segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Estado deve mudar reajuste de professores-Profissão caminha para a extinção no Brasil

O Programa de Valorização pelo Mérito, sistema criado pelo governo Serra (PSDB) para dar reajuste aos professores da rede estadual mais bem classificados em uma avaliação, poderá mudar neste ano. A informação é do atual secretário da Educação, Herman Voorwald, engenheiro com carreira na Unesp, Voorwald (lê-se Vuervald). O novo titular da gestão Alckmin (PSDB) sinalizou que deverá alterar o exame, que concede reajuste de 25% sobre o salário-base. Para ele, o problema desse sistema é que no máximo 20% dos docentes podem receber o reajuste --ainda que parcela maior tenha atingido a nota mínima estabelecida na avaliação. A limitação do reajuste é uma das principais críticas do sindicato da categoria.
Para o secretário, o sistema de mérito tem de estar presente em uma discussão de carreira. "Se é para avaliar o mérito, a regra precisa estar clara e as pessoas que atingiram o mérito devem ter o resultado. As falas foram que isso não ocorreu. Uma quantidade atingiu a nota mínima, mas só uma porcentagem obteve o resultado financeiro. E aqueles que também atingiram e não ganharam?" Na avaliação do secretário, os professores estão desmotivados e com salários baixos. Mesmo concordando com a reivindicação dos sindicatos para aumentar o salário, o secretário afirma ser difícil dizer qual seria a remuneração adequada. "Não conversei com o governador sobre aumento. Mas ele já colocou que educação é sua prioridade."
De acordo com o secretário, a prioridade agora é "resgatar a dignidade" dos professores, com diálogo, aumento salarial e uma nova carreira. Os recursos para isso, porém, ainda não estão garantidos.
Outra proposta é chegar até 2013 com 10 mil temporários. "Temos cerca de 30 mil temporários [sem estabilidade]. Deve haver uma carreira." Ele diz que ainda não conhece as escolas estaduais.
EXTINÇÃO
A carreira de professor é uma profissão que já atraiu muitos no passado.Hoje,devido à desvalorização por parte de governos,ninguém quer se aventurar no trabalho,especialmente público.
O Governo Federal tem fazendo uma propaganda convocando pessoas a seguir a carreira do Magistério,em vão.
Em SP,a maioria das escolas tem falta de professores e a situação só faz piorar.
A decadência do ensino no Estado de SP começou a se acentuar depois da administração do governador Franco Montoro,com  a chegada de Orestes Quércia ao poder.
Quércia foi o pior administrador da Educação em SP,concorda a maioria do funcionalismo público estadual.
"Viramos "babás" de drogados e não temos condições de ministrar aulas nem viver com dignidade!O Estado transformou as escolas em núcleos da FEBEM,onde se dá comidinha na boca de alunos e se proíbe a reprovação.Uma vergonha!",disse um professor aposentado.
"Pelos riscos e pela desmoralização que a carreira de professor sofre hoje,nunca deixaria um filho meu ser professor!",finalizou...

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