisão em liberdade.
Fabio Braga - 7.jul.11/Folhapress
Oscar Maroni Filho, 60, dono da casa noturna Bahamas, a 11 anos e 8 meses de prisão por favorecimento à prostituição
Oscar Maroni Filho, 60, dono da casa noturna Bahamas, a 11 anos e 8 meses de prisão por favorecimento à prostituição

Segundo o TJ (Tribunal de Justiça), as garotas de programas trabalhavam, de forma habitual, na boate. No processo consta que os encontros com os clientes eram realizados em suítes disponibilizadas pelo Bahamas, que fazia disso sua principal atividade econômica. De acordo com a denúncia, as mulheres eram atraídas com a promessa de lucro e recebiam R$ 300 pelo programa. Elas tinham uma jornada diária de oito horas e eram fiscalizadas para que ficassem o menor tempo possível com os clientes. O empresário também foi acusado pela Justiça de promover o concurso Miss Garota de Programa, que premiava a vencedora com uma viagem a Las Vegas.
De acordo com a sentença, "durante décadas Oscar Maroni Filho fez da exploração da prostituição alheia a fonte de sua fortuna, transformando-a em negócio que gerava R$ 1 milhão por mês, incontroversamente".
Outras cinco pessoas também tinham sido denunciadas junto com Maroni, mas foram absolvidas por falta de provas.

Ator diz que já se prostituiu em troca de um sanduíche

O ator com sua ex-mulher Patrícia Arquette. Foto: Getty Images O ator com sua ex-mulher Patrícia Arquette
Foto: Getty Images

De acordo com o site X17, Thomas Jane, que vive um gigolô no seriado Hung, da HBO, declarou que já se prostituiu. "Quando era mais jovem, não tinha onde morar em Los Angeles. Vivia dentro de um carro sem dinheiro. Quando batia a fome, deixava alguém me pagar um sanduíche. Sabe o que isso significa? Como James Dean disse, você terá os seus braços amarrados atrás das costas se não aceitar fazer alguns favores sexuais", comentou.
Jane acrescentou: "temos a mente mais aberta quando somos jovens. Naquela época, eu estava explorando minha identidade sexual".

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Próximo ao Pan, prostitutas são retiradas do centro de Guadalajara

Realocação de prostitutas foi  negada pelo prefeito, mesmo assim, começou a ser executada. Foto: Reinaldo Marques/Terra Realocação de prostitutas foi negada pelo prefeito, mesmo assim, começou a ser executada
Foto: Reinaldo Marques/Terra

Direto de Guadalajara
Faltando apenas 14 dias para o início dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, as autoridades locais iniciaram uma ação para retirar prostitutas das zonas centrais da cidade - mesmo após a declaração de Aristóteles Sandoval, prefeito do município mexicano, de que não faria uso desse tipo de programa.
De acordo com o jornal local Milenio, integrantes do corpo de polícia municipal já teriam iniciado as operações, expulsando do parque Morelos - alocado no centro de Guadalajara -, mulheres que exerciam a prostitução no espaço. No dia 6 de maio deste ano, uma comissão da cidade apresentou um programa denominado Plano de Reordenamento Humano, no qual projetava "livrar" as áreas turísticas de Guadalajara de prostitutas, mendingos, meninos de rua e indígenas.
Porém, na ocasião, Aristóteles Sandoval negou que planejamento seria executado.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Reportagem sobre prostituição na TV gera confusão na Record

As recentes declarações de Dani Bolina (ex-Panicat) na Record de que algumas assistentes de palco e dançarinas de atrações da TV fazem "programas" continuam rendendo.
Desta vez, foi dentro da própria Record. A confusão envolve o jornalismo da emissora e o diretor do "Programa do Gugu", Homero Salles.
O blog apurou que o diretor ficou muito irritado com reportagem sobre prostituição exibida pelo "Domingo Espetacular" no último dia 18.Na reportagem, dedicada especialmente a explorar o que Dani Bolina falou sobre dançarinas e assistentes de palco, um repórter conversa com um agenciador de prostitutas em um hotel de luxo. Durante a conversa, o rapaz pede serviços de moças que trabalham na TV, e o agenciador cita o nome de um dançarina de um programa de televisão.Interrompidos por um apito, nem o nome da menina nem o nome do programa podem ser identificados com perfeição, mas a produção do "Programa do Gugu" diz ter certeza que dá para ouvir o nome de uma das dançarinas do programa, e o nome da atração ao fundo.
A reportagem gerou confusão interna, que acabou indo parar nos ouvidos da direção do canal. Procurado, Homero Salles não se manifestou até o momento.
Confira o trecho do "Domingo Espetacular" que gerou polêmica na emissora (no minuto 7:30s):

Mulher Melancia aparece em site de prostituição dos EUA

Mulher Melancia aparece em site de prostituição. Foto: Reprodução Mulher Melancia aparece em site de prostituição
Foto: Reprodução

Andressa Soares, a Mulher Melancia, é a mais nova vítima de sites de prostituição. Em sua coluna no Meia Hora, David Brazil conta que estava em um táxi em Nova York, quando viu um anúncio com a foto da funkeira.
Segundo o colunista, as fotos de Melancia estão publicadas ao lado das de um travesti chamado Jaime, de 23 anos.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Programa de Ana Hickmann exibe entrevista com Dani Bolina

A entrevista em que Dani Bolina revelou que algumas panicats são também garotas de programa vai ao ar no domingo (18).
A informação foi dada no quadro "Vale Tudo, Só Não Vale Mentir", espécie de máquina da verdade do "Tudo é Possível", de Ana Hickmann.Participaram da sabatina, além da apresentadora, os jornalistas Fabíola Reipert e Fernando Oliveira.
Segundo a Record, Dani falou ainda sobre o confinamento no reality show A Fazenda, a vida pessoal e a profissão.O programa terá ainda a final do reality show "A Casa da Ana Hickmann", em que as finalistas vão acompanhar os bastidores de programas da Record.
O programa vai ao ar a partir das 12h30.
Antonio Chahestian/TV Record
Dani Bolina no "Tudo É Possível"
A ex-panicat Dani Bolina durante sua participação no "Tudo É Possível", da Record

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Filme sobre ex-prostituta que criou a Daspu terá "sexo, mas com bom gosto", antecipa diretor

ALYSSON OLIVEIRA
Do Cineweb

  • Gabriela Leite, ativista social e criadora da grife Daspu Gabriela Leite, ativista social e criadora da grife Daspu
A cinebiografia da ex-prostituta Gabriela Leite será um retrato "realista" e "antropológico" sobre a ativista que criou a grife Daspu.
"Não vou me esquivar, é um filme que tem a prostituição como um dos temas, e vão ser necessárias cenas de sexo, mas tudo filmado com bom gosto", garantiu em entrevista ao UOL Entretenimento o diretor Caco Souza ("400contra1").
Com previsão de início de filmagens para o primeiro semestre de 2012, o roteiro - adaptado da biografia "Filha, mãe, avó e puta", publicada em 2009 - já teve aprovado o seu primeiro tratamento, assinado pela argentina Josefina Trota, mas ainda não tem um nome. "Com certeza vai ter a palavra Daspu. Todo mundo já ouviu falar da marca", antecipa Souza.O diretor afirma ainda que está em negociações com a atriz Vanessa Giácomo ("Jean Charles") para o papel de Gabriela,  uma estudante de sociologia da USP que se torna prostituta. “Ela seria uma boa escolha”, concorda a própria Gabriela. “Eu a conheci na pré-estreia de ‘400 conta 1’, e a vejo agora na novela ['Morde & Assopra']. Ela é ótima, acho que pode fazer um trabalho muito bom.”“A prostituição é um tema delicado, é preciso lidar com a questão com muito respeito e seriedade. A questão precisa de um tratamento sem hipocrisia, e muita honestidade e humanidade”, defende Gabriela, que além da Daspu, é criadora da ONG Davida, que defende os direitos das prostitutas.
Decidida a acompanhar de perto o trabalho de Souza, a ativista confessa que preferiu manter distância de outra história sobre prostituição levada às telas, "Bruna Surfistinha", que conta a vida da garota de programa Raquel Pacheco. “Foi uma questão de posição mesmo. Sou amiga da Bruna, gosto dela, mas não do livro. Para mim, ela se coloca numa posição de vítima. E eu discordo disso”, explica Gabriela.

Da Daspu à Calypso

Depois que finalizar o projeto sobre a Daspu, o diretor afirma que quer trabalhar em outro longa, sobre a banda Calypso. “Eu conheci o Chimbinha e a Joelma há dois anos quando filmava uma festa junina em Sergipe. A trajetória deles é interessantíssima, porque fizeram a fama e conquistaram fãs praticamente sozinhos, colocando suas músicas para tocar em alto-falantes em Belém”, justifica.
  • Caio Guatelli/Folhapress Joelma e Chimbinha, integrantes da banda Calypso
Ainda em fase de pesquisa, Souza explica que espera conversar bastante com Joelma e Chimbinha, além de fãs, para buscar  histórias para o longa. “Há uma simbiose muito grande entre a banda Calypso e o seu público, e isso tem que estar na tela.”
Segundo o cineasta, seu interesse é movido por histórias reais, como foi o caso de “400 contra 1”, que abordava o nascimento de uma facção criminosa no Brasil.“Histórias de vida das pessoas me interessam, porque eu tenho curiosidade em entender um universo do qual eu faço parte”, conclui Souza, que entre outros projetos também prepara a adaptação de “Espírito Santo”, livro de Luiz Eduardo Soares (“Elite da Tropa”), Carlos Eduardo Ribeiro Lemos e Rodney Rocha Miranda, que combina ficção e fatos verídicos na investigação do crime organizado na capital capixaba.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Pôsteres tentam profissionalizar imagem de prostitutas na Irlanda

  • Escolhi o emprego que se adapta às minhas necessidades, diz o cartaz "Escolhi o emprego que se adapta às minhas necessidades", diz o cartaz
Um grupo de prostitutas irlandesas está fazendo uma campanha para combater preconceitos em relação à profissão. Os idealizadores da campanha criaram pôsteres que mostram modelos sorrindo acompanhadas pela frase "I chose the job that suits my needs" (em tradução livre, "Escolhi o emprego que se adapta às minhas necessidades").A ideia, segundo o site do movimento, é apresentar uma versão mais equilibrada e realista da profissão, sem vitimizar ou glamourisar homens e mulheres que optam pela atividade.A campanha foi intitulada Turn Off the Blue Light (em tradução literal, Apague a Luz Azul) e é uma reação a uma outra, intitulada Turn Off the Red Light (Apague a Luz Vermelha), que pedia a criminalização para acabar com o tráfico de mulheres no país.
Preconceito
Segundo as organizadoras da campanha, tanto as representações negativas da prostituição quanto as positivas são nocivas. "Por um lado, existe a imagem dos trabalhadores da indústria do sexo como mulheres abusadas, controladas por cafetões, vítimas de tráfico, desamparadas e escravizadas", diz o site.
"Esta é uma visão incrivelmente negativa do trabalho e não é realista". Segundo o grupo, esse tipo de imagem é usado por entidades que fazem campanhas contra a prostituição para chocar o público.
"Isso diminui a autoconfiança das profissionais, encoraja o ódio à indústria do sexo e, o que é mais sério, passa uma mensagem para o público de que profissionais do sexo estão ali para ser abusadas".No outro extremo está a imagem da "prostituta feliz", mostrando a profissão como uma forma glamourosa de ganhar muito dinheiro. Esta não é a experiência vivida pela grande maioria dos profissionais da área, diz o site.Os pôsteres estão sendo oferecidos ao público em geral. A ideia é que simpatizantes da campanha distribuam os cartazes pelo país para informar a população.Todos os cartazes tem textos que descrevem atividades cotidianas realizadas por uma mulher que, ao final, se revela como prostituta. Em um deles, é possível ler: "Eu preciso deixar meu filho no treino de futebol, pegar minha filha na aula de dança irlandesa, pagar minha hipoteca e minhas contas, e eu sou uma profissional do sexo.""Temos certeza de que nossa campanha faz um retrato fiel da prostituição na Irlanda hoje, e esperamos que os pôsteres ajudem as pessoas a pensar de novo sobre como elas veem as profissionais do sexo", diz o site da campanha.
Legislação
A prostituição é uma atividade legal na Grã-Bretanha e República da Irlanda, desde que praticada por pessoas maiores de 18 anos. No entanto, algumas atividades associadas à prostituição são proibidas, como oferecer serviços sexuais nas ruas.Também é ilegal administrar bordéis. Leis como essas teriam como objetivo colocar a responsabilidade sobre os que contribuem para a exploração comercial do sexo, isentando de culpa os que praticam a prostituição.
Segundo os organizadores da campanha Turn Off the Red Light, pelo fim da prostituição na Irlanda, essas leis não são suficientes e devem ser mudadas.O grupo é uma aliança de várias ONGs que defendem direitos de imigrantes e de crianças e entidades de apoio a mulheres vítimas de violência. Entre elas, Barnardos, The Immigrant Council of Ireland e Rape Crisis Network of Ireland.Em seu site, a aliança refuta a ideia de que a prostituição seja uma transação comercial inofensiva e consensual, entre adultos e cita os casos de vários países, entre eles, Suécia e Noruega, que optaram recentemente por criminalizar a compra (e não a oferta) do sexo - segundo a aliança, com resultados positivos.

domingo, 4 de setembro de 2011

Babi Rossi se revolta com declaração de Dani Bolina sobre panicats serem garotas de programa

Babi Rossi em envento na cidade de Sertãozinho (Reprodução/Twitter
Babi Rossi em envento na cidade de Sertãozinho
11 fotos no álbum
Babi Rossi se revoltou ao saber da declaração de Dani Bolina para a atração dominical da Record, Tudo é Possível, sobre algumas panicats serem garotas de programa. Neste sábado (03), a loira usou seu Twitter para comentar a respeito.
“Meu trabalho é digno, trabalho pra caralho para conquistar meus objetivos. Falem bem ou falem mal, sei a pessoa que sou. Toda noite deito no meu travesseiro tranquila, agora me acusar por uma coisa que não sou é demais. Aguentar piadinhas das pessoas”, escreveu Babi em sua página na rede social.
Em seguida, ela continuou: “Está em todos os jornais... ridículo! Até para quem falou isso. Cabeça erguida, porque quem não deve não teme, pode ter certeza! Vamos mudar de assunto, odeio entrar em polêmicas fúteis”.Quando a declaração veio à tona, nesta sexta-feira (02), o Virgula Famosos procurou a assessoria de Babi, mas ela estava em um evento na cidade de Sertãozinho e não pode falar.

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