Nesta segunda (4), Ana Maria Braga apresentou o “Mais Você” com conjuntivite. Segundo Silvia Pacolla, assessora de imprensa da apresentadora, ela já voltou de Nova York – onde estava viajando – no último domingo (3) com a doença.
“A Ana não vai deixar de apresentar o programa e brincou dizendo que vai mostrar uma coleção de óculos escuros ao público”, contou Silvia.No programa desta segunda (4), que foi ao vivo, a apresentadora convidou o médico Guilherme Furtado, do quadro “S.O.S Mais Você”, para falar sobre conjuntivite. Ele ensinou como se proteger para evitar e como tratar a doença. Guilherme mostrou que os sintomas são fáceis de perceber: olhos avermelhados, lacrimejamento, inchaço nas pálpebras, intolerância à luz e aquela sensação incômoda de que há areia dentro dos olhos.
Divulgação pela ótica de interesse de vídeos e notícias do mundo! **MELHOR VIZUALIZADO COM O GOOGLE CHROME e FIREFOX *ESTE BLOG PODE TER CONTEÚDO IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS*
Mostrando postagens com marcador conjuntivite. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conjuntivite. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 4 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Conjuntivite se espalha no litoral e no interior de São Paulo
ADRIANA MATIUZO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE RIBEIRÃO PRETO
LIGIA SOTRATTI
DE RIBEIRÃO PRETO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE RIBEIRÃO PRETO
LIGIA SOTRATTI
DE RIBEIRÃO PRETO
A epidemia de conjuntivite já se espalhou por ao menos 18 cidades do interior e da Baixada Santista e já fez 42.631 vítimas nos três primeiros meses deste ano.
A infecção já chegou a causar a interrupção das aulas em algumas cidades, já teve surtos em penitenciárias e não poupou nem mesmo jogadores da equipe de futebol do União Mogi, da Série B-1 do Paulista deste ano. O levantamento feito pela Folha nessas 18 cidades não inclui a capital. No último balanço do Estado, eram 18,4 mil pessoas infectadas. Na capital, segundo a prefeitura, eram mais de 50 mil casos, de acordo com balanço até 15 de março. Agora os casos se espalharam pelo Estado. Das 18 cidades apuradas ontem, Santos foi a que com mais registros: 14.496. Na região, Serrana (313 km de SP) preocupa mais, com cerca de 1.300 casos. Em Ribeirão Preto (313 km de SP), são 371.
| Silva Junior/Folhapress | ||
| Gabriela dos Santos Gomes, 16, com conjuntivite, é atendida na UBDS em Ribeirão Preto, no interior de SP |
Em Rio Claro (173 km de SP), 952 pessoas foram infectadas, três vezes mais do que em 2010, quando 265 casos foram registrados. "Mandamos nota técnica para que as escolas orientem os alunos a lavarem as mãos", disse a coordenadora da Vigilância Sanitária da cidade, Ivana de Souza.
Os municípios dizem que há aumento em relação a 2010, mas alegam que não têm dados disponíveis do ano passado porque não houve surto na ocasião. Em São José do Rio Preto (438 km de SP), foram 6.245 casos entre janeiro e março, número que supera todo o ano passado, quando a cidade registrou 3.442 doentes. Segundo a assessoria da prefeitura, a cidade tem reforçado campanhas nos postos de saúde e escolas.
AULAS SUSPENSAS
Em Mogi das Cruzes (Grande SP), onde há registros de 6.000 casos desde o início do ano, algumas escolas chegaram a suspender as aulas. Já em Orlândia (365 km de SP), toda a rede de ensino parou por dois dias e as aulas só devem retornar amanhã na cidade. Em outras cidades, como em Jaborandi (418 km de SP), as aulas foram suspensas por uma semana. A cidade registrou em torno de 700 casos, mas o prefeito Ronan Cardozo (PTB) disse que o número deve ser maior: pelo menos 900. "Muita gente não notifica a Saúde, então não chegam esses dados. Mas só de frascos de colírios foram distribuídos 600", disse. Nem profissionais da saúde conseguiram escapar da conjuntivite. Na Santa Casa de Barretos (423 km de SP), cem dos mil funcionários do hospital tiveram ou têm a doença.
De acordo com o médico do Departamento de Oftalmologia da Unicamp, Wilson Marchi, a doença tem alto poder de contágio. "O vírus não voa, a gente que leva. Por isso o reforço é para lavar as mãos com frequência e, se apresentar os sintomas, não se automedicar", afirma.
sábado, 19 de março de 2011
Cidade de SP enfrenta epidemia de conjuntivite, com 60 mil casos
Centro de controle de doenças enviou comunicados para escolas e creches.Doença passa logo, mas é altamente contagiosa.
Do G1 SP
A cidade de São Paulo vive uma epidemia de conjuntivite viral. Nas últimas sete semanas foram registrados quase 60 mil casos da doença. O centro de controle de doenças da capital já enviou comunicados para escolas e creches com informações sobre os sintomas e prevenção da doença. São Sebastião, Ilhabela e Peruíbe, no litoral, também enfrentam epidemia de conjuntivite.
De acordo com os médicos, esse tipo de conjuntivite não costuma ser muito grave e passa em poucos dias. Mas a doença é altamente contagiosa e pode ser transmitida pelo ar ou se a pessoa tocar um objeto tocado por outra doente que tenha coçado os olhos.Segundo os médicos, cuidar da higiene é o melhor jeito de evitar a contaminação. É recomendável lavar as mãos com muita frequência e evitar usar a mesma toalha e a mesma roupa de cama de uma pessoa que está doente.Rosa Nakazaki, gerente do Centro de Controle de Doenças, afirma que não há necessidade de procurar diretamente um oftalmologista. O clínico, pediatra, ou médico de família da unidade de saúde está apto a identificar a doença e a orientar o tratamento.
De acordo com os médicos, esse tipo de conjuntivite não costuma ser muito grave e passa em poucos dias. Mas a doença é altamente contagiosa e pode ser transmitida pelo ar ou se a pessoa tocar um objeto tocado por outra doente que tenha coçado os olhos.Segundo os médicos, cuidar da higiene é o melhor jeito de evitar a contaminação. É recomendável lavar as mãos com muita frequência e evitar usar a mesma toalha e a mesma roupa de cama de uma pessoa que está doente.Rosa Nakazaki, gerente do Centro de Controle de Doenças, afirma que não há necessidade de procurar diretamente um oftalmologista. O clínico, pediatra, ou médico de família da unidade de saúde está apto a identificar a doença e a orientar o tratamento.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Ribeirão Bonito (SP) tem surto de conjuntivite
Depois de Jaborandi (418 km de São Paulo) suspender aulas como prevenção, a Prefeitura de Ribeirão Bonito (263 km de São Paulo) também registrou um surto de conjuntivite no município.
A cidade já contabilizou pelo menos 500 casos da doença. Até a secretária da Saúde, Maria Eliza Lazarini Alboleia, e outros dez funcionários da pasta estão afastados por causa da conjuntivite. A administração afirma haver surtos em outras cidades da região. Em todo o Estado, municípios já registraram 18.400 casos em surtos. Em Jaborandi, que registrou 172 casos desde o Carnaval, a administração suspendeu as aulas na rede municipal de ensino nesta semana --a medida afetou 900 estudantes.
DOENÇA
Os sintomas da conjuntivite viral são olhos avermelhados, lacrimejamento, pálpebras inchadas e avermelhadas, secreção, sensação de areia nos olhos e fotofobia (intolerância à luz). De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a grande maioria dos casos não apresenta complicações e pode ser tratada em casa ou em postos de saúde, não havendo necessidade de ir a um pronto-socorro. Para melhorar os sintomas, a secretaria recomenda lavar os olhos com água fervida ou filtrada gelada, lavar as mãos constantemente, trocar a roupa de cama todos os dias e evitar coçar os olhos e locais com aglomerações, principalmente piscinas. Não havendo melhora, a recomendação é procurar um serviço de saúde. Outra recomendação é de que as pessoas não usem colírios a base de antibióticos ou de corticoides sem consultar um médico. -
CUIDADOS CONTRA A CONJUNTIVITE
Redobre os cuidados com higiene pessoal, como por exemplo, lavar as mãos com frequência
Evite coçar os olhos
Procure também evitar aglomerações
Não utilize piscinas públicas, pois o cloro não é capaz de matar o vírus causador da doença
SE JÁ PEGOU
Tente repousar
Evite ambientes coletivos por pelo menos sete dias
Utilize compressas de água potável e fria (ou de soro fisiológico) nos olhos
Use colírios (lágrimas artificiais), de quatro a seis vezes por dia
Se não conseguir abrir o olho ou estiver com muita sensibilidade à luz, procure um médico
A cidade já contabilizou pelo menos 500 casos da doença. Até a secretária da Saúde, Maria Eliza Lazarini Alboleia, e outros dez funcionários da pasta estão afastados por causa da conjuntivite. A administração afirma haver surtos em outras cidades da região. Em todo o Estado, municípios já registraram 18.400 casos em surtos. Em Jaborandi, que registrou 172 casos desde o Carnaval, a administração suspendeu as aulas na rede municipal de ensino nesta semana --a medida afetou 900 estudantes.
DOENÇA
Os sintomas da conjuntivite viral são olhos avermelhados, lacrimejamento, pálpebras inchadas e avermelhadas, secreção, sensação de areia nos olhos e fotofobia (intolerância à luz). De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a grande maioria dos casos não apresenta complicações e pode ser tratada em casa ou em postos de saúde, não havendo necessidade de ir a um pronto-socorro. Para melhorar os sintomas, a secretaria recomenda lavar os olhos com água fervida ou filtrada gelada, lavar as mãos constantemente, trocar a roupa de cama todos os dias e evitar coçar os olhos e locais com aglomerações, principalmente piscinas. Não havendo melhora, a recomendação é procurar um serviço de saúde. Outra recomendação é de que as pessoas não usem colírios a base de antibióticos ou de corticoides sem consultar um médico. -
CUIDADOS CONTRA A CONJUNTIVITE
Redobre os cuidados com higiene pessoal, como por exemplo, lavar as mãos com frequência
Evite coçar os olhos
Procure também evitar aglomerações
Não utilize piscinas públicas, pois o cloro não é capaz de matar o vírus causador da doença
SE JÁ PEGOU
Tente repousar
Evite ambientes coletivos por pelo menos sete dias
Utilize compressas de água potável e fria (ou de soro fisiológico) nos olhos
Use colírios (lágrimas artificiais), de quatro a seis vezes por dia
Se não conseguir abrir o olho ou estiver com muita sensibilidade à luz, procure um médico
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
VERÃO-Oftalmologista ensina como evitar e tratar a conjuntivite
Emerson Castro participou do programa para tirar dúvidas.
Calor, suor e tempo seco favorecem aparecimento e contágio da doença.
Do G1, em São Paulo
O calor, o suor e o tempo seco do verão criam uma condição favorável para o aparecimento e a disseminação da conjuntivite, inflamação na membrana que reveste a parte frontal dos olhos e o interior das pálpebras. Para esclarecer o que é essa doença, quais são os sintomas e como preveni-la ou tratá-la, o Bem Estar desta sexta-feira (25) contou com a presença do oftalmologista Emerson Castro, do Hospital das Clínicas, que ensinou a usar lenço de papel, algodão com soro, colírio e água gelada.
A conjuntivite dura, em média, até 15 dias e é caracterizada por dor, coceira, vermelhidão e secreção nos olhos. Os tipos mais comuns são o viral, o bacteriano e o alérgico. Segundo Castro, o viral é o mais agressivo e de fácil propagação. Foi o que atingiu a família Ferreira, em São Paulo. A inflamação se espalhou por três dos quatro moradores – só a mãe ficou livre – e, ao que tudo indica, começou com uma pescaria do pai, João Ferreira, em Mato Grosso do Sul.
Objetos de uso comum, como telefone, controle remoto, sabonete e toalhas aumentam as chances de avanço do vírus ou da bactéria. Para o tratamento, é recomendado um cuidado mais intenso com a higiene pessoal, com o uso de colírios, compressas, álcool em gel, lenços de papel e toalhas e roupas de cama individuais. Lavar as mãos com frequência também ajuda. Além disso, é indicado o isolamento temporário do contato social.O aspecto vermelho dos olhos nos três tipos de conjuntivite é mais ou menos parecido. O que ajuda a diferenciá-los são os sintomas. No viral, além da vermelhidão e do inchaço característicos, há a sensação de areia ou corpo estranho e um forte lacrimejamento. Leva até duas semanas para o paciente melhorar e, dependendo da gravidade, pode deixar sequelas na córnea e atrapalhar a visão. O tratamento é à base de compressas com água fria e, eventualmente, colírios lubrificantes.No tipo bacteriano, a secreção e o inchaço são mais intensos. Também há vermelhidão, mas o lacrimejamento não é tão frequente. Dura, em geral, uma semana. O tratamento é feito com colírios e antibióticos.Na conjuntivite alérgica, o paciente sente coceira intensa e muito inchaço. A vermelhidão e o lacrimejamento não são tão proeminentes quanto nos outros tipos. O tempo de duração é variável e, para o tratamento, é importante afastar a pessoa do agente que causa a alergia, como maquiagem, perfume, poeira e pólen, entre outros.Há, ainda, um quarto tipo da inflamação: a tóxica, causada por fatores externos como substâncias químicas, cloro, fumaça de cigarro ou poluição.
A conjuntivite no Brasil
Segundo o Ministério da Saúde, não há um número oficial de casos por ano no país, já que a doença não é de notificação obrigatória, como ocorre com a dengue. Mas é importante ficar atento, porque, se não for prevenida, pode provocar uma epidemia e levar à ausência de pessoas no trabalho, na escola e em outros compromissos sociais.A inflamação acontece com mais frequência durante o verão, mas são registrados casos em todas as épocas do ano. Piscinas não tratadas, lagos e a água do mar podem ser meios de transmissão, dependendo da contaminação da água. A secreção nos olhos funciona como um veículo para o contágio - por isso, essa costuma ser a fase mais preocupante.
A conjuntivite dura, em média, até 15 dias e é caracterizada por dor, coceira, vermelhidão e secreção nos olhos. Os tipos mais comuns são o viral, o bacteriano e o alérgico. Segundo Castro, o viral é o mais agressivo e de fácil propagação. Foi o que atingiu a família Ferreira, em São Paulo. A inflamação se espalhou por três dos quatro moradores – só a mãe ficou livre – e, ao que tudo indica, começou com uma pescaria do pai, João Ferreira, em Mato Grosso do Sul.
A conjuntivite no Brasil
Segundo o Ministério da Saúde, não há um número oficial de casos por ano no país, já que a doença não é de notificação obrigatória, como ocorre com a dengue. Mas é importante ficar atento, porque, se não for prevenida, pode provocar uma epidemia e levar à ausência de pessoas no trabalho, na escola e em outros compromissos sociais.A inflamação acontece com mais frequência durante o verão, mas são registrados casos em todas as épocas do ano. Piscinas não tratadas, lagos e a água do mar podem ser meios de transmissão, dependendo da contaminação da água. A secreção nos olhos funciona como um veículo para o contágio - por isso, essa costuma ser a fase mais preocupante.
Assinar:
Postagens (Atom)