'Vamos nos juntar para fazer um ensaio e ver o que acontece', afirmou.
Banda completa 50 anos de carreira em 2012.
Da Reuters
Os Rolling Stones estão de volta a um estúdio neste mês para desenvolver ideias e testar novas canções, disse o guitarrista Ron Wood, que por causa disso precisará se afastar temporariamente da sua maior paixão, a pintura.
No vernissage da sua exposição "Faces, times and places", na segunda-feira em Nova York, Wood estava mais interessado em falar de artes plásticas do que do cinquentenário dos Stones, celebrado neste ano. Mas ele admitiu que ele e seus colegas estão "tinindo" para gravar novamente."Vamos nos juntar para fazer um ensaio e ver o que acontece", disse Wood, de 64 anos, à Reuters.Nos últimos tempos, Wood foi homenageado pela segunda vez no Hall da Fama do Rock, além de manter um programa de rádio na Grã-Bretanha e manter uma frutífera carreira solo como músico.Mas o que ele gosta mesmo é de pintar, atividade à qual se dedica desde a década de 1960. "Sou um pintor que toca guitarra", disse ele na galeria Broom Street, no Soho, onde cerca de 50 pinturas, esboços e gravuras ficam expostos até junho.Os retratos são, em sua maioria, coloridos, de seus colegas de banda - Mick Jagger, Keith Richards e Charlie Watts - e de outras celebridades, como Jerry Hall (ex-mulher de Jagger) e Muhammad Ali.Como artista, Wood já recebeu elogios de críticos como Brian Swell e de pintores como Damien Hirst e Lucian Freud. O compositor Andrew Lloyd Webber certa vez encomendou obras dele, e o ex-presidente Bill Clinton possui um par de telas.
Divulgação pela ótica de interesse de vídeos e notícias do mundo! **MELHOR VIZUALIZADO COM O GOOGLE CHROME e FIREFOX *ESTE BLOG PODE TER CONTEÚDO IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS*
Mostrando postagens com marcador the rolling stones. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador the rolling stones. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 11 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Rolling Stones comemoram 50 anos de carreira com documentário e biografia autorizada
Mick Jagger e Keith Richards durante evento do documentário "Shine A Light" sobre os Rolling Stones (16/3/12)
Depois de anunciar que sua turnê comemorativa vai ficar para 2013, a banda inglesa Rolling Stones comemora 50 anos de carreira com o lançamento de um documentário que traça sua trajetória. Dirigido por Brett Morgen, produzido por Victoria Pearman e co-produzido por Morgan Neville, o filme é considerado o único oficial sobre o quarteto.O diretor promete horas de material inédito sobre a banda, tirado direto dos acervos pessoais dos músicos, que também emprestam seus depoimentos ao filme. "Para todos aqueles que querem conhecer e experimentar o som da banda, esse longa-metragem vai desafiar as convenções e criar um caleidoscópio de imagens e sons que transportará os espectadores direto para o centro do mundo dos Stones", disse em comunicado.Apesar da formação ter sido feita em 25 de maio, a banda só lançará o filme em setembro de 2012. Antes disso, uma biografia autorizada deve ser apresentada ao público em julho deste ano. Editada pela Thames & Hudson, terá fotos e depoimentos também de Mick, Keith, Ron e Charlie.
Depois de anunciar que sua turnê comemorativa vai ficar para 2013, a banda inglesa Rolling Stones comemora 50 anos de carreira com o lançamento de um documentário que traça sua trajetória. Dirigido por Brett Morgen, produzido por Victoria Pearman e co-produzido por Morgan Neville, o filme é considerado o único oficial sobre o quarteto.O diretor promete horas de material inédito sobre a banda, tirado direto dos acervos pessoais dos músicos, que também emprestam seus depoimentos ao filme. "Para todos aqueles que querem conhecer e experimentar o som da banda, esse longa-metragem vai desafiar as convenções e criar um caleidoscópio de imagens e sons que transportará os espectadores direto para o centro do mundo dos Stones", disse em comunicado.Apesar da formação ter sido feita em 25 de maio, a banda só lançará o filme em setembro de 2012. Antes disso, uma biografia autorizada deve ser apresentada ao público em julho deste ano. Editada pela Thames & Hudson, terá fotos e depoimentos também de Mick, Keith, Ron e Charlie.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Keith Richards diz estar arrependido por comentários sobre Mick Jagger em biografia*
O guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards disse estar arrependido sobre comentários que fez sobre o vocalista da banda Mick Jagger em sua autobiografia “Life”. A revelação foi feita em uma entrevista quinta-feira (15) na revista “Rolling Stone” americana.
“Com relação ao livro, era a minha história e era muito crua, como devia ser, mas algumas partes e um pouco da publicidade que veio disso ofendeu muito o Mick e eu me arrependo disso,” disse Keith, cujos comentários no livro de 2010 criaram um cisma na banda veterana.Mick Jagger também disse que tem arrependimentos do passado. “Nos anos 1980 eu e o Keith não nos comunicávamos muito bem. Eu fiquei muito envolvido com o lado dos negócios dos Stones, mais por achar que ninguém mais estava interessado, mas ficou claro no livro que o Keith se sentiu excluído,” disse Jagger à revista.Os Rolling Stones estão juntos novamente neste ano para celebrar os 50 anos de formação da banda, mas a eventual turnê não acontecerá até 2013, segundo declarou Keith Richards. Ele disse à revista a razão do atraso é porque eles "simplesmente não estão prontos"."Tenho a sensação que 2013 é uma data mais realista", acrescentou o músico, de 68 anos de idade, cujo delicado estado de saúde é mencionado por outras fontes citadas pela publicação como a razão principal deste reajuste no calendário.
Embora a banda ainda não esteja pronta para viajar, Richards informou em sua entrevista que até o final do ano estarão ocupados com novas sessões de gravação no estúdio, que poderiam começar já no próximo mês, e com a produção de um documentário que estreará no segundo semestre.O filme, que terá imagens e músicas inéditas, repassará os 50 anos de carreira dos Stones, uma comemoração referente ao primeiro show que o grupo inglês fez em Londres, em 12 de julho de 1962.
*com informações da EFE
“Com relação ao livro, era a minha história e era muito crua, como devia ser, mas algumas partes e um pouco da publicidade que veio disso ofendeu muito o Mick e eu me arrependo disso,” disse Keith, cujos comentários no livro de 2010 criaram um cisma na banda veterana.Mick Jagger também disse que tem arrependimentos do passado. “Nos anos 1980 eu e o Keith não nos comunicávamos muito bem. Eu fiquei muito envolvido com o lado dos negócios dos Stones, mais por achar que ninguém mais estava interessado, mas ficou claro no livro que o Keith se sentiu excluído,” disse Jagger à revista.Os Rolling Stones estão juntos novamente neste ano para celebrar os 50 anos de formação da banda, mas a eventual turnê não acontecerá até 2013, segundo declarou Keith Richards. Ele disse à revista a razão do atraso é porque eles "simplesmente não estão prontos"."Tenho a sensação que 2013 é uma data mais realista", acrescentou o músico, de 68 anos de idade, cujo delicado estado de saúde é mencionado por outras fontes citadas pela publicação como a razão principal deste reajuste no calendário.
Embora a banda ainda não esteja pronta para viajar, Richards informou em sua entrevista que até o final do ano estarão ocupados com novas sessões de gravação no estúdio, que poderiam começar já no próximo mês, e com a produção de um documentário que estreará no segundo semestre.O filme, que terá imagens e músicas inéditas, repassará os 50 anos de carreira dos Stones, uma comemoração referente ao primeiro show que o grupo inglês fez em Londres, em 12 de julho de 1962.
*com informações da EFE
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Rolling Stones relança disco mais vendido com inéditas
VAGUINALDO MARINHEIRO/FOLHA
DE LONDRES
DE LONDRES
Ron Wood é um sujeito elétrico. Aos 64 anos, o guitarrista dos Rolling Stones usa as mãos como um italiano ao falar, mexe o tempo todo no cabelo tingido de preto, se joga no sofá ao discorrer sobre sexo nas turnês e dá muitas risadas.
"Estou há dois anos sem beber. Então, um energético já me deixa assim", afirma.
Wood falou com a Folha num hotel em Londres sobre o lançamento da versão luxo de "Some Girls", o álbum de 1978 que é o mais vendido da história da banda e ganhou faixas inéditas.
"Ficamos isolados num estúdio nos arredores de Paris. Quase não dormíamos. Quando eu tentava, o Keith [Richards] entrava no quarto e dizia: 'Ninguém dorme enquanto eu estiver acordado', e voltávamos a trabalhar." O grupo passou semanas no estúdio e de lá saiu com um misto de rock, blues, country music, funk e muito, muito sexo nas letras.
| Efe | ||
| O guitarrista Ron Wood |
"O disco se chama 'Some Girls' [algumas garotas], mas poderia ser 'Sexo, Sexo, Sexo', o que significa que queríamos muitas mulheres."
Richards tinha recém-escapado de uma condenação à prisão por posse de drogas no Canadá. "Foi um pesadelo. Ele queria esquecer. Então, focou no trabalho." Já Mick Jagger estava inspirado pelo punk, por grupos como Sex Pistols. "Não que o punk fosse algo completamente novo. Eles faziam coisas que a gente já havia feito, mas de uma forma mais crua, mais rude. Isso influenciou Mick na crueza ao falar de Nova York em 'Shattered', por exemplo." Foi o primeiro álbum em que Wood aparece como membro efetivo dos Stones, após a saída de Mick Taylor. Para ele, um dos melhores momentos é "Beast of Burden". "Eu e o Keith estávamos navegando bem com nossas guitarras nesta música."
Wood é um pouco nostálgico. Acha que o ambiente do rock'n'roll de hoje está mais chato, com bandas desunidas, que se despedem logo depois dos shows. Lembra que nos anos 70 havia mais diversão, e o sexo não estava apenas nas letras, mas no cotidiano das turnês. "Você tem que se divertir, porque fazer uma turnê é às vezes entediante. Quando a audiência vai embora, dá uma enorme solidão."
Afirma que rolava muito sexo nas turnês dos Stones, mas que tudo era mais sofisticado e discreto que na sua fase anterior, com The Faces, ao lado de Rod Stewart. "Ali era puro escracho", diz. "Eu e o Rod éramos como o 'Inspetor Clouseau' [personagem desastrado da série 'A Pantera Cor-de-rosa', interpretado por Peter Sellers]. Saíamos sempre com algumas mulheres depois de cada show. Fazíamos bagunça, camas quebravam, TVs caíam. Raramente havia sexo, era mais diversão. E muita gente achava que éramos veados. A gente fingia ser gay. Tudo para se divertir."
Os Stones completam 50 anos em 2012 e devem marcar a data com algo grande: novo álbum ou show. "Estamos conversando. Tenho meus trabalhos solo, mas paro tudo quando é para se reunir com os Stones. Mesmo depois de tanto tempo, me sinto em casa."
| Editoria de arte/Folhapress | ||
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Filho de Mick Jagger diz que sua música é diferente da do pai
CAROL NOGUEIRA
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
Quem acompanha a carreira dos Rolling Stones sabe que Mick Jagger e sua turma não teriam conseguido sem um tal de James, mais conhecido como Jimmy Miller, produtor dos álbuns mais bem sucedidos do grupo, entre eles, "Beggars Banquet" e "Sticky Fingers".
Porém, pouca gente conhece um outro James quase tão importante quanto esse na vida do cantor--seu primogênito, James Leroy Augustin Jagger, filho da modelo Jerry Hall e irmão das Jaggers mais festeiras de Londres: Georgia May e Elizabeth. Aos 25 anos, tudo o que James, ou Jimmy, quer, é fugir da sombra dos pais famosos. Tentou modelar por alguns anos, mas diz que se sentiu um "pedaço de carne". Então, foi ser ator e trabalhar como produtor de cinema. Mas entendeu que gostava mesmo era de música.Agora, após relutar muito em seguir os passos de Mick, Jimmy finalmente dá as caras no mundo da música com a banda Turbogeist, formada por ele e outros três amigos em Londres --ele nasceu em Nova York--, que vem ao Brasil neste mês. Os shows acontecem dentro do festival Popload Gig/No Mondays nos dias 18 (São Paulo) e 20 (Porto Alegre). Normalmente, Jimmy não é o porta-voz do grupo, mas topou conversar com a Folha desde que se falasse também sobre a banda ou principalmente sobre ela. Embora o bonitão não tenha a boca do pai, sua voz denuncia. Os traços são da mãe. A rebeldia também não lhe nega o sobrenome Jagger. Jimmy vai contra tudo e todos com falas ríspidas (mas educadas) e um humor ácido peculiar.
No Turbogeist, ele canta e toca guitarra, assim como Luis Felber (o verdadeiro porta-voz). Há ainda o baterista Josh Ludlow e o baixista James Dodson. Todos da alta sociedade londrina."Eu conheci Luis quando tínhamos uns 12, 13 anos, e haviam muitas festas, muitas pessoas. A gente se encontrava para ficar bêbado", conta Jimmy. As festas e drogas, temas recorrentes nas conversas da dupla, não parecem ser nenhum tipo de tabu para quem cresceu entre o rock 'n' roll, flashes e passarelas. Ao contrário das músicas dos Stones, que têm influência na música negra e no blues, a banda deste Jagger aposta em vocais sujos e guitarras barulhentas, do tipo que incomoda vizinhos --fato que provoca risos nestes rebeldes "sem calças".
O som se assemelha ao punk e ao hardcore, mas Jimmy faz questão de dizer que não é bem assim. "Não somos uma banda punk, isso soa muito limitado e nós escrevemos todo tipo de música. Preferimos chamar de garagem." Vale até glam rock, "mas só David Bowie", do qual eles também tiraram ideias de maquiagem no começo do grupo. "Você faz as coisas uma vez e todo mundo já vem falar mal. Era véspera de Halloween, pelo amor de Deus", se defende Jimmy. Mas esses tempos de vizinhos com vassouras, maquiagem branca na cara e gravações mal feitas deve acabar logo para a banda, que está em vias de assinar contrato com uma gravadora. "Você é supersticiosa? Nós também. Então não escreva nada sobre isso."
Nesse meio tempo, o Turbogeist segue fazendo gravações caseiras com o produtor Binky Griptite, do Dap-Kings. "Nós não queremos dinheiro, nós somos ricos. Só queremos controle total sobre nossas músicas."
| Divulgação | ||
| O músico James Jagger, filho de Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones, durante show de sua banda, a Turbogeist, nos EUA |
*
Folha - Você se irrita com essa comparação constante com o seu pai?Jimmy Jagger - Não. Quando fomos tocar nos Estados Unidos, muitos fãs de Rolling Stones vieram nos ver. Essas pessoas são muito passionais, então, se conseguimos agradá-los, significa que estamos fazendo alguma coisa certa. Mas a música que eu faço é completamente diferente da do meu pai.
Seu pai influenciou você a gostar de música?
Sempre gostei de música e ouvi todos os tipos, mas nunca estudei, não (risos). Só comecei a tocar guitarra quando tinha 17 anos. Ele nunca me deu nenhum conselho, nem me ajudou em nada. Eu também nunca pedi. Mas ele e minha mãe já foram em alguns shows e eles gostam muito da banda.
Você se acha parecido com ele?
Não.
Você conhece Luciana [Gimenez, modelo que engravidou de Mick em 1999, o que culminou na separação do cantor e Jerry Hall]? Vocês de dão bem?
Sim. É claro que eu a conheço, como eu poderia não me dar bem com a mãe do meu irmão? Até por que... Eu também sou filho bastardo. Meus pais nunca se casaram.
Em uma entrevista ao jornal "Telegraph", você disse que o sobrenome é "uma maldição". Por quê?
As pessoas adoram escrever sobre isso. É como se, sem meu pai, eu não fosse nada. Eu podia fazer o que quisesse da minha vida, ser músico, trabalhar no cinema ou com moda, mas eu sempre seria o filho do Mick Jagger. As pessoas continuam perguntando coisas que elas já sabem as respostas.
Você tem namorada?
Não.
Música, cinema ou moda?
Música.
Sexo, drogas ou rock 'n' roll?
Rock 'n' roll.
Londres ou Nova York?
Londres.
Os anos 1960, 1970 ou 1980?
Todos eles se divertiam.
Beatles ou Rolling Stones?
Kinks.
Rolling Stones lança caixa de singles com raridades de quatro décadas
A banda Rolling Stones irá lançar uma caixa reunindo singles das últimas quatro décadas. O pacote chegará às lojas do Reino Unido em 11 de abril.
A caixa "The Rolling Stones Singles (1971-2006)" terá 45 singles que somam 173 músicas, sendo que, segundo a banda, 83 delas não estão disponíveis em nenhum outro lançamento oficial.
Entre as faixas exclusivas estão lados B e faixas escondidas. A caixa será lançada em edição limitada e numerada.
A caixa "The Rolling Stones Singles (1971-2006)" terá 45 singles que somam 173 músicas, sendo que, segundo a banda, 83 delas não estão disponíveis em nenhum outro lançamento oficial.
Entre as faixas exclusivas estão lados B e faixas escondidas. A caixa será lançada em edição limitada e numerada.
| Divulgação | ||
| A banda Rolling Stones reúne 45 singles de quarto décadas em caixa limitada e numerada |
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Mick Jagger fará primeira aparição sobre o palco do Grammy
Líder dos Rolling Stones participará de tributo a Solomon Burke.Eminem, Lady Gaga e Arcade Fire também estarão na cerimônia.
Da AP
Em 1986, os Stones se apresentaram durante uma cerimônia do Grammy, depois de terem sido premiados. O show, porém, foi transmitido via satélite.O rapper norte-americano Drake e a cantora caribenha Rihanna também foram confirmados como atrações. O anúncio foi feito nesta quarta (2), através da página oficial da premiação no Twitter. Eminem, Lady Gaga e Arcade Fire são outros artistas convidados pela organização do prêmio.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Processo revela que Rolling Stones planejam turnê para 2011
Os Rolling Stones estavam planejando uma turnê para 2011, de acordo com documentos de um processo entre a produtora Live Nation e seu antigo presidente, Michael Cohl. As informações são do site da revista britânica "NME". Cohl está sendo processado pela Live Nation por conta de um contrato assinado quando ele deixou a empresa, em 2008. Agora, é Cohl quem está processando a empresa, alegando que ela tentou "interferir" e "destruir" a sua tentativa de obter direitos de promoção para a próxima turnê dos Stones.
Nesta quinta-feira, um porta-voz afirmou que a banda não tem planos de excursionar e que Cohl não representa os interesses do grupo.
Em novembro do ano passado, o guitarrista Keith Richards disse que a banda poderia voltar a fazer shows neste ano.
Nesta quinta-feira, um porta-voz afirmou que a banda não tem planos de excursionar e que Cohl não representa os interesses do grupo.
Em novembro do ano passado, o guitarrista Keith Richards disse que a banda poderia voltar a fazer shows neste ano.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Filme capta o auge dos Rolling Stones em quatro shows no Texas em 1972
THALES DE MENEZES/FOLHA DE SÃO PAULO
"Ladies & Gentlemen: The Rolling Stones", finalizado em 1974, era um daqueles filmes muito comentados, mas pouco vistos. Não é mais. Acaba de sair em DVD, 36 anos depois de uma complicada e curta carreira nos cinemas americanos. As imagens foram gravadas em quatro shows no Texas, em 1972. O palco é simples, espartano, mas o repertório é espetacular. O grupo vinha de três discos incríveis, revigorado pela entrada do jovem e talentoso guitarrista Mick Taylor no lugar de Brian Jones.
Das 15 músicas no filme, 12 são desses álbuns. Cinco delas eram recém-lançadas, do LP duplo "Exile on Main St.": "Happy", "Tumbling Dice", "Sweet Virginia", "All Down The Line" e "Rip This Joint".
O filme usava a tecnologia Quadrasound. O áudio era direcionado para caixas acústicas nas quatro paredes das salas de exibição. Os cinemas tinham de ser adaptados para dar ao espectador a sensação de estar no meio da plateia do show. Lançado depois de dois anos de edição, o filme fez carreira de poucos dias em sete cidades americanas. No ano seguinte, uma edição em estéreo chegou a mais cinemas, mas fracassou. Os Stones já tinham lançado mais dois álbuns e o filme era "coisa velha". Agora, numa revisão, o que se vê na tela é o auge da banda. Jagger e Richards estão visivelmente felizes, dominam a plateia e várias vezes dividem o mesmo microfone, numa imagem que é um símbolo do rock. O filme fica para a história como o principal registro da passagem de Mick Taylor na banda. Com apenas 23 anos (seus colegas já eram trintões), toca uma barbaridade. Seus solos quebram uma imagem na cabeça dos fãs, que escutavam os LPs imaginando Richards tocando.
Inevitável especular como a banda teria prolongado essa ótima fase se Jagger e Richards não "roubassem" de Taylor a música "Time Waits For No One", em 1974. Sua saída fechou um ciclo matador na vida do grupo.
LADIES & GENTLEMEN: THE ROLLING STONES
DIREÇÃO Rollin Bizzer
LANÇAMENTO ST2
QUANTO R$ 36
AVALIAÇÃO ótimo
"Ladies & Gentlemen: The Rolling Stones", finalizado em 1974, era um daqueles filmes muito comentados, mas pouco vistos. Não é mais. Acaba de sair em DVD, 36 anos depois de uma complicada e curta carreira nos cinemas americanos. As imagens foram gravadas em quatro shows no Texas, em 1972. O palco é simples, espartano, mas o repertório é espetacular. O grupo vinha de três discos incríveis, revigorado pela entrada do jovem e talentoso guitarrista Mick Taylor no lugar de Brian Jones.
Das 15 músicas no filme, 12 são desses álbuns. Cinco delas eram recém-lançadas, do LP duplo "Exile on Main St.": "Happy", "Tumbling Dice", "Sweet Virginia", "All Down The Line" e "Rip This Joint".
O filme usava a tecnologia Quadrasound. O áudio era direcionado para caixas acústicas nas quatro paredes das salas de exibição. Os cinemas tinham de ser adaptados para dar ao espectador a sensação de estar no meio da plateia do show. Lançado depois de dois anos de edição, o filme fez carreira de poucos dias em sete cidades americanas. No ano seguinte, uma edição em estéreo chegou a mais cinemas, mas fracassou. Os Stones já tinham lançado mais dois álbuns e o filme era "coisa velha". Agora, numa revisão, o que se vê na tela é o auge da banda. Jagger e Richards estão visivelmente felizes, dominam a plateia e várias vezes dividem o mesmo microfone, numa imagem que é um símbolo do rock. O filme fica para a história como o principal registro da passagem de Mick Taylor na banda. Com apenas 23 anos (seus colegas já eram trintões), toca uma barbaridade. Seus solos quebram uma imagem na cabeça dos fãs, que escutavam os LPs imaginando Richards tocando.
Inevitável especular como a banda teria prolongado essa ótima fase se Jagger e Richards não "roubassem" de Taylor a música "Time Waits For No One", em 1974. Sua saída fechou um ciclo matador na vida do grupo.
LADIES & GENTLEMEN: THE ROLLING STONES
DIREÇÃO Rollin Bizzer
LANÇAMENTO ST2
QUANTO R$ 36
AVALIAÇÃO ótimo
Assinar:
Postagens (Atom)

