(EFE).- Carole Caplin, ex-massagista do ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair e antiga assessora de imagem de Cherie Blair, esposa do político, negou ter mantido relações íntimas com o britânico ou que houvesse algo "suspeito" entre eles.A declaração foi dada através do representante legal da acusada, David Price, diante do Tribunal Superior de Londres no processo que Carole iniciou contra um jornal inglês por ter sugerido que ela estava disposta a revelar todas as intimidades sexuais de Tony Blair e sua mulher.Além de assessora de imagem, Caplin foi "personal trainer" de Cherie durante o período em que viveu na residência do primeiro-ministro.Segundo a edição desta sexta-feira do jornal "The Daily Telegraph", o artigo que sugeria que Carole estava disposta a contar tudo foi publicado no tabloide "Daily Mail" no último mês de setembro e dizia que ela estava estudando se venderia a "história" sobre seus dez anos vinculada à família Blair após fracassar um em projeto empresarial.Segundo Price, não há fundamento algum para sugerir que Carole quisesse trair a confiança do casal Blair ou que houvesse algo "suspeito" quando fazia as massagens.
"O negócio da minha cliente está fundamentado no respeito pela informação confidencial, esta é a base de seu trabalho", acrescentou.Carole esteve na mira da imprensa em 2002 quando o australiano Peter Foster, seu namorado na época, negociou em nome de Cherie um desconto na compra de dois apartamentos em Bristol (oeste da Inglaterra).

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