Folha de S.Paulo
As empresas que oferecem serviço de banda larga deverão colocar em seu site até o final deste mês um programa que permitirá ao consumidor medir a velocidade da internet.
Além disso será preciso entregar ao consumidor pelo menos 20% da velocidade contratada. A decisão que obrigou as teles a fazerem a medição é da Anatel (agência de telecomunicações).
Hoje, as teles entregam, no mínimo, 10% da velocidade de internet contratada. Agora, entregarão pelo menos 20% em cada acesso à internet e, na média mensal dos acessos, não poderão oferecer menos que 60%. Em 2013, a exigência sobe: 30% por acesso e 70% na média. Em 2014, 40% e 80%.
A empresa escolhida para fazer a medição foi a PwC, que terá de colocar no site da operadora um programa que fará a medição. Bastará fornecer os dados e o sistema informará a velocidade.
As empresas que não respeitarem a norma deverão pagar multa. As operadoras e Sinditelbrasil, que representa as teles, não quiseram comentar o assunto até a conclusão desta edição.
Divulgação pela ótica de interesse de vídeos e notícias do mundo! **MELHOR VIZUALIZADO COM O GOOGLE CHROME e FIREFOX *ESTE BLOG PODE TER CONTEÚDO IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS*
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sábado, 24 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Planos baratos e pré-pagos visam popularizar internet móvel; veja quanto custa o acesso
Guilherme Tagiaroli
Do UOL, em São
Ofertas de internet móvel variam entre R$ 0,33/dia (em contrato mensal) a R$ 0,50/dia
As principais operadoras de telefonia móvel apostam no aumento de internet banda larga móvel neste ano. A maior prova disso são as ofertas que variam de R$ 0,33/dia a R$ 0,50/dia. Com este valor, qualquer usuário pode ter acesso móvel à web com seu celular pré-pago, que suporte internet 2G ou 3G. Veja aqui quanto custa acessar a internet no telefone com plano pré.O interesse dessa popularização, claro, não é unilateral. Da mesma forma que as companhias baixam os preços, os usuários de diversas classes sociais têm cada vez mais interesse em realizar no telefone as atividades típicas do computador. “Há um crescente interesse da nova classe C em usar o celular para enviar mensagens, o que não é nenhuma novidade, e também acessar redes sociais”, argumentou Albino Serra, diretor da regional São Paulo da Claro.De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), no Brasil há 47,2 milhões de acessos móveis à internet. A projeção para crescimento do serviço de internet móvel no Brasil, segundo um estudo conduzido pela consultoria Teleco, é que até o fim de 2012 haja 73 milhões de acessos – um acréscimo de 25 milhões.
Para atingir este público que quer cada vez mais estar conectado, as companhias de telefonia móvel, além do preço, adotam ações agressivas. “O segredo é a capilaridade somada a uma oferta matadora. Nossos pontos de venda vão da funerária ao hospital”, brinca Juliana Teixeira, gerente de canais de massa da Tim.
Operadora Plano pré de internet móvel Velocidade máxima Cobertura em número de cidades* Participação do mercado**
Vivo R$ 0,33/dia no plano mensal 1 Mbps 2.516 29,85%
Tim R$ 0,50/dia (cliente só paga se usar) 500 Kbps 488 26,62%
Claro R$ 0,39/dia no plano mensal 1 Mbps 657 24,66%
Oi R$ 0,33/dia no plano mensal 1 Mbps 250 18,56%
No ano passado, a Tim foi uma das empresas que mais aumentou a participação no mercado de telefonia móvel. A companhia, segundo dados da Anatel, passou a Claro, ocupando o posto de segunda operadora com maior participação de mercado atrás da Vivo. No entanto, em função do alto crescimento, a companhia teve problemas com a justiça em alguns Estados do Nordeste por não oferecer serviços apropriados, gerando um congestionamento de rede.
Voz puxa dados
A principal estratégia utilizada pelas operadoras é o que elas chamam de efeito comunidade, que acaba angariando clientes por meio de planos de voz. “Isso consiste no fato de as empresas oferecerem ligações ou mensagens a tarifas muito baratas entre usuários da mesma operadora. Quanto maior o número de pessoas utilizando o chip de uma operadora, maior o apelo”, explica Eduardo Tude, da consultoria em telecomunicações Teleco.
Já a Vivo, líder de mercado de telefonia móvel, por mais que tenha planos pré, continua com os olhos no mercado pós. “Nosso foco é plano pós-pago, que é nossa principal fonte de faturamento. Há muito a ser explorado ainda nesta área de pós. Esses clientes não gostam das limitações das linhas pré”, disse Marcio Fabris, diretor de marketing da Vivo.
Barateamento de smartphones
Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, afirma que o número de usuários de internet móvel que quase dobrou em 2011. “A tendência, este ano, é aumentar ainda mais. As pessoas preferem ter um celular conectado à internet, para acessar de qualquer lugar”, disse em entrevista ao programa "Bom Dia, Ministro", em fevereiro.Segundo Tude, da consultoria Teleco, a redução no preço de smartphones contribuiu para a difusão da internet móvel no país. Porém, modelos intermediários continuam caros ao público: muitos chegam a custar até quatro vezes mais que celulares básicos. Atualmente, modelos de entrada com conexão 2G que permitem acesso a redes sociais e e-mail custam cerca de R$ 300. Já smartphones que acessam redes 3G têm custo inicial de R$ 400.
“Barba, cabelo e bigode”
A próxima onda das operadoras de telefonia móvel é a oferta de serviços completos na área de comunicação. A ideia é oferecer telefonia (móvel e fixa), internet (móvel e fixa) e TV por assinatura. Pelo menos três das grandes operadoras já têm pacotes do tipo.
A Vivo, comprada pela Telefônica, já oferece serviço de internet por fibra óptica em algumas regiões, junto com serviços de TV a cabo e telefonia. Todos os serviços de telecomunicações da Telefônica migrarão para o nome Vivo.. A Claro tem o Claro Combo, que une as ofertas de internet fixa e TV da Net, telefonia fixa da Embratel e internet móvel da Claro.Já a Oi, com o pacote internet total lançado no ano passado, disponibiliza ao usuário banda larga fixa, móvel e rede Wi-Fi. A companhia deve, em breve, integrar ao combo o serviço de assinatura Oi TV.A única operadora que ainda não tem um serviço disponível que integra os serviços de telecomunicações é a Tim. No entanto, a companhia já anunciou internet fixa por fibra óptica em algumas regiões e, em breve, deve oferecer TV por assinatura com a Sky.
* Cobertura segundo estudo da Huawei de março/12 em parceria com a consultoria Teleco.
** Dados da Anatel referentes a fevereiro/12.
Do UOL, em São
Ofertas de internet móvel variam entre R$ 0,33/dia (em contrato mensal) a R$ 0,50/dia
As principais operadoras de telefonia móvel apostam no aumento de internet banda larga móvel neste ano. A maior prova disso são as ofertas que variam de R$ 0,33/dia a R$ 0,50/dia. Com este valor, qualquer usuário pode ter acesso móvel à web com seu celular pré-pago, que suporte internet 2G ou 3G. Veja aqui quanto custa acessar a internet no telefone com plano pré.O interesse dessa popularização, claro, não é unilateral. Da mesma forma que as companhias baixam os preços, os usuários de diversas classes sociais têm cada vez mais interesse em realizar no telefone as atividades típicas do computador. “Há um crescente interesse da nova classe C em usar o celular para enviar mensagens, o que não é nenhuma novidade, e também acessar redes sociais”, argumentou Albino Serra, diretor da regional São Paulo da Claro.De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), no Brasil há 47,2 milhões de acessos móveis à internet. A projeção para crescimento do serviço de internet móvel no Brasil, segundo um estudo conduzido pela consultoria Teleco, é que até o fim de 2012 haja 73 milhões de acessos – um acréscimo de 25 milhões.
Para atingir este público que quer cada vez mais estar conectado, as companhias de telefonia móvel, além do preço, adotam ações agressivas. “O segredo é a capilaridade somada a uma oferta matadora. Nossos pontos de venda vão da funerária ao hospital”, brinca Juliana Teixeira, gerente de canais de massa da Tim.
Operadora Plano pré de internet móvel Velocidade máxima Cobertura em número de cidades* Participação do mercado**
Vivo R$ 0,33/dia no plano mensal 1 Mbps 2.516 29,85%
Tim R$ 0,50/dia (cliente só paga se usar) 500 Kbps 488 26,62%
Claro R$ 0,39/dia no plano mensal 1 Mbps 657 24,66%
Oi R$ 0,33/dia no plano mensal 1 Mbps 250 18,56%
No ano passado, a Tim foi uma das empresas que mais aumentou a participação no mercado de telefonia móvel. A companhia, segundo dados da Anatel, passou a Claro, ocupando o posto de segunda operadora com maior participação de mercado atrás da Vivo. No entanto, em função do alto crescimento, a companhia teve problemas com a justiça em alguns Estados do Nordeste por não oferecer serviços apropriados, gerando um congestionamento de rede.
Voz puxa dados
A principal estratégia utilizada pelas operadoras é o que elas chamam de efeito comunidade, que acaba angariando clientes por meio de planos de voz. “Isso consiste no fato de as empresas oferecerem ligações ou mensagens a tarifas muito baratas entre usuários da mesma operadora. Quanto maior o número de pessoas utilizando o chip de uma operadora, maior o apelo”, explica Eduardo Tude, da consultoria em telecomunicações Teleco.
Smartphone Galaxy Beam tem projetor embutido que exibe imagens em até 50 polegadas
Esse processo fez com que o mercado cada vez mais se tornasse multichip, não só pela oferta de voz, mas também pela facilidade no acesso à internet móvel. É normal que usuários tenham cartões SIM conforme a conveniência de promoções ou em função do efeito comunidade.“O consumidor pré-pago hoje em dia tem no mínimo dois chips. Ele procura utilizar as promoções das operadoras da melhor forma possível”, analisa Bernardo Winik, diretor de vendas de varejo da Oi. De acordo com ele, é normal que um usuário tenha, por exemplo, um chip só para acessar a web e um outro só para fazer ligações para familiares.
Barateamento de smartphones
Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, afirma que o número de usuários de internet móvel que quase dobrou em 2011. “A tendência, este ano, é aumentar ainda mais. As pessoas preferem ter um celular conectado à internet, para acessar de qualquer lugar”, disse em entrevista ao programa "Bom Dia, Ministro", em fevereiro.Segundo Tude, da consultoria Teleco, a redução no preço de smartphones contribuiu para a difusão da internet móvel no país. Porém, modelos intermediários continuam caros ao público: muitos chegam a custar até quatro vezes mais que celulares básicos. Atualmente, modelos de entrada com conexão 2G que permitem acesso a redes sociais e e-mail custam cerca de R$ 300. Já smartphones que acessam redes 3G têm custo inicial de R$ 400.
“Barba, cabelo e bigode”
A próxima onda das operadoras de telefonia móvel é a oferta de serviços completos na área de comunicação. A ideia é oferecer telefonia (móvel e fixa), internet (móvel e fixa) e TV por assinatura. Pelo menos três das grandes operadoras já têm pacotes do tipo.
A Vivo, comprada pela Telefônica, já oferece serviço de internet por fibra óptica em algumas regiões, junto com serviços de TV a cabo e telefonia. Todos os serviços de telecomunicações da Telefônica migrarão para o nome Vivo.. A Claro tem o Claro Combo, que une as ofertas de internet fixa e TV da Net, telefonia fixa da Embratel e internet móvel da Claro.Já a Oi, com o pacote internet total lançado no ano passado, disponibiliza ao usuário banda larga fixa, móvel e rede Wi-Fi. A companhia deve, em breve, integrar ao combo o serviço de assinatura Oi TV.A única operadora que ainda não tem um serviço disponível que integra os serviços de telecomunicações é a Tim. No entanto, a companhia já anunciou internet fixa por fibra óptica em algumas regiões e, em breve, deve oferecer TV por assinatura com a Sky.
* Cobertura segundo estudo da Huawei de março/12 em parceria com a consultoria Teleco.
** Dados da Anatel referentes a fevereiro/12.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Site permite que jovens ofereçam sexo em troca do financiamento para a faculdade
TechTudo
Estudantes que desejam ter sua faculdade financiada estão encontrando sucesso em um site chamado Seeking Arrangement (ou Dando um Jeitinho, em português). O site consiste em criar uma "relação de troca" entre seus usuários.
No site, jovens oferecem sexo em troca do financiamento da faculdade (Foto: Divulgação)Homens e mulheres que acessam o Seeking Arrangement procuram uma "relação mutuamente benéfica", isto é, ganhar dinheiro em troca de sexo. Muitos estudantes que não tem mais o apoio dos pais estão procurando o site para encontrar homens e mulheres mais velhos, que estejam dispostos a financiar a faculdade e seus gastos, em troca de relações sexuais.Em entrevista, uma aluna de 22 anos que não quis ser identificada, membro do site, disse que pede de 10 a 20 mil dólares por mês. "Já deram carros, viagens, joias. Esses caras me levam para sair e me apoiam financeiramente. Meus sonhos se tornaram realidade depois que meus pais deixaram de me apoiar quando eu tinha 18 anos. Eles têm dinheiro e querem me ajudar", disse.O site começou em 2006 e seu fundador Brandon Lee insiste que não é um tipo de prostituição. “Nós não permitimos acompanhantes ou prostitutas para usar o site. Não é disso que se trata. Devido à forma como nossa sociedade funciona, é estranho alguém perguntar para outra pessoa se ela gostaria de se envolver em um relacionamento de troca. É aí que entra o SeekingArrangement.com”, diz o fundador.
Ele também afirma que os termos da relação são estabelecidos pelos dois adultos em um acordo e as trocas são monitoradas de perto pelos administradores do site.
Ele também afirma que os termos da relação são estabelecidos pelos dois adultos em um acordo e as trocas são monitoradas de perto pelos administradores do site.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Varrendo a web-Globo terá de fazer lista de sites para que Google remova links
Para que o Google remova dos resultados de pesquisa os links que levam a sites de streaming não-oficiais da Globo, a emissora terá de listar todos os endereços que, segundo ela, infringem seus direitos autorais. A determinação foi colocada por um despacho publicado no dia 5 na edição paulista do Diário da Justiça Eletrônico.
O despacho reconsidera uma parte da liminar de 23 de fevereiro, que obrigava o gigante das buscas a remover dos resultados de pesquisa por "ver TV online", entre outros termos, os links que levavam a sites de retransmissão não autorizada da Globo. "De fato, o cumprimento integral da medida deferida liminarmente poderá ser impossível à ré, por inexatidão ou imprecisão das variações das extensões de uma URL", justifica o texto. Na sequência pede que a Globo apresente as URLs que infringem seus direitos autorais.Segundo a decisão da justiça paulista, a emissora tem cinco dias para entregar a lista ao Google. O prazo começa a valer a partir desta quarta-feira, dia 7, de acordo a assessoria de imprensa do TJ-SP, pois a publicação eletrônica é considerada como do dia seguinte (no caso, 6 de março), e sua vigência exclui a data da intimação da decisão (também 6 de março).
O Google afirmou que "não comenta casos em andamento". Procurada, a Globo não retornou o contato do Terra.
O despacho reconsidera uma parte da liminar de 23 de fevereiro, que obrigava o gigante das buscas a remover dos resultados de pesquisa por "ver TV online", entre outros termos, os links que levavam a sites de retransmissão não autorizada da Globo. "De fato, o cumprimento integral da medida deferida liminarmente poderá ser impossível à ré, por inexatidão ou imprecisão das variações das extensões de uma URL", justifica o texto. Na sequência pede que a Globo apresente as URLs que infringem seus direitos autorais.Segundo a decisão da justiça paulista, a emissora tem cinco dias para entregar a lista ao Google. O prazo começa a valer a partir desta quarta-feira, dia 7, de acordo a assessoria de imprensa do TJ-SP, pois a publicação eletrônica é considerada como do dia seguinte (no caso, 6 de março), e sua vigência exclui a data da intimação da decisão (também 6 de março).
O Google afirmou que "não comenta casos em andamento". Procurada, a Globo não retornou o contato do Terra.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
1 milhão de e-mails e senhas do site YouPorn são expostas na web
Thássius Veloso
Do Tecnoblog
A falta de cuidado em criar um diretório temporário expôs na rede um milhão de nomes de usuários e as respectivas senhas do site de conteúdo adulto YouPorn. O episódio foi causado por um internauta, não identificado, que obteve acesso ao documento com o registro dos usuários.
O YouPorn mantinha a pasta "/tmp" aberta desde 2007. A sigla de três letras normalmente designa arquivos temporários que deveriam ser apagados depois de algum tempo, mas não foi o que aconteceu.Com isso, os dados com as informações de e-mail, nome de usuário e senha foram descobertos e imediatamente publicados em vários repositórios de código-fonte, em especial o famoso PasteBin, um dos mais usados neste ramo. Há relatos de que pelo menos sete mil usuários e senhas foram divulgados, embora o log original do YouPorn possua 1 milhão de pessoas.O arquivo que circula na rede contém inclusive e-mails com ".br" no final, portanto, são provenientes de brasileiros (ou moradores do país). A recomendação é que os usuários escolham combinações novas e mais seguras.
Essa não é a primeira vez que os dados de usuários são comprometidos. A rede virtual PSN da Sony passou por um problema parecido no ano passado. Resultado: a rede foi desativada enquanto os engenheiros da gigante nipônica revistavam toda a segurança da PSN.
Do Tecnoblog
A falta de cuidado em criar um diretório temporário expôs na rede um milhão de nomes de usuários e as respectivas senhas do site de conteúdo adulto YouPorn. O episódio foi causado por um internauta, não identificado, que obteve acesso ao documento com o registro dos usuários.
O YouPorn mantinha a pasta "/tmp" aberta desde 2007. A sigla de três letras normalmente designa arquivos temporários que deveriam ser apagados depois de algum tempo, mas não foi o que aconteceu.Com isso, os dados com as informações de e-mail, nome de usuário e senha foram descobertos e imediatamente publicados em vários repositórios de código-fonte, em especial o famoso PasteBin, um dos mais usados neste ramo. Há relatos de que pelo menos sete mil usuários e senhas foram divulgados, embora o log original do YouPorn possua 1 milhão de pessoas.O arquivo que circula na rede contém inclusive e-mails com ".br" no final, portanto, são provenientes de brasileiros (ou moradores do país). A recomendação é que os usuários escolham combinações novas e mais seguras.
Essa não é a primeira vez que os dados de usuários são comprometidos. A rede virtual PSN da Sony passou por um problema parecido no ano passado. Resultado: a rede foi desativada enquanto os engenheiros da gigante nipônica revistavam toda a segurança da PSN.
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Empresas de internet irão adotar botão 'não rastrear' em navegadores
Segundo 'Wall Street Journal', Google deve adotar opção até o fim do ano.
Acordo quer permitir que usuários tenham mais controle sobre seus dados.
Do G1, em São Paulo
Uma coalizão de gigantes da internet como o Google se comprometeu a apoiar a incorporação do botão “não rastrear” (“do not track”, em inglês) na maioria dos navegadores, segundo o jornal “Wall Street Journal”.A decisão foi anunciada como parte de um pedido da Casa Branca para que o Congresso aprovasse um "projeto de lei de privacidade de direitos", que irá dar às pessoas um maior controle sobre seus dados pessoais.As empresas concordaram em parar de usar os dados sobre os hábitos das pessoas na internet para personalizar anúncios. As companhias também concordaram em não utilizar as informações para fins de emprego, crédito e seguro.Porém, os dados ainda poderão ser usados para determinados fins, como "pesquisa de mercado" e "desenvolvimento de produto". Eles também poderão ser obtidos por agentes policiais, conforme reportagem do “Wall Street Journal”. Segundo o jornal, o botão “não rastrear” também não irá bloquear empresas como o Facebook de rastrear seus usuários por meio do botão “curtir”, por exemplo.O botão “não rastrear” foi muito debatido nos Estados Unidos desde que a Comissão de Comércio Federal pediu sua adoção há dois anos, segundo o “Wall Street Journal”. O Firefox, navegador da Mozilla, foi o primeiro a adotá-lo no início de 2011. Conforme o jornal, o Internet Explorer, da Microsoft, começou a usar o botão logo depois, e a Apple incluiu a opção na última versão do sistema operacional Mountain Lion.De acordo com o anúncio de quinta-feira (23), as empresas começarão a adotar completamente o botão no prazo de nove meses. A coalizão é formada por mais de 400 empresas, de acordo com o jornal. O Google deve começar a usar o botão "não rastrear" no navegador Chrome até o final deste ano.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Pesquisa-Todos os homens com acesso à Internet consomem conteúdo pornográfico
O site britânico The Telegraph publicou um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Montreal, Canadá, que comprova algo que as mulheres já desconfiavam: não existe nenhum homem com acesso à internet que não tenha consumido pornografia, em algum momento de sua vida, mesmo que fosse por pouco tempo.
Pesquisa do site britânico The Telegraph diz que todos os homem consomem pornografia (Foto: Reprodução)O estudo foi liderado pelo professor Simon Louis Lajuenesse, e seus resultados revelam informações importantes sobre o comportamento dos homens em relação à sua sexualidade. O estudo conclui que, em média, os homens começam a ter contato com conteúdos adultos a partir dos 10 anos de idade e que 90% da pornografia consumida no mundo está na Internet, enquanto que os 10% restantes estão em lojas de vídeo, ou videolocadoras (as que sobreviveram).
Homens solteiros consomem algum conteúdo pornográfico três vezes por semana, durante aproximadamente 40 minutos. Já aqueles homens que estão em algum tipo de relacionamento (namoro, noivado, casamento e outros) são mais moderados: são 20 minutos de conteúdo adulto, a cada 1,7 vezes por semana.
Inicialmente, o estudo da equipe do professor Lajuenesse tinha como objetivo comparar a percepção dos homens que consumiam conteúdos pornográficos regularmente, com aqueles que não procuravam por esse material. Porém, ele constatou que, nos dias de hoje, não existe um homem dito normal (no estudo, grupos específicos foram excluídos, como celibatários por exemplo) que não tenha entrado em contato com qualquer tipo de conteúdo adulto.Porém, esse detalhe não tornou o estudo inválido. A equipe resolveu entrevistar 20 estudantes da Universidade que viam conteúdos adultos regularmente, obtendo resultados mais objetivos sobre seu comportamento do que no propósito inicial da pesquisa.
Lajuenesse ressalta que o consumo de pornografia não muda a percepção dos homens sobre as mulheres, e que as pessoas só consomem o conteúdo que correspondem às suas próprias percepções da sexualidade. “O importante é que todas as formas de sexualidade sejam as mais harmoniosas e satisfatórias possível”, completa o professor.
Homens solteiros consomem algum conteúdo pornográfico três vezes por semana, durante aproximadamente 40 minutos. Já aqueles homens que estão em algum tipo de relacionamento (namoro, noivado, casamento e outros) são mais moderados: são 20 minutos de conteúdo adulto, a cada 1,7 vezes por semana.
Inicialmente, o estudo da equipe do professor Lajuenesse tinha como objetivo comparar a percepção dos homens que consumiam conteúdos pornográficos regularmente, com aqueles que não procuravam por esse material. Porém, ele constatou que, nos dias de hoje, não existe um homem dito normal (no estudo, grupos específicos foram excluídos, como celibatários por exemplo) que não tenha entrado em contato com qualquer tipo de conteúdo adulto.Porém, esse detalhe não tornou o estudo inválido. A equipe resolveu entrevistar 20 estudantes da Universidade que viam conteúdos adultos regularmente, obtendo resultados mais objetivos sobre seu comportamento do que no propósito inicial da pesquisa.
Lajuenesse ressalta que o consumo de pornografia não muda a percepção dos homens sobre as mulheres, e que as pessoas só consomem o conteúdo que correspondem às suas próprias percepções da sexualidade. “O importante é que todas as formas de sexualidade sejam as mais harmoniosas e satisfatórias possível”, completa o professor.
Via The Telegraph
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
CENSURA NA WEB-Pirate Bay é multada e fundadores são condenados à prisão-YOUTUBE pode ser fechado,diz RapidShare
O Supremo Tribunal da Suécia não quis ouvir os recursos dos fundadores do Pirate Bay e sentenciou os membros a cumprir penas de prisão que variam de quatro meses a um ano, além de aplicar uma multa de cerca de 5,1 milhões de euros.
O Tribunal de Recursos há um ano tinha condenado Fredrik Neij, Peter Sunde e Carl Lundström a respectivamente 10, oito e quatro meses de prisão, indicando ainda que os responsáveis da plataforma online deveriam pagar uma multa de 6,7 milhões de dólares (cerca de 5,1 milhões de euros).
Contudo, uma vez que os responsáveis já não residem no país, dificilmente cumprirão tempo na prisão.
O Supremo Tribunal da Suécia trata casos que são considerados importantes para a direcção da aplicação da lei sueca ou quando em casos de circunstâncias especiais.O órgão de justiça, após analisar o material do caso da Pirate Bay, concluiu que «nem sequer existe razão» para julgar um caso com estes contornos, segundo apontou o tribunal.Quem aplaudiu a decisão foi o Antipiratbyrån (Escritório Anti-Pirataria, em tradução livre) que, com a sentença confirmada, vai dar início ao combate contra outros 150 serviços de partilha online ilegal de ficheiros, segundo o IDGnow.
«O caso é fundamentalmente importante e é lamentável que o supremo Tribunal tenha escolhido não ouvi-lo», comentou por seu lado Anna Troberg, líder do Partido Pirata da Suécia.
Grupo procura salvar dados do servidor do Megaupload
Apenas arquivos pessoais de usuários seriam recuperados.
Contudo, uma vez que os responsáveis já não residem no país, dificilmente cumprirão tempo na prisão.
O Supremo Tribunal da Suécia trata casos que são considerados importantes para a direcção da aplicação da lei sueca ou quando em casos de circunstâncias especiais.O órgão de justiça, após analisar o material do caso da Pirate Bay, concluiu que «nem sequer existe razão» para julgar um caso com estes contornos, segundo apontou o tribunal.Quem aplaudiu a decisão foi o Antipiratbyrån (Escritório Anti-Pirataria, em tradução livre) que, com a sentença confirmada, vai dar início ao combate contra outros 150 serviços de partilha online ilegal de ficheiros, segundo o IDGnow.
«O caso é fundamentalmente importante e é lamentável que o supremo Tribunal tenha escolhido não ouvi-lo», comentou por seu lado Anna Troberg, líder do Partido Pirata da Suécia.
Grupo procura salvar dados do servidor do Megaupload
Apenas arquivos pessoais de usuários seriam recuperados.
Dados protegidos por direitos autorais podem ser apagados.
Da Reuters
A Electronic Frontier Foundation (EFF) pediu a promotores federais e a advogados do serviço de compartilhamento de dados Megaupload.com, nesta quinta-feira (2), que permitam a usuários que fizeram upload de arquivos ao site recuperá-los, com a condição de que os materiais não sejam protegidos por direitos autorais.O grupo, que atua em favor de privacidade na internet e direitos digitais, enviou uma carta em nome de um usuário pedindo "que todos os envolvidos trabalhem em conjunto para garantir a usuários inocentes o retorno de sua propriedade legal"."Nós temos esperanças de que nosso cliente e de que terceiros poderão ter acesso a seu material sem ter que recorrer à ação legal, mas se esse não for o caso, daremos os passos necessários para garantir o retorno de seus dados", disse Cindy Cohn, diretora legal e conselheira-geral da EFF.
Uma cópia da carta foi enviada ao juiz responsável pelo caso, juiz Liam O'Grady, do estado de Virginia, nos Estados Unidos.Um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, foi tirado do ar no dia 19 de janeiro. O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. Eles foram presos na Nova Zelândia.A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.
Propostas aprovadas por estúdios são repudiadas por empresas de internet.
Elas ainda tramitam no Congresso americano.
Do G1, em São Paulo
Dois projetos de lei, o Stop Online Piracy Act (pare com a pirataria on-line, em tradução livre), conhecido como Sopa, e "Protect IP Act" (ato para proteção da propriedade intelectual), chamado de Pipa, que estão no Congresso dos Estados Unidos, provocaram manifestações ou interrupções de serviços de sites importantes como Google, Wikipedia e Craigslist, de classificados, na quarta-feira (18).
Ambos os projetos de lei visam combater a pirataria na internet. O Congresso norte-americano anunciou o adiamento da votação do projeto do Pipa e deixou "em espera" o Sopa, segundo comunicados divulgados na sexta-feira (20).Após protestos, Congresso dos EUA adia discussão de leis antipirataria Wikipédia em inglês fica fora do ar contra lei antipirataria nos EUA Google não sai do ar, mas publica manifesto contra lei de internet Projeto de lei sobre pirataria on-line vai ser alterado nos EUA Site com gatinhos engraçados ficará fora do ar em protesto contra lei No Sopa, a proposta é ter penas de até 5 anos de prisão para os condenados por compartilhar conteúdo pirata por 10 ou mais vezes ao longo de 6 meses. Os sites como Google e Facebook, por exemplo, também poderiam ser punidos pela acusação de "permitir ou facilitar" a pirataria. A pena seria o encerramento dos serviços e banimento de provedores de internet, sistemas de pagamento e anunciantes em nível internacional.Pela lei, qualquer site pode ser fechado apenas por ter conexão com outro site suspeito de pirataria a pedido do governo dos EUA ou dos geradores de conteúdo. Ferramentas de busca como o Google, por exemplo, teriam que remover dos resultados das pesquisas endereços que compartilhem conteúdo pirata, correndo o risco de punição.
Quem é a favor
As propostas têm apoio de emissoras de TV, gravadoras de músicas, estúdios de cinema e editoras de livros, que se sentem lesadas com a livre distribuição de filmes e músicas na web, principalmente em servidores internacionais. Disney, Universal, Paramount, Sonyx e Warner Bros. apoiam esses projetos.
Quem é contra
Já empresas de tecnologia como Google, Facebook, Wikipedia, Craigslist, WordPress, entre outros, são contra os projetos de lei, alegando que, caso aprovados, eles teriam menos liberdade da internet e dão poderes em excesso para quem quiser tirar os endereços do ar, prejudicando o funcionamento da web em todo o mundo.A Casa Branca também se manifestou contra os projetos, afirmando que eles podem atentar contra a liberdade de expressão na internet. Sem o apoio, eles podem sofrer modificações ou até serem diluídos no Congresso e no Senado americanos.
Em mensagem publicada em seu blog no último fim de semana, a Casa Branca afirmou que não pode apoiar "um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global".
Uma cópia da carta foi enviada ao juiz responsável pelo caso, juiz Liam O'Grady, do estado de Virginia, nos Estados Unidos.Um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, foi tirado do ar no dia 19 de janeiro. O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. Eles foram presos na Nova Zelândia.A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.
Rapidshare diz: Se fecharmos, Youtube e Dropbox serão os próximos
Com o fechamento do Megaupload, muitos estão preocupados com o destino de outros sites de compartilhamento de arquivos online. E muitos começam a imaginar quais serão os próximos alvos. Recentemente, o site Fast Company entrevistou o advogado Daniel Raimer, que representa um dos mais populares sites de compartilhamento do mundo, o RapidShare. E, no entendimento de Raimer, se o serviço que ele representa for fechado, outros grandes serviços como o iCloud, SkyDrive, YouTube e Dropbox também merecem o mesmo destino.
Raimer afirma que, apesar de entender que o Megaupload tomou atitudes que o RapidShare não faria (como um programa de recompensas para usuários com grandes volumes de dados), isso não quer dizer que eles podem ser condenados pelo seu formato de negócios, e acredita que o serviço não está na mira do ministério público dos Estados Unidos. O advogado argumenta que as tecnologias dos principais serviços de compartilhamento de conteúdo são semelhantes.Porém, a principal diferença está no modelo de negócios de cada uma delas, e se essas empresas apoiam, direta ou indiretamente, aquilo que é entendido como pirataria. Se uma empresa tem a intenção de ganhar dinheiro atraindo usuários que compartilham conteúdos com direitos autorais, isso pode sim ser considerado crime. Raimer afirma que o RapidShare tem como prioridade manter clientes satisfeitos de longa data, estabelecendo um vínculo maior de confiança com o usuário.O advogado afirmou que a empresa investe em uma boa equipe de suporte, e em novidades na interface do usuário, sendo muito rigorosos nos seus sistemas de combate à pirataria. Rainer entende que o RapidShare possui uma filosofia de negócios semelhante ao Dropbox, iCloud e SkyDrive, e disse que sua empresa está alguns passos à frente dos concorrentes, já que eles foram os primeiros a desenvolver um software de rastreamento pró-ativo de pesquisa de conteúdos ilegais na internet.Outro ponto interessante destacado por Rainer na entrevista: para ele, muitos usuários estão com medo de utilizar serviços como o iCloud e o Dropbox, pelo receio das políticas comerciais desses serviços, e pela possibilidade de infrações, em caso de upload de conteúdos ilegais.Questionado sobre as acusações da RIAA (órgão que cuida dos direitos autorais da indústria fonográfica) e do Congresso Internacional Anti-Pirataria da Caucus, que classificam o RapidShare como “um serviço predominantemente utilizado para o intercâmbio global de filmes ilegais", Rainer respondeu que tais órgãos não conseguiram até hoje achar uma boa explicação para esse rótulo, e que no relatório de sites considerados “ilegais” de 2011, o RapidShare não está presente.
Via Fast Company
Entenda o Sopa e o Pipa, projetos de lei que motivam protestos de sitesRaimer afirma que, apesar de entender que o Megaupload tomou atitudes que o RapidShare não faria (como um programa de recompensas para usuários com grandes volumes de dados), isso não quer dizer que eles podem ser condenados pelo seu formato de negócios, e acredita que o serviço não está na mira do ministério público dos Estados Unidos. O advogado argumenta que as tecnologias dos principais serviços de compartilhamento de conteúdo são semelhantes.Porém, a principal diferença está no modelo de negócios de cada uma delas, e se essas empresas apoiam, direta ou indiretamente, aquilo que é entendido como pirataria. Se uma empresa tem a intenção de ganhar dinheiro atraindo usuários que compartilham conteúdos com direitos autorais, isso pode sim ser considerado crime. Raimer afirma que o RapidShare tem como prioridade manter clientes satisfeitos de longa data, estabelecendo um vínculo maior de confiança com o usuário.O advogado afirmou que a empresa investe em uma boa equipe de suporte, e em novidades na interface do usuário, sendo muito rigorosos nos seus sistemas de combate à pirataria. Rainer entende que o RapidShare possui uma filosofia de negócios semelhante ao Dropbox, iCloud e SkyDrive, e disse que sua empresa está alguns passos à frente dos concorrentes, já que eles foram os primeiros a desenvolver um software de rastreamento pró-ativo de pesquisa de conteúdos ilegais na internet.Outro ponto interessante destacado por Rainer na entrevista: para ele, muitos usuários estão com medo de utilizar serviços como o iCloud e o Dropbox, pelo receio das políticas comerciais desses serviços, e pela possibilidade de infrações, em caso de upload de conteúdos ilegais.Questionado sobre as acusações da RIAA (órgão que cuida dos direitos autorais da indústria fonográfica) e do Congresso Internacional Anti-Pirataria da Caucus, que classificam o RapidShare como “um serviço predominantemente utilizado para o intercâmbio global de filmes ilegais", Rainer respondeu que tais órgãos não conseguiram até hoje achar uma boa explicação para esse rótulo, e que no relatório de sites considerados “ilegais” de 2011, o RapidShare não está presente.
Via Fast Company
Propostas aprovadas por estúdios são repudiadas por empresas de internet.
Elas ainda tramitam no Congresso americano.
Do G1, em São Paulo
Dois projetos de lei, o Stop Online Piracy Act (pare com a pirataria on-line, em tradução livre), conhecido como Sopa, e "Protect IP Act" (ato para proteção da propriedade intelectual), chamado de Pipa, que estão no Congresso dos Estados Unidos, provocaram manifestações ou interrupções de serviços de sites importantes como Google, Wikipedia e Craigslist, de classificados, na quarta-feira (18).
Ambos os projetos de lei visam combater a pirataria na internet. O Congresso norte-americano anunciou o adiamento da votação do projeto do Pipa e deixou "em espera" o Sopa, segundo comunicados divulgados na sexta-feira (20).Após protestos, Congresso dos EUA adia discussão de leis antipirataria Wikipédia em inglês fica fora do ar contra lei antipirataria nos EUA Google não sai do ar, mas publica manifesto contra lei de internet Projeto de lei sobre pirataria on-line vai ser alterado nos EUA Site com gatinhos engraçados ficará fora do ar em protesto contra lei No Sopa, a proposta é ter penas de até 5 anos de prisão para os condenados por compartilhar conteúdo pirata por 10 ou mais vezes ao longo de 6 meses. Os sites como Google e Facebook, por exemplo, também poderiam ser punidos pela acusação de "permitir ou facilitar" a pirataria. A pena seria o encerramento dos serviços e banimento de provedores de internet, sistemas de pagamento e anunciantes em nível internacional.Pela lei, qualquer site pode ser fechado apenas por ter conexão com outro site suspeito de pirataria a pedido do governo dos EUA ou dos geradores de conteúdo. Ferramentas de busca como o Google, por exemplo, teriam que remover dos resultados das pesquisas endereços que compartilhem conteúdo pirata, correndo o risco de punição.
Quem é a favor
As propostas têm apoio de emissoras de TV, gravadoras de músicas, estúdios de cinema e editoras de livros, que se sentem lesadas com a livre distribuição de filmes e músicas na web, principalmente em servidores internacionais. Disney, Universal, Paramount, Sonyx e Warner Bros. apoiam esses projetos.
Quem é contra
Já empresas de tecnologia como Google, Facebook, Wikipedia, Craigslist, WordPress, entre outros, são contra os projetos de lei, alegando que, caso aprovados, eles teriam menos liberdade da internet e dão poderes em excesso para quem quiser tirar os endereços do ar, prejudicando o funcionamento da web em todo o mundo.A Casa Branca também se manifestou contra os projetos, afirmando que eles podem atentar contra a liberdade de expressão na internet. Sem o apoio, eles podem sofrer modificações ou até serem diluídos no Congresso e no Senado americanos.
Em mensagem publicada em seu blog no último fim de semana, a Casa Branca afirmou que não pode apoiar "um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global".
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
EUA querem apagar dados de 50 milhões de usuários do Megaupload nesta semana
Do UOL, em São Paulo*
Advogado diz que dados de 50 milhões de usuários correm o risco de ser apagados
A empresa afirma que milhões de usuários armazenam arquivos pessoais no site, incluindo fotos de família e documentos pessoais. O conteúdo está indisponível desde que o Megaupload foi bloqueado, há mais de uma semana. O Megaupload contrata empresas terceirizadas para armazenar o conteúdo, pagando por isso. Mas Ira Rothken, um dos advogados da companhia, afirmou no domingo (29) que esse pagamento não pode ser realizado porque as contas foram congeladas pelo governo. O site é baseado em Hong Kong, mas alguns de seus servidores ficam na Virgínia – por isso os EUA teriam autoridade para agir, apagando parte dos dados.
Rede de pirataria
As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. Em resposta, os hackers do Anonymous atacaram sites do governo e de gravadoras, tirando-os do ar.
O site Megaupload tem mais de 150 milhões usuários registrados, 50 milhões de visitantes diários e soma 4% de todo tráfego da internet mundial.Kim Dotcom teve a liberdade sob pagamento de fiança negada e permanecerá na prisão até 22 de fevereiro, enquanto as autoridades dos Estados Unidos buscam sua extradição acusando-o de pirataria em massa. Segundo autoridades, o serviço rendeu a seu fundador, somente em 2011, US$ 42 milhões. A Justiça da Nova Zelândia congelou o equivalente a R$ 15,6 milhões em bens do fundador do site naquele país.
Segundo o FBI, sete pessoas são suspeitas de operarem o Megaupload e sites relacionados: das seis detidas, duas já foram soltas. Um suspeito está foragido. O detalhamento da ação inclui lavagem de dinheiro e infrações graves de direitos autorais.A acusação diz ainda que o MegaUpload recompensava usuários -- o documento não detalha quanto -- que subiam para o site os programas mais baixados. Aqueles que faziam upload de conteúdos ilegais, como cópias de programas e DVDs de filmes populares, eram os mais bem pagos. A pena máxima pelos crimes é de 20 anos.
“Indústria do crime”
O FBI definiu os negócios de Kim Schmitz como “indústria do crime”. “Por mais de cinco anos, o site operou de forma ilegal reproduzindo e distribuindo cópias de trabalhos protegidos por direitos autorais, incluindo filmes – disponíveis no site antes do lançamento –, músicas, programas de TV, livros eletrônicos e softwares da área de negócios e entretenimento”, diz o órgão.De acordo com o FBI, o modelo de negócios do site de compartilhamento de arquivos promovia o upload de cópias ilegais. Tanto é que o usuário era recompensado pelo site quando incluía arquivos que eram baixados muitas vezes. Além disso, o Megaupload pagava usuários para criação de sites com links que levavam para o serviço.Conforme alegado no processo, os administradores do site não colaboraram na remoção de contas que infringiam direitos autorais, quando solicitados pelas autoridades. Para citar o “descaso” da empresa, o FBI comenta que quando solicitado, o site ia lá e removia apenas uma cópia, deixando disponível outras milhares de cópias do arquivo pirateado.
Milionário excêntrico
Kim Schmitz, que fez 38 anos na prisão, foi detido na mansão onde morava com a mulher grávida e três filhos em Coatesville, cidade próxima a Auckland (Nova Zelândia). A casa está avaliada em US$ 30 milhões (cerca de R$ 52,7 milhões). Apesar de ter gasto cerca de R$ 5,7 milhões em uma reforma, a casa não pertence a Dotcom: ele tentou comprá-la sem sucesso por causa de problemas na Justiça, fazendo então um contrato de leasing com o proprietário.De acordo com o detetive da polícia de Auckland, Grant Wormald, o fundador do Megaupload tentou se esconder em uma sala fortificada (bunker) de sua mansão quando notou a chegada das autoridades. “Ele ativou uma série de mecanismos eletrônicos para fechar portas. Quando a polícia neutralizou as fechaduras, ele se trancou dentro da sala cofre”, disse Wormald.
Quando conseguiram abrir a sala, as autoridades encontraram Dotcom com uma espingarda de cano cortado. “Definitivamente não foi tão simples quanto bater na porta da frente e entrar”, comentou o policial.
Os policiais confiscaram ainda vários veículos de Dotcom, entre eles um Cadillac rosa de 1959 e um Rolls Royce Phantom -- este último avaliado em mais de US$ 400 mil (cerca de R$ 705 mil). Também foram confiscados jet skis.Dotcom nasceu na Alemanha e tem também cidadania finlandesa. No entanto, tem residência fixa na Nova Zelândia e o site é baseado em Hong Kong -- lá o serviço Megaupload está barrado desde 2009. Os serviços do Megaupload também tinham sido anteriormente bloqueados na Índia e na Malásia.
*Com AP
Imagine um mundo sem internet, onde você precisa enviar um arquivo, seja ele qual for, a um amigo, alguém da família, um cliente. Impossível, não é? Mas essa era a realidade das pessoas há cerca de quarenta anos. Antes da rede mundial de computadores, compartilhar arquivos dependia de mídias físicas – fitas magnéticas e disquetes, por exemplo. E desde aquela época havia a discussão do direito sobre a propriedade intelectual (e pirataria).
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
INTERNET SOB CENSURA-Na prisão, fundador do Megaupload se diz inocente de acusações
Kim Dotcom foi ouvido por corte da Nova Zelândia e continua preso.Ele diz que 'autoridades estão tentando fazer pior imagem possível' dele.
Kim Schmitz, fundador do Megaupload, em uma
corte de Auckland, na Nova Zelândia, nesta segunda-feira (23). Ele se defende da acusação
de distribuir conteúdo protegido por direitos autorais na internet (Foto: Reuters)Uma corte da Nova Zelândia ordenou nesta segunda-feira (23) que o fundador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload continuasse preso, à medida que ele nega acusações de pirataria na internet e lavagem de dinheiro e diz que as autoridades estão tentando fazer a pior imagem possível dele.
"Dada a dimensão dos assuntos cobertos pelo processo de fiança e a seriedade do tema, vou reservar minha decisão", disse.
Kim Dotcom, criador do Megaupload, se defende de
acusações na Nova Zelândia (Foto: Reuters)Autoridades norte-americanas querem extraditar Dotcom sob alegações de que ele arquitetou um esquema que arrecadou mais de US$ 175 milhões em poucos anos, copiando e distribuindo sem autorização músicas, filmes e outros conteúdos protegidos por direitos autorais. A defesa argumenta que o Megaupload.com simplesmente oferecia armazenamento on-line.A empresa e sete de seus executivos foram acusados de participar do suposto esquema para oferecer material na internet sem compensar os detentores de direitos autorais.
Sopa e Pipa
O fechamento do Megaupload pelo FBI e do Filesonic aconteceu depois que diversos sites, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o Sopa e o Pipa, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.O Stop Online Piracy Act (Sopa) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como Pipa (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.
Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O Sopa ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a Pipa deve ir à votação no Senado ainda neste mês.
Da Reuters
corte de Auckland, na Nova Zelândia, nesta segunda-feira (23). Ele se defende da acusação
de distribuir conteúdo protegido por direitos autorais na internet (Foto: Reuters)
O site Megaupload foi tirado do ar pelo FBI sob na quinta-feira (19) sob a acusação de causar US$ 500 milhões em prejuízos aos detentores de direitos autorais.
A procuradora Anne Toohey afirmou em audiência que o alemão Kim Dotcom, também conhecido como Kim Schmitz, era um risco "no ponto extremo da escala" porque teria acesso a fundos, múltiplas identidades e um histórico de fugir de acusações criminais."O FBI acredita que as somas localizadas não representam todas as contas bancárias do senhor Dotcom", disse.No entanto, o advogado de Dotcom disse que seu cliente não representa risco de fugir ou retomar seus negócios. Segundo a defesa, o alemão vem cooperando plenamente com a Justiça, teve os passaportes apreendidos e os fundos congelados.O juiz David McNaughton diz que uma aplicar uma fiança seria bastante complicado para uma decisão imediata, acrescentando que anunciará uma decisão por escrito até quarta-feira (25)."Dada a dimensão dos assuntos cobertos pelo processo de fiança e a seriedade do tema, vou reservar minha decisão", disse.
acusações na Nova Zelândia (Foto: Reuters)
Sopa e Pipa
O fechamento do Megaupload pelo FBI e do Filesonic aconteceu depois que diversos sites, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o Sopa e o Pipa, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.O Stop Online Piracy Act (Sopa) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como Pipa (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.
Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O Sopa ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a Pipa deve ir à votação no Senado ainda neste mês.
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Coelhinhas da Playboy participam de viral da Internet com roupas sensuais
Renan Dayube Da redação
Agora sorrir para câmera não é mais a maneira correta de se tirar uma foto. Os fãs de Futebol Americano só querem saber de fazer o Tebowing, gesto criado por Tim Tebow, quarterback do Denver Broncos, antes de entrar em campo. Agora, até mesmo as Coelhinhas da Playboy aderiram ao movimento, e tiraram fotos em roupas bem sensuais (e até sem roupa).
Tim Tebow fazendo o Tebowing (Foto: Reprodução)
Tebowing é uma ação que viralizou rapidamente pela Internet e pode ser entendida como “o gesto de se abaixar em um joelho e começar a rezar, mesmo que todos ao seu redor estejam fazendo algo completamente diferente”. Veja abaixo algumas das beldades que entraram na onda:

Claire Sinclair fazendo Tebowing (Foto: Twitter)
Irina Voronina fazendo Tebowing (Foto: Twitter)
Kassie Lyn Logsdon fazendo Tebowing (Foto: Twitter)
Leola Bell fazendo Tebowing (Foto: Twitter)
Jesse Hinton fazendo Tebowing (Foto: Twitter)
Iryna Ivanova fazendo Tebowing (Foto: Twitter)
Summer Altice fazendo o Tebowing (Foto: Twitter)
Amanda Cerny fazendo Tebowing (Foto: Twitter)
Após fechamento do Megaupload, Filesonic é atingido
Foto: Reprodução
O site Filesonic desabilitou o compartilhamento de arquivos e agora apenas guarda arquivos pessoais. A mudança do site ocorre após o fechamento do Megaupload e prisão de seu fundados e principais executivos pelo FBI e pela polícia da Nova Zelândia.
Segundo o site Gizmodo, o Uploaded.to aparentemente fechou seus serviços, mas apenas para os Estados Unidos. Outros grandes sites de compartilhamento, como Rapidshare e Mediafire funcionavam sem mudanças aparentes na noite deste domingo.
Entenda o caso
As autoridades dos EUA, incluindo o FBI (polícia federal americana) tiraram o Megaupload do ar e outros 18 sites afiliados no dia 19 de janeiro por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. As autoridades norte-americanas consideram que por meio do Megaupload, que conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas ingressaram cerca de US$ 175 milhões.
Megaupload Ltd., e outra empresa vinculada ao caso, a Vestor Ltd, foram indiciadas pela câmara de acusações do estado da Virgínia (leste) por violação aos direitos autorais e também por tentativas de extorsão e lavagem de dinheiro, infrações penalizadas com 20 anos de prisão. Embora tenham participado da operação, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente o site do Departamento de Justiça e o da produtora Universal Music, entre outros na noite de 19 de janeiro. De acordo com os hackers, foi o maior ataque já promovido pelo grupo, com mais de 5 mil pessoas ajudando.O anúncio do fechamento do Megaupload ocorreu em meio a uma polêmica nos Estados Unidos sobre uma proposta de lei antipirataria, o Sopa, que corre na Câmara dos Representante, e o Pipa, que é debatido no Senado, contra as quais se manifestou, entre muitos outros, o site Wikipédia, interrompendo seu acesso no dia 18 de janeiro e o Google mascarando seu logo. O protesto foi chamado de apagão ou blecaute pelos manifestantes.
Segundo o site Gizmodo, o Uploaded.to aparentemente fechou seus serviços, mas apenas para os Estados Unidos. Outros grandes sites de compartilhamento, como Rapidshare e Mediafire funcionavam sem mudanças aparentes na noite deste domingo.
Entenda o caso
As autoridades dos EUA, incluindo o FBI (polícia federal americana) tiraram o Megaupload do ar e outros 18 sites afiliados no dia 19 de janeiro por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. As autoridades norte-americanas consideram que por meio do Megaupload, que conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas ingressaram cerca de US$ 175 milhões.
Megaupload Ltd., e outra empresa vinculada ao caso, a Vestor Ltd, foram indiciadas pela câmara de acusações do estado da Virgínia (leste) por violação aos direitos autorais e também por tentativas de extorsão e lavagem de dinheiro, infrações penalizadas com 20 anos de prisão. Embora tenham participado da operação, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente o site do Departamento de Justiça e o da produtora Universal Music, entre outros na noite de 19 de janeiro. De acordo com os hackers, foi o maior ataque já promovido pelo grupo, com mais de 5 mil pessoas ajudando.O anúncio do fechamento do Megaupload ocorreu em meio a uma polêmica nos Estados Unidos sobre uma proposta de lei antipirataria, o Sopa, que corre na Câmara dos Representante, e o Pipa, que é debatido no Senado, contra as quais se manifestou, entre muitos outros, o site Wikipédia, interrompendo seu acesso no dia 18 de janeiro e o Google mascarando seu logo. O protesto foi chamado de apagão ou blecaute pelos manifestantes.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Caso Megaupload-Anonymous ataca o site da sede da presidência francesa
PARIS, 20 Jan 2012 (AFP) -O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.
Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.
Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.
Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.
Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.
Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.
Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.
Contra-ataque a fechamento do Megaupload chega ao Brasil e sites do DF ficam fora do ar
Do UOL, em São Paulo
O ataque a sites com domínio df.gov.br foi divulgado no Twitter
O Megaupload tem mais de 150 milhões usuários registrados, 50 milhões de visitantes diários e soma 4% de todo tráfego da internet mundial. Segundo autoridades, o serviço rendeu a seu fundador, Kim Schmitz (à direita; também chamado de Kim Dotcom), somente em 2011, US$ 42 milhões. O site foi tirado do ar na quinta-feira (19) por ''promover a distribuição em massa'' de conteúdo protegido por direitos autorais. Segundo o FBI, a polícia federal norte-americana, o Megaupload e sites afiliados causam prejuízos de US$ 500 milhões AFP
Em entrevista ao “New York Times”, Ira P. Rothken, advogado do Megaupload, afirmou que ainda não viu o processo. Ainda assim afirmou: "Obviamente temos preocupações sobre a legalidade desse procedimento. A ação foi tomada sem a realização de uma audiência". Se a página foi realmente tirada do ar dessa forma, teria concretizado a preocupação daqueles que se manifestaram contra o Sopa: a de que um site seja bloqueado no caso de conteúdo pirata, sem que o caso precise de um julgamento.
De acordo com o "NYT", alguns minutos antes de o site sair do ar, o Megaupload publicou um comunicado informando que não há só conteúdo que viola direitos autorais no serviço. “O fato é que a maioria do tráfego gerado pelo Megaupload é legítimo e nós estamos aqui para ficar. Se a indústria de entretenimento quiser tirar vantagem de nossa popularidade, nós estamos dispostos a iniciar um diálogo. Nós temos algumas boas idéias. Por favor, vamos manter contato.”
Paula Fernandes tem site hackeado por invasor pró-Megaupload
Do UOL, no Rio
Paula Fernandes, que teve o site hackeado na madrugada deste sábado (21)
Hacker deixa mensagem pró-Megaupload no site da cantora Paula Fernandes
O fundador do site de downloads Megaupload, Kim Schmitz, detido na Nova Zelândia após ser acusado de pirataria pelas autoridades dos Estados Unidos, será defendido pelo advogado do ex-presidente americano Bill Clinton no caso Monica Lewinsky, Robert Bennett, informou neste sábado a imprensa neozelandesa. Schmitz, mais conhecido como Kim Dotcom, e outros três diretores do Megaupload comparecerão na próxima segunda-feira a um tribunal da cidade de Auckland que decidirá sobre o pedido de liberdade mediante pagamento de fiança. Após sua detenção, na sexta-feira, o tribunal decretou prisão preventiva para Schmitz e os outros três diretores da empresa. Junto ao alemão Schmitz, que hoje completa 38 anos, também foram postos em prisão preventiva os diretores de mesma nacionalidade Finn Batato e Mathias Ortmann, assim como o holandês Bram van der Kolk. Todos eles foram detidos em operações policiais realizadas em Auckland em resposta a uma requisição feita pelas autoridades americanas, que solicitaram a extradição dos três alemães e do holandês. As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. Caso a Justiça da Nova Zelândia conceda a extradição, Schmitz e os outros três detidos enfrentarão nos Estados Unidos acusações por crime organizado, lavagem de dinheiro e violação da lei de direitos de propriedade intelectual internacional. Auxiliada por vários agentes do FBI, a polícia neozelandesa apreendeu na mansão de Schmitz, localizada em Coatesville, vários carros de luxos e obras de arte no total de mais de US$ 6 milhões, assim como diversos documentos e computadores. As autoridades americanas consideram que por meio do Megaupload, que conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas ingressaram cerca de US$ 175 milhões. As autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Wikipédia volta ao ar após protesto contra leis antipirataria nos EUA
Empresas de internet repudiam propostas conhecidas como SOPA e PIPA.
Alguns parlamentares decidiram retirar o apoio a essas propostas.
Do G1, em São Paulo
(Foto: Reprodução)
A versão em inglês da Wikipédia, enciclopédia colaborativa on-line, voltou ao ar às 3h (horário de Brasília, meia-noite no horário de Washington, nos Estados Unidos) desta quinta-feira (19), após interromper o serviço por 24 horas em protesto contra projetos de lei antipirataria que estão em discussão no Congresso norte-americano.O protesto reuniu nesta quarta-feira (18) centenas de sites no mundo todo contra os projetos. Alguns parlamentares decidiram retirar o apoio a essas propostas. Elas são conhecidas pelas siglas SOPA e PIPA. Logo após voltar ao ar, a Wikipédia exibiu um comunicado na página inicial agradecendo aos internautas: "Obrigado por proteger Wikipedia. (Nós não terminamos ainda.)".
Entenda os projetos de leiO Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção do IP), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.
Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.
O site do jornal "Los Angeles Times" publicou que, após os protestos, um senador retirou apoio ao PIPA nesta quarta. A agência Reuters relatou outras duas desistências no Senado -uma delas anunciada pela página do parlamentar no Facebook. Na Câmara, 2 deputados voltaram atrás ainda na terça (17).Wikipédia fora por 24 h
Na internet, a principal ação veio da Wikipédia, enciclopédia on-line colaborativa, cuja versão em inglês ficou fora do ar durante todo o dia. Versões em outras línguas não foram afetadas. Outros "gigantes" que são contra as propostas, como o Google e o Facebook, não foram tão radicais, mas participaram dos atos com mensagens. Não há números oficiais de quantos sites aderiram.
Na página principal da Wikipédia em inglês foi exibida a seguinte mensagem: "Por mais de uma década, nós gastamos milhões de horas construindo a maior enciclopédia da história humana. Agora, o Congresso dos EUA está considerando uma legislação que poderia prejudicar a internet livre e aberta. Por 24 horas, para aumentar a conscientização, estamos tirando a Wikipedia do ar".
o logotipo (Foto: Reprodução/TV Globo)
"Proteja a internet" (Foto: Reprodução)
O mesmo ocorreu com a página do Mozilla Firefox; o usuário encontrou uma página preta com dizeres contra o SOPA e o PIPA, mas conseguia fazer o download do navegador.
os projetos de lei (Foto: Reprodução)
O Twitter, embora apoie as manifestações contra a Sopa e a Pipa, não interrompeu o serviço. "É muita irresponsabilidade nossa parar um serviço global por conta de uma lei nacional", disse o CEO do microblog, Dick Costolo, na terça-feira (17).
No Brasil
Sites brasileiros como os do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) também exibiram mensagens em protesto contra os projetos de lei. No Twitter, o cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil escreveu: "Acho muito bom que nos juntemos contra os projetos do Congresso americano que, caso aprovados, podem significar um caminho sem volta para um fechamento da Internet".
Da esq. para a dir. (sentido horário), protestos nas páginas do Ars Technica (de notícias de tecnologia), 4chan (fórum on-line), Wired (revista de tecnologia) e Idec (instituto brasileiro) (Foto: Reprodução)
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Para estúdios de cinema, blecaute contra Sopa é abuso de poder
Foto: Reprodução
Nesta quarta-feira, grandes sites como a Wikipédia em inglês e o Reddit fazem um "blecaute" em protesto ao SOPA, projeto de lei antipirataria nos EUA, e a MPAA (Motion Picture Association of America) - entidade que reúne os grandes estúdios de cinema - não gostou nem um pouco do comportamento desses "grupos de interesse de empresas de tecnologia".
O posicionamento oficial vem do próprio presidente da MPAA e ex-senador Chris Dodd: "Esta é uma resposta irresponsável e um desserviço às pessoas que dependem deles para informação e que usam seus serviços. Isto é também um abuso de poder, dadas as liberdades que essas empresas têm no mercado hoje. É uma mudança perigosa e preocupante quando as plataformas que servem de entrada para a informação intencionalmente distorcem os fatos para incitar os usuários, com o objetivo de promover seus interesses corporativos."
O posicionamento oficial vem do próprio presidente da MPAA e ex-senador Chris Dodd: "Esta é uma resposta irresponsável e um desserviço às pessoas que dependem deles para informação e que usam seus serviços. Isto é também um abuso de poder, dadas as liberdades que essas empresas têm no mercado hoje. É uma mudança perigosa e preocupante quando as plataformas que servem de entrada para a informação intencionalmente distorcem os fatos para incitar os usuários, com o objetivo de promover seus interesses corporativos."
Grandes sites não aderem a "apagão" na Web contra lei dos EUA
Por Sarah McBride e Jasmin Melvin
SAN FRANCISCO, 18 Jan (Reuters) - Grandes potências da Internet resolveram não aderir ao "apagão digital" realizado nesta quarta-feira em protesto contra um projeto de lei dos EUA que pune atos de pirataria eletrônica.As principais adesões foram da enciclopédia eletrônica Wikipedia e do site de notícias sociais Reddit.
As empresas de tecnologia em geral se mostram preocupadas com os projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado dos EUA, conhecidos respectivamente pelas siglas Sopa (Lei para Parar a Pirataria On-Line) e Pipa (Lei de Proteção à Propriedade Intelectual), mas a baixa adesão ao protesto desta quarta-feira mostra que essas companhias não estão dispostas a sacrificar um dia do seu faturamento e ainda correrem o risco de atrair a fúria dos usuários por causa de um protesto cujo impacto sobre os congressistas é difícil de avaliar.A Wikipedia e o Reddit escureceram suas páginas para que os visitantes só pudessem encontrar informações sobre os dois projetos.Dos grandes sites que manifestaram oposição ao projeto, só o Google planejou algum tipo de alteração na home page, que conterá uma mensagem contra as medidas, mas sem impedir o usuário de fazer suas buscas.
"Como muitas empresas, empreendedores e usuários da web, nós nos opomos a esses projetos porque há formas inteligentes e dirigidas de fechar sites estrangeiros insubordinados sem pedir que companhias norte-americanas censurem a internet", disse uma porta-voz do Google. "Então (nesta quarta-feira) vamos nos juntar a outras companhias de tecnologia para destacar essa questão na nossa página inicial nos EUA."
O Twitter decidiu não participar do protesto, e no fim de semana o executivo-chefe Dick Costolo explicou as razões. "Fechar um negócio mundial em reação a uma única questão de política nacional é algo tolo", escreveu ele no microblogue, para em seguida prometer que a companhia continuará envolvida no assunto. "Observem este espaço", tuitou ele.Várias outras empresas adotaram a posição de criticar os projetos, mas sem tirar seus serviços do ar. Entre elas estão companhias que em novembro escreveram ao Congresso dos EUA se queixando dos projetos, como AOL, eBay, Mozilla e Zynga.O presidente da Comissão de Justiça da Câmara dos EUA, Lamar Smith, e um dos autores do projeto Sopa, disse que o "apagão" da Wikipedia e de outros sites é "um golpe publicitário (que) presta um desserviço aos seus usuários ao promover o medo ao invés dos fatos". "Talvez durante o apagão os usuários possam procurar em outro lugar uma definição precisa de pirataria on-line."Os projetos restringem o acesso e os pagamentos a sites de fora dos EUA que ofereçam conteúdo roubado ou falsificado. As medidas têm o apoio de produtoras cinematográficas, editoras, companhias farmacêuticas e vários outros setores, que alegam perder bilhões de dólares por ano devido à pirataria.(Reportagem de Sarah McBride e Jasmin Melvin)
SAN FRANCISCO, 18 Jan (Reuters) - Grandes potências da Internet resolveram não aderir ao "apagão digital" realizado nesta quarta-feira em protesto contra um projeto de lei dos EUA que pune atos de pirataria eletrônica.As principais adesões foram da enciclopédia eletrônica Wikipedia e do site de notícias sociais Reddit.
As empresas de tecnologia em geral se mostram preocupadas com os projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado dos EUA, conhecidos respectivamente pelas siglas Sopa (Lei para Parar a Pirataria On-Line) e Pipa (Lei de Proteção à Propriedade Intelectual), mas a baixa adesão ao protesto desta quarta-feira mostra que essas companhias não estão dispostas a sacrificar um dia do seu faturamento e ainda correrem o risco de atrair a fúria dos usuários por causa de um protesto cujo impacto sobre os congressistas é difícil de avaliar.A Wikipedia e o Reddit escureceram suas páginas para que os visitantes só pudessem encontrar informações sobre os dois projetos.Dos grandes sites que manifestaram oposição ao projeto, só o Google planejou algum tipo de alteração na home page, que conterá uma mensagem contra as medidas, mas sem impedir o usuário de fazer suas buscas.
"Como muitas empresas, empreendedores e usuários da web, nós nos opomos a esses projetos porque há formas inteligentes e dirigidas de fechar sites estrangeiros insubordinados sem pedir que companhias norte-americanas censurem a internet", disse uma porta-voz do Google. "Então (nesta quarta-feira) vamos nos juntar a outras companhias de tecnologia para destacar essa questão na nossa página inicial nos EUA."
O Twitter decidiu não participar do protesto, e no fim de semana o executivo-chefe Dick Costolo explicou as razões. "Fechar um negócio mundial em reação a uma única questão de política nacional é algo tolo", escreveu ele no microblogue, para em seguida prometer que a companhia continuará envolvida no assunto. "Observem este espaço", tuitou ele.Várias outras empresas adotaram a posição de criticar os projetos, mas sem tirar seus serviços do ar. Entre elas estão companhias que em novembro escreveram ao Congresso dos EUA se queixando dos projetos, como AOL, eBay, Mozilla e Zynga.O presidente da Comissão de Justiça da Câmara dos EUA, Lamar Smith, e um dos autores do projeto Sopa, disse que o "apagão" da Wikipedia e de outros sites é "um golpe publicitário (que) presta um desserviço aos seus usuários ao promover o medo ao invés dos fatos". "Talvez durante o apagão os usuários possam procurar em outro lugar uma definição precisa de pirataria on-line."Os projetos restringem o acesso e os pagamentos a sites de fora dos EUA que ofereçam conteúdo roubado ou falsificado. As medidas têm o apoio de produtoras cinematográficas, editoras, companhias farmacêuticas e vários outros setores, que alegam perder bilhões de dólares por ano devido à pirataria.(Reportagem de Sarah McBride e Jasmin Melvin)
Sites protestam com 'apagão' nesta quarta contra lei antipirataria nos EUA
Wikipedia está entre as maiores páginas que vão aderir ao protesto, ficando fora do ar 24 horas
Nesta quarta-feira (18), diversos sites norte-americanos devem protestar contra os projetos de lei chamados Pipa (do inglês, lei para proteger a propriedade intelectual) e Sopa (do inglês, lei para impedir a pirataria online). A Wikipedia está entre as maiores páginas que vão aderir ao protesto, ficando fora do ar durante 24 horas durante toda a quarta (horário de Washington). Google e Facebook também deixaram aberta a possibilidade de declarar um blecaute de seus serviços.Embora tenham recebido o apoio da indústria cinematográfica de Hollywood e da indústria musical, o projeto enfrenta a oposição de associações que defendem a livre expressão, com o argumento de que essa lei permitirá ao governo americano fechar sites, inclusive no exterior, sem necessidade de levar a questão à Justiça. Empresas como Google, Twitter, Yahoo e Ebay já assinaram uma carta aberta expressando sua preocupação com o projeto.Debatido no Congresso, o Sopa permitiria ao Departamento de Justiça dos EUA investigar e desconectar qualquer pessoa ou empresa que possa ser acusada de publicar material com direitos de propriedade intelectual dentro e fora do país. Segundo a Wikimedia Foundation, responsável pela comunicação da Wikipedia, o projeto, se aprovado, "prejudicaria a internet livre e aberta e proporcionaria novas ferramentas para a censura de sites internacionais dentro dos EUA".
Responsabilidade
A Wikipedia, por exemplo, é um site colaborativo, em que qualquer pessoa pode publicar ou editar um conteúdo. As páginas da enciclopédia virtual recebem cerca de 360 mil usuários de todo o mundo é está no top 10 de sites mais acessados. Se a lei passar a vigorar e algum usuário da Wikipedia copiar algo de alguém ou mesmo postar qualquer tipo de conteúdo ofensivo, por exemplo, o site poderá ser responsabilizado.“No mínimo, caso a lei seja aprovada, qualquer serviço que hospede conteúdo gerado por usuário estará sobre enorme pressão para monitorar e filtrar todo conteúdo postado”, argumentou um ativista da Fundação Fronteira Eletrônica, instituição americana cujo objetivo é proteger os direitos de liberdade de expressão.
Casa Branca
No final de semana, informa a agência de notícias Reuters, o Sopa foi criticado pela Casa Branca. Isso somado às críticas do público fez com que os assessores do Congresso se preparassem para reformular o projeto de lei ou possivelmente redigir novas medidas. Em mensagem publicada em seu blog, a Casa Branca afirmou que não podia apoiar "um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global".
(Com AFP, EFE e Reuters)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Internet tem efeito similar ao de drogas ou álcool no cérebro, diz pesquisa
Viciados em internet têm alterações similares no cérebro àqueles que usam drogas e álcool em excesso, de acordo com uma pesquisa chinesa.Cientistas estudaram os cérebros de 17 jovens viciados em internet e descobriram diferenças na massa branca - parte do cérebro que contém fibras nervosas - dos viciados na rede em comparação a pessoas não-viciadas.A análise de exames de ressonância magnética revelou alterações nas partes do cérebro relacionadas a emoções, tomada de decisão e autocontrole."Os resultados também indicam que o vício em internet pode partilhar mecanismos psicológicos e neurológicos com outros tipos de vício e distúrbios de controle de impulso", disse o líder do estudo Hao Lei, da Academia de Ciências da China.
Os resultados então descritos na publicação científica Plos One, que poderiam levar a novos tratamentos para vícios, foram similares aos encontrados em estudos com viciados em jogos eletrônicos.
"Pela primeira vez, dois estudos mostram mudanças nas conexões neurais entre áreas do cérebro, assim como mudanças na função cerebral, de pessoas que usam a internet ou jogos eletrônicos com frequência", disse Gunter Schumann, do Instituto de Psiquiatria do King's College, em Londres.
O estudo chinês também foi classificado de "revolucionário" pela professora de psiquiatria do Imperial College London Henrietta Bowden-Jones.
"Finalmente ouvimos o que os médicos já suspeitavam havia algum tempo, que anormalidade na massa branca no córtex orbitofrontal e outras áreas importantes do cérebro está presente não apenas em vícios nas quais substâncias estão envolvidas, mas também nos comportamentais, como a dependência de internet."
Computadores
A pesquisa analisou o cérebro de 35 homens e mulheres entre 14 e 21 anos. Entre eles, 17 foram classificados como tendo Desordem de Dependência da Internet, após responder perguntas como "Você fez repetidas tentativas mal-sucedidas de controlar, diminuir ou suspender o uso da internet?"Os resultados então descritos na publicação científica Plos One, que poderiam levar a novos tratamentos para vícios, foram similares aos encontrados em estudos com viciados em jogos eletrônicos.
"Pela primeira vez, dois estudos mostram mudanças nas conexões neurais entre áreas do cérebro, assim como mudanças na função cerebral, de pessoas que usam a internet ou jogos eletrônicos com frequência", disse Gunter Schumann, do Instituto de Psiquiatria do King's College, em Londres.
O estudo chinês também foi classificado de "revolucionário" pela professora de psiquiatria do Imperial College London Henrietta Bowden-Jones.
"Finalmente ouvimos o que os médicos já suspeitavam havia algum tempo, que anormalidade na massa branca no córtex orbitofrontal e outras áreas importantes do cérebro está presente não apenas em vícios nas quais substâncias estão envolvidas, mas também nos comportamentais, como a dependência de internet."
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Homofobia supera racismo em número de denúncias na Internet
A Safernet é uma ONG que promove os Direitos Humanos na web. A organização divulgou a lista de denúncias que recebeu em 2011.
Segundo a lista, a homofobia ficou em quarto lugar, totalizando 4.500 notificações e ficou à frente das denúncias contra racismo.O assunto campeão de denúncias foi pornografia infantil com 15 mil notificações.
Para conhecer a lista completa e denunciar qualquer violação ao direitos humanos através da Internet, acesse o site da Safernet.
Segundo a lista, a homofobia ficou em quarto lugar, totalizando 4.500 notificações e ficou à frente das denúncias contra racismo.O assunto campeão de denúncias foi pornografia infantil com 15 mil notificações.
Para conhecer a lista completa e denunciar qualquer violação ao direitos humanos através da Internet, acesse o site da Safernet.
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