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terça-feira, 17 de abril de 2012

Ator de 'Love story' diz que está com câncer de próstata

'Eu me senti satisfeito por ter sido detectado no começo', disse Ryan O'Neal.
Ele morou por 17 anos com a atriz Farrah Fawcet, que morreu em 2009.

Da Reuters


O ator Ryan O'Neal, que se tornou famoso mundialmente com o filme "Love Story - Uma História de Amor" teve diagnosticado câncer de próstata, mas seus médicos disseram esperar que ele se recupere plenamente.
Ele disse estar chocado com a doença, mas satisfeito por ter sido detectada logo no começo. O'Neal, de 70 anos, perdeu em junho de 2009 sua mulher, a atriz Farrah Fawcet, que faleceu de câncer anal.
"Recebi recentemente o diagnóstico de câncer de próstata no estágio 2. Embora eu tenha ficado chocado, me senti satisfeito por ter sido detectado no começo e, de acordo com minha extraordinária equipe de médicos, o prognóstico é positivo para recuperação plena", disse o ator em um comunicado.
"Estou profundamente agradecido pelo apoio de meus amigos e familiares durante esta fase, e faço um chamado para que todas as pessoas realizem check-ups periodicamente, já que a detecção no começo é a melhor defesa contra esta horrível doença que aflige tanta gente", acrescentou.

O'Neal conquistou a fama como ator principal no filme romântico "Love Story - Uma História de Amor", de 1970. Depois atuou em "Essa Pequena é uma Parada" e "Lua de Papel", com sua filha Tatum O'Neal, quando era criança.

"Não tem escolha, sua cabeça muda", diz Betty Lago sobre diagnóstico de câncer no intestino

Carla Neves
Do UOL, no Rio

A atriz Betty Lago posa para foto durante evento (2009)
Em tratamento quimioterápico para combater um câncer no intestino descoberto durante uma cirurgia na vesícula no final de fevereiro, Betty Lago, de 56 anos, afirmou em entrevista ao UOL que está se sentindo “realmente bem”. A atriz – que descobriu o tumor quando ainda estava no ar na novela “Vidas em Jogo”, da Record – contou que, a princípio, teve medo do diagnóstico.
“É uma chave que vira. Você não tem escolha, a sua cabeça muda”, revelou a atriz, acrescentando que se identificou com as declarações do ator Reynaldo Gianecchini ao programa “Marília Gabriela Entrevista”, do canal GNT. “Vários trechos do que ele falou poderiam ter sido ditos por mim”, afirmou.A atriz contou que, assim como Gianecchini, está tendo muito apoio da família e que tem se apegado bastante à fé. “Soa meio piegas, mas, nesse momento, a fé é incrível. A fé que você tem que ter em tudo: no que você come, nos nutrientes dos alimentos, em você mesma... O amor da família também ajuda muito, é uma energia muito legal”, afirmou.Betty revelou que além de sua família e de seus amigos, seus cachorros também têm sido fundamentais desde que ela foi diagnosticada com câncer. “Parece que eles entendem tudo o que está acontecendo comigo, ficam quietinhos e só me dão carinho”, elogiou.


Marizete (Betty Lago) reconhece Francisco (Guilherme Berenguer) disfarçado de carteiro em "Vidas em Jogo" (maio/2011) A atriz contou que acha importante desmistificar a doença e revelou que tinha medo de ir ao médico antes de descobrir o tumor. “É muito importante falar sobre o câncer, tirar esse estigma. Tem que desmistificar mesmo, mostrar que você está se tratando e que a medicina está aí, muito avançada. Estava adiando a cirurgia na vesícula há anos. Tinha aquele medo de ir ao médico, sabe? Mas a gente fala aqui em casa que foi uma sorte eu ter ido operar a vesícula. Só assim foi descoberto o tumor”, disse.Ela afirmou que optou por ficar mais tranquila e “quietinha” no início da tratamento, mas admitiu que está com vontade de voltar ao Twitter para agradecer pelas orações e pelo carinho que tem recebido do público desde que foi diagnosticada com a doença.
“Antes estava mais reservada. Mas agora estou voltando a fazer exercício físico, comecei a fazer esteira e caminhada, e estou me sentindo realmente bem. Estava a fim de voltar ao Twitter para agradecer pelas orações e pelo carinho que as pessoas estão tendo comigo. Tem uma hora que a gente tem que se manifestar”, contou.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Exames mostram que tumor de Lula desapareceu

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA
NATUZA NERY
DE BRASÍLIA

O tumor na laringe do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 66, desapareceu.Os exames feitos nesta manhã --de ressonância magnética e diagnósticos detalhados na garganta-- mostram que não há mais resquícios do câncer.Lula já ligou para a presidente Dilma Rousseff, que está na Índia, para informar o resultado dos exames.Os médicos evitam falar em cura, o que só poderá ser confirmado em cinco anos. Ao fim deste período, novos exames poderão constatar se o ex-presidente foi curado.

O tumor foi diagnosticado em outubro do ano passado. Desde então ele passou por três ciclos de quimioterapia e 33 sessões de radioterapia. O tratamento se encerrou no dia 17 de fevereiro.Desde o início, uma operação estava descartada.Entre o final de fevereiro e começo de março, Lula ficou uma semana internado por conta de uma pneumonia.Nas últimas semanas, ele continuou a ir diariamente ao hospital para fazer sessões de fonoaudiologia.O ex-presidente já havia feito exames em fevereiro, que não detectaram a presença do tumor. Mas, eles não eram considerados conclusivos porque a radioterapia ainda tinha efeito sobre o corpo de Lula.
Ontem, Lula recebeu a visita do seu antecessor e adversário político, Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O encontrou, que aconteceu no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, durou cerca de 50 minutos.

domingo, 11 de março de 2012

Hebe Camargo é submetida a cirurgia de emergência para retirada de tumor

Hebe Camargo vai a evento de moda em São Paulo (19/4/2011)
Hebe Camargo vai a evento de moda em São Paulo (19/4/2011)
A apresentadora Hebe Camargo se submeteu a uma cirurgia de emergência, na tarde deste domingo, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para a retirada de um tumor que estava causando obstrução intestinal.
A cirugia, segundo o seu empresário e sobrinho Cláudio Pessutti, realizou-se com sucesso. O tumor foi completamente removido e Hebe está em otimas condições, recuperando-se na Unidade de Terapia Intensiva. A operação foi realizada pelo dr. Antonio Luiz Macedo.Em função da cirurgia, a apresentadora ficará afastada de seus trabalhos na Rede TV!.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Coca e Pepsi mudam fórmula para evitar alerta de câncer nos EUA

A Coca-Cola e a Pepsi decidiram mudar a fórmula, nos EUA, de um caramelo que compõe os refrigerantes para não ter de colocar um alerta de risco de câncer em suas latas. A notificação passou a ser obrigatória depois que a Califórnia incorporou um componente químico presente no caramelo na lista de substâncias cancerígenas. A decisão foi motivada por pressão da entidade de consumidor Centro de Ciência para Interesse Público, que apresentou um estudo com indicações da conexão da substância com o desenvolvimento do câncer. A associação das indústrias de bebidas dos EUA contesta o conteúdo do estudo. Segundo o grupo, a substância 4-metilimizadol, alvo do questionamento, já foi autorizada por reguladores nos EUA e em outras partes do mundo.

Mark Lennihan - 05.jul.05/Associated Press
Latas de Pepsi e Coca em freezer nos EUA, onde a fórmula foi alterada para evitar um aviso de câncer obrigatório
Latas de Pepsi e Coca em freezer nos EUA, onde a fórmula foi alterada para evitar um aviso de câncer obrigatório

Apesar disso, a entidade confirmou que as empresas trabalham para mudar a fórmula para atender as requisições do Estado da Califórnia. "Consumidores não vão notar a diferença nos produtos e não tem razão alguma para preocupações em relação à saúde", afirmou a associação em nota.
O FDA (órgão norte-americano que regula remédios e alimentos) analisa um pedido da entidade de consumidores sobre o assunto. Um porta-voz da agência informou que um consumidor teria de beber mais do que 1.000 latas de refrigerante por dia para alcançar os níveis apresentados no estudo que mostrou uma relação com câncer em roedores.
"Embora acreditemos que não há risco para saúde pública que justifique mudanças, pedimos aos fornecedores do caramelo que deem esse passo para que nossos produtos não estejam sujeitos à exigência de um aviso sem fundamento científico", afirmou a representante da Coca-Cola, Diana Garza Ciarlante.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Exame indica que câncer de Lula desapareceu

Lula foi internado no sábado após se queixar de fadiga e falta de apetite. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula/Divulgação Lula foi internado no sábado após se queixar de fadiga e falta de apetite
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula/Divulgação

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo deste domingo aponta que uma tomografia feita ontem, no hospital Sírio-Libanês, revelou eu não há mais sinais de tumor na laringe do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passa por tratamento de quimioterapia e radioterapia desde novembro do ano passado. Citando o oncologista Artur Katz, que integra a equipe médica que cuida de Lula, o jornal afirma que o exame não tinha o objetivo de investigar o câncer, e sim para avaliar possível infecção pulmonar, que foi descartada. Procurada pelo Terra, a assessoria de imprensa do hospital negou que Lula tenha sido submetido ao exame.Lula foi internado na tarde de sábado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com queixas de fadiga, falta de apetite e irritação na garganta. Após avaliação da equipe médica, segundo o hospital, "foi constatada apenas presença de inflamação de mucosa da laringe e esôfago, decorrentes da radioterapia". De acordo com o oncologista citado pelo jornal, durante o exame não detectada a presença do tumor. "Pegamos uma carona e, do ponto de vista tomográfico, não se vê mais o tumor", disse. Entretanto, Katz ressaltou que apenas uma endoscopia, que será feita de quatro a seis semanas após o fim da radioterapia, poderá confirmar se o tumor de fato desapareceu. Lula deve ficar internado até segunda-feira. O boletim divulgado pelo hospital afirma que o estado de saúde do ex-presidente é bom e não há alteração no plano de tratamento radioterápico.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Múmia confirma que câncer de próstata tem origem genética

A descoberta de um câncer de próstata em uma múmia com 2.200 anos sugere que a doença não é necessariamente ligada à interferência do ambiente ou da industrialização.
"As condições de vida de tempos antigos eram muito diferentes, sem poluentes ou alimentos modificados", comentou o professor Salima Ikram, da Universidade Americana, no Cairo (Egito).
"[Isso] nos leva a acreditar que a doença não está necessariamente e somente ligada a fatores industriais", diz o pesquisador que nos últimos dois anos estudou a múmia, guardada no Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa, em Portugal. A conclusão foi possível graças ao uso de uma tomografia computadorizada que produziu imagens raras de alta definição", comentou o radiologista de imagens Carlos Prates.
O homem com câncer teria morrido por volta de 285 a.C., e sua morte foi devagar e dolorosa.
"As lesões nos ossos foram consideravelmente sugestivas de um câncer de próstata em metástase", diz o artigo publicado no "International Journal of Paleopathology".
Este é o segundo mais antigo caso de câncer de próstata já encontrado. O primeiro, encontrado em 2007, é de uma múmia de 2.700 anos de idade que morreu na Sibéria.
National Museum of Archeology/Associated Press
A múmia de 2.200 anos que está guardada no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa
A múmia de 2.200 anos que está guardada no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa

sábado, 28 de janeiro de 2012

SEXO ORAL-Estudo indica que infecções de HPV oral são mais comuns em homens

Infecções na boca e na garganta de uma doença transmitida principalmente pelo sexo conhecida como papilomavírus humano (HPV), que pode levar ao câncer, são mais comuns entre os homens do que entre as mulheres, segundo um estudo americano divulgado nesta quinta-feira (26).
Cerca de 7% da população dos EUA com idade entre 14 e 69 anos tem HPV oral, informou a pesquisa publicada no Journal of the American Medical Association, com uma taxa de incidência de 10.1% entre os homens e 3.6% entre as mulheres.As descobertas esclareceram ainda mais uma crescente epidemia de câncer nas regiões da cabeça e do pescoço ligada ao HPV que devem superar os casos de câncer de colo de útero em 2020, e pode justificar os testes clínicos de uma vacina de HPV contra lesões orais, disseram os autores do estudo.
Atualmente a vacina de HPV é recomendada para meninos e meninas logo cedo, nas idades de 9 a 10 anos para evitar futuros cânceres de colo de útero e anal.O estudo incluiu 5,579 pessoas que participaram da Pesquisa Nacional de Avaliação da Saúde e Nutrição (NHANES, na sigla em inglês) de 2009-2010, e concordaram com um teste de enxágue bucal de 30 segundos em um centro de exames móvel.
O estudo descobriu que o HPV oral é mais frequente entre pessoas idosas, em parceiros sexuais recentes e entre fumantes, pessoas que bebem muito álcool e entre usuários, atuais ou antigos, de maconha.As maiores taxas de HPV oral entre os homens são vistas com mais frequência nas idades de 60 a 64 anos, com 11,4% de casos nessa faixa etária. O segundo nível mais alto foi encontrado entre homens de 30 a 34 anos.
Sexo oral

De acordo com a especialista Maura Gillison, do Ohio State University Comprehensive Cancer Center, os dados sugerem que a provável causa das infecções de HPV oral está ligada ao sexo."Analisados juntos, esses dados indicam que a transmissão pelo contato casual, não sexual, é pouco comum," escreveu ela, pedindo mais estudos nesta área para estabelecer o que os pesquisadores chamam de "história natural" da doença."Apesar da infecção de HPV oral ser a causa do câncer que está crescendo em incidência nos Estados Unidos, pouco se sabe a respeito da epidemiologia da infecção", indicou Gillison.
"Estudos de história natural de infecção de HPV oral são, portanto, necessários para entender os efeitos da idade, do sexo, e os fatores de risco modificáveis (por exemplo, fumo e comportamento sexual) quanto à incidência e duração da infecção de HPV oral".]
Câncer
Cânceres orais "cresceram significativamente nas últimas três décadas em vários países e o HPV tem sido diretamente relacionado como causa subjacente," de acordo com informações do artigo.
Gillison, que estuda o HPV e o câncer há 15 anos, disse em uma conferência científica realizada nos EUA no ano passado que quando pessoas que têm HPV oral são comparadas com aquelas que não têm, "o único grande fator é o número de parceiros com quem elas fizeram sexo oral."
Pessoas com infecções de HPV oral têm 50 vezes mais chances de ter câncer oral que as pessoas que não têm HPV.Os pesquisadores observaram um aumento de 225% nos casos de câncer oral nos Estados Unidos de 1974 a 2007, principalmente entre homens brancos.O HPV está ligado a quase 13 mil casos de câncer de colo do útero por ano em mulheres americanas, sendo que 4.300 deles são fatais.Pesquisadores acreditam que o número de casos de câncer oral vai superar o número de casos de câncer de colo de útero nos próximos oito anos.O estudo foi financiado em parte pela gigante farmacêutica Merck, que produz a vacina contra HPV.
A Gardasil da Merck foi aprovada para meninas e mulheres de idades entre 9 e 26 anos em junho de 2006 e para homens na mesma faixa etária em outubro de 2009.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Gianecchini diz a amigos que autotransplante foi bem-sucedido

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
DE SÃO PAULO

O ator Reynaldo Gianecchini, 39, em tratamento contra um câncer linfático, disse a amigos íntimos que o autotransplante de medula óssea a que ele se submeteu foi bem-sucedido.
Gianecchini recebeu o diagnóstico de linfoma não Hodgkin de células T, que afeta o sistema imune, no ano passado. Ele está internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o início de janeiro.
Uma amiga, que pediu para não ser identificada, disse à Folha que o ator comemorou a não-rejeição da médula óssea. No último dia 12, Gianecchini recebeu uma infusão de células-tronco, coletadas de seu próprio sangue.
Consultada pela Folha, a oncologista Vitória Pinheiro, da Unicamp, afirma que "a gente pode dizer que ele está caminhando para uma cura". Isso porque, segundo a médica, houve "pega" da medula óssea. Ou seja: a medula voltou a produzir células do sangue. Mas ainda não há previsão para uma cura definitiva, diz Pinheiro. "Tudo vai depender da evolução dele, que ainda fica em acompanhamento médico, para ver se realmente não tem indício de doença ativa". Gianecchini deve continuar internado para evitar risco de infecções. É necessário um acompanhamento de longo prazo para saber se todas as células doentes foram mortas.
COMO FUNCIONA
O transplante de células-tronco é uma forma de "reinicializar" a medula óssea e o organismo após um ciclo agressivo de quimioterapia. No procedimento, são colhidas células-tronco do próprio paciente, que as recebe depois por meio de uma transfusão de sangue para que regenerem a medula.
Editoria de arte/Folhapress

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Com câncer, guitarrista do Black Sabbath continua gravando álbum

O guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, publicou uma mensagem em sua página oficial na qual agradece o apoio dos fãs. O músico anunciou esta semana que recebeu o diagnóstico de linfoma e está dando início ao tratamento contra a doença. Na carta aos fãs, Iommi, 63, afirma que continua trabalhando no novo álbum do Black Sabbath, previsto para ser lançado nos próximos meses. Esse será o primeiro trabalho da formação original da banda desde 1978. "Tem sido ótimo que os caras estão vindo até mim para podermos continuar a trabalhar no disco", diz o guitarrista na mensagem.
"Não é o que eu queria de presente de Natal, sem dúvida", continua. "Mas eu estou ansioso pelos resultados dos exames para dar sequência ao tratamento."
Segundo a mensagem divulgada pela banda nesta semana, a doença foi descoberta em seu estágio inicial.
David McNew - 11.nov.11/Reuters
Guitarrista Tony Iommi participa de coletiva de imprensa em novembro de 2011
Guitarrista Tony Iommi participa de coletiva de imprensa em novembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Menino desafia opinião médica e sobrevive a câncer com terapia fotodinâmica

Dez de seus 11 tumores desapareceram desde início de tratamento fotodinâmico.

Da BBC
 
Connah Broom se recupera de um câncer conhecido como neuroblastoma (Foto: BBC)Connah Broom se recupera de um câncer
conhecido como neuroblastoma (Foto: BBC)
Um menino de 10 anos de idade diagnosticado com uma rara forma de câncer em 2006 vem surpreendendo especialistas na Grã-Bretanha pela melhora em seu estado de saúde depois de se submeter a um tratamento alternativo à quimioterapia.Connah Broom, da cidade de Flintshire, no País de Gales, tinha 11 tumores e a quimioterapia apresentava poucos resultados.Mas após se submeter ao tratamento, conhecido como terapia fotodinâmica e que custou mais de 200 mil libras (equivalentes a cerca de R$ 560 mil), resta ainda apenas um dos tumores.Seu médico descreve seu estado físico como impressionante e sua família diz que ele está bem.
A avó, Debbie Broom, explicou que após a quimioterapia e outros tratamentos tradicionais terem sido descartados, a família começou a procurar outras formas de combate ao câncer raro, conhecido como neuroblastoma, uma doença que afeta cerca de 80 crianças na Grã-Bretanha anualmente.
Em 2007, eles ouviram falar de uma clínica privada no México que oferecia o tratamento de terapia fotodinâmica.O tratamento usa laser, e outras fontes de luz, combinado com um medicamento que reage à luz (chamado de agente fotossensível) para destruir células cancerígenas.Em alguns países, como na Grã-Bretanha, a técnica é usada para o tratamento de algumas formas de câncer, como o de pele.O garoto se submeteu a um tratamento intensivo de duas semanas no México, segundo a avó.
Ele prosseguiu então com a terapia em casa, onde mora com os avós e o pai.
Resultados
Agora, após quatro anos, Debbie diz que os 10 tumores secundários do neto se foram.
"Estamos lutando e Connah também. Ele está se saindo muito bem", diz ela.
Ele ainda tem o tumor primário em seu abdômen e se submete a sessões de duas horas de tratamento, quatro dias por semana.O garoto também frequenta uma escola em período integral, toca teclado, canta, dança e gosta de jogar futebol e fazer ginástica.A avó está convencida de que o tratamento, aliado a uma dieta orgânica, é o segredo do sucesso do neto.No entanto, o médico de Connah, Eamonn Jessup, não sabe se o tratamento surtiu efeito ou foi seu corpo que combateu o câncer."Seu estado é impressionante", diz ele. "É realmente inexplicável que a maioria dos tumores tenha desaparecido"."Não sei se é por causa do regime seguido ou do tratamento", finaliza.
A avó diz que a família continuará com o tratamento até que o último tumor desapareça.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Descoberta repentina e luta por 13 meses marcaram câncer fatal de zagueiro do Bragantino

  • Gustavo Valezzi tinha 22 anos e começou a luta contra o câncer em outubro do ano passado Gustavo Valezzi tinha 22 anos e começou a luta contra o câncer em outubro do ano passado
A luta do zagueiro Gustavo Valezzi contra o câncer durou 13 meses. Morto no último domingo, o jogador de 22 anos descobriu o tumor no testículo em outubro do ano passado e desde então precisou se afastar do futebol para realizar um forte tratamento. A metástase que ocorreu em seguida e uma fratura no braço em agosto deste ano aceleraram o processo.
Ex-companheiro de Bragantino, o volante Luciano Sorriso acompanhou de perto a luta de Gustavo. Mesmo quando deixou o clube paulista e se transferiu para o Fortaleza, Sorriso manteve contato frequente com o zagueiro, por telefone ou em almoços e visitas às respectivas casas no interior de São Paulo.
“Ele tinha sentido uma melhora em agosto, quando uma fratura no braço atrasou a recuperação e o câncer tomou força. Ele só tropeçou e bateu o braço na parede, mas como estava muito debilitado e o câncer tinha se espalhado, o osso não se consolidava mais”, contou Luciano Sorriso, ainda abalado.
O volante foi um dos primeiros jogadores do Bragantino a saber da doença, no fim de 2010. Gustavo contou que havia descoberto uma verruga no testículo e procurara um urologista. A verruga foi removida e levada para biópsia, quando foi diagnosticado o câncer. Menos de um mês depois a metástase espalhou o câncer pelo corpo.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Bragantino perde o zagueiro Gustavo Valezzi, de 22 anos, vítima de câncer

Em São Paulo /UOL Esportes
  • Gustavo Valezzi lutava contra a doença há 2 anos Gustavo Valezzi lutava contra a doença há 2 anos
O Bragantino está de luto. O zagueiro Gustavo Valezzi, que estava afastado dos treinamentos desde o início da temporada se recuperando de um câncer, morreu nesta manhã de domingo no Hospital do Câncer, em São Paulo.“Perdemos um ótimo menino e um grande jogador. Apostávamos muito no seu talento e a notícia me pegou de surpresa me deixando muito triste. Agora temos que dar conforto espiritual para seus familiares e rezar para que ele descanse em paz”, disse o presidente do Bragantino, Marco Chedid.Gustavo Henrique Valezi tinha apenas 22 anos e lutava contra a doença há dois anos. No início deste ano passou por duas cirurgias, uma inclusive na cabeça, e há dois meses não conseguia mais andar. Gustavo fazia tratamento no Hospital do Câncer, em São Paulo, já que um de seus empresários era dono do Hospital São Paulo e não desamparou o atleta.O mesmo fez o Bragantino, com quem Gustavo tinha mais um ano de contrato. Segundo seu amigo Adriano Spadoto, que ajudou a levar o zagueiro para o Bragantino e Internacional, neste sábado ele chegou a dizer algumas palavras para sua mãe se referindo ao carinho e atenção dados pelo clube.
“A mãe dele me disse que ontem ele pediu para agradecer o apoio que o presidente Marco Chedid deu a ele durante todo este período que a doença o pegou. Outra pessoa que foi lembrada com carinho pelo Gustavo foi o Juninho, diretor de futebol do Mirassol”, falou Spadoto.
O volante Luciano Sorriso era muito íntimo de Gustavo e sempre tinha contato com o zagueiro. Quando foi descoberta a doença, foi ele quem aconselhou a chamar os companheiros e conversar sobre o assunto.
“Sempre estive próximo dele. Lembro-me muito bem quando nos reunimos na frente da imagem de Nossa Senhora no vestiário do Bragantino e fizemos uma oração para sua melhora. Infelizmente isso não ocorreu e perdemos uma pessoa sensacional. Ele tinha um coração enorme. Que Deus conforte ele e a família e que descanse em paz. Estou muito arrasado com a notícia”, disse.
Valezzi começou a carreira no Mirassol em 2007 e por lá se profissionalizou. Em 2008, disputou o Paulistão, se destacou e acabou sendo negociado por empréstimo ao Bragantino, jogando o Brasileiro da Série B de 2008 e o Paulistão de 2009. Em seguida foi emprestado ao Internacional para depois jogar no Atlético Sorocaba, em 2010. Lá, ficou apenas um mês em Sorocaba, já que retornou ao Bragantino no início de 2011 por causa da doença e não fez mais nenhuma partida.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Após aborto espontâneo, britânica descobre que gravidez virou câncer

BBC
  • Após aborto espontâneo, britânica Charlotte Solomon descobre que gravidez virou câncer Após aborto espontâneo, britânica Charlotte Solomon descobre que gravidez virou câncer
A britânica Charlotte Solomon passou de um dos momentos mais felizes de sua vida para um dos mais assustadores, no espaço de poucos meses. Ao descobrir que estava grávida pela primeira vez, aos 34 anos, ela ficou radiante. Algumas semanas depois, ela sofreu um aborto espontâneo devido a uma complicação gestacional da qual ela nunca havia ouvido falar: uma gravidez molar.Mas foi a notícia de que as células anormais que haviam ficado em seu útero haviam se transformado em um câncer agressivo que mudou drasticamente sua vida. "É um choque absoluto. Ir da alegria de estar grávida para a tristeza do aborto e aí descobrir que você tem câncer é uma montanha-russa, a coisa mais difícil que já enfrentei", disse Charlotte à "BBC Brasil".

"Complicação rara"

A gravidez molar acontece quando há um problema no momento da fertilização. Em vez de receber 23 cromossomos do pai e 23 da mãe, em uma gestação molar completa o óvulo fertilizado não contém nenhum material genético da mãe e o do pai é duplicado. Neste caso, não há embrião, mas uma massa de cistos, chamada de mola hidatiforme.No caso de Charlotte, uma gestação molar parcial, o óvulo fertilizado tem o conjunto normal de cromossomos da mãe, mas o dobro do pai, gerando um total de 69 cromossomos no lugar dos 46 normais. Isso pode acontecer quando os cromossomos do espermatozóide são duplicados ou quando dois espermatozóides fertilizam o mesmo óvulo.O embrião pode começar a se desenvolver, mas não tem como sobreviver.Não se sabe exatamente o que causa a gravidez molar, mas especialistas dizem que ela tem fundo imunológico e ocorre com maior frequência entre populações mais pobres.Enquanto a incidência do problema em países desenvolvidos fica em torno de uma em mil gestações, no Estado do Rio de Janeiro estima-se que esse número chegue a uma em 200 gestações, segundo cálculos do médico Paulo Belfort, diretor do Centro de Neoplasia Trofoblástica Gestacional, nome científico da gravidez molar, na Santa Casa da Misericórdia.

Câncer

Mulheres com o problema inicialmente apresentam sintomas normais de gravidez. A partir das seis semanas de gestação, no entanto, a mulher pode ter sangramentos e seus níveis do hormônio da gravidez - o hCG - ficam muito mais elevados que o normal. Após o aborto espontâneo ou por curetagem, na grande maioria dos casos as células anormais desaparecem e os níveis de hCG voltam a zero.Mas, na Grã-Bretanha, em 16% dos casos de mola hidatiforme e em 0,5% dos casos de molas parciais, o tecido anormal no útero se torna cancerígeno e pode se espalhar rapidamente pelo corpo.No Brasil, não há estatísticas oficiais, mas segundo o especialista Paulo Belfort, esses índices estariam em torno de 23% e 5%, respectivamente, no Rio de Janeiro.

Quimioterapia

Quando uma gravidez molar é diagnosticada, o procedimento normal é que haja um acompanhamento da paciente com exames periódicos de sangue e urina.Charlotte Solomon não estava particularmente preocupada porque seu médico disse que era extremamente raro que uma mola parcial, como a que ela teve, se transformasse em câncer.Ainda assim, um mês depois do aborto espontâneo, Charlotte recebeu um telefonema do hospital e, após confirmar o resultado com novos testes, ela teve de começar a quimioterapia no mesmo dia.Ao todo, foram nove meses de tratamento contra o câncer, com três tipos diferentes de quimioterapia. Na fase final, ela chegou a passar 17 horas recebendo uma combinação de remédios intravenosos.
Charlotte parou de trabalhar e se fechou para o mundo. Apenas dois anos após seu casamento, ela teve de raspar a cabeça e viu seu corpo, antes atlético, se transformar.

Mulheres nuas

Em abril deste ano, ela finalmente recebeu a notícia de que estava livre do câncer. "Ainda hoje, me sinto ansiosa e não sou a mesma pessoa de antes. Meu sistema imunológico ainda está enfraquecido e, apesar de estar de volta ao trabalho, estou longe do meu ritmo normal", disse Charlotte.A experiência acabou inspirando a britânica a ajudar o Hospital de Charing Cross - centro de referência para o tratamento da condição na Grã-Bretanha - a conseguir fundos para uma pesquisa inovadora. "A equipe do hospital foi absolutamente incrível comigo e acho fundamental tentar ajudar pessoas que, infelizmente, vão ter de passar pelas mesmas coisas que passei. Tenho sorte de ter amigas maravilhosas, que ficaram ao meu lado durante a doença e que aceitaram posar nuas para um calendário para ajudar a arrecadar dinheiro para pesquisa."Charlotte e 28 amigas foram fotografadas para o calendário "Get Naked 2012" por Chris Dunlop, que trabalha para revistas como Vogue e Vanity Fair. Até o momento, Charlotte já conseguiu o equivalente a R$ 170 mil, muito acima de sua meta inicial, mas o projeto custa R$ 5,6 milhões no total.

Pesquisa de ponta

A equipe do Hospital de Charing Cross está tentando encontrar um marcador biológico que permita que os médicos identifiquem desde o princípio quais molas vão desaparecer e quais vão se transformar em câncer, além de ajudar a determinar que tipo de quimioterapia seria mais eficiente para cada caso."Isso é o que se busca em todo o mundo. A pesquisa é absolutamente bem-vinda e necessária", diz Paulo Belfort, que acredita que a doença não recebe a atenção necessária no Brasil por ser considerada muito rara.
Enquanto se esforça para arrecadar dinheiro para pesquisa, Charlotte espera ansiosamente o prazo de um ano recomendado pelos médicos para tentar engravidar novamente. "É muito difícil esperar, mas se eu engravidasse agora, os médicos não saberiam se o nível alto dos hormônios se deve ao bebê ou à reincidência do câncer. Tenho que esperar, já que a minha saúde vem em primeiro lugar."

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

MAURÍCIO STYCER -O show da doença

Por uma triste coincidência, o político mais popular e um dos maiores galãs do Brasil estão doentes. Ambos enfrentam o câncer, uma das doenças mais temidas e estigmatizas que existem.
Não há como evitar, nos tempos em que vivemos, a corrida da mídia atrás de informações sobre o estado de saúde de Lula e Reynaldo Gianecchini. No caso do ex-presidente, é muito difícil distinguir o âmbito privado do interesse público neste momento que vive. Já o ator parece estar encontrando forças justamente nesta exposição pública de seu drama íntimo.
Lula está tendo algum cuidado na administração da própria imagem. Ainda não deu entrevistas sobre o assunto, mas já divulgou um vídeo, gravado em casa, falando do seu estado, bem como fotografias. Não surpreende que ao chegar nesta segunda-feira ao hospital para uma nova rodada de tratamento apareça justamente ao lado do seu fotógrafo oficial (imagem acima).
Gianecchini, igualmente, procura controlar a sede do público e da mídia com algumas aparições calculadas. Foi assim quando visitou o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer e divulgou, pela revista “Caras”, imagens e fotos do encontro. Foi assim neste domingo, quando apareceu no “Fantástico”, da Globo, na sua primeira entrevista.
Na medida do possível, o encontro entre o ator e a apresentadora Patrícia Poeta deu-se em clima sóbrio. Numa situação de completa invasão – consentida – da privacidade, a jornalista comportou-se com dignidade.
O problema é que o show da doença não tem limites. Os espectadores mais curiosos – ou mórbidos – sempre vão querer mais.
Foto de Maurício Stycer
Mauricio Stycer é jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 23 anos. É repórter especial e crítico do UOL.

'Acredito muito na força da vida', diz Gianecchini sobre o câncer

Em entrevista ao Fantástico, ele fala sobre o linfoma que descobriu este ano.
Ator conta que passará por transplante em dezembro deste ano.

Do G1 SP, com informações do Fantástico
 




Em entrevista exclusiva ao Fantástico, exibida neste domingo (20), o ator Reynaldo Gianecchini fala sobre a luta contra o linfoma, um tipo de câncer que ataca as defesas do organismo. Ele comenta a morte recente do pai, vítima de um câncer, diz que passou por um tratamento espiritual e agradece o apoio dos fãs, que há mais de dez anos acompanham a carreira desse galã que conquistou o Brasil. Revela ainda que passará por um transplante em dezembro.
O ator conta que se sinte curado desde o primeiro dia. "É engraçado. Eu não jogo essa possibilidade de perder, embora tudo possa acontecer na vida, mas eu acredito muito na força da vida", afirmou o galã. "Quando você se depara com a questão da morte, e ela tão próxima, você começa a analisar o que tem de concreto, que é o presente. Viver intensamente aquele presente."Em dezembro, ele será submetido a um autotransplante de medula óssea, que é feito para recuperar o sistema imunológico depois da quimioterapia. Primeiro, os médicos fazem uma biópsia da medula do paciente. Se ela não tiver células cancerígenas, uma porção é retirada e congelada.
Em uma segunda etapa, uma quimioterapia mais intensa destrói os tumores e todas as células de defesa do organismo. Os médicos então reimplantam a medula óssea retirada e o corpo volta a produzir células saudáveis.O ator diz que teve a oportunidade de se despedir do pai, que morreu no dia 17 de outubro. “Eu tive uma despedida maravilhosa do meu pai. Teve um momento em que ele ficou inconsciente, porque ele teve que tomar morfina. Todo mundo foi descansar e eu falei que queria ficar com meu pai. Senti muita vontade de falar com ele, porque eu acredito que ele estava me ouvindo.” Gianecchini relata que chegou a cantar para o pai quando percebeu que as funções vitais dele começaram a cair e prometeu cuidar da família.
O galã lembra que os primeiros sintomas da doença se manifestaram em forma de alergia. Depois, apareceram gânglios na garganta, que foram examinados e indicaram o linfoma. O tratamento teve início dois meses após saber do câncer. E ele conta que procurou encarar com otimismo: “Beleza, ‘vambora’, vamos encarar”.
Info linfoma Gianecchini 1 (Foto: Arte G1)
Sangramento
Um dos momentos mais complicados foi quando os médicos tiveram que implantar um cateter para a quimioterapia e Gianecchini sofreu um sangramento, sendo transferido para a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde se trata. “O começo foi bem tumultuado”, admite o ator. A primeira internação durou 26 dias.
“Quero dizer que estou muito forte e que essa minha força vem em grande parte desse carinho todo, desse amor, dos amigos...das pessoas que têm me mandado e-mail. Tenho lido todos”, disse Gianecchini quando foi internado pela primeira vez.
Sem cabelo
Gianecchini conta que decidiu raspar a cabeça por achar mais prático e não quis esperar o cabelo cair. Diz ainda que lembrou da cena da novela “Laços de Família” em que sua mulher, a personagem de Carolina Dieckmann, fica careca por causa de uma leucemia. “Eu me achei com cara de guerreiro, parecia um guerreiro mesmo.”
Espiritualismo
Gianecchini diz que procurou ajuda espiritual para superar esse momento difícil e até se submeteu a cirurgia espiritual. "Fisicamente, eu não senti nada. Eu sinto muita força, uma energia muito boa, uma corrente muito boa de amor. Isso eu sinto o tempo todo", disse.
Foram mais de três meses de quimioterapia. Ao todo, seis sessões. O ator diz que ficou com a imunidade baixa. “Peguei uma bactéria que ninguém sabe direito, porque é difícil detectar, no pulmão. Aí eu tive que ficar na UTI para ficar em observação. São os percalços do caminho, pela natureza da quimioterapia, né?”
Futuro
Quando fala sobre o futuro, o ator diz não ter parado para pensar sobre o que estará fazendo nas próximas semanas. Revela que quer tomar um banho de mar e voltar a trabalhar. No fim da entrevista, quando agradece mais uma vez todas as manifestações de carinho e apoio, chora e afirma que as lágrimas são de felicidade.

domingo, 20 de novembro de 2011

Robin Gibb, dos Bee Gees, está internado com câncer no fígado

O cantor Robin Gibb, 61, que integrou o Bee Gees, luta contra um câncer de fígado.
Gibb, que tinha muitas dores na região abdominal, foi diagnosticado com a doença há vários meses, segundo o tabloide inglês "Mirror", que divulgou a informação neste domingo (20).
Ele cancelou várias apresentações nos últimos meses e, nesta semana, foi levado ao hospital de ambulância. A mãe do cantor Barbara, 91, e o irmão Barry foram dos EUA, onde vivem, para o Reino Unido, onde o cantor mora e está internado.

Regi Varghese-1º.mar.08/Reuters
O cantor Robin Gibb, que fez parte do grupo Bee Gees
O cantor Robin Gibb, que fez parte do grupo Bee Gees

"Robin não está bem, e há muita preocupação em torno dele. Você pode usar sua fortuna para se tratar com os melhores médicos, mas às vezes não há fama, prestígio e dinheiro que possam mudar as coisas quando se trata de câncer", disse um amigo da família. "Robin é um lutador e está sendo encorajado pelas inúmeras mensagens de apoio que recebe pela internet. Dwina [sua mulher] está fazendo tudo o que é possível e não sai de perto dele."
Outra pessoa próxima diz que há alguma "frustração" porque o cantor "sempre se cuidou". "Ele não bebe, come bem e faz exercícios diariamente."
No início do ano, Gibb havia cancelado shows, entre eles as apresentações que faria em São Paulo e Brasília, por conta de suas dores abdominais.
O grupo Bee Gees anunciou seu fim em 2003, após a morte de Maurice Gibb, mas Robin e Barry Gibb seguem carreiras solo e se apresentam juntos esporadicamente.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Reynaldo Gianecchini demonstra apoio aos outros pacientes com câncer

Mesmo focado na própria recuperação, ator demonstra carinho aos pacientes do hospital Sírio-Libanês
QUEM Online.
Carlos Prates
Reynaldo Gianeccinhi tem demonstrado apoio aos outros pacientes com câncer do hospital Sírio-Libanês, informou o jornal "Diário de S.Paulo".
Mesmo focado na própria recuperação, o ator tem sido um exemplo para todos aqueles que também enfrentam o tratamento. Segundo a coluna "Diário da Fama", quem frequenta a área de quimioterapia diz que ele sempre tem uma frase bonita para dizer, principalmente .
Claudia Raia sobre Reynaldo Gianecchini: "Tenho aprendido com ele todos os dias"-Durante festa do musical "Cabaret", a atriz falou sobre a recuperação do amigo
Sonia Vieira; Fotos Francisco Cepeda/AgNews
Francisco Cepeda/AgNews
Claudia Raia celebrou animada o sucesso do musical “Cabaret” na noite de quinta-feira (17). A atriz protagonista do espetáculo se encontrou com os colegas de elenco e produção em São Paulo onde se divertiu e conversou com a imprensa. Visivelmente mais magra e elegante, a estrela do musical contou como tem chegado à silhueta mais esbelta. "Trabalhando muito, dançando muito e aí eu voltei ao meu corpo normal." Apesar de ser dona de um par de pernas famoso no Brasil inteiro, Claudia confessou que não vê os membros como necessariamente um presente da genética. "Gosto muito delas porque elas já me deram grandes alegrias”, disse, aos risos. “Elas funcionam muito bem por enquanto. Está tudo ótimo: estou andando, estou dançando, elas ainda sobem, estão ótimas. Só tenho a agradecer”, afirmou.
A estrela da televisão e do teatro acredita que as pernas são resultado de muito treino. “A minha genética de perna nem é maravilhosa. Tem que lutar muito para ela ficar incrível. Isto é uma coisa muito do Tonhão, meu personal, e acho que é muito do shape da minha perna. Mas não é a minha melhor genética. A minha melhor genética é a barriga”, analisou. A atriz contou que também tem cuidado extra com a pele. “A pele é herança da minha mãe, mas eu tenho uma dermatologista que é maravilhosa. Eu sou super alérgica e não é fácil não. O Wanderley é quem cuida do cabelo. Desde ‘Ti-ti-ti’ [novela das sete estrelada pela atriz], eu deixei crescer.”
  Novo sucesso nos palcos
Feliz por já colher os frutos de seu mais novo trabalho, Claudia contou que o interessante no espetáculo é ver que um sonho profissional tem caído no gosto do público. “Está sendo maravilhoso porque a gente só vem celebrando o ‘Cabaret’. O ‘Cabaret’ eu esperei durante 20 anos e agora ele vem cheio de festa, cheio de comemorações, casa lotada, público amando o espetáculo, né!? Isto é muito bacana”, afirmou. “Porque, às vezes, você faz um projeto na sua vida e este projeto não se comunica, né!? Às vezes, o público não entende, ou não é o momento de fazer, então quando o público realmente sente é bom, né? E se sente arrebatado pelo personagem, pelo espetáculo, isto é uma alegria que não tem tamanho.”
Francisco Cepeda/AgNews
Após 20 anos de espera para tornar o “Cabaret” realidade, a atriz acredita que a demora valeu a pena. “Com certeza. Porque eu acho que antes eu não teria também as ferramentas que eu tenho hoje como atriz, né? Então, a gente vai adquirindo ferramentas, talvez eu não teria feito esta Celi Bownl, teria feito outra".
 Recuperação de Reynaldo Gianecchini
Em paralelo com os ensaios para o “Cabaret”, a atriz também acompanhou bem de perto o estado de saúde do amigo Reynaldo Gianecchini. Para Claudia, o ator, que atualmente luta contra um câncer no sistema linfático, pode ser considerado um grande guerreiro. "Sim ele está ótimo. Numa felicidade louca. Muito, muito confiante, impressionante. Ele não é deste planeta. Ele é acima do bem e do mal. É incrível. Uma pessoa única. E ele está ficando bom, eu tenho quase certeza que ele está ficando bom. Ele está na última quimio, né? E agora ele vai fazer o auto-transplante de médula, que vai ser um sucesso”, elogiou. A atriz disse também que tem aprendido muito com o amigo. “Porque está tudo correndo muitíssimo bem como a médica previu e eu estou com ele todos os dias. É uma coisa muito junta e ele tem muitos amigos. Pessoas que o amam muitíssimo e acho que ele está recebendo amor de todo a população brasileira. As pessoas adoram ele, né? Então é muito forte o que ele está vivendo. E este amor é que está fazendo ele ter esta força toda que tem, esta conexão com Deus, esta espiritualidade. É impressionante. Ele acorda sorrindo e vai dormir sorrindo, vive sorrindo. Tem um entendimento que a gente não tem. É difícil explicar, entende? Eu tenho aprendido com ele todos os dias. Eu acho que ele é meu grande aprendizado de todos estes anos da minha vida, acho que este momento com o Giane.”A vontade de seguir a carreira artística parece que pode passar dos pais para os filhos, de acordo com Claudia. Segundo a atriz, o desejo dos filhos em seguir o ramo é uma mistura de vontade pessoal com a procura em se espelhar na mãe. "Eu acho que toda a criança tem a mãe como referência e, segundo, toda a criança da idade da Sophia quer ser atriz. Quer ser estrela, quer ser bailarina e ela é uma loucura, uma coisa fofa”, derreteu-se aos risos. “Mas isto não significa que ela será atriz porque minha sobrinha era atriz e trabalhava como atriz e ela desandou para outro canto. Casou, foi morar, na Itália e tem uma filhinha. Então, nao sei”, afirmou ela sobre a menina que já fez uma participação especial em “Ti-ti-ti”.
“Estas coisas ela que tem que decidir sozinha. A Sophia me lembra muito quando eu tinha a idade dela: mesma energia, mesma coisa. Mas ela é minha filha, claro que ela tem que ter um pouco de mim”, disse
"Agora, o Enzo é musico, compositor, quer fazer faculdade de música de todas as maneiras. O Enzo toca bateria muitíssimo bem desde os 5 anos. Ele compõe com facilidade música e letra, toca violão, piano, toca qualquer coisa que derem para ele. Ele é danado, é um musicista. Só que é totalmente low profile. Ela quer aparecer, ele não”, afirmou, bem humorada.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Gianecchini é proibido de participar do 'Mais Você'

Reynaldo Gianecchini é proibido de participar de programas da Globo. Foto: Léo Pinheiro/Terra Reynaldo Gianecchini é proibido de participar de programas da Globo
Foto: Léo Pinheiro/Terra
 
Em dois meses de luta contra um câncer no sistema linfático, Reynaldo Gianecchini foi proibido de participar do programa Mais Você, da Globo. As informações são da coluna Olá!, do jornal Agora São Paulo.
Segundo consta, o médico que cuida da recuperação do ator o proibiu por estar com a imunidade muito baixa, decorrente de seu tratamento. O Domingão do Faustão também tentou levar o galã ao palco, mas Gianecchini teve que recusar os convites.

domingo, 30 de outubro de 2011

Câncer ocorre quando Lula é mais dominante, diz 'New York Times'

DA BBC BRASIL

O diagnóstico do câncer do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva repercutiu na imprensa internacional neste domingo.
O jornal americano "The New York Times" publicou uma reportagem na qual afirma que o diagnóstico do câncer acontece em um momento em que o ex-presidente é visto como dominante na política brasileira.
"A revelação da sua condição acontece em um momento em que ele ainda é admirado aqui como o líder político contemporâneo mais dominante do Brasil", escreve o jornalista do "New York Times" Simon Romero, do Rio de Janeiro. "Desde que deixou a presidência, Silva, um ex-líder sindical, manteve ampla influência na política brasileira. Ele viajou muito dentro do Brasil e no exterior, fazendo discursos por cachês altos, e na semana passada ele apareceu ao lado [da presidente Dilma] Rousseff na inauguração de uma ponte na cidade amazônica de Manaus." O "New York Times" diz que a notícia sobre Lula mostra um "contraste grande" em relação à forma como o presidente venezuelano, Hugo Chávez, revelou seu câncer, em junho. Enquanto o brasileiro optou por revelar rapidamente a doença, Chávez "surpreendeu os venezuelanos" ao anunciar que já havia sido submetido a uma cirurgia, segundo o "New York Times". O jornal também lembra que o venezuelano nunca revelou o tipo de câncer que teve. Lula foi diagnosticado com câncer na laringe. A informação foi divulgada no sábado pelo hospital Sírio-Libanês, onde o ex-presidente fez exames após se queixar de dores na garganta. Ele começará quimioterapia na segunda-feira.
'INCERTEZA'
Uma reportagem do jornal argentino "La Nacion" afirma que o câncer do ex-presidente desperta incerteza entre os brasileiros sobre o futuro político de Lula.
"A inesperada notícia sobre a doença surpreendeu a todos os brasileiros e despertou uma grande incerteza sobre um eventual regresso de Lula à Presidência do Brasil, onde ele mantinha uma enorme influência política no atual governo", escreve o jornal argentino. O "La Nacion" diz que o "carismático e popular" ex-presidente brasileiro terá pela frente uma "nova e inesperada batalha". Já o jornal argentino "El Clarin" destacou que a notícia sobre a doença de Lula "surpreendeu os veículos brasileiros de imprensa", já que o ex-presidente havia anunciado que tinha começado a deixar de fumar cigarrilhas. O "El Clarin" também destacou a repercussão da doença no Twitter, com várias mensagens de solidariedade acompanhadas das hashtags #vivalula e #forçalula. O jornal espanhol "El País" disse que a notícia sobre Lula "correu como pólvora em todo o país".
Já o americano "The Wall Street Journal" destaca a importância "literal" da voz de Lula na política brasileira.
"Muito do sucesso de Lula se deve à sua voz. Como um país grande e recentemente industrializado sofrendo com uma ditadura militar, os sindicatos brasileiros estavam maduros para um rompimento nos anos 70", escrevem os jornalistas Matthew Cowley e Tom Murphy.
"No sentido literal, Lula, um ex-sindicalista, deu aos trabalhadores uma voz."

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