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Os advogados do médico Conrad Murray informaram nesta terça-feira ao magistrado do julgamento pela morte do cantor Michael Jackson que seu cliente, acusado por homicídio culposo, não irá depor.
Ed Chernoff, que lidera a estratégia da defesa, entregou ao juiz Michael Pastor a lista de testemunhas que serão chamadas para depor nos próximos dias em uma tentativa de desacreditar a versão apresentada pela Promotoria.
Após um breve atraso inicial, a sessão na Corte Superior do condado de Los Angeles começou nesta terça-feira com o testemunho da enfermeira de Michael Jackson dois meses antes de seu falecimento, Cherilyn Lee, que tentou tratar a insônia do "Rei do Pop" com produtos naturais até que o artista se cansou e pediu medicamentos. "A única coisa que irá me ajudar é Diprivan (uma marca de propofol), e isto não funciona (os remédios naturais)", teria dito Jackson à enfermeira em abril de 2009. Cherilyn se negou a aplicar propofol, segundo contou no julgamento, e disse ao artista que ninguém que se preocupasse com ele aplicaria esse remédio, mas Jackson argumentou que tudo correria bem se houvesse um médico supervisionando seu tratamento. Murray admitiu ter dado propofol a Jackson horas antes de sua morte, em 25 de junho de 2009, apesar de seus advogados indicaram que a dose aplicada não era letal.
A defesa insiste que o "Rei do Pop" aumentou sua medicação quando o médico estava ausente e que isso teria causado sua morte, enquanto a Promotoria considera que a negligência de Murray foi a responsável direta pela morte do cantor. O julgamento começou em 27 de setembro, e o juiz Michael Pastor previu que o caso ficaria visto para sentença na última semana de outubro.
Michael Jackson queria entrar para 'Guinness' com shows em Londres
Cantor faria 50 shows em Londres
Foto: Getty Images
Ed Chernoff, que lidera a estratégia da defesa, entregou ao juiz Michael Pastor a lista de testemunhas que serão chamadas para depor nos próximos dias em uma tentativa de desacreditar a versão apresentada pela Promotoria.
Após um breve atraso inicial, a sessão na Corte Superior do condado de Los Angeles começou nesta terça-feira com o testemunho da enfermeira de Michael Jackson dois meses antes de seu falecimento, Cherilyn Lee, que tentou tratar a insônia do "Rei do Pop" com produtos naturais até que o artista se cansou e pediu medicamentos. "A única coisa que irá me ajudar é Diprivan (uma marca de propofol), e isto não funciona (os remédios naturais)", teria dito Jackson à enfermeira em abril de 2009. Cherilyn se negou a aplicar propofol, segundo contou no julgamento, e disse ao artista que ninguém que se preocupasse com ele aplicaria esse remédio, mas Jackson argumentou que tudo correria bem se houvesse um médico supervisionando seu tratamento. Murray admitiu ter dado propofol a Jackson horas antes de sua morte, em 25 de junho de 2009, apesar de seus advogados indicaram que a dose aplicada não era letal.
A defesa insiste que o "Rei do Pop" aumentou sua medicação quando o médico estava ausente e que isso teria causado sua morte, enquanto a Promotoria considera que a negligência de Murray foi a responsável direta pela morte do cantor. O julgamento começou em 27 de setembro, e o juiz Michael Pastor previu que o caso ficaria visto para sentença na última semana de outubro.
Michael Jackson queria entrar para 'Guinness' com shows em Londres
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Michael Jackson, que preparava sua volta aos palcos em grande estilo quando morreu, em junho de 2009, queria entrar para o livro Guinness dos recordes com a série de 50 shows em Londres, revelou nesta terça-feira uma testemunha no julgamento do médico Conrad Murray, em Los Angeles.
Randy Phillips, dono da AEG Live, a promotora dos shows do "rei do pop" em Londres, a partir de julho de 2009, disse à Corte Superior de Los Angeles que o número inicial de concertos era de 31, mas como a venda antecipada foi "fabulosa", manifestou seu interesse em fazer 50 apresentações.
"Michael Jackson aceitou" realizar os 50 shows "sob duas condições", disse o produtor. A primeira era "entrar para o livro Guinness dos recordes no quinquagésimo show", já que seria algo "que ninguém poderia igualar". A segunda condição era ter a disposição, durante a série de shows, "uma fazenda nos arredores de Londres, com cavalos, para o bem-estar de seus filhos e para não ficar fechado em um quarto de hotel o tempo todo", afirmou Phillips ao tribunal.
Randy Phillips, dono da AEG Live, a promotora dos shows do "rei do pop" em Londres, a partir de julho de 2009, disse à Corte Superior de Los Angeles que o número inicial de concertos era de 31, mas como a venda antecipada foi "fabulosa", manifestou seu interesse em fazer 50 apresentações.
"Michael Jackson aceitou" realizar os 50 shows "sob duas condições", disse o produtor. A primeira era "entrar para o livro Guinness dos recordes no quinquagésimo show", já que seria algo "que ninguém poderia igualar". A segunda condição era ter a disposição, durante a série de shows, "uma fazenda nos arredores de Londres, com cavalos, para o bem-estar de seus filhos e para não ficar fechado em um quarto de hotel o tempo todo", afirmou Phillips ao tribunal.
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