Três militantes do movimento ucraniano Femen, que usa a nudez como arma política, escolheram o topless para manifestação, nesta segunda (31), em frente à casa do ex-diretor do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, em Paris.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Camareira que acusa ex-chefe do FMI sofreu estupro, diz revista
Publicação francesa 'L'Express' diz ter tido acesso a exame médico.Strauss-Kahn nega acusações; sua defesa diz que contato foi consensual.
Do G1, em São Paulo
A camareira Nafisatou Diallo, que acusa o ex-diretor financeiro do FMI Dominque Strauss-Khan de abuso sexual, foi vítima de estupro, segundo a revista francesa “L’Express” que, em sua edição online desta terça-feira (16), afirma ter tido acesso a um documento do hospital de Nova York que faz parte da investigação do caso.
De acordo com a revista, a conclusão está no exame forense de agressão sexual, “um conjunto de dezenas de páginas do setor de emergência do hospital St. Luke’s Roosevelt, de Manhattan", onde Diallo teria dado entrada às 15h59 do dia 14 de maio.

De acordo com a revista, a conclusão está no exame forense de agressão sexual, “um conjunto de dezenas de páginas do setor de emergência do hospital St. Luke’s Roosevelt, de Manhattan", onde Diallo teria dado entrada às 15h59 do dia 14 de maio.
Nafissatou Diallo, a camareira que acusa o ex-presidente do FMI Dominique Strauss-Kahn de abuso sexual (Foto: Reuters)
Na última página do documento, segundo a “L’Express” está a conclusão do médicos que examinaram a camareira. “Diagnóstico: agressão. Causa dos ferimentos: agressão. Estupro.”A camareira do Hotel Sofitel acusa Dominique Strauss-Kahn de estupro e abriu um processo civil no início deste mês contra o ex-diretor do Fundo Monetário Internacional, acusando-o de um 'ataque violento e sádico'.Dominique Strauss-Kahn chegou a ser preso por causa do incidente, e teve de renunciar ao comando do FMI e abdicar de suas ambições de disputar a presidência da França. As acusações penais, no entanto, perderam força nas últimas semanas devido a dúvidas dos promotores a respeito da credibilidade da acusadora.Strauss-Kahn, de 62 anos, nega as acusações, e seus advogados dizem que qualquer contato sexual com Diallo foi consensual.
Na última página do documento, segundo a “L’Express” está a conclusão do médicos que examinaram a camareira. “Diagnóstico: agressão. Causa dos ferimentos: agressão. Estupro.”A camareira do Hotel Sofitel acusa Dominique Strauss-Kahn de estupro e abriu um processo civil no início deste mês contra o ex-diretor do Fundo Monetário Internacional, acusando-o de um 'ataque violento e sádico'.Dominique Strauss-Kahn chegou a ser preso por causa do incidente, e teve de renunciar ao comando do FMI e abdicar de suas ambições de disputar a presidência da França. As acusações penais, no entanto, perderam força nas últimas semanas devido a dúvidas dos promotores a respeito da credibilidade da acusadora.Strauss-Kahn, de 62 anos, nega as acusações, e seus advogados dizem que qualquer contato sexual com Diallo foi consensual.
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terça-feira, 19 de julho de 2011
Mãe de jornalista admite sexo "brutal" com Strauss-Kahn
Foto: AFP
A mãe da jornalista e escritora Tristane Banon, que acusa o ex-chefe do FMI Dominique Strauss-Kahn de estupro, admitiu a investigadores franceses ter tido relação sexual consensual "brutal" com ele, informou a última edição da revista francesa L'Express.
Segundo a revista, Anne Mansouret, 65 anos, disse que Strauss-Kahn a "pegou com a vulgaridade de um soldado". O encontro teria acontecido em 2000, quando ambos trabalhavam para o Partido Socialista francês. De acordo com a revista, a relação entre Strauss-Kahn e sua mãe seria o motivo pelo qual Banon teria demorado oito anos para acusar o ex-chefe de FMI do estupro que teria acontecido em um apartamento em Paris, em 2003. Mansouret ainda seria amiga íntima da ex-mulher de Strauss-Kahn, Brigette Guillemette, que é a madrinha de Banon, e por isso teria escondido inicialmente o encontro entre os dois. Contudo, ela teria ligado para Guillemette após o caso de 2003. Ao ser confrontado pela ex-mulher, Strauss-Kahn teria admitido que "dormiu com a mãe" e que ficou "maravilhado" com a filha.
Segundo Mansouret, Strauss-Kahn teria lhe convidado na época para um encontro em um restaurante em que se desculpou por ter tentado atacar Banon.
Segundo a revista, Anne Mansouret, 65 anos, disse que Strauss-Kahn a "pegou com a vulgaridade de um soldado". O encontro teria acontecido em 2000, quando ambos trabalhavam para o Partido Socialista francês. De acordo com a revista, a relação entre Strauss-Kahn e sua mãe seria o motivo pelo qual Banon teria demorado oito anos para acusar o ex-chefe de FMI do estupro que teria acontecido em um apartamento em Paris, em 2003. Mansouret ainda seria amiga íntima da ex-mulher de Strauss-Kahn, Brigette Guillemette, que é a madrinha de Banon, e por isso teria escondido inicialmente o encontro entre os dois. Contudo, ela teria ligado para Guillemette após o caso de 2003. Ao ser confrontado pela ex-mulher, Strauss-Kahn teria admitido que "dormiu com a mãe" e que ficou "maravilhado" com a filha.
Segundo Mansouret, Strauss-Kahn teria lhe convidado na época para um encontro em um restaurante em que se desculpou por ter tentado atacar Banon.
domingo, 3 de julho de 2011
Mulher que acusou ex-chefe do FMI de abuso seria prostituta, diz jornal
Suposta vítima prestava favores sexuais a hóspedes, diz o 'New York Post'.Strauss-Kahn foi libertado na sexta, mas processo contra ele continua.
Do G1, com agências internacionais
A camareira de hotel nova-iorquino que acusou o então chefe do FMI Dominique Strauss-Kahn de abuso sexual seria uma prostituta, segundo o jornal "New York Post".
A revelação ocorre um dia após uma guinada na investigação do caso, que levou um juiz de Nova York a ordenar a libertação de Strauss-Kahn após tomar conhecimento relatório dos promotores falando em "mentiras" e "contradições" nas versão da suposta vítima.
O jornal nova-iorquino cita "fontes próximas à investigação", que teriam revelado que a mulher, uma imigrante de 32 anos natural da Guiné, se prostituía com hóspedes em troca de "gorjetas altas demais".
Ela seria parte de uma rede maior de prostituição que atua junto a hotéis na cidade.
O ex-chefe do FMI Dominique Strauss-Kahn e a mulher deixam sua casa provisória em Tribeca neste sábado (2) (Foto: AP)
Outras revelações sobre a camareira surgiram neste sábado. Segundo a Reuters, ela teria tentado ganhar dinheiro com o incidente. A revelação surgiu em um telefonema para seu namorado, preso no Arizona sob suspeita de posse de maconha, sempre segundo fontes ligadas à investigação.sexta-feira, 1 de julho de 2011
Vítima deu falso testemunho no caso do ex-chefe do FMI, diz promotoria
Camareira teria omitido que arrumou outro quarto antes de denunciar abuso.Juiz mandou soltar Strauss-Kahn e devolver fiança, mas não encerrou caso.
Do G1, com agências internacionais
A suposta vítima da agressão sexual pelo ex-chefe do FMI Dominique Strauss-Kahn deu um falso testemunho no tribunal, omitindo o fato de que limpou outro quarto antes de transmitir aos supervisores do hotel sua denúncia de ter sido atacada, revelaram nesta sexta-feira (1º) os promotores do caso.
A revelação foi feita durante audiência em que o juiz Michael Obus mandou libertar Strauss-Kahn, que estava sob prisão domiciliar em Manhattan, acusado de abuso sexual contra a camareira. Ele nega todas as acusações, que o levaram a renunciar a seu cargo no fundo.Inicialmente, ela havia dito que, após o ataque, saiu do quarto 2.086 para o corredor, esperou o francês ir embora e denunciou o caso a seus supervisores.
"A autora da queixa desde então admitiu que este testemunho era falso e que, após o incidente no quarto 2.086, procedeu a limpar um quarto próximo e depois voltou ao quarto 2.086 e começou a limpá-lo antes de reportar o incidente a seus supervisores", relataram os promotores, segundo documentos do tribunal.
O ex-chefe do FMI Dominique Strauss-Kahn sorri, ao lado da mulher, ao deixar o tribunal nesta sexta-feira (1º) em Nova York (Foto: AP)
O juiz, durante a audiência, também decidiu devolver a fiança, no valor total de US$ 6 milhões, mas manteve a retenção do passaporte do francês.Strauss-Kahn é acusado de agressão sexual, em um caso que levou à sua renúncia do principal posto do organismo financeiro internacional."Entendo que as circunstâncias desse caso mudaram substancialmente e concordo que o risco de que ele não compareça aqui diminuiu consideravelmente. Eu libero o sr. Strauss-Kahn sem o pagamento de fiança", disse o juiz Michael Obus.O caso continuará sob investigação da promotoria, segundo o juiz.Promotores disseram na audiência que a credibilidade da camareira de hotel que está no centro do caso foi colocada em dúvida.Versões
Strauss-Kahn será declarado inocente, previu Benjamin Brafman, um de seus advogados, depois da audiência. Segundo ele, o andamento do caso reforça essa convicção. "É um grande alívio", disse.
Já Kenneth Thompson, advogado da suposta vítima, disse que sua cliente "não modificou nenhuma palavra" de sua versão dos fatos e disse que tem "provas materiais" deles.
Reviravolta
Na véspera, o "New York Times" afirmou que a ação penal contra Strauss-Kahn está a ponto de cair.
Segundo o diário, que citou fontes próximas à investigação, os promotores tinham dúvidas sobre o testemunho da suposta vítima.Os promotores, ainda de acordo com o diário, consideram que a camareira mentiu repetidas vezes desde o dia 14 de maio, quando ocorreu o incidente em um quarto de hotel em Manhattan.
Strauss-Kahn, de nacionalidade francesa, sempre negou as acusações de estupro e agressão sexual contra a camareira.Ele acabou indiciado em sete acusações de assédio sexual, e, se condenado, pode pegar 25 anos de prisão.
A procuradoria chamou os advogados de Strauss-Kahn e forneceu detalhes sobre suas descobertas.
Segundo o NYT, as partes discutem a possibilidade de rejeitar as acusações criminais.
O jornal afirma que a polícia descobriu supostos vínculos da vítima com atividade criminosa, incluindo lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.O diário diz que várias pessoas fizeram depósitos em dinheiro - no total de US$ 100 mil - na conta bancária da camareira nos últimos dois anos, e que os promotores teriam conversas gravadas da mulher com indivíduos sobre o pagamento pela acusação de agressão sexual.
Substituta
Após o escândalo, Strauss-Kahn renunciou ao cargo no FMI.A primeira avaliação feita logo que o caso estourou é de que o escândalo praticamente acabaria com as chances de ele se candidatar a presidente na França no próximo ano para concorrer contra o atual presidente, Nicolas Sarkozy.
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