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terça-feira, 29 de março de 2011

Filme "Batalha de Los Angeles" lidera as bilheterias mundiais

REUTERS, EM LOS ANGELES

O filme "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles" liderou as bilheterias internacionais pelo segundo final de semana neste domingo, impulsionado pelas vendas na China.
A fantástica produção com efeitos especiais sobre fuzileiros norte-americanos que enfrentam uma invasão alienígena conseguiu quase metade de sua arrecadação total do final de semana de suas bilheterias na China. Foram US$ 16,2 milhões em 55 países, sendo que a contribuição da China foi de US$ 7,4 milhões.
"Batalha de Los Angeles" também estreou em primeiro lugar na Venezuela, Nova Zelândia e Vietnã. O filme acumulou US$ 79,5 milhões desde que estreou nos cinemas mundiais em 9 de março, enquanto a China contribuiu com US$ 24 milhões. A animação de Johnny Depp "Rango" ficou em segundo lugar, com US$ 15,5 milhões em 55 países. O filme arrecadou US$ 3,3 milhões na França, onde o ator vive, e estreou em primeiro lugar no país. O total acumulado internacionalmente para o filme é de US$ 94 milhões.

Divulgação
O ator Aaron Eckhart, protagonista do filme "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles"
O ator Aaron Eckhart, protagonista do filme "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles"

"Esposa de Menitirinha", com Adam Sandler e Jennifer Aniston, assumiu o terceiro lugar com US$ 9,1 milhões em 37 países. A comédia estreou na Rússia em primeiro lugar, com US$ 4,7 milhões.
O quarto lugar ficou para o suspense de ação e fantasia "Sucker Punch" de Zack Snyder, em 23 países, apesar de ficar em segundo lugar na América do Norte.
O suspense com romance de Matt Damon "Os Agentes do Destino" ficou em quinto lugar, com US$ 5,6 milhões em 44 países.
Embora as condições estejam melhorando no Japão, a situação ainda é precária para distribuidoras de produções internacionais. Segundo informações locais, cerca de 40 a 50 cinemas no norte do Japão e na região metropolitana de Tóquio estavam fechadas no final de semana.
 

terça-feira, 22 de março de 2011

Invasão do Mundo estreia na liderança das bilheterias brasileiras

A ficção científica Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles foi o grande destaque deste fim de semana na bilheteria brasileira. O filme estreou em primeiro lugar, levando mais de 235 mil pessoas às salas para conferir Aaron Eckhart (O Amor Acontece) comandando a última resistência humana após um massivo ataque alienígena ao planeta.
Foi um fim de semana de diversas estreias e outras três ficaram entre as melhores: a comédia Sexo Sem Compromisso, a animação Animais Unidos Jamais Serão Vencidos! e o suspense policial Jogo de Poder.
Entre os nacionais, Bruna Surfistinha continua fazendo sucesso e consegue a terceira posição em sua quarta semana em exibição. O Discurso do Rei é o filme há mais tempo em cartaz, chegando à sua sexta semana.
Confira a seguir as dez melhores bilheterias do fim de semana nas salas brasileiras:
1. Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles - R$ 2,5 milhões

2. Esposa de Mentirinha - R$ 2,1 milhões
3. Bruna Surfistinha - R$ 1,45 milhão
4. Sexo Sem Compromisso - R$ 1,41 milhão
5. Animais Unidos Jamais Serão Vencidos! - R$ 1,3 milhão
6. Gnomeu e Julieta - R$ 1,26 milhão
7. Rango - R$ 1,22 milhão
8. O Discurso do Rei - R$ 491 mil
9. Passe Livre - R$ 442 mil
10. Jogo de Poder - R$ 427 mil

quinta-feira, 17 de março de 2011

"Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles" vira filme de guerra impulsionado por efeitos especiais

LUIZ VITA /Do Cineweb
  • O ator Aaron Eckhart interpreta o Sarg. Michael Nantz em Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles O ator Aaron Eckhart interpreta o Sarg. Michael Nantz em "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles"
Como fazer um filme de ficção científica sem ciência  e sem ficção? Basta chamar o diretor sul-africano Jonathan Liebesman (de "No Cair da Noite") e ele colocará em cena um punhado de jovens recrutas, um ator carregador de piano e uma equipe talentosa para os efeitos especiais, onde serão torrados boa parte dos US$ 100 milhões do orçamento. Mesmo assim, ele entregará no máximo um filme de guerra com muito tiroteio e pouca emoção.Essa foi sua receita em "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles", que chega sexta-feira aos cinemas no Brasil, depois de estrondoso sucesso nos Estados Unidos - onde estreou na semana passada, liderando as bilheterias com US$ 35 milhões apenas no fim de semana. O público foi conferir por sua conta e risco, pois a crítica foi unânime em classificá-lo como "violento, barulhento e estúpido". Para o influente crítico Roger Ebert, chamar o filme de ficção científica é um insulto às palavras ciência e ficção.
O que se vê na tela é um punhado de fuzileiros navais, liderados por um sargento durão (Aaron Eckhart, de "O Amor Acontece"), correndo de um lado para o outro em meio aos escombros de uma cidade arrasada. Ele tenta, quase que solitariamente, enfrentar invasores alienígenas que já atacaram diversos pontos do planeta e, agora, procuram destruir Los Angeles. Eles chegaram no interior de meteoros que caíram em vários países.Não se sabe a razão do ataque, mas fica a suspeita que os alienígenas estão atrás de suprimentos abundantes de água. Por isso, surgem nas regiões costeiras de Los Angeles,  arrasando toda a orla, como um tsunami. Para os militares, como revela um comandante, é ponto de honra impedir que Los Angeles caia - embora a cidade seja praticamente só ruínas, como mostram as tomadas aéreas da terra arrasada e fumegante.Os alienígenas são uma mistura híbrida de seres biológicos e máquinas, dotados de armas nos braços que disparam incessantemente. Numa das cenas, completamente desnecessária, ao abater um dos inimigos, o sargento abre o peito da criatura com uma faca e revira seus tecidos gelatinosos com as mãos, em busca de um órgão vital que possa decepar. Uma espécie de lição de anatomia, em pleno campo de batalha.
Eckhart se esforça na composição do sargento durão que praticamente enfrentará os alienígenas no mano-a-mano enquanto busca sobreviventes civis entre as ruínas de lojas e prédios. O barulho ensurdecedor dos ataques e das explosões de bombas obriga os personagens a se comunicarem aos berros. Os diálogos limitam-se a frases curtas sobre os movimentos seguintes e ordens de comando.Todos os subordinados do sargento são interpretados por atores novatos, compondo um mosaico étnico multivariado e colorido, que inclui ainda a única mulher do grupo, uma sargento interpretada por Michelle Rodriguez (a policial Ana Lucia, do seriado "Lost", que parece mais perdida aqui do que na ilha misteriosa).

segunda-feira, 14 de março de 2011

"Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles" lidera bilheteria

O filme de invasão alienígena "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles" garantiu a supremacia do cinema norte-americano neste final de semana, captando US$ 36 milhões (cerca de R$ 60 milhões) em uma marcha para o primeiro lugar das bilheterias.
O filme, que fala de um grupo de fuzileiros navais norte-americanos em defesa da cidade contra seres sobrenaturais, atingiu a expectativa máxima do seu distribuidor, a Sony Pictures, de acordo com estimativas do estúdio neste domingo (13). "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles", também estreou em 33 mercados fora dos Estados Unidos, onde arrecadou US$ 16,7 milhões (R$ 27 milhões). Com isso, a cifra global alcançou cerca de US$ 53 milhões (R$ 88 milhões).
Divulgação
"Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles"
Cena do filme "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles", que liderou bilheterias americanas no fim de semana

quarta-feira, 9 de março de 2011

"Batalha de Los Angeles", uma ficção científica com 'história real'

(AFP) -Los Angeles é a última grande cidade de pé após uma invasão extraterreste que deixa o planeta em ruínas, segundo o roteiro do filme apocalíptico "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles", mas os produtores da obra que chega nesta sexta-feira aos cinemas americanos alegam que a nova ficção científica de Hollywood é baseada em uma história real.
A guerra entre marines do Exército dos Estados Unidos contra alienígenas que atacam o planeta Terra com o objetivo de destruição pode ter registrado o primeiro episódio, ainda inexplicável, há 69 anos nos céus do sul da Califórnia, segundo um painel de especialistas em OVNIs convocado pelo estúdio Sony - distribuidor do filme - para comentar o filme.
"Pode de alguma maneira ser uma realidade, não na forma de guerra, mas... por que não? De uma aproximação de OVNIs da Terra", afirmou à AFP Robert Salas, militar da reserva do Departamento de Defesa, que revelou um incidente com um objeto voador não-identificado em Montana (noroeste dos Estados Unidos), em 1967.O filme é protagonizada por Aaron Eckhart, Michelle Rodriguez (da série "Lost"), Ramon Rodriguez, Bridget Moynahan, Ne-Yo e Michael Peña. O foco é uma invasão de alienígenas na costa de Santa Mônica, ao oeste de Los Angeles.Com 116 minutos de ação no mais puro estilo de Hollywood, o filme tem todos os elementos de um longa de guerra contra extraterrestes: incessantes explosões, cenas de pânico coletivo na praia e pelas ruas da cidade, estradas atacadas por seres desconhecidos e soldados heróicos.Mas a maior curiosidade fica por conta da frase "inspirado em fatos reais", que abre o filme do sul-africano Jonathan Liebesman.
No dia 25 de fevereiro de 1942, um grupo de civis observou objetos não identificados sobrevoando os céus do sul da Califórnia.O fato aconteceu poucos meses depois do ataque japonês à base de Pearl Harbor e provocou uma resposta dos militares americanos, o que criou a lenda."As pessoas que estavam na rua naquela noite juram que não era um avião nem um balão, afirmaram que era um OVNI. Flutuava, deslizava. E até hoje, ninguém pode explicar o que era aquela nave. Por que nossos mísseis antiaéreos não conseguiram atingi-la? É um mistério que nunca foi solucionado", afirmou o renomado especialista americano em OVNIs William Birnes."A história oficial afirma que foi um balão, mas oficiais da defesa antiaérea receberam a informação de que um objeto voador não identificado", acrescentou Birnes em uma conferência realizada justamente em um hotel de Santa Mônica.O painel de especialistas em OVNIs também contou com as participações do coronel Charles Halt e de Mark Easter, diretor de relações públicas da "Mutual UFO Network", uma organização que compila os depoimentos de pessoas que afirmam ter visto objetos voadores não identificados em todo o mundo.Salas, que enfatizou que "não se deve subestimar o poder de desenvolvimento de outras civilizações", apresentou vários documentos do governo americano que demonstram que o tema foi analisado e reconhecido nos círculos militares e entre as autoridades do país.
Todos contaram como foram incompreendidos, e até objeto de piadas, quando revelaram suas experiências a colegas do Exército.
"Fico espantado como eventos da vida real terminam pegando nos filmes", disse o produtor do filme, Ori Marmur, que tem orçamento estimado de 100 milhões de dólares."Para o filme, decidimos considerar que todas as visões anteriores de OVNIs, como esta (de 1942), foram missões de exploração, preparando a iminente invasão de forças desconhecidas", explicou o produtor.

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