Os manifestantes voltaram a lotar a praça Tahrir para exigir a Mubarak que renuncie imediatamente e convoque eleições livres. A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) afirmou que pelo menos 75 jornalistas foram atacados durante a cobertura dos protestos no Egito e reiterou que uma "campanha de ódio" foi lançada contra a imprensa internacional.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Pelo menos 75 jornalistas foram atacados no Egito, diz RSF
O presidente egípcio, Hosni Mubarak, mudou ontem a cúpula do partido governante e afastou de sua direção seu filho Gamal, em uma série de passos que, por enquanto, não conseguiram dissuadir as milhares de pessoas que seguem nas ruas.
Os manifestantes voltaram a lotar a praça Tahrir para exigir a Mubarak que renuncie imediatamente e convoque eleições livres. A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) afirmou que pelo menos 75 jornalistas foram atacados durante a cobertura dos protestos no Egito e reiterou que uma "campanha de ódio" foi lançada contra a imprensa internacional.
Os manifestantes voltaram a lotar a praça Tahrir para exigir a Mubarak que renuncie imediatamente e convoque eleições livres. A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) afirmou que pelo menos 75 jornalistas foram atacados durante a cobertura dos protestos no Egito e reiterou que uma "campanha de ódio" foi lançada contra a imprensa internacional.
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