Segundo Paola Faenza, atriz lamentava apenas a falta de visitas.
Corpo da ex-vedete e atriz foi enterrado nesta manhã, no Rio.
mãe Wilza Carla (Foto: Lilian Quaino/G1)
(Foto: Lílian Quaino/G1)
"Por causa de fofocas eles se afastaram e minha mãe sentiu muito", conta ela.Wilza era bem-humorada, diz Paola. Quando lhe recomendavam que fizesse uma dieta porque a obesidade é uma condição perigosa para a saúde ela ria. "Pelo menos morro de barriga cheia", lembra emocionada Paola.Além da filha, a atriz deixa dois netos: Janaína, de 10 anos, e Breno, de 7, com quem gostava muito de brincar.
'Exagerada'
Já o pesquisador Daniel Marano, amigo de Paola, conheceu Wilza Carla quando trabalhava no livro de Neide Veneziano "As grandes vedetes do Brasil". Ele era grande admirador da atriz."Wilza viveu intensamente", conta ele, que finaliza a biografia da vedete e atriz, que se chamará "Exagerada".
Para a amiga de longa data Maria Francisca Valins, madrinha de Paola, atriz e colega de Wilza no programa humorístico "Balança mas não cai", a veterana vedete nos últimos anos "flutuava". Ela se refere aos lapsos de memória da atriz, que confundia nomes. Ainda segundo ela, Wilza sofria de diabetes e de problemas cardíacos e tinha também dificuldades para se locomover.
'Dona Redonda'
Wilza Carla ficou famosa como a personagem Dona Redonda na novela “Saramandaia”, da TV Globo. Segundo a amiga Maria Francisca, Wilza começou a sua carreira artística como vedete no teatro de revista e como intérprete de papéis sensuais em filmes da era das chanchadas.
Relembre em vídeo momentos da carreira da atriz Wilza Carla
Wilza faleceu no último sábado (18), em São Paulo.
Ela sofria de diabetes e problemas cardíacos, diz amiga.
Falecida no último sábado (18), aos 75 anos, a atriz Wilza Carla começou sua carreira no teatro de revista e trabalhou em chanchadas antes de ficar famosa na TV. O G1 relembra em vídeo alguns momentos de sua trajetória .O personagem mais famoso de Wilza foi a Dona Redonda, da novela "Saramandaia" (1976), escrita por Dias Gomes e transmitida pela TV Globo.Em uma das sequências mais conhecidas do folhetim, Redonda caminha pela rua quando começa a inflar espontaneamente, até explodir. O estouro provoca um abalo em toda a cidade.
Além do papel em "Saramandaia", Wilza também trabalhou em longas como "Os campeões", de Carlos Coimbra, e "O menino arco-íris", de Ricardo Bandeira, ambos de 1983. Também atuou no teatro de revista nos primeiros momentos de sua carreira.Ela era figura corrente nos carnavais do Rio de Janeiro (veja no vídeo ao lado).A atriz estava internada no Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo. Segundo a advogada e amiga, Maria Francisca Valias, ela sofria de diabetes e de problemas cardíacos. Além disso, enfrentava problemas de memória e para se locomover.
“Ela estava de cama há muitos anos. Wilza tinha complicações de diabetes e a perna dela atrofiou. Ela passou mal em casa, na Vila Guilherme e foi socorrida pela filha, Paola, que a levou para o hospital, mas ela não sobreviveu."Agora ela estará olhando por nós. O que posso dizer é que o Brasil perdeu uma grande artista, uma estrela”, disse Maria Francisca.
Além do papel em "Saramandaia", Wilza também trabalhou em longas como "Os campeões", de Carlos Coimbra, e "O menino arco-íris", de Ricardo Bandeira, ambos de 1983. Também atuou no teatro de revista nos primeiros momentos de sua carreira.Ela era figura corrente nos carnavais do Rio de Janeiro (veja no vídeo ao lado).A atriz estava internada no Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo. Segundo a advogada e amiga, Maria Francisca Valias, ela sofria de diabetes e de problemas cardíacos. Além disso, enfrentava problemas de memória e para se locomover.
“Ela estava de cama há muitos anos. Wilza tinha complicações de diabetes e a perna dela atrofiou. Ela passou mal em casa, na Vila Guilherme e foi socorrida pela filha, Paola, que a levou para o hospital, mas ela não sobreviveu."Agora ela estará olhando por nós. O que posso dizer é que o Brasil perdeu uma grande artista, uma estrela”, disse Maria Francisca.
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