Pesquisadores identificaram anormalidades relacionadas à esclerose lateral amiotrófica e à demência frontotemporal. Descoberta pode ajudar em tratamento
De acordo com os pesquisadores, uma mutação anormal – uma sequência curta de DNA repetida milhares de vezes – foi encontrada em 22% de pacientes com a forma hereditária da esclerose lateral amiotrófica e 12% da forma hereditária da demência frontotemporal.Além disso, os pesquisadores encontraram esse defeito genético presente nas formas mais comuns e não hereditárias dessas doenças. Segundo os pesquisadores, a anormalidade foi encontrada em 3% das amostras de demência frontotemporal e 4% das amostras de ELA, ambas não familiares."Essa descoberta pode levar à maior compreensão sobre como estas duas doenças neurodegenerativas se desenvolvem. Além de poder nos indicar novas maneiras de tratar nossos pacientes", diz a pesquisadora Rosa Rademakers, neurocientista da Clínica Mayo.
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