Ricardo Zeef Berezin, do IDG Now!
Extensão prometia créditos gratuitos para o celular e já foi apagada, mas precisou de apenas cinco dias para espalhar-se pela rede social.
Durou apenas cinco dias, mas um golpe feito por brasileiros para brasileiros atingiu milhares de usuários no Facebook. Atraídos por uma promessa pouco crível – créditos gratuitos no celular – mais de 60 mil curtiram a página criada para disseminar o malware.O problema não estava na página em si, mas no aplicativo contido nela. Ao selecioná-lo, o internauta era direcionado a um endereço onde podia instalá-lo. Abaixo, visualizava um cadastro com espaços para inserir o número do celular e sua operadora.Quando contaminado, o perfil do usuário passava a compartilhar o mesmo comentário – cheio de erros ortográficos – em todas as publicações visualizadas, convidando outras pessoas a também visitarem a página e executarem o programa. Para convencê-las, a isca já utilizada: créditos no celular.
CréditosGrátisFB
Usuário instala malware e ainda entrega seu número do celular.
A principal novidade, destacada pelo portal Linha Defensiva, é que o golpe funcionava apenas nos navegadores Chrome e Firefox – tanto é que, para se livrar da praga, bastava apagá-la no menu de extensões. Isso mostra que, graças à popularidade dos dois softwares no Brasil, os cibercriminosos passaram a tê-los como alvo.É de se pensar que vantagem financeira os responsáveis ganham com esse tipo de artimanha. É possível que vendam os números de telefone obtidos, já que essa é uma informação que muitos spammers buscam, ou que recebam a cada “curtir” entregue a determinada página (pay-per-like), pois pelo complemento podem controlar também essa interação.
Recentemente, dois portais brasileiros que ofereciam milhares de “curtir” em troca de compensação monetária foram fechados. Aparentemente, ambos, o PublicidadesOnline.com e o PublicidadesOnline.net, pertenciam ao mesmo dono. Talvez não seja coincidência, portanto, que, das poucas mensagens compartilhadas pela página do malware, três propagandeavam a Humor Garantido, que em seis meses conseguiu mais de um milhão de fãs.
Fica a dica, então. Embora o Facebook tenha removido muitos dos golpes - “Mude a cor do seu perfil”, “Descubra quem te visitou”, “Coloque créditos grátis” – alguns continuam no ar e outros podem voltar. Não confie em aplicativos que sejam elogiados em inúmeras publicações e sempre com o mesmo texto. Essa publicidade não é gratuita, tampouco espontânea.
Divulgação pela ótica de interesse de vídeos e notícias do mundo! **MELHOR VIZUALIZADO COM O GOOGLE CHROME e FIREFOX *ESTE BLOG PODE TER CONTEÚDO IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS*
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sábado, 7 de abril de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Google paga US$ 60 mil a universitário por hackear o Chrome
Foto: Divulgação
Há quatro anos, o Chrome tem sido o destaque da Pwn2Own, uma competição de segurança feita pela HP. Enquanto Safari e Internet Explorer mal resistiam aos ataques, o navegador do Google saía vitorioso.
Agora, no evento paralelo Pwnium do Google, o universitário russo Sergey Glazunov conseguiu hackear um PC através do Chrome, e levou o prêmio de US$60.000. A ZDNet informa que ele usou uma falha de segurança antes desconhecida para “driblar” a sandbox, restrição que impede o acesso de hackers ao computador do usuário, mesmo que comprometa o navegador. Justin Schuh, membro da equipe de segurança do Google, confirmou tudo no Twitter.O Google paga tanto dinheiro para revelar falhas de segurança no Chrome porque quer melhorar o navegador: para receber o prêmio, o hacker tem que revelar como explorou a falha de segurança – então o Google vai aprender algo com isso.Mas nem sempre isso acontece. O Chrome também foi hackeado na Pwn2Own – e em cinco minutos. A controversa empresa VUPEN, que vende falhas de segurança para governos ao redor do mundo, este ano mirou no Chrome: “Nós queríamos mostrar que o Chrome não é inquebrável”, disse Chaouki Bekrar, co-fundador da VUPEN. Eles usaram duas falhas de segurança, mas não vão contar quais são: eles vão vender uma delas, e manter a outra “para nossos clientes”.O Google recentemente ofereceu vários prêmios no total de US$ 1 milhão para quem fosse capaz de violar a segurança do navegador Chrome. Agora, na competição Pwnium, paralela à Pwn2Own, um universitário conseguiu levar o maior prêmio, de US$60.000, ao hackear o Chrome no Windows 7.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Extensão para Chrome bloqueia Big Brother nas redes sociais
Foto: Reprodução
Com o início do Big Brother Brasil, as redes sociais são invadidas por comentários sobre os participantes, e até mesmo quem não assiste ao programa acaba ficando por dentro do que acontece na casa. Com a enxurrada de reclamações de usuários que não querem acompanhar o programa nem mesmo pela internet, o engenheiro de software Luís Cesar Coimbra, 22 anos, criou uma extensão que bloqueia todos os comentários sobre o BBB no Twitter e no Facebook.O desenvolvedor disponibilizou o aplicativo na madrugada de terça-feira, e na noite desta quarta-feira ele estima que a extensão já tenha sido instalada por mais de 20 mil pessoas. "A ideia surgiu a partir da análise do meu feed de notícias do Facebook. Comecei a notar muitas pessoas reclamando que iria começar o BBB e que seria o assunto mais comentado e, consequentemente, o mais chato. As pessoas falavam que seria necessário bloquear ou até deletar alguns amigos por isso, então pensei que poderia resolver isso sem maiores problemas", afirmou Coimbra. A extensão "No BBB" - disponível para instalação gratuitamente na loja de aplicativos do Google Chrome - analisa o HTML da página e bloqueia quaisquer postagens nas redes sociais que contenham as palavras-chave "BBB", "Big Brother" ou "Big Brother Brasil". Uma tarja contendo o aviso "conteúdo bloqueado por conter texto relacionado ao BBB" livra os usuários mais impacientes de saber as últimas novidades do programa.Se mesmo depois de instalar a extensão o usuário quiser ler o tweet ou a atualização no Facebook, basta desbloquear a mensagem e a postagem volta a aparecer na timeline do Twitter ou no feed de notícias no Facebook. Por enquanto, o app está disponível para download apenas no Chrome, mas Coimbra afirma que planeja lançar a extensão para Firefox e Safari. Além disso, ele pretende ampliar o aplicativo para outros assuntos, e diz que terá novidades em breve.
A extensão "No BBB" está disponível para download no Google Chrome pelo endereço http://bit.ly/zvNUfy.
A extensão "No BBB" está disponível para download no Google Chrome pelo endereço http://bit.ly/zvNUfy.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Chrome supera Firefox e é o 2º navegador mais usado, diz pesquisa
O Chrome, navegador do Google, assumiu a segunda posição entre os navegadores (browsers) mais usados em todo o mundo e começa a diminuir a distância para o Internet Explorer, da Microsoft, líder do segmento.
Segundo estatísticas da empresa de pesquisas StatCounter, o browser do Google atingiu uma participação de 25,69% no mercado mundial em novembro, superando o Firefox, que ficou com 25,23%. O Internet Explorer manteve a liderança no período, com 40,63%.
'O crescimento do Chrome mostra que o navegador se tornará um rival real para o Internet Explorer globalmente', diz Aodhan Cullen, executivo-chefe da StatCounter.
No mercado americano, por exemplo, o Chrome obteve um salto de participação de 6,41% para 17,3% em novembro, enquanto o Internet Explorer registrou um crescimento de 0,42%. Ao mesmo tempo, o Firefox apresentou queda de 6,66% de participação.
(Moacir Drska/Valor)
Segundo estatísticas da empresa de pesquisas StatCounter, o browser do Google atingiu uma participação de 25,69% no mercado mundial em novembro, superando o Firefox, que ficou com 25,23%. O Internet Explorer manteve a liderança no período, com 40,63%.
'O crescimento do Chrome mostra que o navegador se tornará um rival real para o Internet Explorer globalmente', diz Aodhan Cullen, executivo-chefe da StatCounter.
No mercado americano, por exemplo, o Chrome obteve um salto de participação de 6,41% para 17,3% em novembro, enquanto o Internet Explorer registrou um crescimento de 0,42%. Ao mesmo tempo, o Firefox apresentou queda de 6,66% de participação.
(Moacir Drska/Valor)
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