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terça-feira, 17 de abril de 2012

CENSURA PLATINADA-Sexo, nudez e beijo gay: relembre cortes na dramaturgia da Globo

Na última semana, a TV Globo voltou a ser notícia por supostamente mandar mudar o final feliz da travesti Ana Girafa (Luís Salém), na novela Aquele Beijo. A personagem teria um romance, mas vai acabar com a mãe.

Não é a primeira vez que a emissora pede alguns cortes em suas produções dramatúrgicas. Em 2005, em seu caso mais famoso, a TV Globo optou por não exibir o beijo gay entre Júnior (Bruno Gagliasso) e Zeca (Erom Cordeiro), em América.Em 2011, em uma carta enviada pelo diretor da emissora, Luis Erlanger, ao presidente da ABLGT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, a TV Globo explicou por que não exibe beijos homossexuais nas novelas.
"A teledramaturgia, diferentemente das questões éticas e sociais, não é o ambiente adequado para levantar bandeiras de comportamento moral no campo da sexualidade, baseada na individualidade", afirma Erlanger, que também citou a classificação indicativa determinada pelo Ministério da Justiça para conteúdos chamados de "sensíveis" pelo diretor.
Aquele Beijo - A Globo teria barrado o desfecho romântico que o autor Miguel Falabella queria dar à personagem Ana Girafa (Luís Salém) na novela das 19h. Ficou decidido que a personagem terá um final feliz, mas ao lado da mãe, Maruschka (Marília Pêra), de quem cuidará  Foto: TV Globo/Divulgação
Aquele Beijo - A Globo teria barrado o desfecho romântico que o autor Miguel Falabella queria dar à personagem Ana Girafa (Luís Salém) na novela das 19h. Ficou decidido que a personagem terá um final feliz, mas ao lado da mãe, Maruschka (Marília Pêra), de quem cuidará
Toma Lá, Dá Cá -Copélia (Arlete Salles), a avó do humorístico Toma Lá, Dá Cá (2008), era viciada em sexo e aprontava todas, mas foi proibida de namorar outra mulher. Na cena, Adonis (Daniel Torres) flagraria a avó com sua namorada (que seria vivida por Norma Benguell) e diria: Não sou obrigado a ver minha avó vendo televisão de mãos dadas com um sapatão. Copélia rebateria: Menino, respeite a minha pansexualidade  Foto: TV Globo/Divulgação
Toma Lá, Dá Cá -Copélia (Arlete Salles), a avó do humorístico Toma Lá, Dá Cá (2008), era viciada em sexo e aprontava todas, mas foi proibida de namorar outra mulher. Na cena, Adonis (Daniel Torres) flagraria a avó com sua namorada (que seria vivida por Norma Benguell) e diria: "Não sou obrigado a ver minha avó vendo televisão de mãos dadas com um sapatão". Copélia rebateria: "Menino, respeite a minha pansexualidade"
Insensato Coração - Novela com o maior número de personagens gays dos últimos anos, Insensato Coração também sofreu censura. Por ordem da Rede Globo, os autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares esfriaram a temática homossexual. Cenas do namoro de Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) foram cortadas. A cena que insinuava a primeira transa dos dois aconteceria num motel, mas foi transferida para a casa do professor  Foto: TV Globo/Divulgação
Insensato Coração - Novela com o maior número de personagens gays dos últimos anos, Insensato Coração também sofreu censura. Por ordem da Rede Globo, os autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares esfriaram a temática homossexual. Cenas do namoro de Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) foram cortadas. A cena que insinuava a primeira transa dos dois aconteceria num motel, mas foi transferida para a casa do professor
Fina Estampa - A direção da novela de Aguinaldo Silva decidiu cortar as cenas em que o garoto de programa Leandro, vivido por Rodrigo Simas, iria aparecer dentro de carros dos seus clientes. Em uma delas, ele seria assediado por um homem, que chegava a colocar a mão em sua coxa. As cenas nem foram gravadas  Foto: TV Globo/Divulgação
Fina Estampa - A direção da novela de Aguinaldo Silva decidiu cortar as cenas em que o garoto de programa Leandro, vivido por Rodrigo Simas, iria aparecer dentro de carros dos seus clientes. Em uma delas, ele seria assediado por um homem, que chegava a colocar a mão em sua coxa. As cenas nem foram gravadas
Os Simpsons - A Globo censurou a exibição da cena de um beijo gay entre os personagens Homer e Moe no episódio Todo o Mundo Morre um Dia, de Os Simpsons, em abril de 2011. A emissora se justificou dizendo que as imagens não foram mostradas no desenho devido à classificação indicativa do horário, que é livre  Foto: TV Globo/Divulgação
Os Simpsons - A Globo censurou a exibição da cena de um beijo gay entre os personagens Homer e Moe no episódio Todo o Mundo Morre um Dia, de Os Simpsons, em abril de 2011. A emissora se justificou dizendo que as imagens não foram mostradas no desenho devido à classificação indicativa do horário, que é livre
América - Em 2005, Glória Perez escreveu a cena em que Júnior (Bruno Gagliasso) e Zeca (Erom Cordeiro) se beijavam no último capítulo de América - A sequência chegou a ser gravada, mas acabou censurada pela emissora e não foi ao ar  Foto: TV Globo/Divulgação
América - Em 2005, Glória Perez escreveu a cena em que Júnior (Bruno Gagliasso) e Zeca (Erom Cordeiro) se beijavam no último capítulo de América - A sequência chegou a ser gravada, mas acabou censurada pela emissora e não foi ao ar
Clandestinos -A série Clandestinos, de João Falcão, também sofreu cortes em 2010. O beijo entre os personagens Fábio e Hugo foi gravada, mas cortada na hora de ir ao ar. A censura causou polêmica e as imagens acabaram no Youtube por um tempo, antes da Globo reclamar direitos autorais e tirar o vídeo do ar  Foto: TV Globo/Divulgação
Clandestinos -A série Clandestinos, de João Falcão, também sofreu cortes em 2010. O beijo entre os personagens Fábio e Hugo foi gravada, mas cortada na hora de ir ao ar. A censura causou polêmica e as imagens acabaram no Youtube por um tempo, antes da Globo reclamar direitos autorais e tirar o vídeo do ar
O Astro - A emissora pediu que as imagens de nudez masculina em O Astro fossem evitadas. A direção alegou que não queria chocar a audiência e, por isso, cortou cenas quentes. Entre elas, uma em que Rodrigo Lombardi tomava banho e aparecia nu, de costas  Foto: TV Globo/Divulgação
O Astro - A emissora pediu que as imagens de nudez masculina em O Astro fossem evitadas. A direção alegou que não queria chocar a audiência e, por isso, cortou cenas quentes. Entre elas, uma em que Rodrigo Lombardi tomava banho e aparecia nu, de costas.

domingo, 15 de abril de 2012

INCRÍVEL!-China censura cenas de “Titanic”

Cortes na versão em 3D do filme de James Cameron causam protesto nas redes sociais


A versão 3D do Titanic, que obteve grande êxito nas telas do mundo inteiro, sofre censuras na China por conta do conteúdo, dado como “sexual”, informou a imprensa local.

Segundo o jornal português “Diário de Notícias”, “A indignação dos espectadores chineses já se fez sentir nas redes sociais e muitos se referem ao corte da cena em que Rose (Kate Winslet) posa nua enquanto Jack (Leonardo di Caprio) a desenha”.Vários dos que criticam a censura lembram que não foi feito nenhum corte no filme na sua versão original, em 1998, quando teve sua estreia nos cinemas.

sábado, 14 de abril de 2012

SBT CENSUROU CQC

Marcelo Tas, Otávio Mesquita e Carlos Alberto de Nóbrega no programa "A Noite é uma Criança" (29/11/10)

A censura a um quadro que satirizava o “CQC” ainda é comentada nos bastidores da “Praça”, do SBT.
Apesar de ter ficado muito bom, foi derrubado em cima da hora, segundo se informa, porque entenderem que isso iria levantar ainda mais a bola da Band, concorrente na briga pelo terceiro lugar. Carlos Alberto de Nóbrega acatou decisão, mas não se conformou.

* Colaboração de José Carlos Neri

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Juiz mantém decisão que veta livro que diz que Lampião era gay

O juiz da 7ª Vara Cível de Aracaju, Aldo Albuquerque, manteve a decisão de não permitir que o polêmico livro "Lampião Mata Sete", que sustenta que o Rei do Cangaço, Virgulino Ferreira da Silva, era gay, seja lançado. No dia 25 de novembro do ano passado, Aldo expediu uma liminar suspendendo o lançamento, que iria ocorrer em uma livraria de Aracaju, em virtude de uma ação movida por Expedita Ferreira, filha do cangaceiro.

O autor do livro, o juiz aposentado Pedro de Morais, disse que vai recorrer da decisão junto ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE) e tem 15 dias para realizar o procedimento legal. Caso não tenha sucesso e o livro continue sendo censurado pela Justiça, ele disse que vai jogar os 1 mil exemplares que lhe restam no Rio Sergipe.Aldo Albuquerque, que não leu o livro, disse que se baseou na Constituição Federal para continuar impedindo o lançamento do livro. "A Constituição protege a inviolabilidade da individualidade das pessoas", explicou ele, ao frisar que escreveu 25 laudas onde defende o não lançamento do livro. Para Aldo, se o livro versasse apenas sobre os crimes cometidos por Lampião, esse seria um fato público, mas quando trata da sexualidade, o tema não tem o mesmo interesse."O Aldo é um preconceituoso", disparou o autor do livro Pedro de Morais. Sobre essa crítica e as que poderão surgir em virtude da decisão, Aldo Albuquerque explicou que "doutor Pedro é um homem muito inteligente, um grande juiz". E com relação às demais críticas que poderão advir, Aldo explicou que um magistrado tem que agir sem se preocupar com isso, preservando a Constituição Federal.No dia 6 de novembro do ano passado, Pedro de Morais participou da Segunda Bienal do Livro, em Salvador, e vendeu o 1 mil exemplares, restando outros 1 mil para o lançamento em Aracaju, que não aconteceu. "A liminar proibindo o lançamento saiu no dia 25 de novembro", lembra Pedro.Dias depois no município de Campo Formoso, a 400 quilômetros de Salvador, o livro voltou a fazer sucesso em uma exposição literária. Desta vez, os exemplares foram levados pelo especialista em Lampião Oleone Coelho Fontes, que, inclusive, faz a introdução do livro. Oleone continua indignado e disse, na época, que "seria uma felicidade para o Nordeste se Lampião fosse homossexual".

sexta-feira, 30 de março de 2012

Produtora brasileira acusa Facebook de censura em foto "sexual"

Rafael Maia

A produtora e distribuidora de filmes brasileira Tucumán acusou a rede social com o maior número de usuários do planeta, o Facebook, de censurar uma fotografia de um cartaz do filme Slovenian Girl por conter, supostamente, um "teor sexual".

No site da Tucumán, a produtora afirma que a fanpage criada para o filme foi bloqueada por conter uma imagem que "viola o Guia de anúncios do Facebook" e por sugerir a pornografia, já que a mulher, na imagem, levanta a saia e deixa a calcinha à mostra. A produtora ainda afirmou que o Facebook não precisa ser uma "polícia dos bons costumes".A representante da Tucumán Filmes, Priscila Rosario, falou ao Terra que postou a imagem com um anúncio no dia 5 de março e somente agora o bloqueio aconteceu. "Eu inclusive recebi um aviso de que isso estava acontecendo porque a imagem era obscena", disse.Procurado pelo Terra, a assessoria do Facebook adiantou que existem vários motivos pelos quais uma imagem pode ser bloqueada - e uma delas, inclusive, pode ser o montante de denúncias feitas por outros usuários.
Leia abaixo a nota "de repúdio à censura" na íntegra da produtora e o comunicado do Facebook:
A Tucumán Distribuidora de Filmes e seus colaboradores estão extremamente consternados e lamentam a atitude intolerante demonstrada pela rede social Facebook. A "fanpage" criada para o filme "Slovenian Girl", foi bloqueada por ter uma imagem que segundo os incompreensíveis critérios do site "viola o Guia de anúncios do Facebook". A imagem (uma atriz vestida, levantando a saia e deixando a calcinha à mostra) sugeriria pornografia. O Facebook tem feito frequentes censuras a imagens de arte confundindo-as com pornografia. E pelo visto a incompreensão apenas cresce. A imagem, que sequer possui nu, é o cartaz do filme e é, inclusive, divulgado na Europa. Possui os nomes do filme e da distribuidora, a ficha técnica e os louros adquiridos pelo filme. É triste ver o desrespeito a todos que idealizaram e trabalharam nessa obra que foi considerada o melhor filme europeu de 2010 pela European Film Academy. O Facebook não precisa ser uma polícia dos bons costumes.
Facebook:
Nossa política proíbe foto de pessoas de verdade nuas, não pinturas ou esculturas. Nós reconhecemos que essa política pode, em alguns casos, resultar em remoção de material artístico. Porém, ela foi feita para assegurar que o Facebook permaneça um ambiente seguro e confiável para todos os usuários, inclusive as muitas crianças (acima de 13 anos) que usam o site.

sexta-feira, 23 de março de 2012

PUDORES-Facebook remove foto de beijo gay e gera polêmica na Espanha

Site retirou imagem alegando infração de 'normas de publicidade'.
'Para eles, beijo entre homens é questão delicada', diz presidente de ONG.

Do G1, em São Paulo

O Facebook está enfrentando uma série de reclamações em uma polêmica gerada desde que o site de relacionamentos removeu uma foto de dois homens se beijando, usada na página de um grupo de luta por direitos LGBT na Espanha.Segundo Pablo Peinado, criador da ONG madrilenha Asociación Cultural Visible, a imagem foi retirada por infringir "as normas de publicidade do Facebook", informou um e-mail enviado pelo site. Peinado deu entrevista comentando o caso ao jornal espanhol "El País".A página feita por Peinado pedia doações para um filme que a organização está produzindo sobre obras artísticas que retratam o homossexualismo."Para eles, um beijo entre dois homens é uma questão delicada. (...) Quis fazer uma pequena campanha de publicidade do documentário que levamos oito anos preparando e recebi este e-mail. Também me passaram o link a uma página de código deontológico que parece ter sido tirada da pré-história", afirma.
A foto usada é do artista Juan Hidalgo, que tem obras em museus e coleções em vários lugares do mundo.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

TONY GOES-O exagero da censura ao DVD de Rafinha Bastos

Rafinha Bastos usou camisinha com efeito retardante. O resultado? Precisou internar o pênis na APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais).
E aí, achou graça? Eu também não. Nem por isto entrei com um processo.
Mas a APAE entrou. E ontem conseguiu uma liminar que proíbe a venda do DVD "A Arte do Insulto", que contém esta piada contada por Rafinha em seu show durante anos a fio. A APAE também conseguiu, é claro, que a tal piada fosse repetida em várias matérias sobre o caso.
Não há humorista em atividade no Brasil de hoje que não esteja sendo ameaçado por este ou aquele grupo. O Sindicato dos Metroviários de São Paulo quis tirar do ar a "Valéria" do "Zorra Total".
Entidades que cuidam de autistas exigiram que Marcelo Adnet se retratasse por causa de um esquete considerado ofensivo. Rafinha Bastos, então, deve estar deixando ricos seus advogados.
O brasileiro adora sua fama de povo irreverente, mas é inegável que estamos cada vez mais suscetíveis e mal-humorados. Ainda não nos acostumamos com o direito à livre expressão garantido pela nossa jovem democracia. A toda hora tentamos calar quem nos desagrada. Rafinha Bastos foi longe demais? Foi, inúmeras vezes. Mas o limite do humor, como disse Jô Soares em entrevista à revista "Rolling Stone", é o proprio humor. "O humor não peca quando é grosso: peca quando não tem graça". Bingo. Não existe humor a favor. O humor é sempre contra. É racista, homofóbico, preconceituoso, iconoclasta, nojento. O humor pode tudo - só não pode não ser engraçado.
"Ah, mas e se fosse com você? Se fosse com seu filho?" Não sei. Mas sei de uma coisa: passei a vida ouvindo piada de bicha. Algumas são revoltantes. Outras são ótimas, e eu faço questão de repetir.
A melhor arma contra um humorista não é a censura. É a indiferença. Quer que algum metido a engraçadinho deixe de fazer piadinhas incovenientes? Não ria, não vá a seus shows, espalhe por aí que o sujeito não tem graça. O caminho ao estrelato é pavimentado com os sonhos dos fracassados.
Agora, tirar de circulação um DVD lançado há quase um ano e que já vendeu 120 mil cópias, com diversos trechos que podem ser assistidos a qualquer momento na internet --aliás, que podem ser baixados de graça da internet, na mais alegre pirataria --é um delírio autoritário. Até bem-intencionado, mas equivocado: porque não só não dá certo, como causa um mal ainda maior do que o original.
Eu prefiro aguentar umas piadas desagradáveis de vez em quando do que ter alguém, seja lá quem for, determinando o que eu posso ou não ouvir. E você?
Tony Goes tem 50 anos. Nasceu no Rio de Janeiro mas vive em São Paulo desde pequeno. É publicitário em período integral e blogueiro, roteirista e colunista nas horas vagas. Escreveu para vários programas de TV e alguns longas-metragens, e assina a coluna "Pergunte ao Amigo Gay" na revista "Women's Health". Colaborador frequente da revista "Junior" e da Folha Ilustrada, foi um dos colunistas a comentar o "Big Brother 11" na Folha.com.

CENSURA NA WEB-Pirate Bay é multada e fundadores são condenados à prisão-YOUTUBE pode ser fechado,diz RapidShare

O Supremo Tribunal da Suécia não quis ouvir os recursos dos fundadores do Pirate Bay e sentenciou os membros a cumprir penas de prisão que variam de quatro meses a um ano, além de aplicar uma multa de cerca de 5,1 milhões de euros.
O Tribunal de Recursos há um ano tinha condenado Fredrik Neij, Peter Sunde e Carl Lundström a respectivamente 10, oito e quatro meses de prisão, indicando ainda que os responsáveis da plataforma online deveriam pagar uma multa de 6,7 milhões de dólares (cerca de 5,1 milhões de euros).
Contudo, uma vez que os responsáveis já não residem no país, dificilmente cumprirão tempo na prisão.
O Supremo Tribunal da Suécia trata casos que são considerados importantes para a direcção da aplicação da lei sueca ou quando em casos de circunstâncias especiais.O órgão de justiça, após analisar o material do caso da Pirate Bay, concluiu que «nem sequer existe razão» para julgar um caso com estes contornos, segundo apontou o tribunal.Quem aplaudiu a decisão foi o Antipiratbyrån (Escritório Anti-Pirataria, em tradução livre) que, com a sentença confirmada, vai dar início ao combate contra outros 150 serviços de partilha online ilegal de ficheiros, segundo o IDGnow.
«O caso é fundamentalmente importante e é lamentável que o supremo Tribunal tenha escolhido não ouvi-lo», comentou por seu lado Anna Troberg, líder do Partido Pirata da Suécia.
Grupo procura salvar dados do servidor do Megaupload

Apenas arquivos pessoais de usuários seriam recuperados.
Dados protegidos por direitos autorais podem ser apagados.

Da Reuters
A Electronic Frontier Foundation (EFF) pediu a promotores federais e a advogados do serviço de compartilhamento de dados Megaupload.com, nesta quinta-feira (2), que permitam a usuários que fizeram upload de arquivos ao site recuperá-los, com a condição de que os materiais não sejam protegidos por direitos autorais.O grupo, que atua em favor de privacidade na internet e direitos digitais, enviou uma carta em nome de um usuário pedindo "que todos os envolvidos trabalhem em conjunto para garantir a usuários inocentes o retorno de sua propriedade legal"."Nós temos esperanças de que nosso cliente e de que terceiros poderão ter acesso a seu material sem ter que recorrer à ação legal, mas se esse não for o caso, daremos os passos necessários para garantir o retorno de seus dados", disse Cindy Cohn, diretora legal e conselheira-geral da EFF.
Uma cópia da carta foi enviada ao juiz responsável pelo caso, juiz Liam O'Grady, do estado de Virginia, nos Estados Unidos.Um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, foi tirado do ar no dia 19 de janeiro. O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. Eles foram presos na Nova Zelândia.A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.
Rapidshare diz: Se fecharmos, Youtube e Dropbox serão os próximos
Fotos: Reprodução
Com o fechamento do Megaupload, muitos estão preocupados com o destino de outros sites de compartilhamento de arquivos online. E muitos começam a imaginar quais serão os próximos alvos. Recentemente, o site Fast Company entrevistou o advogado Daniel Raimer, que representa um dos mais populares sites de compartilhamento do mundo, o RapidShare. E, no entendimento de Raimer, se o serviço que ele representa for fechado, outros grandes serviços como o iCloud, SkyDrive, YouTube e Dropbox também merecem o mesmo destino.

Raimer afirma que, apesar de entender que o Megaupload tomou atitudes que o RapidShare não faria (como um programa de recompensas para usuários com grandes volumes de dados), isso não quer dizer que eles podem ser condenados pelo seu formato de negócios, e acredita que o serviço não está na mira do ministério público dos Estados Unidos. O advogado argumenta que as tecnologias dos principais serviços de compartilhamento de conteúdo são semelhantes.Porém, a principal diferença está no modelo de negócios de cada uma delas, e se essas empresas apoiam, direta ou indiretamente, aquilo que é entendido como pirataria. Se uma empresa tem a intenção de ganhar dinheiro atraindo usuários que compartilham conteúdos com direitos autorais, isso pode sim ser considerado crime. Raimer afirma que o RapidShare tem como prioridade manter clientes satisfeitos de longa data, estabelecendo um vínculo maior de confiança com o usuário.O advogado afirmou que a empresa investe em uma boa equipe de suporte, e em novidades na interface do usuário, sendo muito rigorosos nos seus sistemas de combate à pirataria. Rainer entende que o RapidShare possui uma filosofia de negócios semelhante ao Dropbox, iCloud e SkyDrive, e disse que sua empresa está alguns passos à frente dos concorrentes, já que eles foram os primeiros a desenvolver um software de rastreamento pró-ativo de pesquisa de conteúdos ilegais na internet.Outro ponto interessante destacado por Rainer na entrevista: para ele, muitos usuários estão com medo de utilizar serviços como o iCloud e o Dropbox, pelo receio das políticas comerciais desses serviços, e pela possibilidade de infrações, em caso de upload de conteúdos ilegais.Questionado sobre as acusações da RIAA (órgão que cuida dos direitos autorais da indústria fonográfica) e do Congresso Internacional Anti-Pirataria da Caucus, que classificam o RapidShare como “um serviço predominantemente utilizado para o intercâmbio global de filmes ilegais", Rainer respondeu que tais órgãos não conseguiram até hoje achar uma boa explicação para esse rótulo, e que no relatório de sites considerados “ilegais” de 2011, o RapidShare não está presente.

Via Fast Company
Entenda o Sopa e o Pipa, projetos de lei que motivam protestos de sites
Propostas aprovadas por estúdios são repudiadas por empresas de internet.
Elas ainda tramitam no Congresso americano.
Do G1, em São Paulo

Dois projetos de lei, o Stop Online Piracy Act (pare com a pirataria on-line, em tradução livre), conhecido como Sopa, e "Protect IP Act" (ato para proteção da propriedade intelectual), chamado de Pipa, que estão no Congresso dos Estados Unidos, provocaram manifestações ou interrupções de serviços de sites importantes como Google, Wikipedia e Craigslist, de classificados, na quarta-feira (18).
Ambos os projetos de lei visam combater a pirataria na internet. O Congresso norte-americano anunciou o adiamento da votação do projeto do Pipa e deixou "em espera" o Sopa, segundo comunicados divulgados na sexta-feira (20).Após protestos, Congresso dos EUA adia discussão de leis antipirataria Wikipédia em inglês fica fora do ar contra lei antipirataria nos EUA Google não sai do ar, mas publica manifesto contra lei de internet Projeto de lei sobre pirataria on-line vai ser alterado nos EUA Site com gatinhos engraçados ficará fora do ar em protesto contra lei No Sopa, a proposta é ter penas de até 5 anos de prisão para os condenados por compartilhar conteúdo pirata por 10 ou mais vezes ao longo de 6 meses. Os sites como Google e Facebook, por exemplo, também poderiam ser punidos pela acusação de "permitir ou facilitar" a pirataria. A pena seria o encerramento dos serviços e banimento de provedores de internet, sistemas de pagamento e anunciantes em nível internacional.Pela lei, qualquer site pode ser fechado apenas por ter conexão com outro site suspeito de pirataria a pedido do governo dos EUA ou dos geradores de conteúdo. Ferramentas de busca como o Google, por exemplo, teriam que remover dos resultados das pesquisas endereços que compartilhem conteúdo pirata, correndo o risco de punição.
Quem é a favor
As propostas têm apoio de emissoras de TV, gravadoras de músicas, estúdios de cinema e editoras de livros, que se sentem lesadas com a livre distribuição de filmes e músicas na web, principalmente em servidores internacionais. Disney, Universal, Paramount, Sonyx e Warner Bros. apoiam esses projetos.
Quem é contra
Já empresas de tecnologia como Google, Facebook, Wikipedia, Craigslist, WordPress, entre outros, são contra os projetos de lei, alegando que, caso aprovados, eles teriam menos liberdade da internet e dão poderes em excesso para quem quiser tirar os endereços do ar, prejudicando o funcionamento da web em todo o mundo.A Casa Branca também se manifestou contra os projetos, afirmando que eles podem atentar contra a liberdade de expressão na internet. Sem o apoio, eles podem sofrer modificações ou até serem diluídos no Congresso e no Senado americanos.
Em mensagem publicada em seu blog no último fim de semana, a Casa Branca afirmou que não pode apoiar "um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global".

PAÍS DA CENSURA!-"Justiça" proíbe Rafinha Bastos de vender DVD "A Arte do Insulto"

MATHEUS MAGENTA/MAYRA MALDJIAN/FOLHA
DE SÃO PAULO

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu uma liminar que proíbe Rafinha Bastos de vender o DVD "A Arte do Insulto", por conter piadas sobre pessoas com deficiências.
A ação movida pela Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) de São Paulo no início de janeiro foi publicada no "Diário Oficial" da Justiça de São Paulo no último dia 31. A decisão obriga o humorista a recolher o material de todas as lojas do país --alguns estabelecimentos já receberam notificações sobre o cancelamento da comercialização do produto. Ele também está proibido de fazer piadas que envolvam o nome da Apae e dos deficientes físicos e intelectuais em seus shows. Bastos tem um prazo de 20 dias para retirar o DVD de circulação. Caso contrário, ele terá de pagar uma multa diária de R$ 20 mil. Para cada citação à Apae e aos deficientes, a multa é de R$ 30 mil.
No DVD, Rafinha afirma que foi usar uma camisinha com efeito retardante e acabou tendo que internar o pênis na Apae. "Tá completamente retardado hoje em dia".
O humorista diz ainda, durante a apresentação, que é contra filas preferenciais. "As pessoas na cadeira de rodas...Ah, fila preferencial. Adivinha, amigo? Você é o único que tá sentado. Espera quieto, cala essa boca." "É uma forma equivocada de fazer humor sobre pessoas cujas limitações geram segregação social. Só o que se exige é respeito", afirmou à Folha o advogado Paulo Ricardo Gois Teixeira, que representa a Apae no processo. Na noite de ontem, no Twitter, o humorista comentou: "Como diria a bruxa do Pica-pau: E lá vamos nós... " e, na sequência, postou o link de uma notícia sobre o caso.
Procurada, a assessoria de imprensa do humorista disse que eles não vão se pronunciar sobre o assunto.
Gabo Morales-17.ago.11/Folhapress
O humorista Rafinha Bastos
O humorista Rafinha Bastos
Rafinha Bastos distribui DVDs na Av. Paulista
Uma ação judicial proíbe o humorista de vender, dispor à venda ou circular o DVD. Foto: Twitter Uma ação judicial proíbe o humorista de vender, dispor à venda ou circular o DVD
Foto: Twitter

Segundo a coluna Olá, do jornal Agora São Paulo, Rafinha Bastos foi até a Av. Paulista, nessa quinta-feira (3), distribuir gratuitamente o seu DVD, A Arte do Insulto. Uma ação judicial proíbe o humorista de vender, dispor à venda ou circular o DVD, até que uma menção à APAE seja retirada. O humorista também está proibido de fazer qualquer menção a portadores de deficiência física ou à associação em shows ou apresentações, independente do veículo de comunicação. Vídeos publicados na internet que contenham o mesmo conteúdo devem ser retirados.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Twitter cria "censuras nacionais" contra mensagens ofensivas

O Twitter anunciou nesta quinta-feira que desenvolveu um sistema de censura para impedir que mensagens inadequadas para algumas culturas ou países estejam ao alcance dos usuários nos territórios afetados.
Para justificar a medida, os representantes da rede social argumentaram que a ideia de liberdade de expressão é entendida de forma diversa em diferentes pontos do planeta, e citou como exemplo o fato de que alguns governos, como os de França e Alemanha, proíbem a publicação de conteúdos favoráveis ao nazismo.
"Até agora, a única forma que tínhamos de nos ajustar aos limites desses países era retirando o conteúdo globalmente. A partir de hoje temos a possibilidade de barrar conteúdos de usuários em um país específico, ao tempo que continuarão disponíveis no resto do mundo", explicou o Twitter.
A rede social não deixa claro, no entanto, como determinará quais mensagens extrapolam o direito à liberdade de expressão em cada país, apesar de indicar em sua página de ajuda ao usuário que o bloqueio responderá a uma solicitação de uma "entidade autorizada".
O Twitter insistiu que será transparente no processo de censura de mensagens e que notificará os usuários cujo conteúdo for desaprovado.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

INTERNET SOB CENSURA-Na prisão, fundador do Megaupload se diz inocente de acusações

Kim Dotcom foi ouvido por corte da Nova Zelândia e continua preso.Ele diz que 'autoridades estão tentando fazer pior imagem possível' dele.
Da Reuters
 
Kim Schmitz, fundador do Megaupload, em uma corte de Auckland, na Nova Zelândia, nesta segunda-feira (23). Ele se defende da acusação de distribuir conteúdo protegido por direitos autorais na internet (Foto: Reuters)Kim Schmitz, fundador do Megaupload, em uma
corte de Auckland, na Nova Zelândia, nesta segunda-feira (23). Ele se defende da acusação
de distribuir conteúdo protegido por direitos autorais na internet (Foto: Reuters)
Uma corte da Nova Zelândia ordenou nesta segunda-feira (23) que o fundador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload continuasse preso, à medida que ele nega acusações de pirataria na internet e lavagem de dinheiro e diz que as autoridades estão tentando fazer a pior imagem possível dele.
O site Megaupload foi tirado do ar pelo FBI sob na quinta-feira (19) sob a acusação de causar US$ 500 milhões em prejuízos aos detentores de direitos autorais.
A procuradora Anne Toohey afirmou em audiência que o alemão Kim Dotcom, também conhecido como Kim Schmitz, era um risco "no ponto extremo da escala" porque teria acesso a fundos, múltiplas identidades e um histórico de fugir de acusações criminais."O FBI acredita que as somas localizadas não representam todas as contas bancárias do senhor Dotcom", disse.No entanto, o advogado de Dotcom disse que seu cliente não representa risco de fugir ou retomar seus negócios. Segundo a defesa, o alemão vem cooperando plenamente com a Justiça, teve os passaportes apreendidos e os fundos congelados.O juiz David McNaughton diz que uma aplicar uma fiança seria bastante complicado para uma decisão imediata, acrescentando que anunciará uma decisão por escrito até quarta-feira (25).
"Dada a dimensão dos assuntos cobertos pelo processo de fiança e a seriedade do tema, vou reservar minha decisão", disse.
Kim Dotcom, criador do Megaupload, se defende de acusações na Nova Zelândia (Foto: Reuters)Kim Dotcom, criador do Megaupload, se defende de
acusações na Nova Zelândia (Foto: Reuters)
Autoridades norte-americanas querem extraditar Dotcom sob alegações de que ele arquitetou um esquema que arrecadou mais de US$ 175 milhões em poucos anos, copiando e distribuindo sem autorização músicas, filmes e outros conteúdos protegidos por direitos autorais. A defesa argumenta que o Megaupload.com simplesmente oferecia armazenamento on-line.A empresa e sete de seus executivos foram acusados de participar do suposto esquema para oferecer material na internet sem compensar os detentores de direitos autorais.
Sopa e Pipa
O fechamento do Megaupload pelo FBI e do Filesonic aconteceu depois que diversos sites, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o Sopa e o Pipa, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.O Stop Online Piracy Act (Sopa) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como Pipa (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.
Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O Sopa ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a Pipa deve ir à votação no Senado ainda neste mês.

Filme com Daniel Radcliffe recebe corte para se adequar a classificação etária

The Woman in Black (Reprodução
The Woman in Black
O filme The Woman in Black, com o ator de Harry Potter Daniel Radcliffe, recebeu um corte de seis segundos, para se adequar à classificação etária de 12 anos, segundo o Conselho Britânico de Classificação de Filmes.Os trechos excluídos, de acordo com o órgão, continham "forte violência" e "horror". Outras cenas foram escurecidas ou tiveram o nível de som abaixado. As informações são do site Digital Spy.
Radcliffe disse, recentemente, que The Woman in Black "vai ser amedrontador" e que os espectadores vão "pular das cadeiras".

Na trama, Daniel interpreta Arthur Kipps, um jovem advogado contratado para resolver pendências em uma mansão, onde morava a recém-falecida viúva Alice Drablow. O roteiro é baseado em um romance de Susan Hill.A direção de The Woman in Black é de James Watkins, e a estreia nos Estados Unidos acontece no próximo dia 3 de fevereiro.

Após fechamento do Megaupload, Filesonic é atingido

Site informa que o serviço de compartilhamento de arquivos está desativado. Foto: Reprodução Site informa que o serviço de compartilhamento de arquivos está desativado
Foto: Reprodução

O site Filesonic desabilitou o compartilhamento de arquivos e agora apenas guarda arquivos pessoais. A mudança do site ocorre após o fechamento do Megaupload e prisão de seu fundados e principais executivos pelo FBI e pela polícia da Nova Zelândia.
Segundo o site Gizmodo, o Uploaded.to aparentemente fechou seus serviços, mas apenas para os Estados Unidos. Outros grandes sites de compartilhamento, como Rapidshare e Mediafire funcionavam sem mudanças aparentes na noite deste domingo.

Entenda o caso
As autoridades dos EUA, incluindo o FBI (polícia federal americana) tiraram o Megaupload do ar e outros 18 sites afiliados no dia 19 de janeiro por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. As autoridades norte-americanas consideram que por meio do Megaupload, que conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas ingressaram cerca de US$ 175 milhões.
Megaupload Ltd., e outra empresa vinculada ao caso, a Vestor Ltd, foram indiciadas pela câmara de acusações do estado da Virgínia (leste) por violação aos direitos autorais e também por tentativas de extorsão e lavagem de dinheiro, infrações penalizadas com 20 anos de prisão. Embora tenham participado da operação, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente o site do Departamento de Justiça e o da produtora Universal Music, entre outros na noite de 19 de janeiro. De acordo com os hackers, foi o maior ataque já promovido pelo grupo, com mais de 5 mil pessoas ajudando.O anúncio do fechamento do Megaupload ocorreu em meio a uma polêmica nos Estados Unidos sobre uma proposta de lei antipirataria, o Sopa, que corre na Câmara dos Representante, e o Pipa, que é debatido no Senado, contra as quais se manifestou, entre muitos outros, o site Wikipédia, interrompendo seu acesso no dia 18 de janeiro e o Google mascarando seu logo. O protesto foi chamado de apagão ou blecaute pelos manifestantes.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Caso Megaupload-Anonymous ataca o site da sede da presidência francesa

PARIS, 20 Jan 2012 (AFP) -O grupo de hackers Anonymous atacou brevemente na sexta-feira o site da presidência francesa, numa aparente represália em relação ao fechamento do Megaupload.com, segundo imagens que ainda circulavam pela internet durante a madrugada.
Em uma captura de tela, durante uma busca no site do Palácio do Eliseu (www.elysee.fr), era possível ler a fase "We Are Legion", o conhecido lema do grupo.
Pouco tempo depois, o acesso ao site era normal e não havia evidência de pirataria.
Na noite de sexta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em um comunicado, saudou a decisão da corte federal dos Estados Unidos de fechar o site Megaupload.com, uma das plataformas mais importante de compartilhamento de arquivos na internet.

Contra-ataque a fechamento do Megaupload chega ao Brasil e sites do DF ficam fora do ar


Do UOL, em São Paulo
  • O ataque a sites com domínio df.gov.br foi divulgado no Twitter O ataque a sites com domínio df.gov.br foi divulgado no Twitter
O grupo de hackers Anonymous anunciou na madrugada deste sábado (21) que os sites com domínio df.gov.br foram tirados do ar. Às 2h47, os sites listados pelo grupo estavam inacessíveis e, às 4h20, já haviam voltado a funcionar normalmente. Os hackers listaram mais de 100 sites afetados pela invasão ao sistema.Desde quinta-feira (19), quando o FBI (polícia federal norte-americana) bloqueou acesso ao site de compartilhamento de arquivos Megaupload, hackers do grupo Anonymous divulgaram pelo Twitter um ataque aos sites da Universal Music, uma das companhias que acusam o Megaupload de pirataria, e ao site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, às páginas do FBI, da Riaa (associação das gravadoras dos Estados Unidos) e da MPAA (associação dos estúdios cinematográficos dos EUA). Todas os sites saíram do ar na noite de quinta.O Megaupload tem mais de 150 milhões usuários registrados, 50 milhões de visitantes diários e soma 4% de todo tráfego da internet mundial. De acordo com o FBI, o site “promove a distribuição em massa” de conteúdo protegido por direitos autorais, causando prejuízos de US$ 500 milhões aos seus afiliados.

 



O Megaupload tem mais de 150 milhões usuários registrados, 50 milhões de visitantes diários e soma 4% de todo tráfego da internet mundial. Segundo autoridades, o serviço rendeu a seu fundador, Kim Schmitz (à direita; também chamado de Kim Dotcom), somente em 2011, US$ 42 milhões. O site foi tirado do ar na quinta-feira (19) por ''promover a distribuição em massa'' de conteúdo protegido por direitos autorais. Segundo o FBI, a polícia federal norte-americana, o Megaupload e sites afiliados causam prejuízos de US$ 500 milhões AFP
O fundador do site teve prisão preventiva decretada e a Justiça da Nova Zelândia congelou nesta sexta (20) o equivalente a R$ 15,6 milhões em bens do acusado no país. Quatro das sete suspeitas de operarem o Megaupload e sites relacionados foram detidas na quinta-feira.
Em entrevista ao “New York Times”, Ira P. Rothken, advogado do Megaupload, afirmou que ainda não viu o processo. Ainda assim afirmou: "Obviamente temos preocupações sobre a legalidade desse procedimento. A ação foi tomada sem a realização de uma audiência". Se a página foi realmente tirada do ar dessa forma, teria concretizado a preocupação daqueles que se manifestaram contra o Sopa: a de que um site seja bloqueado no caso de conteúdo pirata, sem que o caso precise de um julgamento.
Em comunicado, o grupo Anonymous afirmou: “A ação contra o Megaupload mostrou que não é necessária uma lei como a Sopa ou sua irmã, a Pipa, para tirar um site do ar.”
De acordo com o "NYT", alguns minutos antes de o site sair do ar, o Megaupload publicou um comunicado informando que não há só conteúdo que viola direitos autorais no serviço. “O fato é que a maioria do tráfego gerado pelo Megaupload é legítimo e nós estamos aqui para ficar. Se a indústria de entretenimento quiser tirar vantagem de nossa popularidade, nós estamos dispostos a iniciar um diálogo. Nós temos algumas boas idéias. Por favor, vamos manter contato.”

Paula Fernandes tem site hackeado por invasor pró-Megaupload

Do UOL, no Rio
  • Paula Fernandes, que teve o site hackeado na madrugada deste sábado (21) Paula Fernandes, que teve o site hackeado na madrugada deste sábado (21)
O site da cantora Paula Fernandes foi hackeado na madrugada deste sábado (21). No lugar da página da cantora, aparece uma mensagem em inglês relacionando o ataque ao Megaupload, site de compartilhamentos de arquivo, retirado do ar por autoridades americanas.
Reprodução
Hacker deixa mensagem pró-Megaupload no site da cantora Paula Fernandes
O fundador do site de downloads Megaupload, Kim Schmitz, detido na Nova Zelândia após ser acusado de pirataria pelas autoridades dos Estados Unidos, será defendido pelo advogado do ex-presidente americano Bill Clinton no caso Monica Lewinsky, Robert Bennett, informou neste sábado a imprensa neozelandesa.
Schmitz, mais conhecido como Kim Dotcom, e outros três diretores do Megaupload comparecerão na próxima segunda-feira a um tribunal da cidade de Auckland que decidirá sobre o pedido de liberdade mediante pagamento de fiança. Após sua detenção, na sexta-feira, o tribunal decretou prisão preventiva para Schmitz e os outros três diretores da empresa. Junto ao alemão Schmitz, que hoje completa 38 anos, também foram postos em prisão preventiva os diretores de mesma nacionalidade Finn Batato e Mathias Ortmann, assim como o holandês Bram van der Kolk. Todos eles foram detidos em operações policiais realizadas em Auckland em resposta a uma requisição feita pelas autoridades americanas, que solicitaram a extradição dos três alemães e do holandês. As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. Caso a Justiça da Nova Zelândia conceda a extradição, Schmitz e os outros três detidos enfrentarão nos Estados Unidos acusações por crime organizado, lavagem de dinheiro e violação da lei de direitos de propriedade intelectual internacional. Auxiliada por vários agentes do FBI, a polícia neozelandesa apreendeu na mansão de Schmitz, localizada em Coatesville, vários carros de luxos e obras de arte no total de mais de US$ 6 milhões, assim como diversos documentos e computadores. As autoridades americanas consideram que por meio do Megaupload, que conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas ingressaram cerca de US$ 175 milhões. As autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Wikipédia volta ao ar após protesto contra leis antipirataria nos EUA

Empresas de internet repudiam propostas conhecidas como SOPA e PIPA.
Alguns parlamentares decidiram retirar o apoio a essas propostas.

Do G1, em São Paulo
 
Wikipédia em inglês voltou ao ar após 24 horas (Foto: Reprodução)Wikipédia em inglês voltou ao ar após 24 horas
(Foto: Reprodução)
A versão em inglês da Wikipédia, enciclopédia colaborativa on-line, voltou ao ar às 3h (horário de Brasília, meia-noite no horário de Washington, nos Estados Unidos) desta quinta-feira (19), após interromper o serviço por 24 horas em protesto contra projetos de lei antipirataria que estão em discussão no Congresso norte-americano.O protesto reuniu nesta quarta-feira (18) centenas de sites no mundo todo contra os projetos. Alguns parlamentares decidiram retirar o apoio a essas propostas. Elas são conhecidas pelas siglas SOPA e PIPA. Logo após voltar ao ar, a Wikipédia exibiu um comunicado na página inicial agradecendo aos internautas: "Obrigado por proteger Wikipedia. (Nós não terminamos ainda.)".
Entenda os projetos de lei
O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção do IP), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.
Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.
O site do jornal "Los Angeles Times" publicou que, após os protestos, um senador retirou apoio ao PIPA nesta quarta. A agência Reuters relatou outras duas desistências no Senado -uma delas anunciada pela página do parlamentar no Facebook. Na Câmara, 2 deputados voltaram atrás ainda na terça (17).
Wikipédia fora por 24 h
Na internet, a principal ação veio da Wikipédia, enciclopédia on-line colaborativa, cuja versão em inglês ficou fora do ar durante todo o dia. Versões em outras línguas não foram afetadas. Outros "gigantes" que são contra as propostas, como o Google e o Facebook, não foram tão radicais, mas participaram dos atos com mensagens. Não há números oficiais de quantos sites aderiram.
Na página principal da Wikipédia em inglês foi exibida a seguinte mensagem: "Por mais de uma década, nós gastamos milhões de horas construindo a maior enciclopédia da história humana. Agora, o Congresso dos EUA está considerando uma legislação que poderia prejudicar a internet livre e aberta. Por 24 horas, para aumentar a conscientização, estamos tirando a Wikipedia do ar".
tarja do google (Foto: Reprodução/TV Globo)Google ficou temporariamente com tarja sobre
o logotipo (Foto: Reprodução/TV Globo)
Mensagens de Google e FacebookO Google em inglês não ficou fora do ar, mas também publicou uma mensagem em sua página inicial, convidando cidadãos americanos a participarem de um abaixo-assinado contra as propostas. "Diga ao Congresso que não censure a internet", afirmava o texto na capa do site de buscas. Temporariamente, o site chegou a exibir uma tarja preta sobre o logotipo.O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, também postou na rede social sobre os projetos: "A internet é a ferramenta mais poderosa que temos para criar um mundo mais aberto e conectado. Não podemos deixar que as leis pouco pensadas fiquem no caminho do desenvolvimento da internet. Facebook se opõe ao SOPA e ao PIPA e continuaremos a nos opor a todas as leis que irão prejudicar a internet."
protesto mozilla firefox sopa (Foto: Reprodução)Página inicial do Mozilla Firefox com a mensagem
"Proteja a internet" (Foto: Reprodução)
Quem mais protestouO site de classificados Craigslist também publicou uma mensagem contra os projetos de lei. Quem tentou acessar o serviço de classificados on-line entrou em uma página que falava da lei e pedia que o usuário se manifestasse contra ela. O acesso ao site, contudo, continuava normalmente após alguns segundos.
O mesmo ocorreu com a página do Mozilla Firefox; o usuário encontrou uma página preta com dizeres contra o SOPA e o PIPA, mas conseguia fazer o download do navegador.
WordPress publicou mensagem contra projetos de lei (Foto: Reprodução)WordPress também exbiu mensagem contra
os projetos de lei (Foto: Reprodução)
O site de criação e hospedagem de blogs WordPress também se uniu aos outros sites, publicando uma grande mensagem ao entrar em sua página principal e pedindo que os usuários preencham um abaixo assinado. É necessário descer a página até o final para conseguir acessar um link que pemite acessar o conteúdo do WordPress.O Twitpic, que permite o compartilhamento de fotos no microblog Twitter, dedicou uma página para explicar os dois projetos de lei, também pedindo que internautas se manifestem contra eles.
O Twitter, embora apoie as manifestações contra a Sopa e a Pipa, não interrompeu o serviço. "É muita irresponsabilidade nossa parar um serviço global por conta de uma lei nacional", disse o CEO do microblog, Dick Costolo, na terça-feira (17).
No Brasil
Sites brasileiros como os do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) também exibiram mensagens em protesto contra os projetos de lei. No Twitter, o cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil escreveu: "Acho muito bom que nos juntemos contra os projetos do Congresso americano que, caso aprovados, podem significar um caminho sem volta para um fechamento da Internet".
Sites fizeram protesto contra a SOPA: Ars Technica (traz notícias de tecnologia), 4chan (fórum on-line), Wired (revista de tecnologia) e Idec (instituto brasileiro) (Foto: Reprodução)
Da esq. para a dir. (sentido horário), protestos nas páginas do Ars Technica (de notícias de tecnologia), 4chan (fórum on-line), Wired (revista de tecnologia) e Idec (instituto brasileiro) (Foto: Reprodução)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

CENSURADOS-Sem poder falar de Daniel, 'brothers' estão condenados a viver em realidade paralela

Mauricio Stycer
Crítico do UOL
  • Reprodução
    Será que algum dia Monique (esq.) e os demais candidatos poderão citar o nome de Daniel no "BBB"? Será que algum dia Monique (esq.) e os demais candidatos poderão citar o nome de Daniel no "BBB"?
O público, a esta altura, já foi informado que Daniel saiu do “BBB12” por “conduta inadequada” embaixo do edredon com Monique. Mas... e os 14 participantes que restam na casa? Ninguém notou a ausência do modelo que a produção definiu como “marrento”?Gente que pagou R$ 150 e tem o direito de assistir ao programa 24 horas por dia afirma ter ouvido, brevemente, na segunda-feira (16), alguém da produção informar aos participantes que Daniel deixou a casa por “motivos pessoais”. Perdi esse momento em que a história foi reescrita...Na noite de terça-feira, dia de eliminação, Pedro Bial interagiu várias vezes com os candidatos. Não ocorreu a nenhum deles perguntar ao apresentador: “Bial, está tudo bem com o Daniel?”
Que falta de curiosidade... Será que os confinados foram proibidos de falar sobre Daniel? Não podem nem mesmo mencionar o seu nome? Por quê? Quem proibiu? Que maldade...A produção do “BBB” demorou quase 72 horas para explicar ao público que assiste ao programa que Daniel dançou por conta de seu comportamento. Quanto tempo vai demorar até libertar os candidatos da realidade paralela a que foram condenados? Será que algum dia poderão falar do candidato expulso?

Mauricio Stycer
É jornalista desde 1986. Repórter e crítico do UOL, autor de um blog que trata da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Maurício Stycer-CENSURA-Aguinaldo Silva escreve sobre “proibição de beijo gay”, mas fala é cortada de “Fina Estampa”


A morte do cozinheiro Fred (Carlos Vieira) depois de cair da escada da mansão de Tereza Cristina (Christiane Torloni) ocupou três cenas de “Fina Estampa” nesta quinta-feira. Na primeira, imediatamente depois da queda, o mordomo Cro (Marcelo Serrado) se desespera ao ver o corpo estendido no chão.
Na cena seguinte, ele revela que eram namorados. “Ele virou as costas pra mim e me deixou viúva”, diz, revelando um dos mistérios da trama. “Minha vida acabou. Que sentido faz eu acordar amanhã se eu não posso mais viver o meu amor.”
Na terceira cena, que encerrou o capítulo, Crô discute com Teresa Cristina. A certa altura do texto escrito por Aguinaldo Silva, o mordomo dizia: “E agora ele se foi… Sem sequer me dar um último beijo!”. E a perua respondia: “E nem podia… Beijo gay tá proibido mesmo!”
A cena que foi ar contém praticamente todos os diálogos escritos por Aguinaldo Silva, menos esse. O blog o procurou para saber o que houve, mas ele não respondeu.
Em 2010, a Rede Globo se manifestou oficialmente sobre o assunto, dizendo que o “beijo gay” não era apropriado para a sua audiência. Curiosamente, o próprio Aguinaldo Silva disse, em entrevista ao UOL, ser contra a exibição de beijo entre homens em novelas. “E agora eu decidi que beijo gay só na minha casa. Na novela, não. Não é questão (da emissora) deixar ou não. Eu acho que as pessoas não aceitam.”
Na véspera do Ano Novo, 30 de dezembro, Silva publicou um texto em seu blog intitulado “NÃO PODE NÃO PODE NÃO PODE!”. Em letras garrafais, dizia:
Diz Crô: “Ele se foi sem me dar um último beijo”. Responde Tereza Cristina: “Não deu nem podia; o beijo gay está proibido mesmo!” Digo eu: “Vou-me embora pra Passárgada. Lá o rei é gay e dá beijo!”
Nesta quinta-feira, 12 de janeiro, assim que a cena foi exibida, Aguinaldo Silva foi ao Twitter e postou um elogio ao ator: “Marcelo Serrado arrasou como viúva, foi ou não foi? Grande ator é assim, sai da comédia e entra no drama num piscar de olhos… E funciona!”.
Pouco depois, republicou o mesmo diálogo que havia colocado em seu blog duas semanas atrás: “Ele se foi sem me dar um último beijo”, diz Crô. “Não deu nem podia”, responde Tereza Cristina, “o beijo gay está proibido!”
Por que a fala não foi ao ar?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Cartaz de terror "Premonição 5" é proibido na Inglaterra

Um cartaz de divulgação do filme de terror "Premonição 5" foi proibido na Inglaterra por ser violento demais.
O pôster, exibido ao lado de ônibus e nas estações de metrô, mostra uma caveira com barras de ferro atravessando os buracos da boca e dos olhos. Segundo o jornal "Guardian", a autoridade que regula propagandas recebeu 13 reclamações sobre o cartaz, que estaria afetando principalmente as crianças, e foi proibido por causar a elas "medo e angústia".

Imdb
Cartaz de "Premonição 5" proibido na Inglaterra por causar "medo e angústia" em crianças
Cartaz de "Premonição 5" proibido na Inglaterra por causar "medo e angústia" em crianças

A Warner, responsável pelo filme, rebateu as reclamações dizendo que a imagem representa o conteúdo do filme "de forma apropriada" e que a caveira seria uma "imagem fantasiosa" sem usar pessoas reais ou sangue. "Premonição 5" estreou no Brasil em setembro.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Outdoor "sensual demais" de marca de lingerie é proibido na Inglaterra

Do UOL Economia, em São Paulo
  • Propaganda da Marks & Spencer Propaganda da Marks & Spencer
Um anúncio da marca de lingerie Marks & Spencer foi banido na Inglaterra por ser “muito sensual”. Cerca de quinze consumidores se sentiram ofendidos com a propaganda e reclamaram para o órgão regulador do país, que tomou a medida de proibir a campanha.O anúncio estampado em um ônibus de dois andares traz uma mulher vestida com uma lingerie preta de joelhos na cama.A imagem foi considerada inadequada para ser divulgada em locais públicos e não segmentados.
A empresa disse que não acreditou que o anúncio poderia ofender o público e que por ser uma marca de lingerie é natural que utilizem modelos vestindo as peças que produzem.
Segundo o órgão regulador da publicidade na Inglaterra, a medida também tem como objetivo proteger as crianças de materiais inadequados.
Pesquisa do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi) avaliou o comportamento de compra do consumidor de roupas íntimas no Brasil. 33% dos homens compram lingerie para dar de presente em datas especiais

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