sexta-feira, 15 de abril de 2011

Especialistas explicam como joelhos funcionam e como evitar lesão e dor

Bem Estar desta sexta (15) convidou o ortopedista Gilberto Camanho. Preparador José Rubens D'Elia ensinou exercícios para fortalecer a região.

Do G1, em São Paulo

Ao correr, engordar ou exagerar na carga ou no impacto sobre os joelhos, a maior articulação do corpo humano costuma sentir as consequências. Para explicar como ela funciona e dar dicas para evitar lesões ou dores, o Bem Estar desta sexta-feira (15) convidou o ortopedista Gilberto Camanho e o preparador físico e consultor José Rubens D'Elia, que ensinou exercícios para fortalecer essa região.
Joelhos (Foto: Arte/G1)
Quem trabalha no trânsito ou muito tempo sentado deve ter cuidados especiais. No estúdio, o médico explicou o que acontece quando a cartilagem sofre um desgaste. E, nas ruas, a repórter Marina Araújo fez um “raio X” do joelho das pessoas.
É importante treinar o equilíbrio para evitar lesões, principalmente em idosos, que também são mais suscetíveis à artrite, doença que leva à destruição das articulações e tem influência genética. Entre jovens, os problemas mais frequentes são tendinites, bursites e síndrome patelofemoral. Desvios, joelho para dentro (em y) e para fora (cowboy) também ocorrem muito.O salto alto pode ser ruim, pois altera o centro de gravidade, joga o corpo para a frente e obriga a mulher a colocar o joelho para dentro, comprometendo a articulação. Mas chinelos e sapatos muito planos podem ser prejudiciais da mesma forma, porque transmitem todo o impacto do solo para o corpo e predispõem a cartilagem ao desgaste. Por isso, o tênis é o calçado mais indicado pelos especialistas. Saltos mais baixos ou do tipo anabela também são opções para as mulheres.O diagnóstico de lesões é feito pelo histórico do paciente, por exames físicos e testes como agachar e levantar. Exercícios de reabilitação normalmente envolvem bolas, aparelhos de ginástica e outras atividades.
O programa desta sexta mostrou, ainda, uma experiência inédita feita com ratos pela Universidade de São Paulo (USP). Os testes trazem evidências de que o exercício físico melhora a capacidade respiratória em 39%.

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