Mostrando postagens com marcador fantástico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fantástico. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de agosto de 2011

Reynaldo Gianecchini dará entrevista para o "Fantástico" deste domingo (14)

Reynaldo Gianecchini, em São Paulo (20/6/2011)
Reynaldo Gianecchini, em São Paulo (20/6/2011)
Reynaldo Gianecchini será entrevistado pelo repórter Ernesto Paglia no "Fantástico" deste domingo (14), informou a Veja.com. O UOL entrou em contato com a redação de jornalismo do "Fantástico", que não confirmou a informação.O ator deve falar sobre o tratamento para curar um linfoma diagnosticado nesta semana. No momento, ele passa por exames no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Em comunicado, Gianecchini disse contar com o apoio dos fãs: “Após ser internado com suposto sintoma de faringite, foi diagnosticado um Linfoma Não-Hodgkin. Estão sendo realizados novos exames para a especificação adequada. Estou pronto para a luta e conto com o carinho e o amor de todos vocês".

terça-feira, 2 de agosto de 2011

PAU NA GLOBO-Foi uma "edição covarde e tendenciosa", diz advogado de Macarrão sobre entrevista ao "Fantástico"

Rayder Bragon
Especial para o UOL Notícias
Em Belo Horizonte


O advogado Wasley César de Vasconcelos, defensor de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, criticou com veemência a edição feita na entrevista dada pelo cliente e veiculada neste domingo (31) no programa “Fantástico” da Rede Globo. Vasconcelos classificou de “imoral” e "tendenciosa” as partes que foram exibidas de uma entrevista que, segundo ele, teve duração de duas horas.“Totalmente imoral e tendenciosa. (Foi) uma covardia que fizeram com ele, na verdade”, disse o advogado, que afirmou ter sido “voto vencido” na ocasião em que a entrevista foi acordada entre a emissora e os demais advogados de defesa de Macarrão. Atualmente, somente Vasconcelos atua como advogado de Luiz Henrique.
 
 Ficha de identificação de Luiz Romão, conhecido como Macarrão, amigo do ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, na Penitenciária Nelson Hungria em Contagem (MG)  Luiz Costa/Hoje em Dia/AE
Ele disse ter feito um requerimento ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) solicitando que a íntegra do material seja anexada ao processo. “Eles cortaram várias respostas dele e deram a conotação que quiseram à entrevista. Mas a minha revolta maior é quanto ao final da entrevista, na qual o Macarrão afirma que ama o Bruno”, disparou Vasconcelos.
 advogado fez questão de ditar à reportagem do UOL Notícias o que, de acordo com ele, foi falado por Macarrão. “Eu amo o Bruno, não sou viado e jamais seria capaz de matar alguém a pedido de quem quer que seja”, salientou.De acordo com ele, da forma que foi levada ao ar, esse trecho poderia revelar uma faceta do caráter de Macarrão que não corresponde à realidade. “Deram uma conotação homossexual para a fala dele, (dando a entender) que ele seria capaz de fazer qualquer coisa por esse amor. Com essa edição, o Ministério Público vai pegar esse trecho para arrebentar”, explicou Vasconcelos, para quem a anexação do material bruto ao processo serviria como um contraponto a uma possível “manobra” do MP. No entanto, o advogado afirmou que, por enquanto, não pretende processar a emissora.
Procurada por dois dias por telefone e e-mail, a assessoria da Rede Globo, no Rio de Janeiro, não retornou o contato.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

"Fantástico" é notificado por usar menores em tributo a Amy Winehouse

Uma das homenagens do "Fantástico" a Amy Winehouse, morta no sábado, fez a Globo ser notificada pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal de SP. No domingo, o programa mostrou fãs, inclusive menores de idade, cantando e imitando os porres da cantora.
Reprodução TV
Adolescentes simulam portar bebida e cigarro em homenagem a Amy Winehouse no "Fantástico"
Adolescentes simulam portar bebida alcoólica e cigarro em homenagem a Amy Winehouse no "Fantástico"

O procurador Jefferson Aparecido Dias pediu que a emissora forneça os dados das adolescentes que aparecem no quadro, em especial os da jovem que simula portar bebida alcoólica e cigarro. Solicita também cópia do alvará que autorizou a participação delas. Procurada, a Globo, que tem dez dias para esclarecer, não respondeu à coluna.
WEB
Internautas estão pedindo, via Facebook, o boicote ao "Pânico na TV", que deve exibir no domingo a invasão ao funeral de Amy Winehouse.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

"Fantástico" cai 42% após disputa com o "Domingo Espetacular"

RICARDO FELTRIN/UOL-DE SÃO PAULO

Nos últimos sete anos, o "Fantástico" perdeu 42% em audiência em SP. Foi nesse período em que o dominical da Globo passou a sofrer concorrência do "Domingo Espetacular", da Record. Ambos duelam pelo mesmo público e são exibidos no dia e horário mais caro da TV brasileira --o domingo à noite.Veja no gráfico abaixo qual foi a tendência de ibope de ambos os programas, comparadas ano a ano. Passe o mouse sobre a arte para identificar os números de ibope de cada um, ano a ano.
O "Domingo Espetacular" estreou em abril de (Record) como réplica estética de seu concorrente. Tinha à frente também um ex-global (Celso Freitas), e vários quadros semelhantes aos do "Fantástico", o que foi apontado como um tipo de plágio.A disputa pelo domingo se tornou agressiva nos últimos ambos, com suspeitas até de espionagem entre as equipes e produções. Como estratégia, a Globo passou inclusive a atrasar a chamada semanal que faz do "Fantástico", pois várias vezes viu uma "grande matéria" aparecer no concorrente, e antes. Por várias vezes a Record adiantou o "Domingo Espetacular" em seu horário, para antecipar matérias, casos e entrevistas que a Globo eventualmente também tivesse.
A tática da Record com o "Domingo Espetacular" vem dando frutos. Em porcentagem, 100% de crescimento no ibope em sete anos de vida.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Marrone diz em entrevista ao Fantástico que pilotava helicóptero

O cantor sertanejo Marrone disse em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, que costumava pilotar helicóptero mesmo sem licença.
Um helicóptero em que ele estava caiu no último dia 2, provocando a amputação do pé do piloto e deixando o primo do músico em estado grave."Eu segurava o manche, isso aí é normal. Pilotava, lá em cima, sim, mas pilotar embaixo, não. Decolar, fazer essas coisas, eu não fazia, não", disse o cantor ao Fantástico.O cantor chegou a afirmar em nota que nunca assumiu o controle de seu helicóptero, ressaltando que não é habilitado para a função de piloto.
Luís Fernando Neves/Divulgação/Hospital de Base
Marrone deixa Hospital de Base de São José do Rio Preto após acidente
Marrone, da dupla Bruno e Marrone, deixa Hospital de Base de São José do Rio Preto após acidente
Na entrevista, Marrone diz ainda que seu piloto, Almir Bezerra, garantia que não havia problemas em ele pilotar. "Eu estou consciente [de que não deveria estar sentado do lado direito do helicóptero]. Porque não sou eu que deixou eu ir lá do lado direito. Quem me liberou foi o meu piloto, o Almir. Ele falou: 'Você pode ir aí que não tem problema. Para mim, eu pilotar do lado esquerdo, do lado direito, tanto faz. Pode sentar aí que eu vou explicando para você'", afirmou.Segundo depoimento do piloto ao delegado José Luiz Chain, do 2º DP de São José do Rio Preto (438 km de São Paulo), o cantor estava sentado na frente da aeronave no momento do acidente, do lado direito, onde ficam os equipamentos de comando.Ouvido em depoimento na Santa Casa quando ainda estava internado, o piloto negou que o cantor estivesse no comando da aeronave, apesar do assento que ocupava. Segundo ele, é possível que alguém se sente do lado direito na condição de aprendiz. Ele afirmou que Marrone quer tirar brevê de piloto.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Inmetro testa SAC de telefonia móvel e fixa e TV por assinatura

Será que as empresas estão respeitando a lei criada em 2008 para melhorar o atendimento dos call centers no país?Quanto tempo você é capaz de esperar na linha de um serviço de atendimento ao consumidor?
No ano passado, João Márcio ligou oito vezes para reclamar com sua operadora de telefone celular pelo direito a R$ 350 em créditos, prometidos em uma promoção.
“Teve um dia em que eu fiquei almoçando, esperando eles me atenderem”, conta.
Ele foi à Justiça e, em três meses, ganhou uma indenização de R$ 1 mil. “Não era para ficar rico, ganhar dinheiro. Era muito mais pela dor de cabeça de ficar pendurado no telefone e ninguém resolver o meu problema”, comenta.
João Márcio estava amparado pela chamada lei do SAC, criada em 2008 para melhorar o atendimento dos call centers no Brasil. “O consumidor tem um instrumento forte e poderoso na mão dele, que é de exigir que, no dia a dia do seu atendimento, ele seja ouvido; que essa ligação seja gratuita e que a solução do problema dele seja eficiente”, explica Juliana Pereira, do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.
Mais de dois anos depois da lei, o Inmetro testou o SAC de três setores campeões de reclamações. Na telefonia móvel, cinco companhias foram avaliadas: Claro, Cbtc, Oi, Vivo e Tim. Na telefonia fixa, sete foram testadas: Embratel, GVT, Oi, Telefônica, CTBC, Net e Tim. E no setor de TV por assinatura, foram testadas as três maiores representantes do ramo: Sky Net, TVA. Todas as empresas receberam ligações de cinco clientes anônimos, querendo resolver problemas bem simples. Será que o SAC realmente está acessível, como manda a lei? Na telefonia fixa, a OI e a Telefônica não ofereceram a possibilidade de falar com o atendente no primeiro menu de opções. Essa opção, pela lei, tinha que estar em todos os menus. Mas, no segundo menu do SAC da Embratel, isso não aconteceu.
Outra irregularidade: a Oi exigiu o fornecimento dos dados pessoais já no começo do atendimento, prática comum na telefonia móvel. Além da Oi, a Claro e a Vivo só deram informações ao consumidor que fornecesse seus dados. O Inmetro também testou a qualidade do atendimento dos SACs. A regra é claríssima: a chamada deve ser transferida para o setor competente em até 60 segundos. Entre as empresas de TV por assinatura, a Sky passou do tempo limite de espera em três das cinco ligações.
Já na telefonia fixa, foi a vez das empresas CTBC, GVT, Oi e Tim estourarem o tempo máximo. E, na telefonia móvel, a Claro, a CTBC, a Vivo e a OI também deram chá de canseira em pelo menos uma das cinco ligações. João Márcio teve que esperar dez minutos para que uma atendente aparecesse na linha e ele pudesse falar de seu novo problema com a mesma operadora. Ele não estava conseguindo acessar a internet no celular. A ligação foi transferida para outro setor. Ele ficou ouvindo mais musiquinha.
“Se você for grosso com o operador, ele desliga o telefone na sua cara”, ressalta João Márcio.
O Inmetro foi saber também se as empresas estavam respeitando uma outra regra da lei do SAC: o fornecimento do "famoso" número de protocolo. Entre as TVs por assinatura, Sky e Net não seguiram essa determinação em pelo menos uma das cinco ligações efetuadas. As empresas CTBC, Net e GVT, na telefonia fixa, e Claro, Oi e Tim, na telefonia móvel, também não. Da falta de protocolo, a Suelen não pode reclamar. Ela tem 45 números de protocolo tentando resolver um problema com a operadora de telefonia móvel! Suelen esperava uma conta de R$ 49,9. “A fatura veio no valor de R$ 828”, denuncia a consumidora. O número do protocolo foi criado para que o consumidor não precise repetir a sua história. “Toda vez que eu ligava, eu tinha que realmente explicar o que estava acontecendo”, conta a estudante Suellen Laje. Suelen está desde novembro com o celular bloqueado. E ainda pode ficar com o nome sujo na praça. Registrar a reclamação do cliente é o mínimo. O esperado é que o problema seja resolvido. Nesse quesito, a solução do problema, 7 das 11 empresas testadas tiveram algum tipo de irregularidade.
A Tim, a GVT e a Oi não souberam dar informações imediatas em pelo menos uma das cinco ligações. E faltou clareza nas respostas dadas pela CTBC, Claro, Tim, GVT, Oi, Vivo e TVA. “A implantação da lei trouxe melhorias no serviço de atendimento ao consumidor, mas nós ainda estamos distantes do que o decreto considera como ideal”, afirma o diretor do Inmetro, Alfredo Lobo.
Procuradas pelo Inmetro, as empresas Sky, TVA, Embratel, CTBC, Claro, Vivo, Oi e Tim disseram que vêm fazendo mudanças e investimentos para melhorar seus serviços. "A questão de capacitação de pessoal ainda é crítica”, diz o diretor do Inmetro.
Já a Telefônica sustenta que cumpre totalmente a lei dos SACs. E as empresas Net e GVT alegam que as falhas registradas no teste só ocorreram porque os clientes é que não usaram o SAC corretamente.
“Empresa cidadã, que não quer ter problemas de reputação, ou problemas para a sua imagem, vai procurar resolver o problema o mais rapidamente possível. Nenhuma empresa hoje, com tanta competitividade que nós temos, quer correr o risco de liderar nenhum ranking de reclamações”, diz Roberto Meir, da Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente. Muitas vezes, o consumidor nem precisa contratar um advogado pra reclamar na Justiça. Se o valor reclamado for inferior a 20 salários mínimos (R$ 10.900), basta procurar, no Fórum de sua cidade, o Juizado Especial, conhecido como o Juizado das Pequenas Causas.
O juiz Paulo Jangutta afirma que, desde o primeiro momento que o consumidor traz o problema para o tribunal, ele já sai com a audiência marcada e não paga nada por isso. Com uma longa lista de protocolos na bolsa, Suellen entrou na Justiça. A audiência está marcada para abril. E João Márcio, agora pela segunda vez, está juntando seus documentos.
“O papel do consumidor é absolutamente essencial. Ele é o agente transformador”, avisa o diretor do Inmetro.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...