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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Todos querem falar com Dilma, menos Obama, diz jornal britânico

Sob o título “Todos querem falar com a presidente Rousseff, menos Obama”, o jornal britânico “The Guardian” publicou um artigo que defende mais atenção para o Brasil por parte da principal potência do mundo, dias depois da visita de Dilma a Washington e a Boston.

Em um texto de sua versão online, o diário, um dos mais importantes da Europa, diz que os norte-americanos parecem “presos em outra era” para não admitirem que o vizinho ao sul é um exemplo.
No texto assinado pelo jornalista Jason Farago, baseado em Nova York, Dilma é chamada de “a segunda pessoa mais poderosa no Ocidente”. Enquanto ela chegava aos EUA no início da semana, Obama, o mais poderoso, “passava a maior parte do seu dia embrulhando ovos de Páscoa” na Casa Branca.Os dois presidentes tiveram uma breve reunião e uma entrevista coletiva conjunta “durante a qual eles nem se olharam no olho”, diz o texto.“Não apenas o presidente dos EUA desdenhou das arapucas de uma visita de Estado; ele mal deu a Dilma duas horas”, diz o artigo.
A visita de Obama ao Brasil no ano passado tampouco foi de Estado --para isso é necessário visitar as sedes dos três poderes e o cumprimento de uma série de protocolos. Diplomatas norte-americanos afirmaram que isso aconteceu com Dilma porque é ano eleitoral e o presidente é candidato à reeleição.

“Ela chegou acompanhada de meia dúzia de formadores de opinião, de professores a chefes de thinktanks [instituições que difundem conhecimentos e estratégias sobre assuntos importante], todos exaltando seu comando econômico e implorando a Washington que a levasse a sério. As diretoras de Harvard e do MIT (ambas mulheres) a convidaram para ir a Boston. Até a Câmara do Comércio se esforçou --certamente a primeira vez que o grupo de grandes e malvadas empresas se empolgou tanto ao conhecer uma ex-guerrilheira”, diz o texto. “Só Obama deu de ombros.”


A presidente Dilma Rousseff se encontra com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, nesta segunda-feira (9). Na ocasião, Dilma destacou a crise do câmbio e as políticas econômicas dos países desenvolvidosSem respeito
Nos bastidores, diplomatas brasileiros admitem há semanas que os EUA não se dedicaram à visita de Dilma como deveriam. Em sua visita ao Brasil, a presidente o convidou ao Palácio do Planalto, participou de um almoço com ele no Itamaraty, recebeu Obama e sua família no Palácio da Alvorada, antes de ele seguir para o Rio de Janeiro. "Pelo menos um jantar teria sido mais adequado", diz um deles em Brasília.De acordo com o texto do “Guardian”, “o Brasil é o país dos Bric que não é respeitado, mesmo em 2012”.


Dilma Rousseff, presidente do Brasil, caiu seis posições e aparece em 22º na llista das personalidades mais poderosas do mundo, segundo a revista "Forbes"Ao visitarem aos EUA, os líderes da Índia e da China são recebidos com grandes honrarias. A Rússia, por seus laços com a antiga União Soviética, sempre esteve sob o radar dos norte-americanos.“O Brasil é o país que impõe a menor ameaça geopolítica significativa e oferece mais vantagens, como os CEOs [diretores-executivos] salivantes já sabem”, afirma a publicação.“É assim que Washington funciona. Nas aulas de história, a primeira lição que os estudantes aprendem sobre a política externa norte-americana é a Doutrina Monroe – o princípio de 200 anos de que a América Latina é o nosso quintal. Fazemos isso e gostamos de dizer a todos que fiquem fora. A ideia de que um país latino-americano na verdade serve como modelo vai além da compreensão”, conclui o texto.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Obama faz saudação de 'Jornada nas Estrelas' com atriz

A atriz Nichelle Nichols, a tenente Uhura da série original "Jornada nas Estrelas", postou em sua conta no Twitter uma foto em que posa com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Na imagem, ambos faziam, com as mãos, a famosa saudação vulcana, que na série significa "vida longa e próspera".

sexta-feira, 9 de março de 2012

DA ASSOCIATED PRESS, EM JACARTA (INDONÉSIA)
Ex-babá do presidente dos EUA Barack Obama, a transexual Evie, 66, tornou-se uma celebridade instantânea na favela onde vive em Jacarta, Indonésia.
Equipes de TV se espremem dentro e fora de seu barraco minúsculo de concreto. Parentes que a renegavam finalmente querem a conhecer e ela ainda recebeu uma oferta de um trabalho promissor.
Evie nasceu homem, mas sempre se considerou uma mulher. Após suportar anos de abuso e ridicularização, ela decidiu que seria melhor guardar para si sua certeza e parou de fazer "cross-dressing".
Porém, desde que foi retratada em uma reportagem da agência de notícias Associated Press sobre as lutas das pessoas transexuais na Indonésia, país predominantemente muçulmano, Evie ganhou atenção.
O principal motivo é sua ligação com o agora presidente dos Estados Unidos. "Depois de viver sem esperança por tanto tempo, como se estivesse trancada em um quarto escuro, agora sinto que a porta está aberta", disse Evie. "É como se os ventos do céu estivessem soprando esperança para mim."
"Até os meus parentes que nunca se importaram comigo agora estão vindo me ver."

Dita Alangkara/Associated Press
A ex-babá de Barack Obama, Evie, posa na porta de sua casa em Jacarta
A ex-babá de Barack Obama, Evie, posa na porta de sua casa em Jacarta

Apesar de muitos recém-chegados à Indonésia serem surpreendidos pela relativa aceitação e difusão de transgêneros --vistos na TV e trabalhando em salões de beleza no país-- eles são normalmente objeto de escárnio. "Sei que isso não vai durar muito tempo", disse Evie. "Mas acho que minha história pode ajudar as pessoas a abrir os olhos para nossos direitos." Um professor americano na escola católica St. Peter, em Jacarta, Philip Myers, ficou tão tocado pela história de Evie que ele lhe ofereceu um emprego como cozinheira e empregada doméstica.
"Realmente não me importo se ela quer usar vestido ou calça. A aparência não é o problema. Seu coração que é importante", disse Myers.
Evie estava animada com a idéia. Mas, por enquanto, ela está muito sobrecarregada para pensar nisso. Durante um intervalo entre as entrevistas de TV em sua casa, ela disse que esperava que ele fosse paciente.
A ex-babá também disse que gostaria de saber de seu patrão anterior, mas não houve ainda nenhum comunicado da Casa Branca. Evie começou a cuidar de Obama em 1969, quando ele tinha 8 anos e vivia na capital da Indonésia, com sua mãe, Ann Dunham. A família se mudou para o país dois anos antes, após Ann se casar com seu segundo marido, o indonésio Lolo Soetoro. Evie brincava com Obama e o buscava na escola, trabalhava na casa vestida como um homem e diz que nunca deixou o menino vê-la em roupas femininas, embora os vizinhos se lembrem de vê-la sair de casa à noite como "drag queen". As equipes de TV têm sido a principal interessada nesse breve período. Evie contou que, após a família Obama deixar a Indonésia, no início de 1970, ela recorreu à prostituição.
Nos anos que se seguiram, ela e seus amigos enfrentaram espancamentos regulares de guardas e soldados. Um dia, quase 20 anos atrás, viu o corpo de um de seus amigos em um canal de esgoto, Evie decidiu dar um basta. Ela doou todos os seus vestidos, calças coloridas e sutiãs: estava pronta para viver como um homem.
Evie manteve a uma existência tranquila nas margens da capital da Indonésia, lavando roupa para fora, até os vizinhos serem surpreendidos com sua história com Obama.
"Eles vieram com câmeras de TV para entrevistá-la como se ela fosse uma estrela", disse Ayi Hasanah, 50, dona de casa que vive nas proximidades. "Esperamos que isso pode mudar sua vida. Porque sua vida parece ser muito difícil."

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Foto de Obama em versão zumbi e com tiro na cabeça gera polêmica entre republicanos

Do UOL Notícias
Em São Paulo

  • Montagem enviada por e-mail com a versão zumbi do presidente Barack Obama Montagem enviada por e-mail com a versão zumbi do presidente Barack Obama
O que era para ser uma brincadeira gerou um pequeno mal estar entre os republicanos do Estado americano da Virgínia. O motivo? Aproveitando o clima de dia das bruxas, comemorado ontem nos Estados Unidos, um grupo de republicanos do condado de Loudoun enviou um e-mail para os demais representantes do partido com um convite para um desfile de Halloween. O convite seria como qualquer outro se entre as imagens não estivesse uma foto do presidente Barack Obama (do partido Democrata, rival dos republicanos), em versão zumbi, com uma marca de tiro na cabeça e feridas no rosto.
O e-mail, que trazia no assunto "Halloween 2011", foi duramente repreendido pela direção do partido na Virgínia. "A imagem recebida hoje por e-mail não tem espaço no nosso jeito de fazer política", disse Pat Mullins, porta-voz do Partido Republicano na Virgínia. "O partido condena a imagem e seu uso em qualquer circunstância", completou.
Até a líder da câmara baixa, a democrata Nancy Pelosi, da Califórnia, entrou na brincadeira, sendo retratada com o rosto completamente desfigurado (no canto inferior direito).
 
 1º.nov.2011 - Grupo dança ao som do hit "Thriller", de Michael Jackson, durante o 39º desfile anual de Halloween de Nova York, nos Estados Unidos Emmanuel Dunand/AFP
O governador da Virgínia, o republicano Robert F. McDonnel, também repudiou a brincadeira, classificando-a  de "vergonhosa e ofensiva". Ele exigiu que os responsáveis se desculpe publicamente com o presidente.
Mark Sell, porta-voz do comitê republicano do condado de Loudoun, divulgou um comunicado dizendo que a intenção do grupo era "fazer humor" e que o e-mail "não teve a intenção de soar grosseiro ou incitar qualquer violência contra o presidente". Já Obama não se manifestou sobre o caso.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Obama telefona para rei saudita sobre conspiração iraniana

(AFP) -O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, telefonou nesta quarta-feira ao rei Abdullah, da Arábia Saudita, para falar sobre a descoberta de uma conspiração iraniana visando assassinar o embaixador saudita em Washington, informou a Casa Branca.
Os dois líderes deploraram a "flagrante violação" das normas internacionais e concordaram em buscar "uma resposta forte e unificada para que os responsáveis prestem contas por suas ações".
Obama e o rei Abdullah destacaram ainda "o trabalho das agências de inteligência e das forças da ordem que permitiu frustrar esta conspiração", e reafirmaram a existência de "uma relação sólida" entre seus países.
O departamento de Justiça dos Estados Unidos acusa dois iranianos de conspirar com setores do governo de Teerã para matar o embaixador saudita em Washington, tarefa para a qual teriam contatado no México um suposto membro de um cartel de narcotraficantes, que na verdade era um agente americano disfarçado.
O suposto complô incluía detonar uma bomba em um restaurante que o diplomata frequentava, com a eventual morte de inúmeros civis inocentes.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

HOMOFOBIA E MORTES-"Foi intimidador", diz Barack Obama sobre encontro com Lady Gaga


- Lady Gaga chega com figurino preto e com penas ao MTV Video Music Awards, em Nova York (13/9/2009) Michael Loccisano/Getty Images
O presidente norte-americano Barack Obama caracterizou como "intimidador" seu encontro com Lady Gaga.

A cantora pop se reuniu com Obama durante um evento para arrecadar fundos para sua reeleição à presidência, e ambos conversaram sobre o bullying após um adolescente gay cometer suicídio nos Estados Unidos.Em discurso em Washington neste sábado (1), Barack Obama disse, direcionando suas palavras ao público formado em sua grande maioria por gays e lésbicas: "tive conversas produtivas com a líder de vocês. Ela estava usando um salto de 40 centímetros. Estava com 2 metros e meio de altura. Foi um pouco intimidador".
Pouco após a notícia do suicídio do jovem Jamey Rodemeyer, que era fã de Lady Gaga, a cantora pop tuitou para seus mais de 13 milhões de seguidores: "vou me encontrar com nosso presidente. Não vou parar de lutar. Isso tem que acabar".

domingo, 2 de outubro de 2011

O mundo muda...e como!

Frase de destaque publicada na Revista Veja há 2 anos na edição 2132 de 20 de Setembro de 2009:
"Eu ficaria feliz se Obama pudesse ficar para sempre como presidente dos Estados Unidos."


Do eterno ditador da Líbia,Muamar Kadafi,em discurso na ONU.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Obama: a morte de Al-Awlaqi é um golpe duro para a Al-Qaeda

O presidente americano, Barack Obama, fala sobre a morte de Anwar al-Awlaki em Forte Meyer, na Virginia. Foto: Reuters O presidente americano, Barack Obama, fala sobre a morte de Anwar al-Awlaki em Forte Meyer, na Virginia
Foto: Reuters

O presidente Barack Obama afirmou nesta sexta-feira que a morte do imã radical Anwar al-Aulaqi no Iêmen constitui "um golpe muito duro" contra a Al-Qaeda, e assegurou que os Estados Unidos estão determinados a destruir todas as redes terroristas.
"A morte de Al-Aulaqi é um golpe muito duro contra o braço mais ativo da Al-Qaeda", afirmou Obama durante a cerimônia de posse do chefe do Estado-Maior Conjunto, em uma base militar perto de Washington.O imã radical nascido nos Estados Unidos Anwar al-Awlaqi, vinculado à Al-Qaeda e considerado um inimigo público de Washington como foi Osama Bin Laden, morreu nesta sexta-feira no Iêmen. A informação foi confirmada por um alto funcionário do governo dos Estados Unidos, que se recusou a revelar detalhes sobre a morte do religioso extremista.
O governo não divulgou as circunstâncias da morte Anwar al-Awlaqi, mas fontes tribais afirmaram à AFP que ele morreu em um bombardeio aéreo executado na manhã desta sexta-feira contra dois veículos que circulavam entre Maarib (ao este de Sanaa) e Juf, província desértica na fronteira com a Arábia Saudita.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Obama anuncia plano de retirada das tropas de soldados do Afeganistão

Ao todo, 10 mil soldados voltam para casa ainda em 2011. Outros 20 mil, voltam em 2012. O processo total de retirada só vai ser concluído em 2014.

 
 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai fazer na noite desta quarta-feira (22), um discurso em rede nacional que os americanos aguardavam com ansiedade. Obama vai anunciar o plano de retirada das tropas do Afeganistão. Ao todo, 10 mil soldados voltam para casa ainda em 2011. Outros 20 mil, voltam em 2012. O processo total de retirada só vai ser concluído em 2014.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Obama e Michelle encontram William e Kate no Palácio de Buckingham

Presidente e primeira-dama dos EUA fazem visita de 3 dias à Inglaterra.Eles foram recebidos em cerimônia no palácio pela rainha Elizabeth II.

Do G1, com agências internacionais
 
Obama conversa com o príncipe William enquanto Michelle conversa com a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, durante visita à Inglaterra (Foto: Toby Melville / AP)
 
Obama conversa com o príncipe William enquanto Michelle conversa com a duquesa de Cambridge, Kate Middleton, durante visita à Inglaterra (Foto: Toby Melville / AP)
O casal Michelle e Obama são recebidos no Palácio de Buckingham pela rainha Elizabeth II e o príncipe Philip, nesta terça (24) (Foto: Toby Melville / AP)
 
O casal Michelle e Obama são recebidos no Palácio de Buckingham pela rainha Elizabeth II e o príncipe Philip, nesta terça (24) (Foto: Toby Melville / AP)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Peter Fonda chama Obama de traidor em Cannes

(AFP) -O ator Peter Fonda xingou o presidente americano, Barack Obama, nesta quarta-feira, durante uma entrevista no tapete vermelho do Festival de Cinema de Cannes, chamando-o de traidor pela maneira como lidou com as consequências do vazamento de petróleo que afetou o Golfo do México no ano passado.Fervoroso defensor da causa ambientalista, Fonda co-produziu o documentário "The Big Fix", de Rebecca e Josh Tickell, que conta a história da explosão da plataforma de extração da BP no Golfo do México, que provocou a maior catástrofe ambiental da história dos Estados Unidos.
A produção é o único que compete na seleção oficial de Cannes este ano.Fonda acusa Washington de tentar manipular a situação e enganar o público."Eu mandei um email para o presidente Obama dizendo: 'você é um traidor de merda', usando estas palavras... 'Você é um traidor, você permitiu que botas estrangeiras pisassem em nosso solo e dissessem às nossas forças armadas - no caso, a guarda costeira - o que elas podem ou não podem fazer, e dizendo a nós, cidadãos dos Estados Unidos, o que podemos ou não podemos fazer'", afirmou o ator.
Fonda disse ter enviado o email na semana passada.

Barack e Michelle Obama conversam juntos pela primeira vez no 'The Oprah Winfrey Show' na GNT


Na segunda, dia 16, o "The Oprah Winfrey Show" recebe o presidente norte-americano, Barack Obama, e a primeira-dama, Michelle. Pela primeira vez no show da Oprah, um presidente e a primeira-dama dão entrevista juntos. A apresentadora confessa que está um pouco nervosa e é acalmada pelo casal. "Somos só duas pessoas". "Michelle sempre se diverte aqui, resolvi penetrar na festa", brinca o presidente. Eles falam ainda que o programa é uma ótima desculpa para voltar para casa, a cidade de Chicago, onde moraram por muitos anos. "Nossos amigos mais íntimos ainda vivem aqui".Entre outros assuntos, o presidente americano conta por que decidiu divulgar a sua certidão de nascimento, provando que nasceu nos EUA. Ele fala ainda sobre o momento tumultuado em que se encontra o país e avisou que concorrerá novamente à presidência da república no ano que vem. "Minha opinião é a seguinte: estamos vivendo um momento muito sério. Os EUA têm imenso potencial e oportunidade para aproveitar o século 21. Mas só vamos chegar lá se tivermos uma conversa séria sobre o que é importante:empregos,o preço da gasolina,como reduzir o déficit e como lidar com as mudanças no mundo", diz.Em bate-papo descontraído ele revela que a mulher tem poder de veto e que a decisão de tentar a reeleição foi tomada em família. Michelle diz que precisa exercer mais o poder de veto. O casal conversa ainda sobre as filhas e sobre a vida na função de "homem mais poderoso do mundo". "Em 1º lugar é importante lembrar que não estou lá sozinho. Eu tenho uma equipe e um gabinete incríveis. São pessoas que não são notadas nem recebem publicidade, mas que fazem um ótimo trabalho. Há um grupo de pessoas no nosso governo que se preocupam diariamente em fazer um bom trabalho em nome dos nossos clientes, o povo americano. Casados há 18 anos, eles revelam também os segredos para o relacionamento dar certo.
GNT - Canal Globosat/No ar de segunda, dia 16, às 18h/
Horário alternativo: terça, dia 17, às 8h.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Após morte de Bin Laden, Obama homenageia vítimas de atentados

Presidente depositou flores onde ficavam as Torres Gêmeas em Nova York.Mais cedo, ele disse que os EUA 'jamais esquecerão' o 11 de Setembro.

Do G1, com agências internacionais

O presidente dos EUA, Barack Obama, depositou nesta quinta-feira (5) uma coroa de flores no Marco Zero, três dias após a operação que matou o terrorista Osama bin Laden.O presidente americano fez um minuto de silêncio no local onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center, derrubadas pelo ataque da al-Qaeda em 11 de setembro de 2001.
O presidente dos EUA, Barack Obama, leva flores para o Marco Zero nesta quinta-feira (5) (Foto: AP)
O presidente dos EUA, Barack Obama, leva flores para o Marco Zero nesta quinta-feira (5) (Foto: AP)
Depois, Obama reuniu-se com parentes de vítimas dos atentados.
Mais cedo, o democrata havia dito que a morte de Bin Laden é uma mensagem aos terroristas de que os EUA nunca esquecerão dos atentados."Quando dizemos que nunca esqueceremos, falamos a sério", disse Obama durante uma visita a um quartel dos bombeiros em Times Square, em Manhattan. O batalhão visitado por Obama perdeu 15 homens no dia dos ataques que derrubaram o World Trade Center.
O presidente dos EUA, Barack Obama, conversa com bombeiros durante visita a instalação do Corpo de Bombeiros de Nova York em Times Square. O batalhão visitado por Obama perdeu 15 homens, mortos no World Trade Center, no 11 de Setembro. A visita de Obama é (Foto: Reuters)
O presidente dos EUA, Barack Obama, conversa com bombeiros durante visita a instalação do Corpo de Bombeiros de Nova York em Times Square. (Foto: Reuters)

Morte de Bin Laden mostra que EUA não esqueceram, diz Obama

Em visita à unidade 54 dos bombeiros de Nova York, que atuou de forma crucial durante o 11 de setembro, o presidente dos EUA Barack Obama agradeceu pelo sacrifício e disse que a morte de Bin Laden manda uma mensagem clara ao mundo, de que o país "não esqueceu" o pior atentado de sua história.
Quinze bombeiros desta unidade morreram durante os trabalhos de resgate das Torres Gêmeas no atentado de 11 de Setembro de 2001.

Charles Dharapak/Associated Press
Barack Obama cumprimenta bombeiros da unidade 54 em Nova York; presidente agradeceu pelos sacrifícios
Barack Obama cumprimenta bombeiros da unidade 54 em Nova York; presidente agradeceu pelos sacrifícios

"Espero que a morte de Bin Laden traga algum consolo a vocês", disse o presidente aos bombeiros.
Ele disse que a operação ocorrida no domingo serviu para mandar uma mensagem a todo o mundo. "Quando dissemos que não iríamos esquecer, não esquecemos. Nosso compromisso era com a Justiça. Dissemos que iríamos trazê-lo à Justiça, e foi o que fizemos", disse. Obama disse que fez questão de vir à unidade 54 para agradecer pessoalmente pelo sacrifício dos bombeiros nova iorquinos. "Este é um local simbólico do sacrifício extraordinário que foi feito naquele dia terrível, há quase 10 anos atrás", afirmou Obama aos bombeiros. A rede de televisão CNN afirmou que os pais de 28 crianças foram mortos quando a equipe de bombeiros atendeu ao desastre em curso. Obama afirmou ao grupo que o ouvia: "Vocês sempre terão um presidente e um governo que os apoiarão da mesma forma que vocês apoiaram o povo de Nova York ao longo destes últimos anos". Após o discurso, um dos chefes de bombeiros mostrou ao presidente uma placa homenageando todos os bombeiros daquele local mortos nos ataques.
VISITA
A visita faz parte de um dia de homenagens do presidente às vítimas dos atentados de 2001, que inclui ainda uma parada no Marco Zero, no sul de Manhattan, quatro dias depois da morte do maior responsável pelos ataques, o líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Laden. O presidente deve depositar uma coroa de flores no local devastado pelos ataques de 11 de setembro de 2001. A Casa Branca assegurou que não se trata de um ato para cantar vitória e sim uma forma de homenagem às vítimas dos ataques que desencadearam a controvertida guerra global dos Estados Unidos contra o terrorismo. O porta-voz da Casa Branca, Jim Carney, disse que a morte de Bin Laden foi "um momento de catarse significativo para o povo americano" e que Obama quer prestar homenagem "ao espírito de unidade que todos sentimos depois daquele terrível ataque". A popularidade de Obama aumentou 11 pontos após a operação americana na qual Bin Laden foi abatido, segundo uma pesquisa da rede CBS e do jornal "The New York Times" publicada nesta quarta-feira.
A pesquisa foi realizada com 532 pessoas e registrou que 57% dos americanos aprovam o trabalho de Obama, contra 46% do início de abril. Obama registrou assim seus melhores resultados em matéria de luta contra o terrorismo: 72% dos entrevistados disseram concordar com sua atuação neste tema, enquanto 61% aprovaram sua gestão da situação no Afeganistão, uma alta de 17 pontos em relação a janeiro. Mas a Casa Branca parece decidida a evitar uma imagem de triunfalismo excessivo ou ceder à tentação de explorar os fatos com fins eleitorais. Obama convidou inclusive seu predecessor George W. Bush, muito criticado por sua "guerra ao terror", parar participar na cerimônia no Marco Zero. Apesar de Bush não ter aceito o convite, a Casa Branca conseguiu deixar clara sua mensagem. "É um momento de unidade paera os americanos e um momento para recordar da unidade que existiu neste país depois dos ataques de 11 de setembro", concluiu Carney.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Anúncio da morte de Bin Laden bate recorde de audiência de Obama na TV

Fala sobre a operação que matou o terrorista foi vista por 57 milhões.Discurso dele no Congresso em 2009 tinha sido assistido por 52 milhões.

Da EFE, em Washington

Cerca de 57 milhões de espectadores assistiram pela televisão no domingo à noite ao anúncio da morte de Osama bin Laden feito pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (4) pela instituto Nielsen.
Trata-se da maior audiência televisiva registrada por Obama desde sua posse, ao superar seu recorde anterior de 52 milhões de telespectadores atingido em seu primeiro discurso no Congresso, em fevereiro de 2009.No entanto, o número de espectadores continua abaixo dos 82 milhões que assistiram ao discurso do ex-presidente George W. Bush após os ataques de 11 de Setembro de 2001.
O presidente dos EUA, Barack Obama, anuncia a morte de Bin Laden (Foto: Reuters)O presidente dos EUA, Barack Obama, anuncia a morte de Bin Laden (Foto: Reuters)
Também está abaixo do registrado em outro momento de destaque dos discursos televisivos presidenciais dos EUA: o de Bill Clinton em 1998, quando reconhecia sua relação com a estagiária Monica Lewinksy, que foi visto por uma audiência estimada em 68 milhões de pessoas.
Em 1974, em uma época com menos espectadores e televisores, cerca de 60 milhões de americanos viram o presidente Richard M. Nixon apresentar seu discurso de renúncia após o caso Watergate.
No dia 28 de março, Obama obteve uma audiência de 25 milhões de espectadores ao anunciar a aprovação dos bombardeios aéreos na Líbia.
mapa morte bin laden 4/5 8h NOVA (Foto: Arte G1)

Montagens divertidas com Barack Obama são sucesso na web

Na montagem, Barack Obama aparece como um personagem mágico em um unicórnio
Na imagem, Obama aparece usando um controle de videogame Joystick  Foto: Buzzfeed/Reprodução
Na imagem, Obama aparece usando um controle de videogame Joystick
Na montagem, todas as pessoas estão com a cabeça de Barack Obama - e, por consequência - possuem a mesma inteligência do presidente dos EUA  Foto: Buzzfeed/Reprodução
Na montagem, todas as pessoas estão com a cabeça de Barack Obama - e, por consequência - possuem a mesma inteligência do presidente dos EUA
LOL. We found u - Risos. Nós te encontramos, diz o cartaz da montagem acima  Foto: Buzzfeed/Reprodução
"LOL. We found u" - "Risos. Nós te encontramos", diz o cartaz da montagem acima
A montagem brinca com a morte de Osama Bin Laden e o casamento de Kate Middleton com o Príncipe William. Vocês conseguiram um casamento. Eu consegui um funeral, diz a imagem  Foto: Buzzfeed/Reprodução
A montagem brinca com a morte de Osama Bin Laden e o casamento de Kate Middleton com o Príncipe William. "Vocês conseguiram um casamento. Eu consegui um funeral", diz a imagem
Desculpa por demorar tanto para conseguir uma cópia da minha certidão de nascimento. Eu estava muito ocupado matando Osama, diz a montagem, fazendo alusão à polêmica em que o presidente se envolveu nas últimas semanas  Foto: Buzzfeed/Reprodução
"Desculpa por demorar tanto para conseguir uma cópia da minha certidão de nascimento. Eu estava muito ocupado matando Osama", diz a montagem, fazendo alusão à polêmica em que o presidente se envolveu nas últimas semanas
99 problemas. Osama não é um deles, diz a montagem da web  Foto: Buzzfeed/Reprodução
"99 problemas. Osama não é um deles", diz a montagem da web
Encantá-los durante o dia, procurar vingança durante a noite, diz a montagem, para completar com Obama é o Batman  Foto: Buzzfeed/Reprodução
"Encantá-los durante o dia, procurar vingança durante a noite", diz a montagem, para completar com "Obama é o Batman"
Na montagem, Barack Obama aparece em frente a uma imagem do ex-presidente Bush com um cartaz Missão Cumprida ao fundo  Foto: Buzzfeed/Reprodução
Na montagem, Barack Obama aparece em frente a uma imagem do ex-presidente Bush com um cartaz "Missão Cumprida" ao fundo
Não é comum que confundam o meu nome. Mas quando isso acontece, eu mato o cara com quem eu sou confundido, diz o meme acima  Foto: Buzzfeed/Reprodução
"Não é comum que confundam o meu nome. Mas quando isso acontece, eu mato o cara com quem eu sou confundido", diz o meme acima

terça-feira, 3 de maio de 2011

EUA divulgam novas imagens da casa de Bin Laden; veja

DA BBC BRASIL

O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, negou que as autoridades do seu país soubessem do paradeiro de Osama Bin Laden, afirmando que o país "nunca foi nem nunca será o foco de fanatismo que é muitas vezes descrita pela mídia".
A afirmação foi feita em um artigo assinado por ele e publicado nesta terça-feira pelo diário americano The Washington Post. Autoridades americanas sabiam que o casarão ocupado pelo extremista ficava isolado e protegido por muros altos de todos os lados. A preocupação com a segurança fica clara pela existência de dois portões, além de uma área para queima de lixo. O andar de cima tinha janelas de vidro escuro e ainda uma outra mureta de proteção. Zardari também negou que a morte do líder da Al-Qaeda, em uma mansão próxima a uma academia militar paquistanesa, seja um sinal da incapacidade de seu país combater o terrorismo. No artigo, ele afirmou que seu país é "talvez a maior vítima mundial do terrorismo". Bin Laden foi morto por uma operação de forças americanas na cidade paquistanesa de Abbottabad. O Paquistão não participou da ação.
Academia militar
Ao comentar a ação, na segunda-feira, o principal assessor da Casa Branca para assuntos de segurança nacional de contraterrorismo, John Brennan, afirmou que era "inconcebível que Bin Laden não tivesse um sistema de apoio no país que permitisse a ele ficar lá por um longo tempo". A mansão em Abbottabad na qual Bin Laden foi morto fica a apenas algumas centenas de metros da Academia Militar do Paquistão, o principal centro de formação de oficiais do país. "Essas especulações infundadas (de que autoridades sabiam do paradeiro de Bin Laden) podem produzir notícias emocionantes, mas não refletem a realidade", disse ele. "O Paquistão teve tanta razão para desprezar a Al-Qaeda como qualquer outra nação. A guerra contra o terrorismo é tanto a guerra do Paquistão como é da América." Ele disse que o Paquistão, que tem sofrido repetidos ataques terroristas contra civis e contra seus serviços de segurança, "tinha pago um preço enorme por sua luta contra o terrorismo". "Mais de nossos soldados morreram do que todas as vítimas da Otan juntas. Dois mil policiais, quase 30 mil civis inocentes e uma geração de progresso social para o nosso povo foi perdida."
Zardari acrescentou que o Paquistão não seria intimidado pelas ameaças da Al-Qaeda.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Obama visita área devastada por tornados; mais de 290 morreram

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visita nesta sexta-feira com sua família partes do Estado de Alabama devastadas por uma série de tornados e tempestades violentas. O mau tempo varreu o sul dos EUA e deixou ao menos 297 mortos, enquanto sobreviventes tentam recuperar o que sobrou de seus bens.
Os tornados desta temporada foram os mais mortais desde abril de 1974, quando 315 morreram em uma tempestade que varreu 13 Estados no sul e meio-oeste dos EUA.
Desta vez, as tempestades atingiram principalmente o Alabama. Mais de dois terços das vítimas viviam no Estado e várias cidades ficaram destruídas com as forças dos ventos.
Obama deve visitar uma destas cidades Tuscaloosa, e se encontrar com o governador Robert Bentley e com as famílias afetadas. A cidade de Tuscaloosa foi transformada em um verdadeiro cenário de guerra, com ruas inteiras destruídas e várias zonas irreconhecíveis.

Larry Downing /Reuters
Presidente Barack Obama, sua mulher, Michelle, e as filhas Malia e Shasha, caminham para avião para viajar ao Alabama
Presidente Barack Obama, sua mulher, Michelle, e as filhas Malia e Shasha, caminham para avião para viajar ao Alabama

Na noite desta quinta-feira, Obama assinou um documento para envio de ajuda emergencial ao Estado.
A visita do presidente parece ainda um esforço para evitar o erro do antecessor George W. Bush, criticado por demorar a reagir depois que o furacão Katrina devastou Nova Orleans.
As autoridades estimam que o número total de óbitos será conhecido apenas em vários dias. Os Estados do Alabama, Arkansas, Kentucky, Mississippi, Missouri, Tennessee e Oklahoma declararam o estado de emergência, e seus governadores pediram a ajuda da Guarda Nacional para as operações de resgate e limpeza. A Casa Branca afirmou que Obama conversou nesta quinta-feira com a secretária de Segurança Interna, Janet Napolitano, e com o administrador da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), Craig Fugate, para discutir o desastre.
O Serviço Meteorológico Nacional (NWS) indicou que mais de 300 tornados já haviam sido registrados desde sexta-feira passada, sendo mais de 130 na quarta.
O Alabama foi varrido por duas linhas de tempestades e um tornado que transformou em ruínas a cidade de Tuscaloosa, onde fica a Universidade do Alabama.
O prefeito de Tuscaloosa, Walter Maddox, disse à rede CNN que o tornado havia "obliterado quarteirões e mais quarteirões" da cidade. "Nossa infraestrutura foi absolutamente devastada", acrescentou.
"Quando vejo este rastro de destruição, de cerca de cinco a sete milhas (8 a 11 km) de comprimento por meia ou uma milha de largura, não sei como alguém conseguiu sobreviver. Há partes da cidade que não reconheço. É um momento trágico para nossa cidade", lamentou Maddox.
Um tornado também causou muitos prejuízos na cidade de Birmingham, mas as autoridades ainda não sabem dimensionar o estrago. "Este foi um evento muito sério e fatal, que atingiu nosso estado e ainda não terminou", alertou Brantley. Assustados, os moradores de Birmingham tentavam calcular os danos na manhã desta quinta-feira. Enquanto alguns agradeciam por ainda estarem vivos, outros choravam a perda de amigos e familiares. "Havia vigas de madeira caindo do céu", descreve o gerente de loja Jack Welch. 'Pelo menos 30 casas foram destruídas' perto de seu estabelecimento. Algumas das casas varridas pelos fortes ventos tiveram os destroços localizados a até 80 quilômetros de distância. Dezenas de cidades estão sem energia elétrica. O NWS lançou um raro alerta de "alto risco" para novos tornados, tempestades de granizo e enchentes para partes do Alabama, Geórgia e Mississippi.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Contra boatos, Casa Branca divulga certidão de nascimento de Obama

Versão mais completa do documento 'confirma' que ele é norte-americano.Oposição havia retomado boataria sobre local de nascimento do presidente.

Da AP

A Casa Branca divulgou nesta quarta-feira (27) uma versão completa da certidão de nascimento do presidente dos EUA, Barack OBama, em mais uma tentativa de aplacar os boatos de que ele não teria nascido no país.Recorrente desde a campanha eleitoral, a versão voltou à tona nos últimos dias nos círculos republicanos.Uma versão curta deste documento já havia sido postada na internet pela equipe de Obama durante a campanha.'Teóricos da conspiração' diziam que Obama, na verdade, teria nascido no Quênia. Se isso fosse verdade, pela Constituição dos EUA, ele não poderia ser presidente.
O novo documento confirma que Obama nasceu no estado americano do Havaí, em 4 de agosto de 1961.
Mas ele agrega novas informações, como a de que ele nasceu na maternidade e hospital ginecológico Kapiolani.
A certidão de nascimento do presidente dos EUA, Barack Obama, divulgada nesta quarta-feira (27) pela Casa Branca (Foto: AP)
A certidão de nascimento do presidente dos EUA, Barack Obama, divulgada nesta quarta-feira (27) pela Casa Branca (Foto: AP)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dirigente republicana compara Obama a macacos

Uma dirigente republicana do condado de Orange, no sul da Califórnia, Marilyn Davenport enviou um e-mail a seus colegas de partido com uma montagem na qual o presidente norte-americano, Barack Obama, aparece como um pequeno macaco, filho de uma família de chimpanzés.

Na parte inferior da foto, há ainda a seguinte afirmação: "Agora você sabe por que não há certidão de nascimento". A frase é uma referência a uma polêmica criada em torno do local de nascimento de Obama. Recentemente, ele tem sido pressionado a tornar pública sua certidão de nascimento, já que o Tea Party tem alimentado o boato de que o presidente não nasceu no Havaí, mas sim em um país estrangeiro. Se a versão do movimento conservador fosse comprovada, ele seria obrigado a deixar o cargo. A Constituição dos Estados Unidos não permite que estrangeiros se candidatem à presidência.

Opera Mundi-UOL

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