Recentemente, o cantor adolescente Justin Bieber recebeu os parabéns de Jennifer Lopez, via Twitter, por ter atingido o primeiro lugar no ranking da revista especializada "Billboard" com o álbum "Never Say Never: Remixes", que acaba de ser lançado. O elogio da cantora teve um motivo especial: esta foi a primeira vez, desde o lançamento de "J to tha L-O!: the Remixes" (2002), que outro álbum do gênero atingiu o topo da lista. O CD, que tem sete faixas, é uma espécie de complemento musical do filme "Justin Bieber: Never Say Never", documentário ainda em cartaz que mostra uma turnê do astro adolescente. "Never Say Never", música-tema da versão "Karate Kid" de 2010, é o single do disco e tem participação de Jaden Smith.
A faixa mais comentada do álbum contém uma parceria que Bieber fez com o grupo country Rascal Flatts, para o remix de "That Should Be Me". O vocalista Gary LeVox faz a segunda voz em alguns trechos da balada, que preserva o ritmo da versão original. Mas a música que mais mudou foi "Runaway Love", remixada por Kanye West.
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terça-feira, 15 de março de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Disco de Eminem foi o mais vendido do ano nos EUA, diz revista
Ele teve 3,4 milhões de CDs comercializados e liderou lista da "Billboard".
Justin Bieber, Taylor Swift e Susan Boyle também aparecem bem cotados.
Do G1, em São Paulo
Com 3,4 milhões de discos comercializados, o rapper Eminem se tornou o artista com o CD mais vendido em 2010 nos Estados Unidos. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (5) pelo site da revista "Billboard". A banda de country pop Lady Antebellum ficou em segundo lugar com o CD "Need you now". Foram 3 milhões de discos vendidos.Eminem já havia levado outro trabalho ao topo da lista anual. Em 2002, "The Eminem show" ficou em primeiro no ranking com 7,6 milhões de CDs distribuídos.
Eminem vai viver lutador de boxe cercado por tragédias em novo filmeDebaixo de chuva, Eminem dispara rimas para 25 mil em São Paulo"Recovery" é o álbum mais vendido do ano com melhor desempenho desde 2007, quando o cantor Josh Groban vendeu 3,7 milhões de cópias de "Noel". Em 2009, Taylor Swift viu "Fearless" ser adquirido por 3,22 milhões de fãs. Em 2008, o rapper Lil Wayne liderou com as 2,87 milhões de unidades de "Tha Carter III" .
Justin Bieber, Taylor Swift e Susan Boyle também aparecem bem cotados.
Do G1, em São Paulo
Com 3,4 milhões de discos comercializados, o rapper Eminem se tornou o artista com o CD mais vendido em 2010 nos Estados Unidos. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (5) pelo site da revista "Billboard". A banda de country pop Lady Antebellum ficou em segundo lugar com o CD "Need you now". Foram 3 milhões de discos vendidos.Eminem já havia levado outro trabalho ao topo da lista anual. Em 2002, "The Eminem show" ficou em primeiro no ranking com 7,6 milhões de CDs distribuídos.
Eminem vai viver lutador de boxe cercado por tragédias em novo filmeDebaixo de chuva, Eminem dispara rimas para 25 mil em São Paulo"Recovery" é o álbum mais vendido do ano com melhor desempenho desde 2007, quando o cantor Josh Groban vendeu 3,7 milhões de cópias de "Noel". Em 2009, Taylor Swift viu "Fearless" ser adquirido por 3,22 milhões de fãs. Em 2008, o rapper Lil Wayne liderou com as 2,87 milhões de unidades de "Tha Carter III" .
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Em CD, voz de Michael Jackson
Produtor do novo disco diz que eles precisaram de muito aperfeiçoamento digital
Riley trabalhou em três das dez canções do CD
As gravações da voz de Michael Jackson num álbum novo que está sendo lançado esta semana estavam longe da qualidade ótima desejada e precisaram de muito aperfeiçoamento digital, revelou um dos principais produtores do disco.Mas Teddy Riley, que trabalhou com o Rei do Pop em vários álbuns, acha que o álbum Michael vai virar um clássico, apesar de não equiparar-se à qualidade da época áurea de Jackson, no final dos anos 1970 e início dos anos 1980.Riley deu mais detalhes à Reuters, falando do primeiro álbum de materiais novos de Michael Jackson desde a morte repentina do cantor, 18 meses atrás.
- Precisei processar mais a voz, e é por isso que as pessoas estão questionando a autenticidade dela.
O projeto está cercado de controvérsia desde que alguns familiares de Jackson questionaram a autenticidade da voz em algumas das faixas, segundo foi divulgado, e o advogado do pai de Jackson disse que o cantor, que era um perfeccionista, jamais teria desejado que a música fosse lançada.
- Ele (Jackson) não teria visto isso como o vocal final. Mas, como não está mais conosco, ele não pode nos dar novos vocais. O que fizemos foi usar a tecnologia Melodyne para colocá-lo na afinação certa. Com o Melodyne, elevamos o tom da voz, e é por isso que alguns dos vibratos soam um pouco desafinados ou processados demais. Pedimos desculpas por isso, mas o que vocês ouvem ainda é o verdadeiro Michael Jackson.Riley trabalhou em três das dez canções do álbum - Hollywood Tonight, Monster e Breaking News.As duas últimas, além da faixa Keep Your Head Up, foram gravadas em 2007 na casa da família Cascio em Nova Jersey.
Foram essas as gravações que levaram algumas pessoas a colocar em dúvida a autenticidade das canções, mas Riley e a gravadora Sony se esforçaram para comprovar que as canções são genuínas.Indagado se concordaria em produzir outros materiais póstumos de Michael Jackson, Riley respondeu:
- Se a decisão couber a mim, sim, eu toparei me envolver em qualquer coisa em que Michael tenha trabalhado. Estou aqui para servir a meu amigo.Entre os temas que Michael Jackson trata no novo álbum estão a sede de fama e o preço alto que se paga por ser um astro.Em Hollywood Tonight, ele descreve as experiências verídicas de um amigo anônimo que parte para Los Angeles aos 15 anos de idade para fazer sucesso no cinema, e em Monster ele canta sobre os paparazzi.
As resenhas de Michael, que chega às lojas britânicas na segunda-feira e nas dos EUA na terça, têm sido de modo geral positivas.É o primeiro álbum de material novo de Jackson desde Invincible, de 2001, e o primeiro de um suposto contrato de 250 milhões de dólares que teria sido fechado entre a Sony e os executores do espólio de Jackson para o lançamento de dez álbuns até 2017.
Riley trabalhou em três das dez canções do CD
As gravações da voz de Michael Jackson num álbum novo que está sendo lançado esta semana estavam longe da qualidade ótima desejada e precisaram de muito aperfeiçoamento digital, revelou um dos principais produtores do disco.Mas Teddy Riley, que trabalhou com o Rei do Pop em vários álbuns, acha que o álbum Michael vai virar um clássico, apesar de não equiparar-se à qualidade da época áurea de Jackson, no final dos anos 1970 e início dos anos 1980.Riley deu mais detalhes à Reuters, falando do primeiro álbum de materiais novos de Michael Jackson desde a morte repentina do cantor, 18 meses atrás.
- Precisei processar mais a voz, e é por isso que as pessoas estão questionando a autenticidade dela.
O projeto está cercado de controvérsia desde que alguns familiares de Jackson questionaram a autenticidade da voz em algumas das faixas, segundo foi divulgado, e o advogado do pai de Jackson disse que o cantor, que era um perfeccionista, jamais teria desejado que a música fosse lançada.
- Ele (Jackson) não teria visto isso como o vocal final. Mas, como não está mais conosco, ele não pode nos dar novos vocais. O que fizemos foi usar a tecnologia Melodyne para colocá-lo na afinação certa. Com o Melodyne, elevamos o tom da voz, e é por isso que alguns dos vibratos soam um pouco desafinados ou processados demais. Pedimos desculpas por isso, mas o que vocês ouvem ainda é o verdadeiro Michael Jackson.Riley trabalhou em três das dez canções do álbum - Hollywood Tonight, Monster e Breaking News.As duas últimas, além da faixa Keep Your Head Up, foram gravadas em 2007 na casa da família Cascio em Nova Jersey.
Foram essas as gravações que levaram algumas pessoas a colocar em dúvida a autenticidade das canções, mas Riley e a gravadora Sony se esforçaram para comprovar que as canções são genuínas.Indagado se concordaria em produzir outros materiais póstumos de Michael Jackson, Riley respondeu:
- Se a decisão couber a mim, sim, eu toparei me envolver em qualquer coisa em que Michael tenha trabalhado. Estou aqui para servir a meu amigo.Entre os temas que Michael Jackson trata no novo álbum estão a sede de fama e o preço alto que se paga por ser um astro.Em Hollywood Tonight, ele descreve as experiências verídicas de um amigo anônimo que parte para Los Angeles aos 15 anos de idade para fazer sucesso no cinema, e em Monster ele canta sobre os paparazzi.
As resenhas de Michael, que chega às lojas britânicas na segunda-feira e nas dos EUA na terça, têm sido de modo geral positivas.É o primeiro álbum de material novo de Jackson desde Invincible, de 2001, e o primeiro de um suposto contrato de 250 milhões de dólares que teria sido fechado entre a Sony e os executores do espólio de Jackson para o lançamento de dez álbuns até 2017.
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