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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

"Gays tinham que ter mais consciência", diz Ney Matogrosso

Convidado deste domingo (15) do programa "Marília Gabriela Entrevista", do GNT, o cantor Ney Matogrosso, que é homossexual assumido, defendeu que os gays precisam ter "mais consciência".
"Eu acho que os gays no Brasil tinham que ter um pouquinho mais de consciência do seu significado como grupo e não ficar subindo em caminhões nas paradas gays e ficar se beijando. Quatro milhões se juntando podem eleger o presidente da República", afirmou.
Marcos Hermes/Divulgação
Ney Matogrosso no show 'Beijo Bandido
Ney Matogrosso no show 'Beijo Bandido'

No programa, o cantor falou ainda sobre sua relação conturbada com o pai. "Eu vi que ele não era culpado, ele apenas reproduzia o que aprendeu. Meu pai foi a pessoa que me negou o tempo todo. O fato de ele ter me aceitado, me amoleceu".
Ele contou ainda que seu sonho era ser pintor, mas seu pai não deixou. "Meu pai vetou, pois não queria um filho artista", disse.

sábado, 10 de dezembro de 2011

IDOSO-"A idade é uma merda", diz William Bonner a revista

O apresentador William Bonner, 48, disse que está preocupado com a chegada dos cabelos brancos e com outros efeitos do envelhecimento.
"A idade é uma merda", disse o apresentador do "Jornal Nacional" à revista "Alfa".
O jornalista ainda contou que precisa estar frequentemente se exercitando para que a dores da hérnia de disco que o afastaram da bancada em 2010 não retornem. A preocupação com o peso também é uma meta de Bonner, que diz ficar feliz sempre que a balança marca abaixo de 90 quilos. Sobre a vida discreta, o jornalista afirmou que costuma se comportar de acordo com o ambiente em que está. "Eu não vou agir com você como ajo com a minha mulher ou como ajo com um delegado de polícia. Todos são verdadeiros. Cada um dentro do seu ambiente e dentro das circunstâncias que cercam aquela interação", disse.

Divulgação
William Bonner é capa da revista "Alfa" de dezembro
William Bonner é capa da revista "Alfa" de dezembro

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

"Os homens me odeiam. Eu não faço a linha gostosa, sou moleca", diz a modelo transexual Lea T. à revista

A modelo Lea T. durante o VMB 2011 (20/10/2011)
A modelo Lea T. durante o VMB 2011 (20/10/2011)
A modelo transexual Lea T. revelou que o assédio dos homens não aumentou agora que ela é famosa. "Os homens me odeiam. Eu não faço a linha gostosa. Sou moleca", contou a modelo em entrevista à revista "Contigo!" que chega às bancas nesta quarta-feira (7).
A filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo falou sobre a preparação para a cirurgia de mudança de sexo, que não tem data marcada ainda, mas será feita na Tailândia. "Uma pseudovagina não tem de mudar sua cabeça. Não quero mudar minha pessoa, quero transformar meu corpo. Sou a mesma pessoa desde que nasci. Porque eu era o Leandro e minha cabeça era de uma mulher. Será algo puramente estético".Ainda sobre a operação, Lea T. comentou que não vai congelar o sêmen. "Pensei em congelar para poder ter filhos naturais daqui a alguns anos. Mas depois vi que tem tanta criança precisando de ajuda e carinho que achei melhor adotar um bebê", relatou.
Contratada da grife Givenchy e convidada para as últimas edições do São Paulo Fashion Week e Fashion Rio -- neste último ela desfilou de biquíni -- a modelo confessou que não tem autoestima elevada. "Eu não me vejo bonita. Também não sou vaidosa. Faço unha e cabelo quando sou obrigada. Sou um desastre [risos]. Não gosto de ser sexy, uso roupa esportiva e tênis".
Moradora da Itália desde pequena, a modelo declarou o amor que sente pelo Brasil. "Eu amo o Brasil. Talvez tenha sido o país que teve uma curiosidade maior a meu respeito. Tenho vontade de morrer aqui".

O que mais tem no Brasil é "evanjegue", diz Inri Cristo sobre piadas

AMON BORGES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Divulgação
Autointitulado "emissário do Pai", Inri Cristo é o convidado do "Fritada", nesta terça (6), no Teatro das Artes, no Eldorado

"Posso ser louco, mas não sou bobo", afirma Inri Cristo em entrevista à Folha. Ele será o protagonista do "Fritada", nesta terça-feira (6), no Teatro das Artes, que fica no shopping Eldorado (zona oeste de São Paulo).
Autointitulado "emissário do Pai", Inri está tranquilo em relação ao projeto liderado pelo humorista Diogo Portugal, em que comediantes fazem comentários ácidos sobre os convidados. Já estão confirmados para a apresentação Murilo Couto, Fabio Rabin e Patrick Maia.
"Eu estou acostumado. Isso aí para mim é um clubezinho, vou participar de um clubezinho. Porque eu sou inatingível. Podem falar o que quiser." Para ele, a maioria das pessoas não o leva a sério por estarem "encabrestadas": "O que mais tem no Brasil, por exemplo, é 'evanjegue', que são esses que se dizem evangélicos, porque tem sobre o dorso montado o lobo na pele de ovelha, que lhes chantageia com o dízimo e lhes confisca 10% de seus miseráveis salários." E, às vésperas do Natal (teoricamente seu aniversário), revela que não gosta da data: "O Natal para mim é uma data comercial. Não existe. É uma coisa inventada pelos homens, aliás é uma data pagã [...] e foi sempre a data mais triste para mim, em toda a minha vida". Inri lidera sua própria igreja, a Soust (Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade), em Brasília, cidade que considera ser a "Nova Jerusalém". Embora viva na capital executiva do país, ele ressalta que não tem nenhuma aspiração política: "Eu nunca vou ser candidato a nada, nunca. Eu já vim com um mandato de meu Pai". Para propagar as ideias de Inri, suas discípulas resolveram gravar vídeos inspirados em músicas de artistas famosos, como Britney Spears, Amy Winehouse e Justin Bieber. "Isso surgiu de uma brincadeira. A princípio, quando nem sequer existia Youtube, algumas discípulas cantavam músicas de MPB antigas que Inri apreciava, como forma de alegrar o ambiente. Até que em meados no ano 2007, resolvemos gravar uma paródia da música 'A Banda', de Chico Buarque", conta a discípula Adeí Schmidt.
VEJA VERSÃO DE JUSTIN BIEBER:

Leia o bate-papo com Inri Cristo:
Guia Folha - Como estão os preparativos para o Natal?
Inri Cristo - O Natal para mim é uma data comercial. Não existe. É uma coisa inventada pelos homens, aliás é uma data pagã [...] e foi sempre a data mais triste para mim, em toda a minha vida. Porque é a data em que eu vejo o rico humilhando o pobre. É data em que os filhinhos de rico podem mostrar os presentinhos que ganharam. enquanto os pobrezinhos ficam lá e, quando muito, recebem uma migalha...algum brinquedinho, às vezes, sobra pra eles. Então é uma data muito triste para quem enxerga as coisas com os olhos que eu enxergo.
Por que acha que a maioria das pessoas não te leva a sério?
Porque muitas estão encabrestadas. Então uma pessoa encabrestada, igual a um jegue, tem que obedecer ao dono do cabresto. Eu estou falando que é a maioria. Mas é claro que tem os livres pensadores, os seres "raciocinantes", que caminham eretos. Estes me olham, me ouvem, me questionam e formam o juízo pessoal, sem consultar dono de cabresto nenhum. Só aqui em Brasília tem 5.000 seitas --são 5.000 donos de cabrestos--, então é claro que mesmo aqui em Brasília, que é a Nova Jerusalém, no Apocalipse 21, a maioria está encabrestada. O que mais tem no Brasil, por exemplo, é "evanjegue", que são esses que se dizem evangélicos, porque tem sobre o dorso montado o lobo na pele de ovelha, que lhes chantageia com o dízimo e lhes confisca 10% de seus miseráveis salários. Eu não gosto de ser contundente, mas sou obrigado a ser.
Como o senhor ganha a vida?
Como eu não sou comerciante, é claro que não vendo sacramentos, não chantageio o dízimo, não peço esmolas, porque meu Pai não é mendigo nem eu sou. Como aqui a sede do reino de Deus formalizada pela Soust, então o reino de Deus vive sob a égide da providência divina. Ele, o Senhor, o Altíssimo, é que inspira os filhos dele, que, quando constatam a minha sinceridade, honestidade --por isso eu me exponho em qualquer programa de mídia, para que o povo possa me examinar, me analisar--, daí eles dão com a mão direita sem que a esquerda saiba quanto, como eu ensinei há 2.000 anos.
Tem medo dos humoristas no "Fritada"?
Eu estou acostumado. Isso aí para mim é um clubezinho, vou participar de um clubezinho. Porque eu sou inatingível. Podem falar o que quiser. Faz de conta que está passando por uma rua e alguém te chama por um nome pejorativo. Por exemplo, "seu ladrão". Você vai olhar? Não vai. A não ser que tu sejas um ladrão. Então assim é o Inri Cristo. Se alguém fala qualquer bobagem para mim ela não me atinge. Se tiver muito perto é claro que eu geralmente coloco a pessoa no seu devido lugar. "Bom, você está querendo atribuir a mim uma virtude que só a ti pertence?" Pronto.
Com a corrupção em Brasília e no resto do país, considera que só um milagre para resolver? Já pensou em se candidatar?
O grande milagre será quando o povo escolher devidamente os seus representantes. Eu nunca vou ser candidato a nada, nunca. Eu já vim com um mandato de meu Pai. Mas estou dizendo que um dia o povo vai resolver, exigir o direito dele de escolher e não vai precisar votar obrigado. Porque na verdadeira democracia o voto é facultativo. Quando o povo é coagido a votar em candidato que ele nem conhece, que ele não confia, então não é democracia. No dia em que o povo adquirir o direito de votar devidamente no candidato que ele escolher, daí muitas coisas mudarão. E também que Deus inspire o povo a escolher o candidato devidamente, não porque [o candidato] deu um presente, um sabonete, uma pasta de dente, um ingresso para ir a um show. Não. O povo tem de escolher um candidato que ele vê que tem capacidade de fazer alguma coisa para o país.
Quando começou a se considerar a reencarnação de Jesus?
Desde criança eu obedeço a uma voz imperiosa na minha cabeça, mas eu não sabia quem falava. Não dizia para ninguém que eu seguia essa voz. Só em Santiago do Chile ela se revelou quando me disse: "Eu sou o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó. Eu sou teu Senhor e Deus, e tu és meu primogênito." Já percebeste que posso ser louco, mas não sou bobo. Já percebeste, né? Loucura é diferente da demência. É a mãe dos filósofos, dos profetas, dos inventores e dos grandes descobridores da humanidade.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Ralph Santos, o Mister Mundial Universo: “Não estou preparado para posar nu”

O mineiro conta que está “solteiro, aceitando propostas”, e que toparia participar de reality show
Jonathan Pereira; Fotos Divulgação
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Ralph Santos curte os frutos de ter sido eleito Mister Mundial Universo 2011. Aos 26 anos, com 1,88m e 89 kg, ele foi o primeiro brasileiro a vencer o concurso, realizado em Arequipa, no Peru, no final de outubro. Formado em Administração e Pós Graduado em Marketing e Psicologia Organizacional, o mineiro de Pompeu conta como ingressou na carreira de modelo, diz que aceitaria participar de reality shows e não descarta totalmente posar nu. “A principio diria não. Não estou preparado psicologicamente para aparecer nu em uma revista, mas não podemos saber o dia de amanhã, né?”.
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Solteiro, Ralph, afirma que está “aceitando propostas”. Mas a nova rotina tem dificultado um envolvimento mais sério. “Prefiro momentaneamente ficar só, mas sem deixar de curtir. Nesse momento não tenho condições de arcar com mais um compromisso”. Leia a entrevista:
 Beleza
QUEM: Como você se tornou modelo?
RALPH SANTOS:
Digo que a carreira de modelo ingressou em mim, foi tudo muito inusitado. Desde muito novo sempre sonhei em modelar, mas vim de uma família muito simples, tive que trabalhar muito, ralei para caramba, paguei minha faculdade, então guardei esse sonho em uma caixinha. Estava em um evento em São Paulo, fui convidado a participar de um teste em Santa Catarina e passei. De abril para cá também ganhei o Mister Brasil Terra, o Mister Brasil Mundial, o Santa Catarina Mundo, o Minas Gerais Mundial e fiquei em segundo lugar no Mister Terra Internacional. Sempre fui muito parceiro de minha família, e eles estão felizes por eu ter conseguido.
QUEM: Esperava ser eleito o homem mais bonito do mundo?
RS: O concurso não julga só beleza, cada participante representa um projeto sócio-ambiental de seu país. Sou voluntário da Pastoral da Criança e do Adolescente, cresci lá dentro, e do Projeto TAMAR, que cuida das tartarugas. O Mister precisa ter comprometimento com a natureza, participar de causas filantrópicas, e passa duas semanas sendo avaliado pelos jurados, indo com eles a hospitais e pontos turísticos. Muitos modelos querem ser Mister, mas esquecem que a maior função é construir felicidade para as pessoas, seja numa ONG, um asilo ou orfanato. Os modelos com barriga tanquinho se candidatam e, se ganham, depois não sabem lidar com isso.
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QUEM: Ficou nervoso com seus concorrentes?
RS:
É um clima tranquilo, sem competição, cordial. Eu estava extremamente ansioso no primeiro concurso. Tive que alimentar minha mente de informações, focar nos candidatos, entender como eles faziam. Disputava com modelos profissionais, gente de Miami, da Europa inteira. Procurei personal trainer, nutricionista, emagreci um pouco. As coisas aconteceram muito rapidamente, não esperava. No terceiro concurso já tinha absorvido os truques da passarela e, sendo eu mesmo, consegui o título.
 Vaidade
QUEM: É vaidoso? Como cuida do corpo?
RS: Não me chamo de vaidoso, mas de cuidadoso. Acho que a vaidade vai além do amor próprio. Sou preocupado com saúde, aparência, pele, cuido da minha alimentação. Sempre malhei, mas por questões de saúde. A partir do momento que topei participar do concurso, tive que acelerar o processo. A parte mais complicada é iniciar uma dieta, mas depois você vê que aquilo te faz bem.
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 Assédio
QUEM: Já fazia sucesso na escola?
RS:
Sempre fui um menino muito calmo. Tinha as menininhas que queriam namorar, mas nada além do normal. As pessoas dizem que fui ficando mais bonito de repente (risos).
QUEM: Como lida com o assédio?
RS: O assédio aumentou, tanto feminino quanto masculino. Acho normal, são dois públicos que te passam muito carinho, tem que saber lidar. Recebo muita cantada, mas, com carinho e respeito, é possível reverter sem ser indelicado na resposta. Ainda não passei por situações inusitadas, nem com homem, nem com mulher.
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 Coração
QUEM: Está namorando?
RS:
Não, estou solteiro, aceitando propostas (risos). A gente está sempre conhecendo alguém aqui, ali, mas não tenho condições nesse momento de arcar com mais um compromisso, minha vida está realmente cheia. Prefiro momentaneamente ficar só, mas sem deixar de curtir. Sou mais caseiro, não curto balada. Gosto de coisas calmas.
QUEM: E o que uma pessoa precisa ter para te conquistar?
RS: Simplicidade e equilíbrio. Não gosto nem de "eu te amo” de menos, nem demais. Não gosto de ciúme, de pressão, de ficar batendo na mesma tecla, tirando a privacidade, que me sufoquem. O segredo é a confiança. Gosto de relacionamento sério, não traio. Adoro criança e quero ter um ou dois filhos. Nas cláusulas do contrato diz que o Mister não pode ser casado nem ter filhos antes ou durante o reinado, então vou ter que esperar um pouco.
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 Futuro
QUEM: Como será sua rotina daqui para a frente?
RS:
O Mister Universo representa e visita outros países. Vou receber esse carinho lá fora também, onde terei que participar de ações comunitárias. Quero fazer o reinado como manda o figurino, ajudar as pessoas, colher alegria. Tenho participado de muitas festas, eventos, programa de TV até fevereiro, março.
QUEM: Participaria de reality shows?
RS:
Acho interessante, se surgir oportunidade, quem sabe, poderia participar sim. Cheguei a me inscrever no “Big Brother Brasil 9”. Hoje, dependendo do formato, se rolar o convite, se não atrapalhar minha carreira, topo sim.
QUEM: Aceitaria posar nu?
RS:
Nunca posei nu, não é o momento ainda. Já chegou proposta sim, mas não sei se vai chegar esse momento. A princípio diria não, não estou preparado psicologicamente para aparecer nu em uma revista. Mas não sabemos o dia de amanhã, né? Hoje, diria não.
QUEM: Quais seus projetos para o futuro?
RS:
Sonho ser apresentador de TV. Com o tempo, se chegar uma proposta e eu estiver mais maduro, quero sim. Poderia apresentar um programa jovem, cultural, de variedades, me divertindo com os convidados. Gosto do feedback. Silvio Santos é um exemplo de apresentador. Hebe Camargo tem carisma, simplicidade. São ícones da TV, quero um dia estar de frente com eles.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

"Duvido que a Globo pague o que eu ganho no SBT", afirma Ratinho

O apresentador Danilo Gentili transbordava de alegria por receber o também apresentador 'Ratinho'(Carlos Massa) em seu programa "Agora É Tarde" (Band) na noite de ontem. Depois de recebê-lo com todas as honras, Gentili foi logo perguntando sobre o bigode do apresentador. "Você nunca tirou o bigode?" "Nunca", respondeu Ratinho. "Uma vez uma empresa de propaganda me ofereceu um milhão de reais pra eu tirar e eu não aceitei!", contou o apresentador. "Até porque eu achei dinheiro demais, e achei que eles não iam me pagar", conclui Ratinho, dando risada. "Você tiraria o bigode pra transar com a (atriz) Ellen Roche?", pergunta inadvertidamente Gentili. "Não", responde categórico Ratinho. "E pra não transar com o Marquito (humorista, assistente de palco do "Programa do Ratinho")?, retrucou Danilo. "Bem, aí já tiraria pelo menos a metade", respondeu com humor o apresentador. Nisso, a produção mostra em um telão uma foto do apresentador, modificada por computação gráfica, de como ele ficaria sem o bigode. "Fiquei igual ao (pastor) Malafaia!", diz Ratinho na mesma hora.

Roberto Saraiva/Portal da Band
Danilo Gentili entrevistou Ratinho no "Agora é Tarde"
Danilo Gentili entrevistou Ratinho no "Agora é Tarde"

Danilo Gentili se confessa fã do apresentador Ratinho desde os tempos em que este fazia programas policiais em emissoras de pequeno porte. Segundo ele, Ratinho se destacava por sua ousadia e por utilizar um 'cacetete' para bater na bancada quando queria se mostrar contrariado com algo. "Aquilo era cena ou você ficava mesmo irritado?". "Ficava irritado mesmo".
"Você 'aliviou' quando foi pra TV grande?", perguntou com cautela Gentili. "Eu aliviei quando fui pro SBT", respondeu Ratinho com presteza. "Eu apanhava demais da imprensa... todo o dia saía alguma coisa ruim de mim na Folha... toda a semana na "Veja"... aí eu me cansei disso!", desabafou o apresentador.
"Da Globo ninguém fala mal --pode ver, (o que) nos outros é brega, na Globo é chique!", continua Ratinho. "Você iria pra Globo?", aproveita o gancho Danilo Gentili. "Duvido que a Globo pague o que eu ganho no SBT", responde convicto o apresentador. "Outro dia o Peréio (o ator Paulo César Pereio) esteve aqui e eu bebi água numa caneca com uma dentadura. Você disse no seu programa que se fosse você todos iam cair de pau!", comentou Gentili. "É que você é o 'bonitinho da imprensa'", responde Ratinho de imediato. "Isso é porque eles não viram você caminhando na rua, de calça justa, boné e camiseta curta --parece o Mr. Bean com depressão!", despeja ele sobre o pupilo que, rindo muito, reverencia o mestre. "Você andou tendo problemas com um pastor de uma denominação evangélica, pastor Valdemiro (o Apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus)...", arriscou Danilo. "Sim, sim, tive um probleminha, mas já foi solucionado. Até já falei com o pastor por telefone", encurta a história Ratinho. "Eu acredito em milagres", declara o apresentador, "o que eu não acredito é que Deus se meta com dinheiro". Gentili muda de assunto e mostra uma foto de quando Ratinho era jovem, vestido de mulher. O apresentador nem se altera e simplesmente explica que é de uma peça de teatro que ele fizera na juventude. "Nunca mais você se vestiu de mulher?", perguntou Gentili. "Nunca", respondeu Ratinho, mas logo se corrigiu. "Ah, não... uma outra vez eu entrei vestido de Hebe numa segunda-feira, no SBT, pra fazer o programa no lugar dela!", conta sem perder o humor.
"Você anda agora com mania de rico... você foi pra Paris!?", atiça-o Danilo Gentili. "Achei Paris uma merda!", responde Ratinho na lata. "Não gostei da comida nem daquele povo esnobe! Ah, eu vou é pra África do Sul", declara um tanto alterado. "Ratinho, muito obrigado por você ter vindo... você sabe que eu sou teu fã de verdade", despede-se Gentili. "Mas já acabou? O teu programa é muito curto. Ô, Saad!", brinca Ratinho chamando a atenção do presidente do Grupo Bandeirantes, João Carlos Saad.
"Se o programa acabar amanhã, eu já tô feliz!", concluiu comovido Danilo Gentili abraçando Carlos Massa, o Ratinho - seu convidado mais do que especial.
Renato Kramer-Natural de Porto Alegre, formou-se em Estudos Sociais pela PUC/RS. Começou a fazer teatro ainda no sul. Veio para São Paulo e ingressou na Escola de Arte Dramática (USP), formando-se ator. Escreveu, dirigiu e atuou em diversos espetáculos teatrais. Fez algumas colaborações para a Ilustrada e, sempre à convite, assinou a coluna Antena, da "Contigo". Nesse meio tempo, fez crítica de teatro para o "Jornal da Tarde" e na rádio Eldorado AM. Mais recentemente foi colunista da Folha.com, comentando o BBB11. Atualmente, além de atuar, cursa Filosofia.

domingo, 27 de novembro de 2011

Não fiquei mais bonzinho, sou o mesmo", diz Danilo Gentili

KEILA JIMENEZ
COLUNISTA DA FOLHA
Depois do inglês "The Guardian" e do americano "The New York Times", agora é a vez de a revista alemã de negócios "Manager Magazin" e de a britânica "Prospect" descobrirem Danilo Gentili.
Em reportagem da "Manager" sobre o avanço do mercado de tecnologia no Brasil, Gentili é apresentado como comediante influente na web, com mais de 2 milhões de seguidores no Twitter.
O integrante do "CQC" e apresentador do "Agora É Tarde" foi avisado pela tia de que estava na revista alemã. "Nem imaginava", fala o comediante, que revela que não entende a importância atribuída ao Twitter em outros países. "Jesus tinha poucos seguidores e não conseguiu agradar a todos. Imagine eu, com 2 milhões?", brinca ele. "Posto no Twitter as mesmas piadas que faço no camarim, no show, que conto para os amigos. A diferença é que, quando estou contando, há o contexto da piada, minha expressão. No Twitter só há palavras, na lata", continua. "Acho que é por isso que a piada é considerada tosca, que pareço escroto. Falta o resto."

Marisa Cauduro/Folhapress
O humorista Danilo Gentili
O humorista Danilo Gentili, que diz não ter se tornado mais bonzinho depois que estreou seu talk show na Band

É assim, com o "contexto" de seu humor polêmico, que o comediante parece estar dobrando personalidades. Há cinco meses no ar, seu "talk show", o "Agora É Tarde" (Band), passou de temido a disputado por famosos. De Marta Suplicy a Bruna Surfistinha, a atração não deixa a desejar na variedade de entrevistados. "Não fiquei mais bonzinho, sou o mesmo. Faço as piadas que sempre fiz, e os entrevistados se divertem." De olho na boa audiência do bate-papo, que marca cinco pontos às 23h, a Band o transformará em diário. "Preciso de equipe maior, de estrutura. Sem isso, não há fôlego para fazer um programa diário", fala Gentili. "Não tenho vergonha de admitir que dependo de roteiristas, de ideias frescas."
Com um diário nas costas ou não, Gentili se despede do "CQC" em dezembro, para poder se dedicar ao "Agora É Tarde" em 2012.
Sonha com Lula, Dilma e Maluf na mira de sua metralhadora de perguntas indiscretas. "O bom é que os entrevistados também acabam comigo, me detonam", diz.

sábado, 26 de novembro de 2011

Nunca mais pisarei num palco, diz ator do "Pânico" que criticou público

FABIANA SERAGUSA/FOLHA
DE SÃO PAULO

Allison Valentim/Divulgação
Eduardo Sterblitch (foto), que interpreta Freddie Mercury Prateado no "Pânico na TV", diz que nunca mais pisará num palco como ator
Eduardo Sterblitch (foto), que interpreta Freddie Mercury Prateado no "Pânico na TV", diz que nunca mais pisará num palco como ator


É a última vez que Eduardo Sterblitch sobe ao palco com "Minhas Sinceras Desculpas". Na próxima segunda-feira (28), o ator do programa "Pânico na TV" (que interpreta Freddie Mercury Prateado e César Polvilho) põe fim à comédia que já levou milhares de pessoas ao teatro --a sessão ocorre no Citibank Hall (zona sul de SP), às 21h30.
"Nunca mais pisarei num palco como ator", diz em entrevista ao Guia. "Fiquei triste com o teatro, com a não eficiência dele."
No fim de outubro, também em bate-papo com o site, Sterblitch já havia anunciado a decisão de abandonar tudo.
Na conversa abaixo, feita por e-mail, o ator fala sobre o que aprendeu com esse projeto ("que a grande média da população é burra"), sobre a reação às declarações polêmicas e sobre o porquê de ver a última sessão de sua peça (que terá participação do cantor Belo).
*
Guia Folha - Não tem a menor chance de você voltar com essa sua peça algum dia?
Eduardo Sterblitch - Não. Não tem a menor chance. Desde o prelúdio eu já sabia que essa peça tinha prazo de validade. Eu sempre tive a noção de que o público não a compreenderia. Mas fiquei triste com o teatro. Fiquei triste com a não eficiência dele. Triste em perceber que o público não quer teatro. Em ver a forma errada com que a maioria consome teatro hoje em dia. Leia bem: a maioria.
Cada projeto nos ensina algo. O que você aprendeu com esse?
Aprendi o que já era óbvio. A grande média da população é burra. Ignorante. A grande maioria é hipócrita e católica. Não que isso seja um erro. No entanto, um desavanço. Façam suas contas: um jovem prefere ir a uma peça de teatro ou a uma micareta? Pois é. De mil, cinco preferem ir ao teatro. Lembrando que "stand-up" não é teatro... Bem, e é exatamente para esses cinco que eu fazia minha peça. E isso era tão engraçado. Enquanto a maioria das pessoas riam feito hienas ou compravam aquele circo pobre cheio de simbolismo besta, as cinco permaneciam em silêncio, atentas e rindo de canto de boca. Entendendo perfeitamente o que estava pretendendo-se ali em cima do palco... Isso era realmente magnífico!

Allison Valentim/Divulgação
Eduardo Sterblitch (foto) em cena de "Minhas Sinceras Desculpas", que terá última sessão na segunda-feira
Eduardo Sterblitch (foto) em cena de "Minhas Sinceras Desculpas", que terá última sessão na segunda-feira

Depois que anunciou o fim e disse estar decepcionado com o teatro, o que você mais ouviu das pessoas? Apoio ou reprovação?
Eu pedi desculpas no título... Quando escrevi a peça, pensei na reação. Quis provocar a crítica local de cada cidade que passei. As pessoas... Por que provocar? Por que eu sou um estudioso de teatro. É bem provável que eu conheça mais sobre teatro do que a maioria dos professores de teatro no Brasil. Mesmo tendo 24 anos. Eu sei teatro. E foi impressionante a reação dos "críticos" espalhados pelo país. Uns falavam exatamente o que a minha peça falava. Outros se enrolavam demais, a maioria simplesmente dava uma opinião ingênua e infantilóide... As pessoas que me reprovam são as mesmas que reprovaram Antonin Artaud e o fizeram tomar choque. E ainda reprovaram Nietzsche, Van Gogh, Nerval...
Se o público, em sua maioria, não está nem aí pro teatro, como você mesmo disse, como reverter isso para atrair gente para um futuro espetáculo?
Meu papel não é reverter nada. Não tenho esse poder e nem possibilidades. Veja bem... as únicas pessoas que amam teatro no Brasil são as pessoas que trabalham com teatro. A grande média restante que não liga. Não importando se a sua peça é boa ou ruim! Basta estar na televisão e fazer qualquer coisa que o teatro se abarrotará! E isso é ridículo... não quero reverter. Veja o caso da quantidade de pessoas que comentam aqui embaixo. Elas repetem a mesma coisa, e ninguém se pronuncia logicamente a favor ou contra. Exatamente igual aos críticos e ao público que acha minha peça ruim. Enquanto isso, os blogs de fofoca continuam a se reproduzir igual praga. Por isso parei.
Por que vale a pena ver essa última sessão de "Minhas Sinceras Desculpas"?
Para ver algo morrer, algo morrendo. A morte é sempre um belo espetáculo.
Já pensa em fazer alguma outra peça?
Nunca mais pisarei num palco de teatro como ator.
Você costuma ir ao teatro ver outros espetáculos? Algum em cartaz pra indicar?
Gostaria que fossem assistir a "Viver Sem Tempos Mortos", protagonizado pela Fernanda Montenegro. Se os jovens artistas se arriscassem como ela, estaríamos bem! Sem mais. Cansei... Agora comentem minha entrevista boba, igual sempre... igual mosca.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Datena e Record vão ao tribunal na próxima quarta-feira-Assista e entrevista do apresentador ao "RODA VIVA" na íntegra


Está marcada para a próxima quarta-feira, na 17ª Câmara de Direito Privado de São Paulo, a audiência entre José Luiz Datena e Record. O canal pediu a penhora dos bens do apresentador para cobrir multas de R$ 30 milhões referentes às suas quebras de contrato. Datena afirma ter rompido o compromisso porque sofreu censura da emissora. O relator do processo é o desembargador Paulo Pastore Filho.




quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A hipocondria atrapalha um pouco a minha felicidade, confessa Jô Soares

"Eu me considero uma pessoa feliz", disse o apresentador Jô Soares ao seu convidado, o jornalista Edney Silvestre. "Talvez a hipocondria me atrapalhe um pouco", concluiu Jô. "Você é hipocondríaco?", perguntou Edney. "Só de doenças exóticas", ironizou o apresentador.
Edney Silvestre foi um dos entrevistados do 'Programa do Jô' desta segunda-feira. E foi justamente para falar do lançamento do seu mais recente romance "A Felicidade É Fácil" (Record), baseado em fatos reais. "É um policial?" Perguntou Jô. "É um policial... é também a procura de Deus", respondeu evasivo o jornalista. O apresentador ainda indagou sobre a preferência do jornalista em relação ao "livro de mistério" (estilo Agatha Cristhie) e o "livro de suspense" (thriller). "A Agatha eu acho meio chatinha", confessou o repórter que por muito tempo foi correspondente da Rede Globo em Nova Iorque.

LeticiaMoreira/Folhapress
O humorista e apresentador Jô Soares disse que a hipocondria atrapalha sua felicidade
O humorista e apresentador Jô Soares disse que a hipocondria atrapalha sua felicidade

Quanto ao início da carreira como repórter, a sua melhor amiga não botou muita fé. Na primeira aparição que fez na TV, a amiga, que assistia junto com o marido, virou para o lado e profetizou: "isso aí não vai dar certo, não!". Mas deu. Não foi o seu caso, mas logo Edney retomou o tema do seu romance e teceu um comentário: "A felicidade não é fácil no exílio".
"Tem gente que confunde alegria com felicidade, não?", perguntou quase que afirmando Jô Soares. "Judy Garland foi uma mulher feliz?", perguntou na seqüência o próprio jornalista, aproveitando o gancho da outra entrevistada do programa. "Não, ela não me parecia uma mulher feliz, não", afirmou o apresentador. "A filha (Liza Minelli) também não me parece feliz". A atriz Claudia Netto, muito elogiada pela exigente crítica de teatro Barbara Heliodora (O Globo), está vivendo a grande cantora na peça "Judy Garland - O Fim do Arco-Íris" (Peter Quilter), com direção musical de Cláudio Botelho e direção geral de Charles Möeller. Claudia, caracterizada, abriu o programa cantando "Just in Time"(B. Comden, J. Styne e A. Green) e encerrou o "Programa do Jô" desta segunda-feira com o maior sucesso de Judy Garland, o clássico "Over the Rainbow" (E. Y. Harburg e H. Arlen), do filme "O Mágico de Oz" (1939). Figurino, maquiagem, gestual e interpretação na medida exata. A peça conta os últimos seis meses de vida da atriz e excelente cantora Judy Garland, que se sentia o "patinho feio" de Hollywood desde o início da sua carreira, quando competia com as mais belas estrelas do cinema do momento: Ava Gardner, Lana Turner e Elizabeth Taylor. Morreu logo após completar 47 anos, com uma overdose acidental de barbitúricos - segundo o atestado de óbito oficial.
O terceiro e último entrevistado da noite foi o fotógrafo Johnny Duarte, especialista em fotografar animais. Johnny foi vencedor de um "Leão de Bronze" em Cannes, em 2005. Recentemente fez uma série de fotos de tigres, em Maringá. Mas confessa que a demanda maior são sempre os cães. Cria 'pit bulls' e é apaixonado pela raça. Se já correu perigo? Uma vez, ao fotografar um leão, colocou a mão com a câmera por uma fresta da jaula, enquanto um colega chamava a atenção do bicho. De repente, o leão resolveu não dar mais atenção às façanhas do seu camarada e olhou sério em direção a sua mão.
Felizmente o "rei das selvas" voltou-se novamente para o outro lado e deu para Johnny tirar a mão de lá rapidinho. "Mas acho que eu não ia soltar a máquina, mesmo se ele viesse", declarou Duarte com um risinho de quem sabia do risco, mas que já tinha passado. "Era a minha primeira câmera digital, e tinha custado caro!", explicou o fotógrafo. "Sim, mas mantendo a mão, ficava mais fácil até de comprar outra", completou o hipocondríaco Jô Soares.
Natural de Porto Alegre, formou-se em Estudos Sociais pela PUC/RS. Começou a fazer teatro ainda no sul. Veio para São Paulo e ingressou na Escola de Arte Dramática (USP), formando-se ator. Escreveu, dirigiu e atuou em diversos espetáculos teatrais. Fez algumas colaborações para a Ilustrada e, sempre à convite, assinou a coluna Antena, da "Contigo". Nesse meio tempo, fez crítica de teatro para o "Jornal da Tarde" e na rádio Eldorado AM. Mais recentemente foi colunista da Folha.com, comentando o BBB11. Atualmente, além de atuar, cursa Filosofia.

"Tenho sorte de não ter morrido jovem", diz Angelina Jolie

A atriz Angelina Jolie, 36, disse que tem sorte de estar viva em uma entrevista ao programa "60 Minutes", da TV americana. O programa deve ir ao no próximo dia 27, mas trechos foram divulgados nesta terça-feira (22).
"Passei por momentos muito sombrios e sobrevivi a eles. Não morri jovem, então sou muito sortuda. Há outras pessoas e artistas que não sobrevivem a certas coisas", disse.
A atriz não entrou em detalhes sobre esses "momentos sombrios", mas disse: "Acho que as pessoas podem imaginar o que fiz de mais perigoso e de pior --e por muitas razões não deveria estar aqui".

Reuters
Angelina Jolie continua uma menina má, mas só para o Brad
Angelina Jolie continua uma menina má, mas só para o Brad

Em 1998, Angelina interpretou a supermodelo Gia Carangi, que era viciada em heroína, um papel que refletiu certos aspectos de sua vida. Na época, ela falava abertamente sobre seu interesse por facas, jogos envolvendo sangue e de um colar no qual carregava um pouco do sangue de Billy Bob Thornton, então seu marido, que usava em tempo integral. Em julho de 2010, Franklin Meyer, que diz ter vendido drogas para Angelina, vendeu para a revista "Star" fotos dela posando em um ensaio sadomasoquista, com direito a fita isolante cobrindo o seio e coleira de cachorro no pescoço. Meyer disse à revista que conheceu a atriz em fevereiro de 1997 e que ela teria comprado cocaína e heroína dele. Mais de uma década depois, Angelina vive de maneira bem diferente, apesar de relatos contrários.
Um ex-empregado dela diz que a atriz continua obcecada por sangue.
"Quando uma das crianças se machucam, ela guarda os curativos usados em um pote. Ela acha que é artístico, mas para os outros parece mesmo estranho", disse o ex-funcionário a revista "In Touch".
Angelina disse na entrevista ao "60 Minustes" o que a fez mudar. "Ainda sou uma menina má. Ainda há isso em mim e agora pertence a Brad. Ou as nossas aventuras."

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

'Acredito muito na força da vida', diz Gianecchini sobre o câncer

Em entrevista ao Fantástico, ele fala sobre o linfoma que descobriu este ano.
Ator conta que passará por transplante em dezembro deste ano.

Do G1 SP, com informações do Fantástico
 




Em entrevista exclusiva ao Fantástico, exibida neste domingo (20), o ator Reynaldo Gianecchini fala sobre a luta contra o linfoma, um tipo de câncer que ataca as defesas do organismo. Ele comenta a morte recente do pai, vítima de um câncer, diz que passou por um tratamento espiritual e agradece o apoio dos fãs, que há mais de dez anos acompanham a carreira desse galã que conquistou o Brasil. Revela ainda que passará por um transplante em dezembro.
O ator conta que se sinte curado desde o primeiro dia. "É engraçado. Eu não jogo essa possibilidade de perder, embora tudo possa acontecer na vida, mas eu acredito muito na força da vida", afirmou o galã. "Quando você se depara com a questão da morte, e ela tão próxima, você começa a analisar o que tem de concreto, que é o presente. Viver intensamente aquele presente."Em dezembro, ele será submetido a um autotransplante de medula óssea, que é feito para recuperar o sistema imunológico depois da quimioterapia. Primeiro, os médicos fazem uma biópsia da medula do paciente. Se ela não tiver células cancerígenas, uma porção é retirada e congelada.
Em uma segunda etapa, uma quimioterapia mais intensa destrói os tumores e todas as células de defesa do organismo. Os médicos então reimplantam a medula óssea retirada e o corpo volta a produzir células saudáveis.O ator diz que teve a oportunidade de se despedir do pai, que morreu no dia 17 de outubro. “Eu tive uma despedida maravilhosa do meu pai. Teve um momento em que ele ficou inconsciente, porque ele teve que tomar morfina. Todo mundo foi descansar e eu falei que queria ficar com meu pai. Senti muita vontade de falar com ele, porque eu acredito que ele estava me ouvindo.” Gianecchini relata que chegou a cantar para o pai quando percebeu que as funções vitais dele começaram a cair e prometeu cuidar da família.
O galã lembra que os primeiros sintomas da doença se manifestaram em forma de alergia. Depois, apareceram gânglios na garganta, que foram examinados e indicaram o linfoma. O tratamento teve início dois meses após saber do câncer. E ele conta que procurou encarar com otimismo: “Beleza, ‘vambora’, vamos encarar”.
Info linfoma Gianecchini 1 (Foto: Arte G1)
Sangramento
Um dos momentos mais complicados foi quando os médicos tiveram que implantar um cateter para a quimioterapia e Gianecchini sofreu um sangramento, sendo transferido para a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde se trata. “O começo foi bem tumultuado”, admite o ator. A primeira internação durou 26 dias.
“Quero dizer que estou muito forte e que essa minha força vem em grande parte desse carinho todo, desse amor, dos amigos...das pessoas que têm me mandado e-mail. Tenho lido todos”, disse Gianecchini quando foi internado pela primeira vez.
Sem cabelo
Gianecchini conta que decidiu raspar a cabeça por achar mais prático e não quis esperar o cabelo cair. Diz ainda que lembrou da cena da novela “Laços de Família” em que sua mulher, a personagem de Carolina Dieckmann, fica careca por causa de uma leucemia. “Eu me achei com cara de guerreiro, parecia um guerreiro mesmo.”
Espiritualismo
Gianecchini diz que procurou ajuda espiritual para superar esse momento difícil e até se submeteu a cirurgia espiritual. "Fisicamente, eu não senti nada. Eu sinto muita força, uma energia muito boa, uma corrente muito boa de amor. Isso eu sinto o tempo todo", disse.
Foram mais de três meses de quimioterapia. Ao todo, seis sessões. O ator diz que ficou com a imunidade baixa. “Peguei uma bactéria que ninguém sabe direito, porque é difícil detectar, no pulmão. Aí eu tive que ficar na UTI para ficar em observação. São os percalços do caminho, pela natureza da quimioterapia, né?”
Futuro
Quando fala sobre o futuro, o ator diz não ter parado para pensar sobre o que estará fazendo nas próximas semanas. Revela que quer tomar um banho de mar e voltar a trabalhar. No fim da entrevista, quando agradece mais uma vez todas as manifestações de carinho e apoio, chora e afirma que as lágrimas são de felicidade.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Reynaldo Gianecchini demonstra apoio aos outros pacientes com câncer

Mesmo focado na própria recuperação, ator demonstra carinho aos pacientes do hospital Sírio-Libanês
QUEM Online.
Carlos Prates
Reynaldo Gianeccinhi tem demonstrado apoio aos outros pacientes com câncer do hospital Sírio-Libanês, informou o jornal "Diário de S.Paulo".
Mesmo focado na própria recuperação, o ator tem sido um exemplo para todos aqueles que também enfrentam o tratamento. Segundo a coluna "Diário da Fama", quem frequenta a área de quimioterapia diz que ele sempre tem uma frase bonita para dizer, principalmente .
Claudia Raia sobre Reynaldo Gianecchini: "Tenho aprendido com ele todos os dias"-Durante festa do musical "Cabaret", a atriz falou sobre a recuperação do amigo
Sonia Vieira; Fotos Francisco Cepeda/AgNews
Francisco Cepeda/AgNews
Claudia Raia celebrou animada o sucesso do musical “Cabaret” na noite de quinta-feira (17). A atriz protagonista do espetáculo se encontrou com os colegas de elenco e produção em São Paulo onde se divertiu e conversou com a imprensa. Visivelmente mais magra e elegante, a estrela do musical contou como tem chegado à silhueta mais esbelta. "Trabalhando muito, dançando muito e aí eu voltei ao meu corpo normal." Apesar de ser dona de um par de pernas famoso no Brasil inteiro, Claudia confessou que não vê os membros como necessariamente um presente da genética. "Gosto muito delas porque elas já me deram grandes alegrias”, disse, aos risos. “Elas funcionam muito bem por enquanto. Está tudo ótimo: estou andando, estou dançando, elas ainda sobem, estão ótimas. Só tenho a agradecer”, afirmou.
A estrela da televisão e do teatro acredita que as pernas são resultado de muito treino. “A minha genética de perna nem é maravilhosa. Tem que lutar muito para ela ficar incrível. Isto é uma coisa muito do Tonhão, meu personal, e acho que é muito do shape da minha perna. Mas não é a minha melhor genética. A minha melhor genética é a barriga”, analisou. A atriz contou que também tem cuidado extra com a pele. “A pele é herança da minha mãe, mas eu tenho uma dermatologista que é maravilhosa. Eu sou super alérgica e não é fácil não. O Wanderley é quem cuida do cabelo. Desde ‘Ti-ti-ti’ [novela das sete estrelada pela atriz], eu deixei crescer.”
  Novo sucesso nos palcos
Feliz por já colher os frutos de seu mais novo trabalho, Claudia contou que o interessante no espetáculo é ver que um sonho profissional tem caído no gosto do público. “Está sendo maravilhoso porque a gente só vem celebrando o ‘Cabaret’. O ‘Cabaret’ eu esperei durante 20 anos e agora ele vem cheio de festa, cheio de comemorações, casa lotada, público amando o espetáculo, né!? Isto é muito bacana”, afirmou. “Porque, às vezes, você faz um projeto na sua vida e este projeto não se comunica, né!? Às vezes, o público não entende, ou não é o momento de fazer, então quando o público realmente sente é bom, né? E se sente arrebatado pelo personagem, pelo espetáculo, isto é uma alegria que não tem tamanho.”
Francisco Cepeda/AgNews
Após 20 anos de espera para tornar o “Cabaret” realidade, a atriz acredita que a demora valeu a pena. “Com certeza. Porque eu acho que antes eu não teria também as ferramentas que eu tenho hoje como atriz, né? Então, a gente vai adquirindo ferramentas, talvez eu não teria feito esta Celi Bownl, teria feito outra".
 Recuperação de Reynaldo Gianecchini
Em paralelo com os ensaios para o “Cabaret”, a atriz também acompanhou bem de perto o estado de saúde do amigo Reynaldo Gianecchini. Para Claudia, o ator, que atualmente luta contra um câncer no sistema linfático, pode ser considerado um grande guerreiro. "Sim ele está ótimo. Numa felicidade louca. Muito, muito confiante, impressionante. Ele não é deste planeta. Ele é acima do bem e do mal. É incrível. Uma pessoa única. E ele está ficando bom, eu tenho quase certeza que ele está ficando bom. Ele está na última quimio, né? E agora ele vai fazer o auto-transplante de médula, que vai ser um sucesso”, elogiou. A atriz disse também que tem aprendido muito com o amigo. “Porque está tudo correndo muitíssimo bem como a médica previu e eu estou com ele todos os dias. É uma coisa muito junta e ele tem muitos amigos. Pessoas que o amam muitíssimo e acho que ele está recebendo amor de todo a população brasileira. As pessoas adoram ele, né? Então é muito forte o que ele está vivendo. E este amor é que está fazendo ele ter esta força toda que tem, esta conexão com Deus, esta espiritualidade. É impressionante. Ele acorda sorrindo e vai dormir sorrindo, vive sorrindo. Tem um entendimento que a gente não tem. É difícil explicar, entende? Eu tenho aprendido com ele todos os dias. Eu acho que ele é meu grande aprendizado de todos estes anos da minha vida, acho que este momento com o Giane.”A vontade de seguir a carreira artística parece que pode passar dos pais para os filhos, de acordo com Claudia. Segundo a atriz, o desejo dos filhos em seguir o ramo é uma mistura de vontade pessoal com a procura em se espelhar na mãe. "Eu acho que toda a criança tem a mãe como referência e, segundo, toda a criança da idade da Sophia quer ser atriz. Quer ser estrela, quer ser bailarina e ela é uma loucura, uma coisa fofa”, derreteu-se aos risos. “Mas isto não significa que ela será atriz porque minha sobrinha era atriz e trabalhava como atriz e ela desandou para outro canto. Casou, foi morar, na Itália e tem uma filhinha. Então, nao sei”, afirmou ela sobre a menina que já fez uma participação especial em “Ti-ti-ti”.
“Estas coisas ela que tem que decidir sozinha. A Sophia me lembra muito quando eu tinha a idade dela: mesma energia, mesma coisa. Mas ela é minha filha, claro que ela tem que ter um pouco de mim”, disse
"Agora, o Enzo é musico, compositor, quer fazer faculdade de música de todas as maneiras. O Enzo toca bateria muitíssimo bem desde os 5 anos. Ele compõe com facilidade música e letra, toca violão, piano, toca qualquer coisa que derem para ele. Ele é danado, é um musicista. Só que é totalmente low profile. Ela quer aparecer, ele não”, afirmou, bem humorada.

sábado, 12 de novembro de 2011

Regina Duarte diz que virou atriz por vingança

Regina Duarte, 64, fez uma revelação curiosa ao programa "Vitrine", da TV Cultura.
"Quando tinha 13 anos, vi meu pai ser humilhado", contou ao apresentador Cunha Jr. "Daí escrevi no meu diário que ia ser poderosa, para que as pessoas respeitassem meu pai."
Ela diz que até hoje gosta de "ser reconhecida, abordada". "Adoro!"
A atriz revelou ainda ter tido algumas dúvidas quanto à interpretação de sua personagem em "O Astro".
"Eu experimentava algo na Clô e pensava: será que pode? Pode. Janete Clair pode tudo."
A entrevista vai ao ar na próxima terça-feira (15), a partir das 20h40.
Divulgação
Regina Duarte no Vitrine
Regina Duarte, que contou por que decidiu seguir carreira de atriz em entrevista a Cunha Jr., do "Vitrine" (Cultura)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Adam Lambert fala sobre o amadurecimento da sexualidade

Texto: Max Cajé
Fotos: Reprodução
Dois anos após estampar a capa da revista OUT Magazine, Adam Lambert está de volta e em forma de pop art. O cantor reviveu uma das imagens mais famosas de Elvis Presley feita pelo do artista plástico Andy Warhol.Além da foto, Adam também falou sobre o que aprendeu e amadureceu como um popstar assumidamente gay depois de chocar os conservadores ao beijar seu guitarrista durante a performance no American Music Awards de 2009.Adam começa a entrevista falando sobre a sessão de fotos para da Details ao lado de uma modelo nua na edição de novembro de 2009. “OK, eu vivi minha vida inteira como um homem gay, eu estou muito confortável com isso. E, de repente, tenho a oportunidade de fazer esta foto, para jogar o estereótipo. Achei muito interessante, criativo, e não pensei por um minuto que estava tentando mudar quem eu era”, conta. Ele revela que estava realizando fantasias de muitas fãs que se sentiam atraíadas por ele e até chegavam a jogar seus sutiãs no palco, durante suas apresentações. Mas ressalta que o timming é tudo, e isso é uma coisa que ele aprendeu depois. O cantor afirma que na época, início de sua carreira após o Ameicna Idol, ele não conseguia olhar pela perspectiva da plateia como aconteceu no AMA. “Eu não me coloquei muito na posição do espectador em casa que me tinha visto no American Idol”, disse. O reality que busca novos talentos é visto em sua maioria por pessoas acima de 30 anos consideradas como uma classe conservadora. “A coisa AMA foi talvez um pouco demais, cedo demais, e a foto atira para todos os detalhes, embora muito bonita, talvez não fosse o momento certo” completa Adam. O ex-Idol atribui essa falta de uma perspectiva maior ao estilo de vida e a criação que teve e mostra que passou pelo choque da oposição da visão do grande público com a sua em particular. “Eu cresci em um espaço muito aceitativo e de mente aberta e acabo esquecendo às vezes que estamos lidando com a cultura dominante agora, o que não tem a mesma mentalidade que eu faço”, declara. Para o novo trabalho, Adam conta que o foco será a música, mas sem negar ou subestimar o orgulho de ser gay. Ele também revela que esse é realmente o álbum que sempre quis fazer e que ter um tempo maior para a produção do trabalho é essencial. “Posso dizer ‘quero regravar aquele vocal’ ou ‘vamos trazer outro produtor para colocar uma batida diferente’. Eu acho que ele está tendo o tempo necessário”, disse. O novo álbum chega às lojas no primeiro semestre de 2012 e Adam promete: da próxima vez que me virem na TV, será ‘A performance’”.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

"Livro aberto", Pelé fala de Viagra, Xuxa e suposta experiência gay

Pelé não fugiu de perguntas polêmicas durante evento em São Paulo. Foto: Bruno Santos/Terra Pelé não fugiu de perguntas polêmicas durante evento em São Paulo
Foto: Bruno Santos/Terra
 
Diego Freire /TERRA/Direto de São Paulo
Um dos rostos mais famosos do planeta, Pelé se diz orgulhoso por "não guardar segredos" e ter uma vida que é um "livro aberto". Aos 71 anos, o Rei do Futebol não se acanhou ao comentar detalhes da vida íntima em um evento realizado em São Paulo, na última terça-feira. O ex-atleta respondeu a perguntas sobre sua sexualidade com a mesma naturalidade com que opinou sobre a Seleção de Mano Menezes e analisou os times favoritos ao título na reta final do Campeonato Brasileiro.
De todas as questões pessoais que recebeu, nenhuma surpreendeu mais Pelé do que a lembrança de uma entrevista que concedeu para a Revista Playboy em 1981, quando admitiu ter tido sua primeira relação sexual por volta dos 15 anos, com um garoto em Bauru. Vinte anos depois, ele se diz mal interpretado: "naquela época, a gente nem chamava de 'bicha', era 'veado' mesmo. Mas nunca falei que tinha transado com essa 'bichinha', era o resto do time (do Bauru Atlético Clube, primeiro time de Pelé) que fazia isso. Publicaram errado... De qualquer forma, não tenho problemas com isso e eu diria se tivesse feito. Até porque criança faz um monte de besteiras", disse. A declaração na década de 80 havia caído no esquecimento até ser usada como provocação por Diego Maradona em 2009, quando, ao ter o trabalho como técnico de futebol criticado por Pelé, o argentino retrucou: "o que querem que eu diga? Pelé começou com um garoto". Na época, o brasileiro não comentou a insinuação.
Pelé fala abertamente sobre Viagra, Xuxa e vida de solteiro
Ainda dentro do tema sexo, mais desinibido do que em entrevistas habituais, o Rei não hesitou ao esclarecer outras dúvidas. Garoto propaganda no lançamento do Viagra no Brasil, Pelé negou ter utilizado o remédio para disfunção erétil. "Nunca usei Viagra, nunca precisei, só fiz promoção. Na propaganda eu pedi que quem precisasse fosse procurar um médico, mas não é o meu caso", explicou, com um sorriso debochado.
Solteiro desde que se divorciou de Assíria Lemos, sua última mulher, há um ano, o ex-jogador se mostrou disposto a começar novos relacionamentos. "Sou um homem de Três Corações e 'eles' estão abertos", brincou, fazendo um trocadilho com o nome de sua cidade natal, em Minas Gerais. Quando os relacionamentos passados entraram em discussão, Pelé demonstrou remorso com Xuxa Meneghel, que recentemente definiu os pés do ex-jogador como uma das coisas "mais feias" já vistas. "Se ela lembra do pé, que é a parte mais feia, imagina do resto", alfinetou, sem citar o nome da ex-namorada, a quem apenas se referiu como "apresentadora loira".
"O Pelé" é mais importante do que "o Edson"
Nem todas as curiosidades, porém, diziam respeito à vida afetiva e sexual de Pelé. Um tópico mais leve abordado foi o estilo característico da fala do ex-jogador, que se refere a si próprio na terceira pessoa e às vezes trata "o Pelé" e "o Edson" (seu nome de batismo) como duas pessoas diferentes. "Não sei quando comecei a falar assim, foi desde muito novo. Eu não gostava do apelido Pelé, cheguei a bater em garotos que me chamaram assim. Mas, depois que fiquei conhecido, o 'Pelé' é mais importante que o 'Edson', entende? São a mesma pessoa, mas é diferente falar que encontrou 'o Edson' ou 'o Pelé' na rua. Eu falo assim há muito tempo (de si mesmo na terceira pessoa)", contou. Apesar de negar a distinção, o ex-camisa 10, nas entrelinhas, entrega mudanças que o "Edson" sofreu quando virou "Pelé". Sem saber explicar o sentimento de, no decorrer da vida, partir de uma rotina simples no interior brasileiro para se tornar um ícone mundial, ele apenas diz que "as coisas mudam" e a vida "tomou um rumo". "Quando era jovem eu queria voltar para Bauru depois do futebol, voltar para uma cidade pequena, levar uma vida simples de novo. Era o que me fazia me sentir bem. Mas as coisas mudam, a vida tomou um rumo. Fui e sou muito feliz", encerrou, com um ar nostálgico e, ao mesmo tempo, satisfeito.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Depois de largar igreja,esposa de Kaká comenta sobre polêmica religiosa na TV

Ela conversa com a apresentadora Marília Gabriela. Foto: Carol Soares/Divulgação Ela conversa com a apresentadora Marília Gabriela
Foto: Carol Soares/Divulgação

No programa De Frente Com Gabi desta quarta-feira (9), Marília Gabriela recebe Caroline Celico, esposa do jogador de futebol Kaká. Durante a entrevista, Carol comentou sobre sua rotina, família e filhos, além das polêmicas relacionadas à Igreja Renascer em Cristo, da qual os dois se desligaram em dezembro de 2010. "Religião para mim, hoje, é aquilo que me liga a Deus".
Ela ainda falou com exclusividade ao programa sobre o prêmio de melhor jogador do mundo que Kaká doou à Renascer: "A ideia era que o prêmio ficasse exposto para as pessoas verem. Isso não aconteceu e nós delicadamente o pedimos de volta", afirmou. O De Frente com Gaby vai ao ar à 00h15, pelo SBT.

Jô Soares no "Roda Viva": "Eu adoro o Jô Suado!"-Assista entrevista completa aqui


Eu só não posso parar pra dar entrevista pra ele, é questão de contrato. Eu ouvi falar que ele não vai fazer mais?! 'Carioca'(humorista do "Pânico na TV) faz, eu adoro o Jô Suado!", declarou o apresentador Jô Soares no programa "Roda Viva" de ontem à noite (TV Cultura). O atual apresentador do programa é o jornalista Mario Sergio Conti, diretor da Revista Piauí. Ele entrou recentemente no lugar de Marília Gabriela, desde que o SBT resolveu exigir-lhe exclusividade na TV aberta. E Conti foi logo anunciando: "Ele é um artista espaçoso", dando início aos números extraordinários que formam o currículo de Jô Soares. Com mais de cinquenta anos de profissão, o humorista marcou o seu início na televisão em 1967, fazendo o 'mordomo' da série "A Família Trapo" (de onde surgiu o modelo da atual "A Grande Família"). Em 1970 foi para a Rede Globo e em 1988 foi para o SBT, onde teve a oportunidade de dar início ao 'talk-show' "Jô Onze e Meia". Em 2000 voltou para a Rede Globo e, desde então, continua com as suas entrevistas no "Programa do Jô".
Patrícia Cruz/Folhapress
O apresentador Jô Soares
O apresentador Jô Soares

Formaram a 'roda', Manuel da Costa Pinto, editor do "Entrelinhas" (TV Cultura); Cristina Padiglione, colunista de O Estado de São Paulo; Keila Jimenez, colunista de TV da Folha de São Paulo; Daniela Pinheiro, da Revista Piauí; Josélia Aguiar, colunista da Folha e blogueira; e Lígia Cortez, atriz e diretora de teatro. O cartunista Paulo Caruso acompanhou a entrevista desenhando as suas 'expressivas caricaturas' costumeiras. "O segredo da longevidade do 'talk-show' é não deixar cair numa rotina", afirmou Jô Soares, ao ser questionado sobre um eventual prazo de validade para o seu estilo de programa. "Cada convidado é um universo novo. Depois, é como um jornal, que existe há séculos, mas sempre tem notícia nova".
Mario Sergio Conti alertou o comediante sobre uma pergunta do internauta Marcos: Por que você tem fama de que fala mais do que o entrevistado? Jô fez um rápido esgar com a boca. Cinco segundos de 'saia justa'. E logo veio a resposta bem trabalhada: "pode ser que eu tenha criado essa fama em algum momento em que eu tenha interferido com o meu pensamento antes do entrevistado terminar o dele. Mas isso não acontece mais, há muito tempo". Ninguém ousou dar a réplica. Um convidado que o emocionou em particular? "O Prestes! (Luís Carlos Prestes - Secretário Geral do Partido Comunista Brasileiro). Eu já comecei chamando ele de 'você'. De início ele estranhou um pouco, mas logo foi ficando tão à vontade que acabou confessando pela primeira vez em público: "a Olga (sua companheira de luta Olga Benário, morta na Alemanha, na câmara de gás, pelos nazistas) foi a grande paixão da minha vida". Dani Calabresa (MTV) também aparece em vídeo para perguntar o que faz o humorista rir. "Você, Dani...e aquele cara que você sustenta...como é o nome dele - (Marcelo) Adnet, parece! O Bruno Mazzeo e aquele Eduardo...sempre esqueço o sobrenome dele... Sterblitch (César Polvilho), isso! Vocês são da minha geração!" Como preservou o tempo todo a sua intimidade? "Pela minha maneira de viver, eu saio muito pouco e preservo a minha vida particular. Tenho um filho de quarenta e poucos anos, autista, que é vidrado em rádio. È mais ou menos o personagem que o Dustin Hoffman fez no filme "Rain Man". Às vezes ele quer escutar música tão alto que precisamos pedir: Rafael, baixa isso um pouco!"
Mulher na presidência? "Eu tenho sentido um crescimento de empenho. Mas às vezes acho que ela é mal assessorada. A minha equipe, no programa, é de maioria feminina. Acho que as mulheres são mais dedicadas".
TOC? "Eu não tenho TOC. Tenho uma ou duas manias...a de desentortar quadros nas paredes e, se esbarrar em alguém de um lado, tenho que esbarrar do outro!"
Natural de Porto Alegre, formou-se em Estudos Sociais pela PUC/RS, Renato kramer
começou a fazer teatro ainda no sul. Veio para São Paulo e ingressou na Escola de Arte Dramática (USP), formando-se ator. Escreveu, dirigiu e atuou em diversos espetáculos teatrais. Fez algumas colaborações para a Ilustrada e, sempre à convite, assinou a coluna Antena, da "Contigo". Nesse meio tempo, fez crítica de teatro para o "Jornal da Tarde" e na rádio Eldorado AM. Mais recentemente foi colunista da Folha.com, comentando o BBB11. Atualmente, além de atuar, cursa Filosofia.

domingo, 6 de novembro de 2011

No Brasil, Gretchen declara que não quer voltar a morar no País

Gretchen, que está morando em Orlando, veio a São Paulo para uma apresentação única em uma boate neste sábado, 5. Em entrevista exclusiva antes da apresentação, ela disse que quer aproveitar sua vida nos Estados Unidos sem o assédio do público

Gretchen Miranda (52), que está há dois meses vivendo nos Estados Unidos com os filhos Gabriel (14), Julie (8) e Valentina (1) , veio a São Paulo para uma apresentação única na boate Estúdio Emme na noite deste sábado, 5. Em entrevista exclusiva à CARAS Online, a cantora afirmou que não pensa em voltar a morar no Brasil e que quer ter "uma vida normal" com sua família.
Em seu show na casa noturna, Gretchen mostrou que não perdeu, literalmente, o rebolado. Além dos hits que a transformaram na Rainha do Bumbum, como Freak Le Boom Boom, Conga, Conga, Conga e Melô do Piripipi, ela cantou o que chamou de um presente para o público brasileiro: uma versão de The Lazy Song, do astro americano Bruno Mars (26). “Gravei nos Estados Unidos em inglês. Essa é a primeira e única apresentação. É um presente por tudo o que vocês são na minha vida”, dedicou.A visita acontece após a grande repercussão de fotos da cantora trabalhando como garçonete em uma lanchonete em Orlando, o Netto's Café, da qual atualmente ela é uma das sócias. A polêmica, explicada mais tarde, não passou de uma estratégia de marketing para divulgação do estabelecimento, que recebe, sobretudo, público brasileiro.
- O que você achou da repercussão de que estaria trabalhando em uma lanchonete nos Estados Unidos?
Mais uma vez está provando a popularidade que eu tenho, apesar de as pessoas acharem que eu ter passado esses meses nos Estados Unidos fosse fazer com que ficasse distante da mídia. Eu acho que a partir do momento que você faz um nome e que ele fica gravado na história da música como está o meu, é para sempre. Se uma simples notícia como estar vestida de garçonete teve toda essa repercussão, eu só posso me sentir muito feliz por estar sendo tão amada pelo povo brasileiro.
- Qual era a reação dos brasileiros quando te viam como garçonete?
Foram dois dias de gravação de comercial e a gente realmente queria uma reação verdadeira das pessoas que entrassem no estabelecimento, por isso o fato de eu não comentar que era uma gravação. A reação era muito engraçada. Algumas pessoas fingiam que achavam que não era eu, outras entravam e procuravam as câmeras achando que era uma pegadinha. E outras ficavam muito felizes e achavam muito legal.
- Como tem sido a sua adaptação e da sua família nos Estados Unidos?
A adaptação está sendo ótima. Estou aproveitando em todos os sentidos, aprendendo a língua, a cultura, conhecendo um novo modo de vida. Estou amando.Eu realmente não tenho a intenção de voltar [para o Brasil]. Esse foi um convite exclusivo para que eu estivesse aqui no Brasil e eu realmente vim para fazer esse show.
- Mesmo querendo ficar nos EUA, você recebeu alguma proposta de voltar a trabalhar no Brasil, de alguma gravadora ou emissora de TV, por exemplo?
Tenho recebido algumas propostas, mas por enquanto eu não tenho nenhuma intenção de voltar. A minha intenção, por enquanto, é continuar lá. Eu ainda tenho um tempo de visto para poder estudar, conhecer melhor, me adaptar com tudo o que está acontecendo e, quem sabe, futuramente...  ou não. A gente nunca sabe, né?
- Como a sua família recebeu a notícia a respeito do seu suposto trabalho na lanchonete?
A minha família, que conhece a minha simplicidade e o meu jeito de ser, sabe que se tivesse que trabalhar como garçonete, faxineira ou cozinheira, faria isso tranquilamente.  Eles ficaram chocados pelo motivo de uma coisa tão simples como é estar vestida de garçonete ter feito todo esse alarde.
- Tem saudades do Brasil?
Eu tenho muita saudade do nordeste, de Pernambuco, que é um lugar onde eu vivi bastante tempo. Tenho saudade da cultura nordestina, das comidas, do povo. Mas eu levei minha cuscuzeira para lá e tenho matado a saudade fazendo cuscuz em casa.
- Daqui por diante qual é o seu objetivo nos EUA?
Olha, nesse momento é continuar vivendo para os meus filhos, minha família, ter uma vida normal. Poder fazer aquilo que uma mulher faz no dia a dia. Isso eu tenho conseguido fazer, apesar de algumas vezes, quando chegam os feriados, eu ter algum assédio como acontece no Brasil. Mas eu tenho conseguido alcançar o meu objetivo que é me dedicar mais para as crianças, ensinar os meus filhos a viverem uma nova cultura. Tem sido muito proveitoso.
- Você acredita que a sua mudança foi uma espécie de fuga?
Não fuga, mas um momento que eu escolhi para ser meu. Eu não quero esperar chegar aos 60 anos para dizer que eu passei a minha vida e não vivi. Eu estou jovem ainda, com saúde, podendo fazer coisas que eu nunca fiz.
- Você sempre é lembrada como a Rainha do Bumbum, isso te incomoda?
Não me incomoda de jeito nenhum, até porque se eu estou até hoje na mídia foi por causa desse nome. Isso não vai mudar nunca. O brasileiro gosta de bumbum e eu com 52 anos posso dizer que ainda tenho um que seja satisfatório para o Brasil.

Assista ao Bate-papo UOL com Mayra Cardi,polêmica ex-BBB

Íntegra do Bate-papo UOL com Mayra Cardi. No Bate-papo UOL com Convidados do dia 4/11 às 20h, Mayra Cardi mostra seu ensaio sensual de mais de 20 fotos para a revista masculina "Maxim", que já está nas bancas. A ex-participante do "Big Brother Brasil 9", escolhida para a capa do mês, contou para a revista sobre sua vida pessoal e o que fez profissionalmente desde a adolescência. Mayra é apresentadora de TV e já comandou o “Programa Vip”, na Rede Record de Cuiabá, além de dois quadros no programa “Domingo Legal”. No chat, a loira fala dos seus planos de carreira e conta como está sua vida após quase três anos de sua participação no reality show da Globo. "Aceito que meu namorado fique com outra mulher, não é traição", diz ex-BBB Mayra Cardi

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