ANDRÉ CARAMANTE/FOLHA
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
Após manter por dois dias preso um servidor público suspeito do crime, a Polícia Civil de São Paulo deteve ontem (27) um homem que, segundo a polícia, confessou ter participado do atentado a tiros na última quarta-feira (23) contra dois estudantes da FGV, que resultou na morte de um deles.
Com isso, a polícia libertou Dino Fernando Peporini, 24, que não tinha ligação com o suspeito preso ontem. Nos dois casos, a polícia fez a prisão após denúncia anônima.
Segundo a Folha apurou, o homem preso ontem disse que atirou contra Júlio César Grimm Bakri, 22 --que morreu-- e Christopher Akiocha Tominaga, 23 --que está internado--, porque os dois teriam mexido com sua namorada. O episódio teria acontecido no mesmo bar em que os dois foram baleados pouco depois, próximo à FGV, na região central. O suspeito disse, segundo a polícia, que ligou para seu irmão, pediu que ele trouxesse uma arma e, juntos, fizeram o ataque. O irmão está foragido. Com o suspeito, a polícia apreendeu uma moto Falcon da cor verde-musgo --Peporini tinha um veículo do mesmo modelo, mas na cor azul. Ouvida ontem, a namorada disse que não percebeu que os estudantes haviam mexido com ela.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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