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quinta-feira, 10 de março de 2011

Efeito 2012?-Terremoto de magnitude 5,4 atinge a China-Fortes réplicas sacodem o leste do Japão após terremoto de 7,3 graus

Já foram contabilizados 121 feridos, segundo agências internacionais.Dez minutos após o terremoto foram registradas três réplicas de 4,7 graus.

Do G1, com agências internacionais*

Um terremoto de 5,4 graus de magnitude na escala Richter deixou ao menos 7 mortos e 121 feridos nesta quinta-feira (10) na província de Yunnan, na China, segundo as agências internacionais.
O tremor provocou o corte da energia elétrica na região. Residências, hotéis e restaurantes desmoronaram, de acordo com a agência chinesa ‘Xinhua’. Já foram enviados soldados à região para ajudar nos trabalhos de resgate.Dez minutos após o terremoto foram registradas três réplicas de 4,7 graus de magnitude. O epicentro do sismo ocorreu a 34 km de profundidade, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos. O tremor ocorreu às 12h58 no horário local (1h58 em Brasília).
JAPÃO
(EFE).- Várias réplicas, a maior delas com magnitude de 6,8 graus na escala Richter, voltaram a sacudir nesta quinta-feira a costa nordeste do Japão, que ontem foi atingida por um terremoto de 7,3 graus localizado no Oceano Pacífico.O tremor de quarta-feira não deixou danos importantes.
Segundo a Agência Meteorológica do país, as maiores réplicas ocorreram entre 3h16 e 6h24 do horário local (18h16 e 21h24 pela hora de Brasília), com intensidade de 3 e 4 graus na escala japonesa fechada de 7, o que gerou um alerta de tsunami.O terremoto de 6h24 alcançou 6,8 graus na escala Richter e foi sentido principalmente na província de Miyagi (leste do Japão), sem que até o momento tenha havido relatos de feridos ou danos como consequência do tremor.O terremoto teve epicentro no Oceano Pacífico, 130 quilômetros ao leste da península de Oshika, no litoral de Miyagi, com profundidade de nove quilômetros.
Durante a madrugada, a ilha de Honshu, a maior do Japão, também foi atingida por várias réplicas de 6 graus na escala Richter, sem que haja informações sobre danos.A Agência Meteorológica retirou às 7h30 (19h30 de Brasília) o alerta por tsunami no litoral oriental do Japão à altura da província de Fukushima.
A companhia ferroviária East Japan Railway indicou que os tremores não afetaram os trens de alta velocidade que conectam a região de Tohoku a Tóquio.O responsável de sismos da Agência Meteorológica, Hirofumi Yokoyama, manifestou à cadeia estatal "NHK" que é provável que aconteçam mais réplicas de nível 4 na escala japonesa ao longo da próxima semana.
AUSTRÁLIA
(AFP) -Chuvas intensas provocaram inundações nesta quinta-feira no leste da Austrália, região afetada no mês passado por um ciclone que provocou graves danos.
Várias cidades do norte do estado de Queensland, ainda com muitos escombros dos edifícios destruídos pelo ciclone Yasi, ficaram inundadas com as tempestades, que atingiram a marca de 321 mm de água.
Isolada pelas águas, a cidade de Cardwell começa a sofrer com a falta de produtos de primeira necessidade, segundo os moradores.A meteorologia prevê mais chuvas para as próximas horas na região.
Outras cidades muito afetadas pelo Yasi, como Mission Beach, Tully Heads e Hull Heads, também estão isoladas do resto do país.Nos últimos dois meses, Queensland passou por uma série de catástrofes naturais.
Quase 30 pessoas morreram em janeiro após inundações históricas perto de Brisbane, capital deste estado agrícola e forte no setor de mineração.A passagem do Yasi um mês depois pelo norte de Queensland danificou edifícios, estradas e plantações, mas não foi registrada nenhuma vítima fatal.
Nathalia Cardoso, professora de biologia do Curso e Colégio pH, dá uma aula sobre efeito estufa e aquecimento global.O efeito estufa ocorre quando a radiação solar atravessa a atmosfera e a Terra emite calor retido pela atmosfera. Ele mantém a temperatura ideal para haver vida no planeta.
O problema é que o excesso de emissão dos gases estufa eleva as temperaturas médias globais. Os principais causadores são: queima de combustíveis fósseis e desmatamento por queimadas.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Nasa adverte que os polos estão derretendo mais rápido que o previsto

(EFE).- As camadas de gelo da Groenlândia e da Antártida estão perdendo massa a um ritmo mais acelerado que os prognósticos feitos até agora, o que repercutirá na alta do nível dos oceanos, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira pela Nasa.
Os resultados do estudo sugerem que as camadas de gelo estão derretendo mais rápido que as geleiras das montanha e serão o principal fator de contribuição para uma alta global do nível dos oceanos, muito antes do previsto.Como exemplo, em 2006 os polos perderam uma massa combinada de 475 gigatoneladas ao ano em média, uma quantidade suficiente para elevar o nível global do mar em uma média de 1,3 milímetros ao ano frente as 402 gigatoneladas que as geleiras da montanha perdem em média.A Nasa analisou dados de seus satélites entre 1992 e 2009 e descobriu que a cada ano durante o curso do estudo as camadas de gelo dos polos perderam uma média combinada de 36,3 gigatoneladas a mais que no ano anterior."Que as camadas de gelo serão a principal causa do aumento do nível do mar no futuro não é surpreendente, já que possuem uma massa de gelo muito maior que as geleiras da montanha", assinalou o autor do estudo, Eric Rignot, da Universidade da Califórnia.
"O surpreendente é que esta maior contribuição das camadas de gelo já está ocorrendo", advertiu o cientista, que realizou a pesquisa com a colaboração do Laboratório da propulsão do jato (JPL) da Nasa.
As medições realizadas indicam que se "as tendências atuais continuarem é provável que o aumento do nível do mar seja significativamente maior que os níveis projetados pelo Grupo Intergovernamental de Analistas sobre a Mudança Climática em 2007", acrescentou.

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