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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Sem vacinas, São Carlos (SP) enfrenta surto de catapora

ELIDA OLIVEIRA/FOLHA
DE RIBEIRÃO PRETO

Escolas e creches de São Carlos (232 km de São Paulo) já registraram neste ano 12 surtos de catapora. Quatro instituições de ensino ainda estão nessa situação, colocando em risco ao menos 200 crianças da cidade.
De acordo com a Vigilância Epidemiológica, somente no mês de outubro já foram confirmados 234 casos --quase dez novos doentes por dia. Entre janeiro e setembro deste ano, São Carlos teve 566 casos de catapora, 30% mais que no mesmo período do ano passado, quando 436 pessoas ficaram doentes.
A catapora é transmitida por um vírus e causa febre e feridas na pele. Apesar de ser uma doença altamente contagiosa, a vacina não faz parte do calendário de imunização das crianças, que são vacinadas conforme os surtos. Neste ano, já foram vacinadas 375 crianças nas escolas notificadas com surto, disse Edel Zoia, coordenadora da Vigilância Epidemiológica. Para novos casos, no entanto, não há vacina, o que traz preocupação à cidade. Os produtos são necessários para bloquear a transmissão da doença. Segundo Edel, quando uma criança tem catapora, a escola ou creche identifica quantos alunos já ficaram doentes ou foram vacinadas. As demais são imunizadas contra o vírus. Segundo a Prefeitura de São Carlos, um pedido de 200 vacinas foi feito à Secretaria de Estado da Saúde no início desde mês, mas nada foi enviado à cidade. A Secretaria da Saúde confirma que há um desabastecimento de vacinas contra a catapora em São Paulo. Segundo a pasta, já foram providenciadas as compras do produto para normalizar os estoques, mas o órgão não informou o prazo para receber os produtos e repassá-los às cidades com surtos.
A secretaria informou que as crianças que adquiriram catapora devem ficar afastadas da escola ou da creche, para evitar a transmissão.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

OMS diz que surto é causado por variedade de E.coli nunca vista

FOLHA

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou nesta quinta-feira que a variedade da Escherichia coli (E.coli) que causou o surto na Europa é uma bactéria nunca antes vista.
A agência disse que o sequenciamento genético preliminar realizado na bactéria sugere uma mutação de duas formas diferentes da E.coli, com genes letais que poderiam explicar a amplitude e a gravidade do surto na Europa e Estados Unidos. Até o momento, a bactéria matou 16 pessoas na Alemanha e uma na Suécia e deixou mais de 1.500 infectados em vários países, incluindo 470 que desenvolveram uma rara complicação renal. Quase todas as pessoas infectadas vivem ou estiveram recentemente na Alemanha --como os dois casos de contaminação registrados nos EUA. O surto já é considerado o terceiro maior envolvendo E. coli na história recente e pode ser o mais fatal. Em 1996, 12 pessoas morreram em um surto no Japão que infectou mais de 12 mil. Em 2000, sete morreram em um surto no Canadá.
Editoria de Arte/Folhapress

"Esta é uma variedade única que nunca foi isolada em pacientes", disse Hilde Kruse, especialista em segurança alimentar da OMS. "[Esta variedade] tem várias características que a tornam mais virulenta e com maior capacidade de produzir toxinas". Cientistas não conseguiram descobrir a fonte do surto, que foi atribuído inicialmente a pepinos espanhóis e que já atingiu nove países europeus.
RÚSSIA
Com medo de que o surto chegue na Rússia, o país estendeu nesta quinta-feira o veto aos vegetais crus espanhóis e alemães para toda a União Europeia. Lyubov Voropayeva, porta-voz da Agência de Supervisão dos Direitos do Consumidor, disse que o veto foi imposto imediatamente e sem previsão de acabar. O chefe da agência, Gennady Onishchenko, disse que a "medida impopular" estaria em voga até que as autoridades europeias informem Moscou sobre a causa exata da doença e como ela se espalhou para países como Áustria, Holanda, Dinamarca, Noruega, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido.
"Quantas vidas de cidadãos europeus serão necessárias para resolver este problema?", disse Onishchenko à agência de notícias estatal RIA Novosti. Até o momento, nenhuma vítima foi registrada na Rússia.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dengue avança em seis cidades do interior de São Paulo

ANA SOUSA/FOLHA
DE RIBEIRÃO PRETO

Na contramão da redução neste ano de 80% dos casos de dengue no Estado de São Paulo, ao menos seis cidades do interior -Araraquara, Bauru, Franca, Ituverava, Lorena e Sertãozinho-- registraram aumento da doença. Representantes desses municípios ouvidos pela Folha atribuem a alta da dengue a questões climáticas, à falta de colaboração de moradores e à importação de casos.
Em Lorena (198 km de SP), foram registrados até ontem 2.661 casos de dengue. Em 2010, o município teve apenas seis. "Sabemos que 80% dos focos estão dentro das casas. Se não tiver a participação da população, não conseguiremos reduzir os casos", diz o secretário da Saúde, Adriano Aurélio dos Santos.
A Prefeitura de Lorena desenvolve um projeto de lei para multar moradores que não exterminarem criadouros --como o aprovado pela Câmara de Taubaté, cidade que já registrou neste ano três das 12 mortes ocorridas no Estado.

Silva Junior/Folhapress
Agente de controle de vetores faz nebolização em casa do bairro São João, em Sertãozinho, em SP
Agente de controle de vetores faz nebolização em casa do bairro São João, em Sertãozinho, em SP

Em Sertãozinho (333 km de SP), o número de pessoas infectadas pela dengue saltou de 497 em 2010 para 885 nos primeiros meses de 2011. Uma morte foi registrada, segundo a Secretaria de Estado da Saúde.
A cidade atribui o aumento à proximidade de Ribeirão Preto (313 km de SP), que tem mais de 10 mil registros neste ano. Em Araraquara (273 km de SP), as notificações positivas já superaram o total de todo o ano passado (1.375 até abril contra 1.308). Lá, uma morte também foi registrada. De acordo com o coordenador da Vigilância Epidemiológica, Feiz Matta, as chuvas e a falta de cooperação dos munícipes contribuíram para o problema. Em Ituverava (413 km de SP), 1.057 pessoas foram infectadas pela dengue este ano --quase o triplo do total de vítimas do ano passado. "Fazemos mutirão e na semana seguinte os criadouros estão de volta", diz Sérgio Chicote, secretário da Saúde.
Em Franca (400 km de SP) e Bauru (329 km de SP), onde o número de casos deste ano já é praticamente quatro vezes superior ao total do ano passado, a Saúde pede o apoio dos moradores para combater a doença. O infectologista Gustavo Johanson, da Unifesp (Federal de São Paulo), afirma que a alta dos casos não pode ser atribuída simplesmente à participação dos moradores. Segundo ele, são vários os fatores determinantes para o crescimento --inclusive a melhoria do diagnóstico.
MORTES
Além de Taubaté e Sertãozinho, outras oito cidades registraram morte por dengue neste ano no Estado de São Paulo: Andradina, Cândido Mota, Caraguatatuba, Cosmópolis, Ribeirão Preto, Votuporanga, São José do Rio Preto e Sumaré. O balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde na última sexta-feira aponta que 32.494 casos autóctones foram registrados nestes quatro meses.
No primeiro bimestre do ano passado houve um total de 157.506 notificações.
 

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Filha mais velha de Dudu Nobre e Adriana Bombom é internada com dengue no Rio

do UOL, no Rio
 Adriana Bombom leva as filhas Thalita e Olívia (de óculos) ao Circo Las Vegas (15/8/10)
Adriana Bombom leva as filhas Thalita e Olívia (de óculos) ao Circo Las Vegas (15/8/10)
A filha mais velha de Dudu Nobre e Adriana Bombom, Olívia, de nove anos, está internada com dengue no Centro Pediátrico da Lagoa, na zona sul do Rio. Segundo Adriana Bombom, o quadro da menina é estável e ela deve ter alta no próximo domingo (17). “Ela está internada desde a última terça (12). Estou dormindo no hospital com ela todos os dias”, contou a repórter da Rede TV!, por telefone, ao UOL.
Adriana disse que, no início da semana, Olívia começou a ter febre e apareceram manchas pelo corpo da menina. “Quando soube que ela estava com dengue pirei. Chorei e tudo. Mas agora está tudo bem. Ela está internada, tomando soro. Estou até levando uns gibis para ela se distrair no hospital”, contou Bombom, que também é mãe de Thalita, de sete anos.

Filha mais velha de Dudu Nobre e Adriana Bombom é internada com dengue no Rio

do UOL, no Rio
 Adriana Bombom leva as filhas Thalita e Olívia (de óculos) ao Circo Las Vegas (15/8/10)
Adriana Bombom leva as filhas Thalita e Olívia (de óculos) ao Circo Las Vegas (15/8/10)
A filha mais velha de Dudu Nobre e Adriana Bombom, Olívia, de nove anos, está internada com dengue no Centro Pediátrico da Lagoa, na zona sul do Rio. Segundo Adriana Bombom, o quadro da menina é estável e ela deve ter alta no próximo domingo (17). “Ela está internada desde a última terça (12). Estou dormindo no hospital com ela todos os dias”, contou a repórter da Rede TV!, por telefone, ao UOL.
Adriana disse que, no início da semana, Olívia começou a ter febre e apareceram manchas pelo corpo da menina. “Quando soube que ela estava com dengue pirei. Chorei e tudo. Mas agora está tudo bem. Ela está internada, tomando soro. Estou até levando uns gibis para ela se distrair no hospital”, contou Bombom, que também é mãe de Thalita, de sete anos.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Epidemias-Ana Maria Braga apresenta "Mais Você" com conjuntivite

Nesta segunda (4), Ana Maria Braga apresentou o “Mais Você” com conjuntivite. Segundo Silvia Pacolla, assessora de imprensa da apresentadora, ela já voltou de Nova York – onde estava viajando – no último domingo (3) com a doença.
“A Ana não vai deixar de apresentar o programa e brincou dizendo que vai mostrar uma coleção de óculos escuros ao público”, contou Silvia.No programa desta segunda (4), que foi ao vivo, a apresentadora convidou o médico Guilherme Furtado, do quadro “S.O.S Mais Você”, para falar sobre conjuntivite. Ele ensinou como se proteger para evitar e como tratar a doença. Guilherme mostrou que os sintomas são fáceis de perceber: olhos avermelhados, lacrimejamento, inchaço nas pálpebras, intolerância à luz e aquela sensação incômoda de que há areia dentro dos olhos.


Ana Maria Braga é surpreendida pela equipe do "Mais Você" com festa de aniversário (1/4/2011). A apresentadora foi surpreendida pela visita da neta Joana, de 54 dias Divulgação/TV Globo

Dengue tipo 4 chega ao Estado de São Paulo

MÔNICA BERGAMO/COLUNISTA DA FOLHA

O secretário da saúde, Giovanni Cerri, anunciará logo mais que o vírus da dengue tipo 4 está circulando no Estado de São Paulo.
Há alguns dias uma mulher de São José do Rio Preto (438 km de São Paulo) foi diagnosticada com esse tipo da doença. Ela foi tratada e já está curada.
O vírus da dengue tipo 4 nunca havia sido identificado em São Paulo. Este é o primeiro caso da história do Estado, segundo a secretaria da Saúde.
O Brasil passou 28 anos sem registrar nenhum caso do tipo 4, mas ele foi reintroduzido no país em 2010. De lá para cá, já foram notificados casos no Amazonas, Pará, Bahia, Piauí, Rio de Janeiro e Roraima.
O vírus não é mais agressivo do que os outros, mas aumenta o risco de epidemia porque menos pessoas estão imunizadas contra o vírus desse tipo.

Estudante de 19 anos morre de dengue hemorrágica no Rio

Morte foi confirmada por Hospital Barra D'or, onde jovem estava internada.Sobe para nove o número de vítimas fatais da doença na capital fluminense.

Carolina Lauriano Do G1 RJ
Uma estudante de 19 anos morreu de dengue hemorrágica no Rio, elevando para nove o número de vítimas da doença na capital fluminense. A informação do óbito foi confirmada nesta segunda-feira (4), pela assessoria de comunicação do Hospital Barra D'or, onde ela deu entrada no sábado (2), às 22h14, e morreu cerca de 30 minutos depois.No mesmo dia da morte da estudante, a Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio identificou 11.354 possíveis focos de dengue na cidade. Cerca de 7 mil pessoas, em mais de 300 grupos de caminhada, saíram das unidades municipais de saúde e percorreram cerca de 900 quilômetros vistoriando ruas, imóveis e estabelecimentos da cidade. A maioria dos focos encontrados estava em propriedades privadas.Na sexta-feira (1º), secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann, afirmou ao G1 que o momento de pico da dengue no Rio ainda pode durar mais três semanas. O município já conta, até esta segunda-feira, com 14.720 casos de dengue notificados.
Epidemia
Dez municípios do Rio de Janeiro estão com epidemia de dengue. Na última quarta (30), a Secretaria estadual de Saúde anunciou que já foram registradas 23 mortes no estado. A Secretaria municipal de Saúde, entretanto, afirmou na quinta-feira (31) que mais uma pessoa havia morrido de dengue na capital.
De acordo com a secretaria, para avaliar um quadro de epidemia são levados em conta três fatores: número de casos notificados, série histórica de casos ocorridos e se a curva de incidência se sustenta ao longo do tempo.
25 mortes
As mortes pela doença no estado aconteceram nas seguintes cidades: Nova Iguaçu (3), Duque de Caxias (2), Magé (1), Cabo Frio (1), São Gonçalo (3), Maricá (1), Mesquita (1), Rio de Janeiro (9), São João do Meriti (3) e São José do Vale do Rio Preto (1).A Secretaria estadual de Saúde confirma apenas sete mortes no município do Rio, pois o balanço só é divulgado uma vez por semana, na quarta-feira. De 2 de janeiro a 26 de março foram notificados 31.412 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro.Na capital, nos três primeiros meses do ano, o número de casos já é maior do que o total dos anos de 2010 e 2009 somados. A prefeitura afirmou, por meio de nota, que há tendência de redução de notificações da doença e que, por isso, “não está mais configurada nenhuma região com característica de alertas para surto da doença”.
Dengue tipo 4
A Secretaria Estadual de Saúde do Rio confirmou na quarta-feira (23) os dois primeiros casos de dengue tipo 4 no estado. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, a confirmação foi dada pela Fiocruz. São os primeiros casos de dengue tipo 4 confirmados fora do Norte ou Nordeste do país.
As infectadas, conforme informações da secretaria, são as irmãs e estudantes universitárias Caroline, de 22 anos, e Bárbara, de 21, que estão em casa e passam bem. Uma delas precisou ser internada, com fortes dores abdominais.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Teste que detecta dengue em minutos tem restrições, diz secretaria do RJ

Na rede pública, exame só é feito se houver diagnóstico clínico da doença.Laboratório particular afirma que número de kit é insuficiente.

Carolina Lauriano Do G1 RJ
Dengue (Foto: Reprodução / TV Globo)Dez municípios do Rio têm epidemia de dengue
(Foto: Reprodução / TV Globo)
Com a epidemia de dengue detectada em alguns municípios do Rio, cresce o receio da população e, com isso, a vontade de um diagnóstico rápido, já que o exame padrão demora até cinco dias para ficar pronto. O teste rápido da dengue, que detecta a doença em minutos, é feito com restrições na rede pública e alguns laboratórios particulares.A Secretaria estadual de Saúde afirma que o motivo da cautela é a possibilidade de o exame, eficaz apenas nos primeiros cinco dias da doença, dar um resultado falso negativo. Já a rede D'or, que começou a oferecer o serviço na semana passada, diz que o problema é o número insuficiente de kits para a população.Segundo o diretor da rede D'or, Arnaldo Prata, o teste rápido é realizado com restrição para cinco grupos de pacientes: idosos, gestantes, crianças com doenças crônicas, pacientes com deficiências imunológicas (como câncer) e pacientes que chegam ao hospital com quadro clínico grave de dengue."Neste momento estamos priorizando esse grupo porque não temos um número de kit suficiente pra fazer em toda a população que nos procura", disse ele.
Já o superintendente de vigilância ambiental e epidemiológica da secretaria, Alexandre Chieppe, fez um alerta para que o exame só seja feito por gestantes, crianças abaixo de 5 anos, casos graves e pacientes que já tenham o diagnóstico clínico da dengue.“Não é qualquer pessoa que faz o teste rápido. O diagnóstico continua sendo o clínico. Esse resultado pode dar falso negativo. É importante dizer que não pode ser feito aleatoriamente. Se ele for usado de forma irrestrita, ele vai atrapalhar mais do que ajudar”, explicou o superintendente.
A secretaria informou que foram comprados 20,5 mil kits para o teste, ao custo de R$ 41 cada unidade. Desse total, 13,7 mil já foram distribuídos aos municípios. De acordo com Chieppe, a secretaria deverá solicitar mais kits.
Laboratório não restringe teste
Um dos laboratórios particulares que fazem o teste rápido na capital do Rio é o Richet, que cobra R$ 116 pelo serviço e solicita um exame médico para que o exame seja feito."Já fizemos 500 testes desde o começo do ano, sendo a maioria deles o exame combinado, que junta o teste de antígeno (NS1, indicado para os primeiros dias da doença) com o de anticorpo (que acusa a dengue em pacientes com pelo menos 5 dias da doença). O número aumentou muito em fevereiro e, principalmente, em março", disse o diretor do laboratório, Hélio Magarinos.
Fiocruz estuda produzir kit no Rio
A Bio-Manguinhos, órgão da Fiocruz, estuda a possibilidade de produzir o kit no Rio de Janeiro, com base em pesquisa realizada na Coreia do Sul.A instituição informou, entretanto, que o contrato de transferência de tecnologia para produzir o teste para dengue é sigiloso e depende do aval do Ministério da Saúde. Em nota, a assessoria de comunicação da Bio-Manguinhos disse que ainda não está realizando testes.
10 municípios têm epidemiaDez municípios do Rio de Janeiros estão com epidemia de dengue. A informação foi confirmada pela Secretaria estadual de Saúde. Na quarta-feira (30), o órgão anunciou que já foram registradas 23 mortes no estado.Ainda segundo o estado, os municípios com as maiores taxas de incidência da doença são: Bom Jesus de Itabapoana (3.343,3 casos/ 100 mil habitantes), Santo Antonio de Pádua (1.422,3 casos/100 mil habitantes), Cantagalo (1.351,8 casos/100 mil habitantes), Mangaratiba (740,8 casos/100 mil habitantes), Cordeiro (686,2 casos/100 mil habitantes), Guapimirim (670,1 casos/100 mil habitantes), Seropédica (666,4 casos/100 mil habitantes), Magé (615,8 casos/100 mil habitantes), Silva Jardim (603,9) e Cabo Frio (602,5 casos/100 mil habitantes).
23 mortes
As mortes pela doença no estado aconteceram nas seguintes cidades: Nova Iguaçu (3), Duque de Caxias (2), Magé (1), Cabo Frio (1), São Gonçalo (3), Maricá (1), Mesquita (1), Rio de Janeiro (7), São João do Meriti (3) e São José do Vale do Rio Preto (1). De 2 de janeiro a 26 de março foram notificados 31.412 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro.Na capital, nos três primeiros meses do ano, o número de casos já é maior do que o total dos anos de 2010 e 2009 somados. A prefeitura afirmou, através de nota, que há tendência de redução de notificações da doença e que, por isso, “não está mais configurada nenhuma região com característica de alertas para surto da doença”. 

ALERTA!Secretaria confirma epidemia de dengue em Campinas

Até a última terça-feira, 429 casos da doença foram registrados na cidade


Lívia Mota Grupo RAC

Agente faz nebulização no bairro Icaraí, em Campinas
(Foto: Rogério Capela/AAN)Tags
A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou na quarta-feira (30/03) que a cidade vive uma epidemia de dengue. Até a última terça-feira (29/03), 429 casos da doença haviam sido registrados. Entre estes, quatro foram de dengue com complicações e três da forma hemorrágica. Não houve mortes. Essa é a primeira epidemia do ano em Campinas. Segundo a Vigilância em Saúde, a situação é bem mais tranquila do que no ano passado, quando foram registrados cerca de 3 mil casos de dengue no município. na quarta-feira (30), a Prefeitura realizou bloqueio químico no Parque Shalon 1, na região Norte. Neste sábado (02/04), a ação deve continuar para atingir as residências que estavam fechadas. O bairro é uma das áreas da região com quatro casos confirmados de dengue. No Bosque de Barão Geraldo, onde há transmissão da doença, a nebulização também será feita nas casas no sábado. Segundo o médico sanitarista André Ricardo Ribas Freitas, coordenador do Programa Municipal de Controle da Dengue, esta é a maior incidência da doença na cidade dos últimos cinco anos. “Trata-se da maior infestação nos últimos cinco anos no município. Essa condição, aliada à probabilidade da circulação de vários sorotipos da dengue, impõe o risco de aumento no número de casos e de aumento na proporção de ocorrências graves e óbitos”, diz Freitas.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Conjuntivite se espalha no litoral e no interior de São Paulo

ADRIANA MATIUZO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE RIBEIRÃO PRETO
LIGIA SOTRATTI
DE RIBEIRÃO PRETO

A epidemia de conjuntivite já se espalhou por ao menos 18 cidades do interior e da Baixada Santista e já fez 42.631 vítimas nos três primeiros meses deste ano.
A infecção já chegou a causar a interrupção das aulas em algumas cidades, já teve surtos em penitenciárias e não poupou nem mesmo jogadores da equipe de futebol do União Mogi, da Série B-1 do Paulista deste ano. O levantamento feito pela Folha nessas 18 cidades não inclui a capital. No último balanço do Estado, eram 18,4 mil pessoas infectadas. Na capital, segundo a prefeitura, eram mais de 50 mil casos, de acordo com balanço até 15 de março. Agora os casos se espalharam pelo Estado. Das 18 cidades apuradas ontem, Santos foi a que com mais registros: 14.496. Na região, Serrana (313 km de SP) preocupa mais, com cerca de 1.300 casos. Em Ribeirão Preto (313 km de SP), são 371.

Silva Junior/Folhapress
Gabriela dos Santos Gomes, 16, com conjuntivite, é atendida na UBDS em Ribeirão Preto, no interior de SP
Gabriela dos Santos Gomes, 16, com conjuntivite, é atendida na UBDS em Ribeirão Preto, no interior de SP

Em Rio Claro (173 km de SP), 952 pessoas foram infectadas, três vezes mais do que em 2010, quando 265 casos foram registrados. "Mandamos nota técnica para que as escolas orientem os alunos a lavarem as mãos", disse a coordenadora da Vigilância Sanitária da cidade, Ivana de Souza.
Os municípios dizem que há aumento em relação a 2010, mas alegam que não têm dados disponíveis do ano passado porque não houve surto na ocasião. Em São José do Rio Preto (438 km de SP), foram 6.245 casos entre janeiro e março, número que supera todo o ano passado, quando a cidade registrou 3.442 doentes. Segundo a assessoria da prefeitura, a cidade tem reforçado campanhas nos postos de saúde e escolas.
AULAS SUSPENSAS
Em Mogi das Cruzes (Grande SP), onde há registros de 6.000 casos desde o início do ano, algumas escolas chegaram a suspender as aulas. Já em Orlândia (365 km de SP), toda a rede de ensino parou por dois dias e as aulas só devem retornar amanhã na cidade. Em outras cidades, como em Jaborandi (418 km de SP), as aulas foram suspensas por uma semana. A cidade registrou em torno de 700 casos, mas o prefeito Ronan Cardozo (PTB) disse que o número deve ser maior: pelo menos 900. "Muita gente não notifica a Saúde, então não chegam esses dados. Mas só de frascos de colírios foram distribuídos 600", disse. Nem profissionais da saúde conseguiram escapar da conjuntivite. Na Santa Casa de Barretos (423 km de SP), cem dos mil funcionários do hospital tiveram ou têm a doença.
De acordo com o médico do Departamento de Oftalmologia da Unicamp, Wilson Marchi, a doença tem alto poder de contágio. "O vírus não voa, a gente que leva. Por isso o reforço é para lavar as mãos com frequência e, se apresentar os sintomas, não se automedicar", afirma.

sexta-feira, 25 de março de 2011

'Larvas estão mais resistentes' dizem agentes de combate à dengue no PR

As larvas já não se intimidam mais com a água suja.
Eles estão encontrando focos em locais onde antes não havia risco.

Do G1 PR

 Agentes de combate à dengue do Paraná têm encontrado focos do mosquito em lugares onde antes não havia risco disso acontecer. Já não é só em água limpa que o mosquito se reproduz. “Água parada pode ser suja ou limpa, ele tá ali” diz a agente Silvana dos Santos.
As larvas estão mais resistentes e não se intimidam mais com a água suja. Qualquer local com água parada virou potencial para o desenvolvimento dos mosquitos. “Nas caixas de gordura estão aparecendo bastante, nas calhas também. Pneus nem se fala, nas calotas e nas lonas” diz a agente Eliane Buratto.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Diagnóstico inicial de irmãs com dengue tipo 4 no RJ foi errado, diz pai

Segundo ele, hospital particular disse que uma delas tinha infecção urinária.'Sorte é que tem médico em casa', disse ele, que tratou filhas com uma prima.

Carolina Lauriano Do G1 RJ

O pai das irmãs que tiveram a dengue tipo 4 em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, Luiz Carlos Graça, afirmou, nesta quinta-feira (24), que o primeiro diagnóstico de uma das jovens, realizado em um hospital particular da cidade, foi errado.
“A médica falou que uma delas estava com infecção urinária”, disse ele, contando que só foi saber que era dengue tipo 4 na última quarta-feira (23), quando ficou pronto o exame de sorologia.
As estudantes universitárias Caroline, de 22 anos, e Bárbara, de 21, já estão em casa e passam bem. Uma delas precisou ser internada, com fortes dores abdominais. Elas foram os dois primeiros casos de dengue tipo 4 no estado.
“Eu senti dor de cabeça, febre alta e no restante da semana muito cansaço e dor nos olhos, além de dores abdominais um pouco mais fracas do que a minha irmã”, explicou Bárbara.
Luiz Carlos, que é dentista, contou que as duas começaram a ter febre alta e fortes dores de cabeça no domingo de carnaval (6). No dia seguinte, como não havia laboratórios abertos, ele as levou em um hospital particular. Segundo Luiz Carlos, uma prima dele, que é médica do programa Médico de Família, foi quem tratou das duas jovens.
“A sorte é que tem médico em casa, porque se eu deixasse com o hospital, não ia curar”, disse ele.
A família mora no bairro Cafubá, em Piratininga, na Região Oceânica da cidade. Luiz Carlos contou que as meninas não viajaram em nenhum momento. Nesta quinta-feira, agentes de saúde fizeram uma varredura na região, mas não encontraram nenhum indício de foco do mosquito.Em entrevista coletiva na manhã desta quinta, o secretario estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirmou que a chegada do vírus tipo 4 ao Rio era questão de tempo.
Chegada do vírus no RJ
A confirmação da chegada da dengue tipo 4 foi dada na quarta-feira, pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, a confirmação foi dada pela Fiocruz. São os primeiros casos de dengue tipo 4 confirmados fora do Norte ou Nordeste do país.
Na terça-feira (22), foi confirmado o primeiro caso de dengue tipo 4 no Piauí. A paciente, uma jovem de 17 anos, vive em Teresina. No mesmo dia, a Secretaria de Saúde da Bahia confirmou dois casos de pacientes infectados com o vírus da dengue (DEN-4), em Salvador.
Até então, os registros de casos desse tipo de dengue se restringiam ao Norte do país, em estados como Pará, Roraima e Amazonas.
Casos no Rio
A Secretaria estadual de Saúde confirmou na tarde desta quarta a morte de 18 pessoas por dengue no estado do RJ.De 2 de janeiro a 19 de março, foram notificados 26.258 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro.A secretaria informou ainda que os municípios de Seropédica, Guapimirim, ambos na Baixada Fluminense, e Mangaratiba, na Costa Verde, enfrentam uma epidemia de dengue, mas dos tipos 1, 2 e 3.
Dengue tipo 4
A dengue tipo 4 apresenta risco mesmo a pessoas já contaminadas com os vírus 1, 2 ou 3, que são vulneráveis à manifestação alternativa da doença. Complicações podem levar pessoas infectadas ao desenvolvimento de dengue hemorrágica. O sorotipo 4 foi identificado pela primeira vez no Brasil há 28 anos.É possível desenvolver um quadro grave de dengue com qualquer sorotipo, mas a dengue tipo 4 é preocupante porque grande parte da população está desprotegida em relação a esse sorotipo. E a probabilidade de quadro grave de dengue aumenta se a pessoa for infectada pela segunda ou terceira vez.

terça-feira, 22 de março de 2011

Em três meses, Rio tem mais casos de dengue do que 2010 e 2009 juntos

Segundo secretaria de saúde, capital já teve 8.315 casos da doença este ano.Cosme Velho, na Zona Sul, é o 14º bairro com o surto da doença na cidade.

Carolina Lauriano Do G1 RJ
Em menos de três meses, o número de notificações de casos de dengue no Rio é maior do que o total dos anos de 2010 e 2009 somado na capital. Desde janeiro já foram notificados 8.315 casos da doença na cidade. Nos dois anos anteriores, somados, foram 5.843 notificações.
O surto da dengue chegou à Zona Sul do Rio, no bairro Cosme Velho, onde 23 pessoas tiveram a doença, somente este ano. A informação é da Secretaria municipal de Saúde. Agora já são 14 bairros da cidade com o surto da dengue.O surto se dá quando há mais de 300 casos por cada cem mil habitantes. Em Pedra de Guaratiba, já são 1.119,3 casos/ 100 mil habitantes. Os bairros de Saúde, Barra de Guaratiba, Catumbi, Bonsucesso, Anil, Centro, Cocotá, Acari, Santa Teresa, Santo Cristo, Paquetá e Rio Comprido também estão com surto, segundo dados da Secretaria municipal de Saúde.
Menina morreu de dengue hemorrágica no sábado (19) (Foto: Reprodução/ TV Globo)Menina morreu de dengue hemorrágica no Rio
(19) (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Bebê morre de dengue hemorrágicaNo último sábado (19), um bebê de quatro meses morreu de dengue hemorrágica, no Rio de Janeiro, contabilizando 15 mortes pela doença no estado, somente este ano. A menina estava internada no Hospital Quinta D'Or, em São Cristóvão, na Zona Norte da cidade.A Subsecretaria de Vigilância em Saúde informou que já são 20.150 casos suspeitos de dengue em todo o estado, desde o dia 2 de janeiro até o dia 12 de março. Procurada pelo G1, a Secretaria estadual de Saúde não confirmou a morte da menina, alegando que o balanço do estado só é divulgado às quartas-feiras.A Secretaria municipal de Saúde estendeu os dias e horário de funcionamento em 11 postos de saúde localizados em áreas com maior incidência de dengue. Os postos passam a abrir todos os dias da semana (inclusive sábados e domingos), das 8h às 20h. Somente a Policlínica Augusto Amaral Peixoto, em Guadalupe, não funcionará aos domingos.
Municípios com epidemia
Quatro municípios do estado do Rio de Janeiro já apresentam casos localizados de epidemia de dengue, de acordo com informações confirmadas pela Secretaria estadual de Saúde na última quarta-feira (16).
O município com maior taxa de incidência é Bom Jesus de Itabapoana, no Noroeste Fluminense, com 2.447,4 casos por 100 mil habitantes. Outros municípios em alerta são: Cantagalo (1.321,5 casos/100 mil habitantes), no Norte Fluminense, Santo Antonio de Pádua (1.158,5 casos/100 mil habitantes), no Noroeste do estado, e Magé (599,6 casos/100 mil habitantes), na Baixada Fluminense.
Número de óbitos dobrou
Os municípios que registraram os casos de morte foram: Nova Iguaçu (1), Magé (1), Cabo Frio (1), São Gonçalo (2), Maricá (1), Rio de Janeiro (6), São João do Meriti (2) e São José do Vale do Rio Preto (1).
Nos dois primeiros meses de 2011, a subsecretaria havia informado que sete pessoas já haviam morrido por causa da dengue. De acordo com os novos números divulgados, o número de óbitos dobrou em apenas 15 dias.

sábado, 19 de março de 2011

Piauí confirma caso de dengue tipo 4 e pede ajuda ao Exército

YALA SENA/COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM TERESINA (PI)

A cidade de Teresina (PI) registrou o primeiro caso de dengue tipo 4. A paciente, uma estudante de 17 anos, foi internada, mas passa bem. O Laboratório Central de Fortaleza (CE), único de referência regional para este tipo de exame, confirmou o caso nesta sexta-feira.
O vírus pode agravar os casos da doença, devido à falta de contato da população com ele.
No país, já houve registros de dengue tipo 4 nos Estados de Roraima, Amazonas e Pará. O Piauí é um dos 16 Estados brasileiros com risco de epidemia da dengue, e a capital é recordista de notificações. Em três meses, os casos aumentaram 600%, passando de 136 para 824. A secretária estadual de Saúde, Lílian Martins, informou que o resultado do exame será comunicado ao Ministério da Saúde. 'O maior problema é que no Estado ainda não havia circulado esse tipo de dengue, o que faz com que toda a população esteja mais susceptível', afirmou. O presidente da Fundação Municipal de Saúde, Pedro Leopoldino, informou que a jovem contraiu o vírus dentro do Estado. 'Ela já teve alta e seu quadro não é de risco. Fizemos o isolamento da área onde foi registrado o caso e realizamos mutirões de limpeza', afirmou.
O caso foi registrado no bairro Auto da Ressurreição, zona sudeste de Teresina. Trata-se de uma área carente, com mais de 20 mil habitantes.
EXÉRCITO
Após o registro de um caso de dengue tipo 4, o presidente da Fundação Municipal de Saúde anunciou que vai pedir ajuda ao Exército para atuar nas áreas de maior resistência da população. No levantamento da prefeitura, a região norte da cidade concentra o maior número de casos. No Estado, são cerca de 2.200 casos da dengue, com uma morte registrada em Parnaíba, no litoral.
A dengue tipo 4 não é mais potente que os outros três vírus, segundo Pedro Leopoldino, e causa os mesmos sintomas: dores no corpo, na cabeça, nas articulações e na região dos olhos, além de febre, vômito e diarreia.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ribeirão Bonito (SP) tem surto de conjuntivite

Depois de Jaborandi (418 km de São Paulo) suspender aulas como prevenção, a Prefeitura de Ribeirão Bonito (263 km de São Paulo) também registrou um surto de conjuntivite no município.
A cidade já contabilizou pelo menos 500 casos da doença. Até a secretária da Saúde, Maria Eliza Lazarini Alboleia, e outros dez funcionários da pasta estão afastados por causa da conjuntivite. A administração afirma haver surtos em outras cidades da região. Em todo o Estado, municípios já registraram 18.400 casos em surtos. Em Jaborandi, que registrou 172 casos desde o Carnaval, a administração suspendeu as aulas na rede municipal de ensino nesta semana --a medida afetou 900 estudantes.
DOENÇA
Os sintomas da conjuntivite viral são olhos avermelhados, lacrimejamento, pálpebras inchadas e avermelhadas, secreção, sensação de areia nos olhos e fotofobia (intolerância à luz). De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a grande maioria dos casos não apresenta complicações e pode ser tratada em casa ou em postos de saúde, não havendo necessidade de ir a um pronto-socorro. Para melhorar os sintomas, a secretaria recomenda lavar os olhos com água fervida ou filtrada gelada, lavar as mãos constantemente, trocar a roupa de cama todos os dias e evitar coçar os olhos e locais com aglomerações, principalmente piscinas. Não havendo melhora, a recomendação é procurar um serviço de saúde. Outra recomendação é de que as pessoas não usem colírios a base de antibióticos ou de corticoides sem consultar um médico. -
CUIDADOS CONTRA A CONJUNTIVITE
Redobre os cuidados com higiene pessoal, como por exemplo, lavar as mãos com frequência
Evite coçar os olhos
Procure também evitar aglomerações
Não utilize piscinas públicas, pois o cloro não é capaz de matar o vírus causador da doença
SE JÁ PEGOU
Tente repousar
Evite ambientes coletivos por pelo menos sete dias
Utilize compressas de água potável e fria (ou de soro fisiológico) nos olhos
Use colírios (lágrimas artificiais), de quatro a seis vezes por dia
Se não conseguir abrir o olho ou estiver com muita sensibilidade à luz, procure um médico

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