sábado, 26 de março de 2011

Barcinski comenta filme-: "O Retrato de Dorian Gray" não alivia para agradar plateia

Estreia neste fim de semana "O Retrato de Dorian Gray", uma adaptação do livro homônimo de Oscar Wilde feita por Oliver Parker.
O filme conta a história de um garoto que tem um retrato feito por um pintor na Inglaterra do século 19. O retrato envelhece, mas a maldição do garoto é permanecer jovem para sempre.
André Barcinski, crítico da Folha, comenta o longa e diz que o diretor "tentou fazer um filme que apelasse para esse público mais jovem, que está curtindo histórias do tipo 'Crepúsculo' e de vampiros adolescentes".
Entretanto, o filme "não desvirtua as história do Oscar Wilde e mantém o mesmo clima de mistério e de suspense do livro", afirma o crítico. "É surpreendentemente violento e pesado. Não fica aliviando para a plateia em busca de um público mais seleto", completa.
Barcisnki destaca ainda a atuação do ganhador do Oscar Colin Firth, "que rouba a cena" de Ben Barnes (Dorian Gray) e "está nitidamente se divertindo no papel desse dândi que é Lord Wotton".
 

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