FERNANDA EZABELLA/FOLHA
DE LOS ANGELES
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O quarto dia do julgamento do médico Conrad Murray, único acusado pela morte de Michael Jackson, começou nesta sexta-feira com o depoimento de Robert Johnson, executivo de uma fabricante de aparelhos médicos.
No quarto de Jackson, foi encontrado um aparelho de monitoramento cardíaco que, segundo a promotoria, não era adequado e pode provar a neglicência de Murray ao cuidar do cantor, morto em junho de 2009 após uma overdose de remédios.
Johnson afirmou que o modelo achado não tinha alarme sonoro e não era apropriado para uso contínuo de monitoramento. A próxima testemunha no julgamento é Robert Russell, paciente de Murray. O cardiologista se diz inocente e pode pegar até quatro anos de prisão.
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