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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Kevin Costner diz que Lady Di queria estrelar 'O Guarda-Costas 2'

Kevin Costner nunca conseguiu mostrar o projeto para Diana
Foto: Vadim Ghirda/AP

Princesa Diana, a falecida mãe dos príncipes Harry e William, pediu ao ator Kevin Costner para ajudá-la a lançar sua carreira no cinema, assim como ele tinha feito para Whitney Houston, que interpretou seu par romântico no filme O Guarda-Costas (1992).

"Diana e eu estávamos conversando sobre fazer O Guarda-Costas 2. Eu lhe disse que iria cuidar dela da mesma maneira que eu cuidava de Whitney", contou o ator em entrevista.
Costner, 57 anos, tinha prometido criar um papel especialmente para a princesa de Gales. "Ela queria que eu escrevesse um roteiro para ela. Eu disse: 'eu vou adaptá-lo para você, se você estiver interessada'. E ela respondeu: 'eu estou interessada'", ele detalhou.Mas Diana nunca viu o rascunho do roteiro do filme, que chegou em sua mesa em 30 de agosto de 1997, um dia antes dela morrer em um acidente de carro em Paris, aos 36 anos.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Vídeo que mostraria fantasma da princesa Diana é investigado, diz TV

Vídeo foi filmado em uma igreja escocesa por turistas chineses.
'Pode ser ilusão de ótica, mas poderia ser um fantasma', disse especialista.

Do G1, em São Paulo

 
O investigador paranormal Michael Cohen está estudando um vídeo que mostraria supostamente uma figura fantasmagórica de aparência semelhante à da princesa Diana em um vitral. O vídeo foi filmado em uma igreja de Glasgow, na Escócia, por turistas chineses.
Vídeo foi filmado em uma igreja escocesa por turistas chineses. (Foto: Reprodução/ITN News)
Vídeo foi filmado em uma igreja escocesa por turistas chineses. (Foto: Reprodução/ITN News)
No momento em que estavam filmando, segundo a emissora "ITN News", eles não teriam percebido a imagem estranha. O vídeo surpreendeu Cohen, que está examinando o conteúdo com outros pesquisadores para verificar se ele é autêntico.
"Pode ser uma ilusão de ótica, mas poderia ser um fantasma, possivelmente da princesa Diana", disse ele.
Anteriormente,um outro vídeo do fantasma de Lady Di já tinha parado na web:-

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Casamento de Charles e Diana faria 30 anos; relembre a trajetória da princesa

Há 30 anos, o mundo comemorava o casamento entre o Príncipe Charles e Diana de Gales, uma história digna de "conto de fadas" envolvida em patriotismo, mas que acabou em tragédia e balançou os alicerces da monarquia britânica.

 Diana e Charles acenam para o público no dia de seu casamento (29/7/1981) Brainpix
Em contraste com um ensolarado 29 de julho de 1981, quando os britânicos abarrotaram as ruas de Londres para participar do evento, poucas são as menções nesta sexta-feira e as celebrações em lembrança da qual se considerou o casamento do século.

A princesa Diana e o príncipe Charles se beijam após a cerimônia de casamento

Outra união, a do príncipe William com Kate Middleton, celebrada em 29 de abril, ofuscou um acontecimento que há 30 anos foi o programa de televisão mais visto da história, com 750 milhões de espectadores.O casamento de William conseguiu, além disso, apagar a sensação amarga do casamento fracassado de seus pais e conseguiu impulsionar após décadas de escândalos a imagem da monarquia.Mas há 30 anos os britânicos viveram com verdadeiro entusiasmo o casamento do herdeiro ao trono, que foi celebrado na Catedral de Saint Paul de Londres, em vez da Abadia de Westminster, já que se necessitava um templo com capacidade para os 3,5 mil convidados, enquanto 600 mil pessoas encheram as ruas do centro da capital britânica para ver de perto o que então parecia um casal feliz.Na retina de muita gente ficou gravada a imagem do vestido de noiva de Diana, com as mangas bufantes, uma caudas de quase oito metros e até 10 mil pérolas incrustadas, que então causou sensação e que ficou como símbolo da ostentação que envolveu a cerimônia.

Princesa Diana dança com o ator John Travolta em um jantar na Casa Branca
A história entre o príncipe e a jovem aristocrata tinha todos os ingredientes de um conto de fadas, mas a felicidade do casal durou pouco.As infidelidades do príncipe Charles com sua antiga namorada, Camila Parker Bowles, com a qual se casaria no civil em 2005, torturaram Diana, que após sua separação em 1992 reconheceu em entrevista : "éramos três no casamento".Segundo o livro "Diana, sua verdadeira história" escrito por Andrew Morton, confidente da princesa, já na lua-de-mel, o casal teve um forte discussão depois que Diana descobrisse que Charles tinha abotoaduras com as iniciais "CC", que a ciumenta esposa pensou que eram um presente de Camilla.

Para ir à ginástica, Diana usava roupas parecidas para não chamar a atenção
Os conflitos entre a princesa, que se tornou um verdadeiro ícone, e a família real foram constantes, tensões que culminaram com a morte de Diana em um acidente de trânsito em Paris quando era perseguida pelos paparazzis e que teve uma repercussão sem precedentes entre os britânicos.A fria reação dos Windsor perante a morte da chamada "princesa do povo" foi muito criticada e os índices de popularidade da monarquia se afundaram, provocando uma grave crise constitucional.Precisamente, outro casamento, a do príncipe William e Kate Middleton, que pretendia ser mais discreta e de acordo com os tempos atuais, ajudou muito a reconstruir a imagem da Família Real.
O filme "A RAINHA" com Helen Mirren destaca o momento da morte de Lady Di na vida realeza britânica.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Fãs prestam tributo à Lady Di no que seria seu 50º aniversário

Fãs da princesa prestam homenagem a ela no palácio de Kensington, em Londres, onde ela vivia. Foto: Matt Dunham/AP Fã faz montagem de fotos da princesa em frente ao palácio de Kensington
Foto: Matt Dunham/AP

Lady Di, também conhecida como a eterna princesa Diana, completaria nesta sexta-feira (1) 50 anos de idade e, como homenagem à data, fãs já começaram a deixar suas lembranças no palácio de Kensington, em Londres, onde ela morou durante muito tempo.
Diana morreu no dia 31 de agosto de 1997, aos 36 anos, após um acidente de carro, em Paris, onde também morreram seu namorado Dodi Al-Fayed e o motorista que dirigia o veículo com o casal.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Princesa Diana completaria 50 anos nesta 6ª

 . Foto: Getty Images Veja fotos da infância e da adolescência da eterna "princesa do povo"
Foto: Getty Images


Nesta sexta-feira, 1º de julho, Lady Diana Spencer, Princesa de Gales, completaria 50 anos de idade se um trágico acidente de carro em Paris não tivesse interrompido sua vida prematuramente, aos 36 anos. A morte da chamada "princesa do povo" - alcunha dada pelo então ministro Tony Blair - naquele 31 de agosto de 1997 provocou um luto público em todo o Reino Unido e uma comoção mundial comparada apenas a morte de Michael Jackson ou ao assassinato de John F. Kennedy.
Diana é fruto da aristocracia. Quando seu avô morreu, seu pai, Edward John Spencer, se tornou o oitavo conde Spencer e, em decorrência, Diana e suas irmãs receberam o título de lady, enquanto o seu irmão, o de visconde. Nascida em 1961, a pequena Diana sempre mostrou gosto para música, dança e esportes, praticando tênis, hockey e salto ornamental.
Foi em 1977 durante uma festa de caça que Lady Di conheceria o homem que mudaria sua vida - para o bem e para o mal - o príncipe Charles, então namorado de sua irmã mais velha, Sarah. Apesar do encontro, os dois não começariam seu relacionamento imediatamente. Diana estudou por um tempo na Suíça e quando retornou, foi morar em Londres, onde trabalhou como babá e se tornou professora em um jardim de infância. Lá, ela passou a encontrar o sucessor do trono britânico esporadicamente. Charles era um homem de 33 anos, cobiçado na Inglaterra, porém já rejeitado por três damas da sociedade: Lady Jane Wellesley, Amanda Knatchbull e Anna Wallace - e dizem as más línguas, já tinha um caso com Camilla Parker-Bowles, sua atual mulher. Em 24 de fevereiro de 1981, ao anunciar seu noivado com a recatada, tímida e bonita garota de 19 anos, o príncipe fez com que a Inglaterra mergulhasse em um conto de fadas e esquecesse seus problemas - que àquela altura, não eram poucos: crise econômica, motins raciais e tensão pré-guerra das Malvinas. Mas o conto de fadas não seria tão colorido como os dos livros, e isso já foi sentido logo na conferência para o anúncio do casamento. Ao ser indagado se estava apaixonado por Diana, Charles respondeu: "sim, seja lá o que isso significa", dando o tom do que seria um casamento frio, com poucas demonstrações de carinho em público, e com traições.
Ainda assim, o casamento se deu com toda a pompa esperada para uma princesa. Diana adentrou pela Catedral de St. Paul, em Londres, com um vestido criado pela dupla Elizabeth e David Emanuel, e carregando uma cauda de 7,5 m de comprimento. A cerimônia, em 29 de julho de 1981, foi assistida por 750 milhões de espectadores ao redor do mundo. Nem bem havia saído da catedral como Princesa de Gales, Lady Di causou polêmica e certo desconforto entre os membros da realeza: ela errou o nome de Charles no altar e recusou-se a dizer que o obedeceria, como era de praxe. Por Diana ter um carisma natural e uma relação de proximidade com o povo, Charles ficava relegado a segundo plano quando o casal aparecia. Ele manteve os hábitos de solteiro: participava de caçadas e partidas de pólo. Enquanto isso, Diana não se restringiu apenas às visitas a hospitais e órgãos governamentais, feitas de maneira superficial por qualquer membro da realeza. Ela dedicou sua vida às vítimas de aids no mundo todo, sendo a primeira pessoa pública fotografada tocando um paciente terminal com o vírus HIV. Com sua fortuna, também financiou inúmeras instituições que ajudavam sem-tetos, viciados em drogas e idosos. A partir dos anos 1990, ela também lutou pelo banimento das minas terrestres que vitimavam crianças. Apesar de todos esses feitos, durante a sua vida, e até mesmo depois da sua morte, os escândalos pessoais e seus desacordos com a família real são lembrados com muita ressonância. A pressão exercida pela realeza sobre ela e os sonhos do casamento dos sonhos sendo destruídos pouco a pouco levaram Diana a comer compulsivamente e desenvolver bulimia.
Em novembro de 1981, ela anunciou que estava grávida do primeiro filho de Charles. Príncipe William, segundo na sucessão real, nasceu em 21 de junho de 1982. A princesa impressionou a todos quando levou seu bebê a uma viagem para a Austrália, contrariando ordens do governo, e foi aclamada pelo seu feito. Em 15 de setembro de 1984, nasceu seu segundo filho, Harry. Nessa época, ela e Charles estavam vivendo como um casal dedicado, mas isso não impediu Diana de colocar suas próprias condições, como escolher o nome dos meninos, contratar suas próprias babás e ainda se recusar a circuncidar os meninos, tradição da família real.
Poucos anos depois, Charles reataria com Camilla Parker-Bowles e Diana começaria a viver como solteira, acompanhada de Sarah Ferguson, que tinha um casamento infeliz com duque de York, irmão de seu marido. Em 1992, foi lançado o livro Diana, Sua História Real, no qual a princesa se colocou como vítima nas mãos de Charles e sua família. Um mês depois, uma gravação de seus telefonemas íntimos com o herdeiro da indústria de bebidas James Gilbey vieram a público. Os escândalos continuaram quando em uma partida de pólo vencida por Charles, Diana virou as costas para ele quando o príncipe tentou ganhar um beijo. Eles até tentaram uma viagem para a Coreia do Sul para salvar o casamento, mas sem sucesso. No mesmo ano, foi anunciado que Charles e Diana iam se separar.
A Princesa de Gales - que assim manteve o título - deu uma entrevista a um programa da BBC em 1995. Diana falou de sua bulimia, da depressão pós-parto e do conhecimento do caso de príncipe Charles com Camilla. Ela também disse que era anulada pelos membros da realeza e que não era permitido a ela ter opinião própria. Lady Di também admitiu ter tido um caso amoroso com seu instrutor de equitação, James Hewitt. Com toda a sisudez da realeza contra o carisma de Diana, não fica difícil concluir que o povo ficou do lado dela durante o processo de separação - este, concluído em 28 de agosto de 1996.
O divórcio movimentado com confissões de adultério dos dois lados foi um prato cheio para os tabloides ingleses divulgarem um novo namorado para Diana a cada semana: o guarda-costas Barry Mannakee, o capitão David Waterhouse, o marchand de artes Oliver Hoare, o jogador de rugby Will Carling e o cantor Bryan Adams foram alguns dos nomes. Diana engatou um romance com o paquistanês Hasnat Khan, de família muçulmana, mas ele era muito reservado e não conseguiu suportar os holofotes. Em seguida, no ano de 1997, ela começou a namorar Dodi Al-Fayed, filho de Mohamed Al-Fayed, empresário egípcio milionário. Foi com Dodi que Diana esteve em Paris em 31 de agosto. Os dois morreram no túnel Pont de l'Alma quando o motorista, embriagado, perdeu a direção do carro na tentativa de fugir dos paparazzi e atingiu um dos pilares. Mais de 1,5 milhão de pessoas acompanharam o desfile fúnebre nas ruas de Londres. A contragosto, a família real teve que ceder aos apelos populares e demonstrar um luto pela figura polêmica que revolucionara seus padrões e marcaria a realeza para sempre.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Proibido no Reino Unido, filme sobre morte da princesa Diana deve passar em países da Europa

Documentário Unlawful Killing está proibido de ser exibido no Reino Unido
Documentário "Unlawful Killing" está proibido de ser exibido no Reino Unido
O documentário "Unlawful Killing" ("Assassinato Ilegal", em tradução livre) já tem distribuição garantida em diversos países da Europa, tais como Rússia, Espanha e Holanda, segundo informações do site Hollywoodreporter.O filme, que mostra o inquérito e a decisão do julgamento sobre o acidente que levou à morte da princesa e de seu namorado, Dodi Al-Fayed, está proibido de ser exibido no Reino Unido, a não ser que 87 cortes sejam feitos para que ele esteja de acordo com a censura local.Com direção de Keith Allen, o longa foi financiado pelo pai de Dodi, Mohamed Al-Fayed, após o diretor não conseguir apoio de outros meios para financiar o filme. Mohamed culpa a família real pela morte do filho. Segundo o produtor Conor Nolan, Japão e Austrália também estão interessados em adquirir o documentário.

Veja trailer de "Unlawful Killer"

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Príncipe William e Kate irão viver em antigo palácio de Diana

Imagem do Palácio de Kensington, que será a residência do príncipe William e da duquesa Catherine em Londres (6/6/2011)
Imagem do Palácio de Kensington, que será a residência do príncipe William e da duquesa Catherine em Londres (6/6/2011)
O príncipe William e a sua mulher, Kate Middleton, se mudarão dentro de algumas semanas para o palácio que serviu como residência de sua mãe, Diana, a princesa de Gales.William já viveu anteriormente no palácio de Kensiginton, em Londres, juntamente com seu irmão, o príncipe Harry, e a princesa Diana, após ela ter se separado do príncipe Charles.O apartamento em que William viverá ao lado da mulher é um dos que integram o complexo do palácio, mas não é o mesmo em que ele residiu com sua mãe.Atualmente, o príncipe está trabalhando como piloto de helicóptero da Força Aérea Real da Grã-Bretanha, na região norte do País de Gales, onde o casal vive.Quando estão na capital britânica, William e Kate, que após o casamento receberam os títulos de duque e duquesa de Cambridge, dividem um apartamento com o príncipe Harry.
Príncipe William e Duquesa Catherine vão a tradicional corrida de cavalos na cidade de Epsom, na Inglaterra (4/6/11) Reuters

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Diretor de documentário sobre morte de Diana é criticado em Cannes

Por Mike Collett-White

CANNES, França - O diretor Keith Allen defendeu nesta sexta-feira seu filme sobre a morte da princesa Diana, em meio a acusações de que o documentário seria um ataque unilateral contra o que ele chamou de "establishment" britânico e que teria sido integralmente financiado por Mohamed al-Fayed.
Empresário cujo filho Dodi morreu ao lado de Diana em um acidente de carro em Paris em 1997, Fayed sustenta há muito tempo que o casal foi morto por ordem do marido da rainha Elizabeth, príncipe Philip, e acredita que a família real não queria que Diana se casasse com um muçulmano.
Em uma coletiva de imprensa em alguns momentos caótica em Cannes, onde Allen está lançando o documentário "Unlawful Killing" fora do festival oficial de cinema, o diretor descreveu o documentário como "forense", descrição questionada por alguns dos presentes.
O filme foca em parte sobre o inquérito sobre a morte de Diana realizado em 2007/08 e argumenta que a imprensa britânica não refletiu corretamente as conclusões do inquérito, devido a pressões indiretas da família real.
"Achei importante que o público pudesse entender de maneira forense o que aconteceu no inquérito", disse Keith Allen, mais conhecido como ator de televisão britânico, falando a repórteres em Cannes. "Eu não quis fazer um filme sensacionalista. Não acho que seja um filme sensacionalista. Acho que é uma análise muito forense de um processo legal britânico e acho que revela certas coisas que não 'batem'."

TRAILER DO FILME ''UNLAWFUL KILLING''

"Acredito que essas coisas devem ser questionadas. Foi por isso que fiz o filme. Espero que ele mostre às pessoas que nada é o que parece ser", completou.
Allen foi criticado diretamente por um jornalista por não ter deixado claro que o filme foi financiado integralmente por Fayed, no valor de 2,5 milhões de libras (4,1 milhões de dólares), cifra essa citada por um homem que afirmou ser representante de Fayed. O empresário não estava em Cannes para apresentar o filme.
"Ele deu o dinheiro, porque ninguém mais se dispôs", disse Allen. "Se eu pudesse ter obtido o dinheiro de outra fonte, eu o teria feito. Mas não consegui. Consegui dele."
Investigações das polícias francesa e britânica concluíram que as mortes de Diana e Dodi foram fruto de um acidente trágico provocado por um motorista que dirigia em alta velocidade e que se descobriu que estava embriagado. As duas investigações rejeitaram as teorias de Fayed.
Indagado o que há de novo em "Unlawful Killing", Allen disse: "Acho que não há tanta coisa que seja nova".
"Existe em nosso país um velho ditado segundo o qual os segredos mais bem guardados estão nas estantes da Biblioteca Britânica. Estão todos lá, basta você ir procurá-los", declarou. "Meu filme não é um ataque à monarquia. Na realidade, ele questiona o papel do establishment, e, ao fazê-lo, vai deixar claro que existem ligações entre a real Casa de Windsor e o establishment."
O documentário inclui uma foto de Diana morrendo após o acidente, elemento que a imprensa britânica focou nos últimos dias, embora Allen tenha minimizado sua importância.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Príncipe William presta homenagem a Diana em casamento

Por Michael Holden

LONDRES (Reuters) - O príncipe William fez questão de que sua mãe, a princesa Diana, não "perdesse", em suas próprias palavras, a cerimônia e as comemorações de seu casamento com Kate Middleton na abadia de Westminster nesta sexta-feira.
Sua noiva usou o anel de noivado de Diana, um hino cantado no enterro de sua falecida mãe foi entoado durante a cerimônia e Elton John - que cantou "Candle in the Wind" no funeral de Diana - estava presente entre os convidados.Quatorze anos atrás, os olhos do mundo assistiram quando William, então com 15 anos, caminhou solenemente atrás do caixão de sua mãe pelas ruas lotadas de Londres rumo ao funeral.
William se casou com Kate Middleton diante de 2 mil convidados e um público de milhões por todo o mundo. Mas a pessoa mais notável por sua ausência foi Diana, que morreu em um acidente de carro em Paris em 1997.A partir do momento em que o casal anunciou seu noivado em novembro passado, William fez absoluta questão de que a lembrança de Diana não fosse esquecida, dando a Middleton o grande anel de noivado oval de safira e diamantes de sua mãe."É muito especial para mim", disse William aos repórteres na ocasião. "É minha maneira de garantir que minha mãe não perca o dia de hoje e a empolgação e o fato de que vamos passar o resto de nossas vidas juntos."Os preparativos do dia e da própria cerimônia estiveram repletos de lembretes de Diana.
"O único lado negativo (do casamento) é o lado triste", disse Joan Lunden, apresentadora de TV norte-americana que cobriu o casamento de Diana em 1981 e é parte da equipe de cobertura do casamento real do canal Fox News."Aquele pensamento 'Caramba, queria que Diana estivesse aqui.'"
Antes do casamento, o casal teria visitado o túmulo de Diana, numa ilha na propriedade de sua família em Althorp, no centro da Inglaterra."Foi muito importante para William levar Kate para visitar sua mãe antes do dia do casamento", disse uma fonte ao jornal Daily Mirror. "É trágico que ela não esteja lá para ver a cerimônia e que nunca tenha conhecido a noiva."O discurso de casamento foi realizado pelo Bispo de Londres, Richard Chartres, que conhecia Diana desde seu casamento em 1981 com o príncipe Charles, pai de William, e foi o executor de seu testamento.
Ele também fez um discurso na cerimônia que marcou o décimo aniversário da morte de Diana.
Um dos hinos escolhido pelo casal para o serviço, "Guide Me, O Thou Great Redeemer" (Guia-me, Ó Grande Redentor, em tradução livre), foi o último a ser cantado no funeral de Diana.

Para estilista, vestido de Kate é "mais refinado" que o de Lady Di

DA EFE, EM PARIS

O estilista alemão Karl Lagerfeld, diretor criativo da Chanel, qualificou nesta sexta-feira de "elegante" o vestido de Kate Middleton, a recém declarada duquesa de Cambridge, "muito mais refinado" que o traje usado pela falecida Diana de Gales no casamento com o príncipe Charles, em 1981.

AFP
Diana com seu vestido de casamento, em 1981
Diana com seu vestido de casamento, em 1981; para estilista, Kate esteve mais elegante

"É muito lindo, relativamente clássico, com um ligeiro ar dos aos anos 50, que lembra o vestido de noiva de Elizabeth 2ªI", disse o estilista à France 2. Lagerfeld, convidado pela emissora para comentar o casamento real, estimou, segundo a imprensa francesa, que o vestido "é lindo", assim como "o véu bordado e a tiara de diamantes colocada não muito alta, com um penteado na medida". "É lindo e a proporção da cauda é perfeita", concluiu sobre o vestido desenhado por Sarah Burton, da marca Alexander McQueen.
Logo após, o príncipe William, segundo na linha de sucessão à coroa britânica, e Kate declararam o tão esperado "sim" na frente do altar principal da Abadia de Westminster.

Gareth Fuller/Associated Press
Vestido de casamento de Kate Middleton, que se uniu nesta sexta ao príncipe William
Vestido de casamento de Kate Middleton, que se uniu nesta sexta ao príncipe William

 

Reveja imagem do beijo entre o casal real

Dois beijos foram trocados na saudação aos súditos.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Trajetória de William é marcada pela dor da perda de Lady Di

Brincalhão quando criança, tímido na adolescência, elegante e "teimoso" aos 28 anos, o príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono britânico, guarda uma grande semelhança com sua mãe, Lady Di.
O casamento com Kate Middleton, que será realizado na próxima sexta-feira (29), garantirá a William a vida sóbria e familiar que sempre quis, de acordo com pessoas ligadas à casa real britânica. Amante de geografia e esportes - pratica rugby, futebol, natação e pólo aquático -, o nobre compatibiliza na atualidade seus serviços no exército com sua formação em assuntos constitucionais e compromissos oficiais. Após oficializar a união, o casal deverá morar no norte de Gales, onde o príncipe trabalha como piloto do Real Força Aérea (RAF), da qual se graduou em abril de 2008.

Nascido em Londres no dia 21 de junho de 1982, foi batizado em agosto como William Arthur Philip Louis pelo então arcebispo de Canterbury. "É surpreendentemente lindo e puxou os dedos de meus familiares", escreveu o pai para um amigo próximo, segundo o jornal Daily Telegraph, sobre o bebê de olhos vivos que logo se tornou em uma criança esperta e brincalhona onipresente nos meios de comunicação. Prestes a completar nove anos, ganhou uma cicatriz na cabeça, visível até hoje, após ser atingido por um colega do colégio com um taco de golfe. Aos 14 anos, William viveu o midiático divórcio de seus pais, que foi considerada a pior crise da monarquia britânica desde a abdicação de Eduardo VIII, em 1936.
Em março de 1997, já como aluno da prestigiosa Eton College, o primeiro membro da Família Real a ingressar nesta instituição, recebeu a confirmação e passou a ser membro de pleno direito da Igreja Anglicana, da qual será líder caso se torne rei da Inglaterra. No dia 31 de agosto de 1997, William, então com 15 anos, e seu irmão Harry, na época com 12, receberam a trágica notícia da morte de sua mãe. Diana de Gales faleceu em um acidente de carro em Paris juntamente com seu namorado, o milionário Dodi Al-Fayed, quando tentavam escapar de um grupo de paparazzi. Daquela dolorosa experiência saiu um jovem sério, sensato e responsável, cuja vida foi retratada em um filme que será lançado em DVD no dia 25 de abril.
Herdeiro da beleza de sua mãe, William recebeu a admiração dos britânicos, especialmente depois de insistir em realizar a pé o cortejo fúnebre no funeral de Lady Di. Outro ato marcante foi sua decisão de não ingressar na Marinha Real ao terminar seus estudos secundários, como fizeram seu pai e avô, e optar por tirar um ano sabático antes de ingressar na universidade.
Entre 2000 e 2001, antes de matricular-se na Universidade St. Andrews da Escócia para cursar História da Arte, realizou trabalhos voluntários nas ilhas Maurício e no Chile, e fez treinamento na selva de Belize escoltado por seguranças. Após um ano de curso em História da Arte, onde conheceu Kate e dividiu com ela um apartamento por quatro anos, William estudou Geografia, graduando-se em junho de 2005. Em sua etapa universitária, tentou se afastar dos privilégios da monarquia e pediu a seus companheiros para que o chamassem simplesmente de "William Wales", e chegou a morar durante os primeiros anos em uma república de estudantes.
É considerado por amigos próximos como um jovem teimoso, sensível e inteligente. Em Sandhurst, a academia militar mais prestigiosa do Reino Unido, graduou-se no dia 16 de dezembro de 2006 como segundo-tenente do exército britânico, cerimônia em que contou com a presença de sua namorada.
Um mês após se formar, em julho de 2007, participou pela primeira vez de um evento oficial sozinho, representando a rainha Elizabeth II nos atos comemorativos da Segunda Guerra Mundial na Nova Zelândia. Após seis anos de relacionamento, o casal chegou a se separar por alguns meses, mas logo depois foi visto junto em diversos eventos sociais. As causas, segundo os tablóides britânicos, seriam o assédio dos paparazzi e a indecisão do príncipe em se comprometer seriamente. Mas William e Kate ficaram apenas três meses separados.

Vida de Kate após o casamento será de glamour e muitas privações

Nas ruas de Londres, o assunto é um só. Ao se casar com o futuro herdeiro do trono, a bela Kate Middleton vai começar uma nova vida.

 
 
É daqui a três dias o casamento mais comentado do ano. Quem é a moça que conquistou o príncipe mais cobiçado do mundo?
Nas ruas de Londres, o assunto é um só. Todo mundo de olho na mais nova integrante da família real britânica: Kate Middleton. “Sempre muito bonita, charmosa, bem arruma e elegante”, diz uma mulher.
Até os tabloides ingleses concordam: Kate está se saindo muito bem nos compromissos oficiais. Sempre com classe e desenvoltura. Agora, não parece ser tão difícil assim. Cumprimentar desconhecidos com sorriso no rosto, receber flores, manter a pose no meio de um vendaval, sorrir mais um pouco.
Mas a verdade é que ser a noiva de um dos príncipes mais cobiçados do mundo não é para qualquer uma. Ao se casar com o futuro herdeiro do trono, a bela Kate Middleton vai começar uma nova vida. Cheia de glamour, sim, mas também repleta de privações.A começar pelo nome. Sai Kate, entra Catherine. Afinal, nada de apelidos na corte. Mudança de hábitos também à mesa: crustáceos estão fora do cardápio – medo de envenenamento. Quando a rainha cruza os talheres, a refeição está encerrada.Foi divulgado que Kate fez aula de voz. Não que ela seja das mais falantes. Nos oito anos de namoro com o príncipe William, só falou em público uma vez. Foi em uma entrevista altamente ensaiada no dia do anúncio do noivado, e, mesmo assim, ele comandou o show.Para Claudia Joseph, que escreveu uma biografia sobre a futura princesa, esse jeito contido de Kate é bem visto pela rainha, que tanto se aborreceu com a instabilidade emocional da ex-nora Diana. As comparações com uma das mulheres mais fotografadas do mundo são inevitáveis. Mas as duas não poderiam ser mais diferentes. Jovem e frágil, Diana se escondia atrás da franja. Já Kate esbanja segurança, anda com a cabeça erguida, sempre um passo atrás de William, como manda o protocolo.Dizem as más línguas que a vida de realeza não combina com trabalho duro. Aos 29 anos, a experiência profissional de Kate não impressiona: sete meses em uma grife de roupas femininas e uma rápida passagem pela empresa da família.Mas ambição não falta à moça. Se tudo acontecer conforme os planos da monarquia, Kate Middleton pode se tornar a primeira rainha da Inglaterra com diploma universitário e a única a ter desfilado de lingerie em uma passarela.

sábado, 23 de abril de 2011

Especial-Globo Repórter relembra Lady Di-Casamento Real é dia 29

Princesa Diana encanta a todos durante visita ao Brasil

A princesa Diana mostrou em Brasília e no Rio de Janeiro toda a sua beleza e elegância. Ela visitou hospitais, instituições e até o Cristo Redentor. Muitas pessoas deixaram a rotina de suas vidas para verem a esposa do príncipe Charles de perto.

Morte de Diana cria polêmica sobre trabalho de paparazzis

Diana foi perseguida por fotógrafos motoqueiros. Os paparazzis que seguiam a princesa, no momento de sua morte, criaram uma polêmica sobre a invasão de privacidade das celebridades.

Vida e morte de Diana foram alvo de tablóides sensacionalistas

Quando a princesa Diana estava nas capas de jornais e revistas inglesas, as vendas aumentavam bastante. Muitos criticaram a imprensa sensacionalista quando ela morreu. Mas os exemplares se esgotaram nas bancas

Relacionamento que começou na universidade logo virou notícia

Protegidos pelos muros altos, pela lealdade dos amigos e pelo acordo com a imprensa, os dois jovens apaixonados conseguiram manter a relação deles em segredo, mas não por muito tempo.

Ilze Scamparini Saint Andrew, Escócia
 
William causou alvoroço quando chegou à universidade (Foto: Rede Globo)William causou alvoroço quando chegou à universidade
O amor de Kate e William nasceu na paisagem colorida da Escócia, país do Reino Unido onde a família real costuma passar o outono. Como em uma verdadeira história de princesa dos livros infantis, os dois viveram na atmosfera mágica dos castelos medievais, dos muros de pedra muito solidas, das ruas estreitas e obliquas, um lugar perfeito para o começo de um romance entre um príncipe e uma plebéia. Quando Kate e William foram estudar em uma das mais antigas e respeitadas da Europa, a Saint Andrews, ainda não se conheciam.A chegada do príncipe foi um alvoroço. Em 2001, uma multidão saudou o mais famoso calouro da Grã-Bretanha. A chegada do príncipe William à Escócia, aos 19 anos, para começar a vida acadêmica atraiu o interesse da imprensa mundial.Para proteger a sua privacidade foi feito um acordo que proibiu a presença dos jornalistas, com exceção de algumas datas especiais e determinadas. Assim, o garoto William pôde viver a universidade como qualquer outro, com todas as alegrias da idade.Como a maioria dos jovens, o príncipe também preferia a diversão aos estudos, deixando o professor orientador Charles Warren bastante preocupado. “Ele foi um estudante médio, o que significa que provavelmente não dava aos estudos a prioridade que poderia ter dado. Ele tinha crises na hora de fazer as redações. Ele se atrasava com seus trabalhos”, lembrou.O próprio príncipe confessou: estava atrasado com as tarefas acadêmicas.Para um príncipe, levar uma vida banal pode ser razão de grande prazer. Em uma rara entrevista da época, William comentou como passava as horas livres: “Eu faço todas as minhas compras, alugo vídeos. É tão bom porque todo mundo me vê por aí o tempo todo e não tem nada demais. É exatamente isso que eu quero ser”.Essa simplicidade é lembrada com espanto pelo amigo de faculdade Jules Knight que cita um episódio, quando o príncipe comprava uma jaqueta de couro pela internet e ficou em dúvida entre dois modelos. “Por que você não fica com os dois? E ele disse algo como "cada um deles custa mil libras". E eu me lembro de ter pensado, na hora, ‘míseras mil libras’? Eu acho que ele tinha uma espécie de mesada, igual a todo mundo”.Kate Middleton também estava na Escócia no seu primeiro de faculdade e vivendo no mesmo alojamento dele. A Saint Andrews mantém alas diferentes para homens e mulheres. Rapidamente, os dois tornaram-se amigos muito próximos.O especialista em família real inglesa, Robert Jobson, acha que foi período muito importante no relacionamento dos dois. “Eles devem ter se visto em seus piores momentos, quando você está para baixo e tem que comer comida para a viagem e suas meias estão todas espalhadas pelo quarto”, afirmou.Até que em um desfile de modas, feito pelos estudantes, o príncipe viu a amiga de uma forma diferente, um vestido transparente mostrou uma nova Kate aos olhos do príncipe e de todos os alunos. O vestido que ajudou a conquistar o coração de William foi leiloado recentemente pelo equivalente a R$ 200 mil.
Namoro veio à tona durante viagem à estação de esqui (Foto: Rede Globo)Namoro veio à tona durante viagem à estação de esqui
Na Universidade de Saint Andrews, quase dois anos depois de atravessar o portão de entrada todos os dias, Kate e William começaram a namorar. Protegidos pelos muros altos, pela lealdade dos amigos e pelo acordo com a imprensa, os dois jovens apaixonados conseguiram manter a relação deles em segredo, mas não por muito tempo.Quando viajaram juntos, em um feriado, para uma estação de esqui, as câmeras foram atrás. Kate e William não conseguiram esconder o sentimento que os unia. Mais tarde, quando o príncipe Charles, pai de William, anunciou o casamento com Camila Parker-Bowles, o olhar dos jornalistas foi mesmo para o filho.Entre o mar e verdes gramados, longe da capital inglesa, a pequena Saint Andrews, de 16 mil habitantes, acompanhou o envolvimento de Kate e William, que não mais se escondiam. Um bar anuncia na porta: o casal vinha tomar café. Os dois se formaram juntos em julho de 2005, com nota máxima. Ele em geografia, ela em história da arte.Na cerimônia de formatura, com a presença da família real, eles já eram um dos casais mais falados do mundo. A partir daquele dia, a vida dos dois iria mudar definitivamente. O amigo da universidade comenta que nunca tinha visto tantos repórteres: “A cerimônia terminou e, de repente, a maior quantidade de fotógrafos que eu jamais vi na vida estava lá. Nós ficamos um tanto perplexos com isso”.O casal passou a ser alvo de atenção em tempo integral. William já estava acostumado ao assédio, mas Kate teve que enfrentar essa nova realidade. Para o especialista em família real, ela demonstrou muita personalidade: “Para qualquer pessoa entrar em uma grande enseada de fotógrafos, ela demonstra um completo equilíbrio”.Segundo ele, Kate não tem guarda-costas, nem assessor de imprensa, faz tudo sozinha.“Eu acho que ela lida com isso muito bem. Na verdade, ela é praticamente uma espécie de realeza na forma de agir, porque lida com coisas com muita nobreza. Ela não reclama”, comentou Jules Knight, amigo de faculdade.O casal fazia os programas normais dos jovens. Cenas de Kate, William e do seu irmão, o príncipe Harry, festejando e se divertindo juntos, tornaram-se muito mais comuns do que nas antigas famílias monárquicas.Quando foi dada a notícia do rompimento do casal, em abril de 2007, ninguém parecia acreditar. A separação desencadeou uma onda de boatos e acabou virando assunto de estado. O então primeiro-ministro Tony Blair até fez uma declaração sobre o fim do namoro: “Nós recebemos uma notificação, e eles devem ser deixados em paz”.Ao invés de ficar em casa deprimida, Kate levou a sua sensualidade para as festas noturnas. E as profissionais da moda perceberam que as suas saias ficaram mais curtas. “E era quase como se ela dissesse: ‘William, olha o que você está perdendo’”, declarou a consultora de moda Hannah Sandling.
Rompimento durou três meses (Foto: Rede Globo)Rompimento entre os dois durou apenas três meses
Kate foi fotografada em companhia de amigos bonitos, enquanto o príncipe William, sozinho, estava dentro de um quartel. A tática deu certo. Em menos de três meses, o príncipe William reatou o namoro, mas ainda demorou para falar em casamento . Em novembro do ano passado, o tão esperado anuncio foi feito. E o príncipe William confessou que ao contrário da calma que demonstrava, estava mesmo muito nervoso. “Me sinto como os patos, calmos na superfície, mas com os pequenos pés agitados embaixo d’água”, revelou.
Romântico e saudoso, o príncipe fez questão de presentear Kate com o anel de noivado da mãe, a princesa Diana. "Eu sei que ela está por perto e acompanhando toda essa emoção. Queria ter certeza de que ela não ficaria fora da festa", comentou William.
Kate, exibindo o anel de safira e diamantes, revelou o quanto gostaria de ter conhecido a princesa Lady Di: “Eu adoraria ter conhecido ela . É obviamente uma fonte de inspiração”.
Os confrontos são inevitáveis. Mas Kate não parece intimidada com a sombra da Diana, nem com a responsabilidade de ser comparada à princesa, que se tornou rainha no coração do povo.

Amiga de Diana garante que mãe de William aprovaria o casamento

Lúcia Flecha de Lima e a princesa foram amigas íntimas, trocaram confidências e dividiram momentos alegres e tristes. "Namorar o príncipe-herdeiro não é uma situação fácil", comenta a embaixatriz.

Isabela Assumpção São Paulo
 
 
No princípio, era a jovem delicado e o solteirão cobiçado, mas, para Diana e Charles, o conto de fadas se transformou em uma história com amantes, traições, acusações e escândalos. A princesa encantada virou princesa desiludida e perseguida. Saiu de cena em Paris, na madrugada do dia 31 de agosto de 1997.
Globo Repórter: A princesa Diana trouxe ares novos à monarquia inglesa. A senhora acredita que Kate Middleton também vai fazer isso?
Lúcia Flecha de Lima, amiga da princesa Diana: Não. Eu acho que isso já foi feito pela princesa Diana. Toda aquela parte que ela tem de pessoa muito natural, de pessoa que gostava do povo, porque a princesa Diana gostava do povo. Tudo isso foi de um frescor incrível, e eu acho que mudou um pouco o jeito que a monarquia tinha de olhar para o seu povo, acho que nesse aspecto o trabalho pioneiro já foi feito.
Lúcia Flecha de Lima e a princesa foram amigas íntimas, trocaram confidências e dividiram momentos alegres e tristes. “Eu a via arrumada, maquiada, desarrumada, de pijama, enfim, em todas as situações. E ela era sempre linda, com cor de pêssego da testa à ponta do pé. Era uma pessoa bonita nos gestos, no andar, na maneira de falar”, revelou Lucia Flecha de Lima.
Globo Repórter: O noivo, que um dia será rei, a senhora conheceu pequeno. Como é esse noivo?
Lúcia Flecha de Lima, amiga da princesa Diana: Menino, ele era uma graça, muito simpático, um menino que gostava de brincadeiras, muito amigo do irmão. Ele e o Harry estão sempre juntos. Claro que brigavam, mas era uma coisa muito afetuosa que existia entre eles. Na família, porque o príncipe Charles também foi muito bom pai.
Globo Repórter: A senhora acha que ela aprovaria esse casamento?
Lúcia Flecha de Lima, amiga da princesa Diana: Eu acho que sim, porque é uma moça adequada, não conheço o gênio dela, não conheço como ela reage às situações, mas me parece uma pessoa muito adequada e muito controlada, porque, afinal, você namorar durante sete anos o príncipe-herdeiro não é uma situação fácil, e ela manteve o controle da situação o tempo todo.Três décadas separam os dois casamentos reais: o de Diana e Charles e o do Kate e William. Agora, os olhos do mundo estão atentos para buscar, seguir e examinar até a exaustão a jovem noiva que se prepara para subir ao altar, porque este é o momento das comparações inevitáveis: Kate terá a beleza e o carisma necessários para igualar e até mesmo superar o eterno mito da princesa Diana?Duas mulheres vítimas da fama, observadas dos pés à cabeça: como Diana, Kate vai ditar a moda do seu tempo, entre nobres e plebeus.A versão pirata do anel de noivado é produzida na China e faz sucesso nas ruas de comércio popular. O vestido original, desenhado por uma estilista brasileira, tem lista de espera nas lojas que vendem a marca. Dependendo dos acessórios, pode custar cerca de R$ 4 mil.Bonita, elegante e segura de si, Kate Middleton mexe com o imaginário do mundo feminino. E não importa o estilo. Que mulher não gostaria de ver de perto a futura rainha desfilar com sua carruagem pelas ruas de Londres?A gerente de desenvolvimento Elizabeth Gdikian e seu príncipe vão estar lá. Não foi nada planejado, simplesmente aconteceu. “Comecei a comentar que iria nessa época e que coincidia com o casamento do príncipe, todo mundo começava a falar e a gente começou a se interessar”, Elizabeth.A viagem é para comemorar 29 anos de casamento. Se a primeira vez na Inglaterra já foi inesquecível, a segunda certamente será uma bela história para contar aos netos. “Já que eu estarei lá. Acho que é uma oportunidade impar. Não sei o quanto a gente vai conseguir chegar próximo, como que é, porque eu imagino que sejam muitas pessoas”, afirmou a gerente de desenvolvimento. “Mas a gente vai acabar indiretamente participando”, reconheceu o engenheiro Estepan Gdikian.“É uma pena que a princesa Diana não esteja aqui, porque, se já é o casamento do século, imagina com a princesa como sogra? Seria o casamento de todos os séculos”, disse Lúcia Flecha de Lima, amiga da princesa Diana.

Por que tantas brasileiras se casam com o vestido igual ao de Diana?

Diana usou um vestido com dez mil pérolas, mangas bufantes e véu de 7,5 metros. Em 50 anos, a costureira Corina Rodrigues de Souza já atendeu várias jovens que queriam um vestido parecido com o da princesa Diana.

Isabela Assumpção São Paulo
 
 
No retrato da família real, está o registro de um dia feliz: o pai orgulhoso e a mãe radiante. Já nos primeiros gestos, o bebê William conquistou os ingleses, e o pequeno príncipe logo percebeu que nunca poderia ser como os outros meninos.Diana sempre foi carinhosa com os filhos e se esforçou para que eles tivessem uma infância feliz. Mais novo e mais extrovertido, Harry esbanja simpatia. Já William sabe: quem nasceu para ser rei traz do berço o peso da responsabilidade.Os problemas econômicos desafiavam a famosa serenidade britânica. Havia protestos e milhões de desempregados. Com a vida real em crise, os ingleses fizeram uma pausa para sonhar com a fábula do príncipe e da princesa que iriam se casar e viver felizes para sempre.
Quando Diana apareceu com seu vestido com dez mil pérolas, mangas bufantes e véu de 7,5 metros foi um deslumbramento. Era a roupa perfeita para transformar mulheres comuns, em rainhas.
“É maravilhoso, uma sensação assim inédita. Realmente, tem bastante cauda, tem bastante pano. Ele é bem bufante, mas eu acredito que, na época, deveria ter sido maravilhoso, porque eu estou me sentindo uma princesa”, comentou a advogada Priscila Helena Marconato.A costureira Corina Rodrigues de Souza já vestiu mais de mil noivas. Costurou o próprio vestido de casamento. Em 50 anos de profissão, realizou muitos sonhos. Entre eles, o de jovens que queriam um vestido parecido com o da princesa Diana. O modelo que Corina fez é menos volumoso. Com tecidos mais simples, foi adaptado ao gosto e ao bolso das brasileiras. “Mais de dez vezes, eu aluguei esse vestido. Você vê que ele está bem desgastado. Foi bem requisitado. Esse estilo princesa encanta mesmo as noivas”, revelou.O encantamento e o sonho nunca saem de moda. Priscila nasceu no ano em que Diana e Charles se casaram. Agora, é a vez de ela subir ao altar. A jovem advogada vai usar um vestido mais simples, mas gostou de experimentar o modelo pomposo da princesa. Nesses 30 anos, muita coisa mudou, menos o desejo das mulheres de viverem um dia inesquecível. “Eu venho idealizando esse sonho há alguns anos, e agora que a data está se aproximando já vai dando aquele friozinho na barriga. Eu estou muito contente, muito feliz. Vou me sentir muito realizada e muito princesa também”, contou.“As noivas são muito românticas, elas se inspiram em pessoas famosas. Ainda tem o romantismo. Ainda bem. Você já pensou se morrer o romantismo. O mundo já está tão violento, e se não tiver ninguém mais sonhando?”, disse Corina.

William e Kate prometem modernizar a tradicional monarquia inglesa

Desgastado, o regime monárquico ganha o charme renovado de William e Kate. A noiva, nascida em berço simples, sem parente na aristocracia, vai levar um pouco da Inglaterra comum para o Palácio de Buckingham.

Ilze Scamparini Londres, Inglaterra
 
William e Kate prometem modernizar a tradicional monarquia inglesa (Foto: Rede Globo)
Em um reino encantado, em um país distante, uma festa rara está sendo preparada. Dentro de poucos dias, uma plebéia seguirá o caminho para se casar com o príncipe mais sonhado da corte em uma linda cidade européia.

Londres é o cenário de um dos acontecimentos mais esperados da família real britânica: o casamento do príncipe William com a jovem de classe média Catherine Middleton, conhecida como Kate. A união tem tudo para ser tornar um dos eventos mais vistos em todos os tempos com dois bilhões de telespectadores em todo o planeta. É o auge de uma história de amor que promete modernizar uma das monarquias mais tradicionais do mundo, o final feliz de um conto de fadas contemporâneo e o começo de um novo capítulo na história da coroa britânica.Desgastado, o regime monárquico ganha o charme renovado de William e Kate. Os dois formam um casal bonito, jovem e dos tempos atuais. A noiva, nascida em berço simples, sem qualquer parente na aristocracia, vai levar um pouco da Inglaterra comum para o Palácio de Buckingham. É uma fábula que se repete depois de mais de 350 anos, quando James , duque de York, se casou com Anne Hyde.O historiador inglês Andrew Roberts afirma que a realeza se beneficiou com aquela união. “Foi um tremendo sucesso. Anne Hyde trouxe à realeza uma nova espécie de determinação e bom senso”, declarou.
É Kate Middleton, agora, quem entra para a história. A britânica arrebatou o coração do príncipe herdeiro, o segundo na linha de sucessão ao trono, com os atributos que se espera de uma futura rainha: a elegância e o estilo, o sorriso franco, a espontaneidade e principalmente a firmeza. Imitada por milhares de jovens, perseguida pelos paparazzi, Catherine Middleton produz continuamente noticia.
Mas para o alivio da família real não se envolveu em escândalos, observa o editor de um jornal inglês, o jornalista Geordie Greig, nunca deu vexame em público. “Nós nunca a vimos sair de uma balada sem que estivesse exibindo a maior elegância, mesmo que fosse às três horas da madrugada”, revela.
Kate chegou a ser acusada de alpinista social (Foto: Rede Globo)Kate Middleton chegou a ser acusada de alpinista social
Perfeita para o papel de nova princesinha dos súditos, Kate soube se conduzir e não aceitou provocações, ainda que tenha sido acusada de alpinista social. Os boatos eram impiedosos: descreviam uma Kate disposta a quase tudo para conquistar o príncipe de Gales. Os tablóides divulgavam que ela calculadamente seguia os passos dele. Kate já foi chamada com expressões depreciativas como "encalhada", pelos oitos anos de namoro com o príncipe, tempo considerado longo demais para os padrões reais, até que foi pedida em casamento.

G1/

 

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