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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Com atraso de um dia, "Jornal Nacional" encara o escândalo no "BBB12

Mauricio Stycer
Crítico do UOL
  • Reprodução
    O repórter André Luiz Azevedo, da Globo, relata no "Jornal Nacional" o andamento das investigações da polícia no caso da suspeita de estupro no "BBB12" O repórter André Luiz Azevedo, da Globo, relata no "Jornal Nacional" o andamento das investigações da polícia no caso da suspeita de estupro no "BBB12"

Foi preciso o caso ganhar repercussão fora do Brasil e ocupar a programação de todas as emissoras concorrentes para o “Jornal Nacional”, principal noticiário da Rede Globo, tratar do assunto.
O escândalo, que culminou na eliminação de um candidato do “BBB12”, foi noticiado de forma sóbria e correta pelo JN na edição desta terça-feira (17). O caso mereceu destaque na escalada, a relação dos assuntos mais importantes do dia, lida na abertura, e foi objeto de uma reportagem de quase três minutos no segundo bloco do programa.“Participantes do ‘Big Brother Brasil’ prestam depoimento à polícia em investigação sobre suposto caso de abuso sexual”, anunciou o telejornal. A reportagem falou dos depoimentos de Daniel e Monique à polícia, deu espaço para a descrição do delegado que investiga o caso e concluiu com explicações oficiais da Rede Globo para o caso, lidas por William Bonner.O que permanece sem uma boa explicação foi a omissão do “Jornal Nacional” ocorrida na véspera. Às 20h19 de segunda-feira (16), a jornalista Patrícia Kogut anunciou, em primeira mão, em seu blog no jornal “O Globo”, que Daniel havia sido eliminado do “BBB12”. Dez minutos depois começou o “Jornal Nacional”, que se estendeu até 21h10, sem informar qualquer coisa a respeito do assunto que, desde o domingo, mobiliza a opinião pública.Haveria tempo de sobra para dar a notícia no “JN”, mesmo ela só tendo sido divulgada oficialmente pela Rede Globo às 21h54, quando exibia “Fina Estampa”. O comunicado da emissora informa: “O apresentador da atração, Pedro Bial, anunciará a decisão na edição desta noite.”
Não tenho a menor dúvida de que os jornalistas da Globo tinham consciência de que a notícia da eliminação de Daniel merecia ser tema do “Jornal Nacional” já na segunda-feira – assim como foi, 16 horas depois, do jornal “Hoje”. Mesmo que não tivesse conseguido confirmar a notícia que uma colunista de “O Globo” deu como certa, o que parece muito improvável, a redação do “Jornal Nacional” teria condições de produzir algo. Afinal, o caso já envolvia, àquela altura, a presença de um delegado no Projac, manifestações do governo federal e 36 horas de burburinho na internet.Os indícios me levam a acreditar que ocorreu uma decisão de “guardar a notícia” para o próprio “BBB”, uma confusão entre show e realidade, que mostra a submissão do jornalismo à área de entretenimento da emissora.Já no reality show, o caso foi tratado de forma a obter a maior audiência possível. Quando Bial, na abertura do programa, disse que a suspeita de "infração à regra" estava sendo analisada pela direção do “BBB”, a decisão sobre Daniel já havia sido tomada. O suspense ajudou o Ibope a disparar, alcançando o pico justamente quando o apresentador retornou para tornar público o que já se sabia havia mais de duas horas.

Mauricio Stycer

É jornalista desde 1986. Repórter e crítico do UOL, autor de um blog que trata da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fátima Bernardes: "Patrícia Poeta estava à vontade"

Ex-apresentadora assistiu ao novo "Jornal Nacional", nesta terça-feira (6), da sala de maquiagem
POR PEDRO MORAES E ANA PAULA BAZOLLI; FOTOS: CLAUDIO ANDRADE E FÁBIO CORDEIRO/REVISTA QUEM
  Claudio Andrade/Revista QUEM 
Fátima Bernardes foi receber o Prêmio QUEM 2011, na categoria Melhor Jornalista, nesta terça-feira (6), no Museu de Arte Moderna, do Rio de Janeiro, ao lado do marido, William Bonner.
Em seu primeiro dia longe da bancada do "Jornal Nacional", ela contou que assistiu ao telejornal na sala de maquiagem enquanto se preparava para ir à premiação. "Gostei muito da Patrícia Poeta, ela estava à vontade (apresentando) e aquele já é seu ofício". Fátima fez sua despedida no dia anterior. Em 2012, vai apresentar um programa matinal na Globo.
A jornalista vai trocar o primeiro andar da redação do prédio do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, para o sétimo. Sua produção conta com cinco profissionais. Sabatinada se iria "roubar" alguém da redação do "Jornal Nacional", brincou: "Quem sabe?". Ela ainda falou da vontade de concorrer em outra categoria, no ano que vem: o de apresentadora. Logo que chegou à quinta edição do Prêmio, quis ver a revista da qual é capa, e que chega às bancas nesta quarta-feira (7). Tadeu Schmidt, responsável por entregar o prêmio à Fátima, levou um puxão de orelha da colega. "Eu desculpo o Tadeu, mas eu não tenho nenhuma foto da Copa de 2006 para guardar em que ele não apareça fazendo careta", brincou.
 
Mauricio Mello/Revista QUEM
Fátima recebeu o prêmio das mãos de Tadeu Schmidt

ASSISTA UMA ENTREVISTA COM A JORNALISTA


  Claudio Andrade/Revista QUEM

  Claudio Andrade/Revista QUEM
Jornalista aprecia o prêmio que ganhou, e já sonha em 2012 com o de Melhor Apresentadora
 
  Fábio Cordeiro/Revista QUEM

O povo malda!-Chegada do HD teria motivado troca de Fátima Bernardes no "Jornal Nacional"

Nos bastidores, há uma versão diferente para a saída de Fátima Bernardes do "Jornal Nacional".
Os maldosos na Globo dizem que o real motivo da troca por Patrícia Poeta é a chegada do HD ao programa. No programa de despedida, o telejornal marcou 35 pontos de audiência, dois pontos a mais que a média habitual. Cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta terça-feira (6).

Renato Rocha Miranda/Tv Globo
Fátima Bernardes dá as boas-vindas à Patrícia Poeta, que assumiu a bancada do "Jornal Nacional"
Fátima Bernardes dá as boas-vindas à Patrícia Poeta, que assumiu a bancada do "Jornal Nacional"

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Maurício Stycer-Globo tenta humanizar jornalismo e transforma troca no JN em “novelinha” piegas de 15 minutos


Jornalista, por definição, não é notícia. Exceções costumam ser vistas em casos de premiações ou no registro de dramas pessoais, como acidentes de trabalho, sequestros e mortes.
Mudança de apresentador de telejornal não se enquadra em nenhuma destas categorias, mas ganhou, em 2011, status de notícia importante nos noticiários da Globo. A razão parece ser o esforço de “humanização” do jornalismo da emissora, em busca de uma aproximação maior com o público.
É justo que o espectador seja informado de uma mudança como a que envolve Fátima Bernardes. Depois de 14 anos no cargo de apresentadora do “Jornal Nacional”, entendo que seja aceitável dar uma satisfação ao público. Mas acho estranha a transformação destas “cerimônias do adeus” em verdadeiras “novelinhas”, longas e derramadas.Assim como fez numa “dança das cadeiras” ocorrida em setembro, envolvendo Chico Pinheiro, Renato Machado e Cesar Tralli, que mudaram de posições no “Bom Dia Brasil” e no “SP TV”, a troca de Fátima por Patrícia Poeta e desta por Renata Ceribelli no “Fantástico” está sendo apresentada em capítulos.“Hoje, o Jornal Nacional virou notícia”, disse Fátima na quinta-feira, 2 de dezembro,  a certa altura da reportagem de 4,5 minutos que anunciou as trocas. No sábado, no encerramento do telejornal, William Bonner e Fátima voltaram a fazer propaganda do assunto. “A gente lembra que vamos ter uma edição especial na segunda-feira. Este momento especial na história do ‘Jornal Nacional’”, prometeu a apresentadora.No domingo, no final do “Fantástico”, teve início a despedida de Patrícia. Tadeu Schmidt derramou-se em elogios à apresentadora e disse que sentirá falta dela. Patrícia informou que ainda voltará ao programa para o ritual de troca de lugar com Ceribelli.Nesta segunda, o capítulo da novela foi mais longo e ocupou um bloco inteiro, de 15 minutos,  do JN. Bonner e Fátima receberam Patrícia na bancada e deram a ela o lugar reservado aos entrevistados ilustres. O apresentador leu um texto piegas sobre a trajetória de Patrícia na Globo, depois Fátima a entrevistou com o jargão clássico de repórter esportivo, perguntando sobre a sua “expectativa” na nova função.Em seguida, Fátima mereceu um vídeo, narrado igualmente em tom dramático por Bonner, com um resumo de seus 24 anos na Globo. Na despedia, a jornalista falou que o JN é “o telejornal da família brasileira”. Deu as mãos a Patrícia e disse: “É um orgulho passar esse microfone para você.”
A novela continua nos próximos dias.


Foto de Maurício Stycer
Mauricio Stycer é jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 23 anos. É repórter especial e crítico do UOL

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Bonner e Fátima Bernardes passam fim do "JN" desta quarta (28) se vangloriando do Emmy

  • Willian Bonner coloca o troféu do Emmy sobre bancada do Jornal Nacional Willian Bonner coloca o troféu do Emmy sobre bancada do Jornal Nacional
Antes do tradicional "boa noite" no "Jornal Nacional" desta quarta-feira (28), William Bonner e Fátima Bernardes passaram alguns minutos conversando sobre a entrega do troféu do Emmy Awards, recebido pelo telejornal esta semana, nos Estados Unidos.
Em tom descontraído como se estivessem batendo papo na mesa de casa, o casal falou desde a importância do prêmio para o telejornalismo brasileiro até de como foi a viagem de Bonner para Nova York.
Fátima mostrou o envelope de onde saiu a ficha que anunciou a vitória do programa, enquanto William falou que recebeu apoio de todos no avião, no aeroporto e até mesmo da alfândega americana, que quis ver e tocar o troféu, destacado na bancada durante toda a conversa.
Nesta terça-feira (27), o "Jornal Nacional" já havia exibido uma matéria de quase três minutos comentando a vitória no Emmy.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Jornal Nacional ganha o Emmy Internacional

Prêmio foi pela cobertura da ocupação policial no Alemão.
Esta é a sétima vez em nove anos que o JN chega à final.

Do G1, em São Paulo
O Jornal Nacional ganhou na noite desta segunda-feira (26), em Nova York, o prêmio Emmy Internacional, o Oscar da televisão mundial, na categoria notícia.
O prêmio foi pela cobertura da expulsão de traficantes e a ocupação policial do complexo do alemão, no Rio, em novembro passado. Momentos que ganharam repercussão mundial: o cerco da polícia, o bando de criminosos em fuga e a sensação de liberdade dos moradores.
Esta é a sétima vez em nove anos que o Jornal Nacional chega à final do Emmy, e a primeira vitória. Também concorriam ao prêmio produções do Reino Unido, da Islândia e das Filipinas.
Pelo quinto ano consecutivo, o Jornal Nacional estava entre os indicados na categoria notícia. Havia trabalhos de mais de 60 países.
A TV Globo já conquistou 5 prêmios Emmy International. Em 1981 o vencedor foi A arca de Noé. Um ano depois, foi a vez de Morte e Vida Severina levar a estatueta. Em 1983, o jornalista Roberto Marinho ganhou o Directorate Award, um Emmy concedido pelo conselho da academia aos mais importantes líderes da televisão internacional. Em 2003, depois de sua morte, ganhou também um Emmy especial pelo conjunto da obra. E em 2009, a novela Caminho das Índias conquistou mais um Emmy Internacional.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Fechado jornal inglês acusado de grampear ilegalmente milhares de telefones

O News of the World deixará de ser publicado após quase 170 anos. O tablóide sempre se gabou das revelações bombásticas sobre a vida de políticos e celebridades. Segundo a polícia, mais de 4 mil podem ter sido vítimas de detetives a serviço do jornal.

 

O jornal de domingo mais lido da Grã-Bretanha vai ser fechado por causa de um escândalo. O tablóide News of the World é acusado de grampear criminosamente os telefones de milhares de pessoas.
O News of the World deixará de ser publicado depois de quase 170 anos de circulação. O tablóide sempre se gabou das revelações bombásticas sobre a vida de políticos e celebridades. Mas a maior revelação mesmo é a maneira como o jornal conseguia esses furos.Segundo a Scotland Yard, polícia metropolitana de Londres, mais de 4 mil pessoas podem ter tido os telefones grampeados ilegalmente por detetives a serviço do jornal. Um deles chegou a apagar mensagens da caixa postal de uma jovem de 13 anos, assassinada em 2002, o que levou a família a acreditar que ela continuava viva.
Entre as vítimas havia também parentes de soldados mortos no Afeganistão e no Iraque. O jornal ainda teria pagado propina para que policiais revelassem detalhes de investigações sigilosas.Andy Coulson, editor do tablóide até 2007, chegou a ser porta-voz do primeiro-ministro David Cameron. Pediu demissão no início do ano, quando as denúncias contra o jornal aumentaram. Mas Coulson sempre negou envolvimento.O News of the World é a versão dominical do tablóide The Sun e faz parte do grupo do magnata australiano Rupert Murdoch, que controla publicações respeitadas, como o Times, de Londres, e o Wall Street Journal, o principal jornal financeiro dos Estados Unidos.A direção da News International declarou que práticas como essas são inaceitáveis. Mas segundo comentaristas de jornais concorrentes, tudo não passaria de uma jogada para preservar a reputação da empresa. É que os maiores anunciantes já haviam retirado a publicidade do tablóide. O grupo não confirma, mas também não nega que poderá criar um novo jornal dominical, com o nome Sunday Sun. Ou seja, o fechamento do News of the World pode ter sido apenas ‘para inglês ver’.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Globo demonstra poder midiático com edição histórica do Jornal Nacional

Esta segunda-feira, 2 de maio de 2011, foi um daqueles dias que jamais será esquecido na mente de milhões de telespectadores brasileiros. William Bonner e Fátima Bernardes apresentaram o desfecho da maior "novela" da vida real já contada, após 10 anos de espera: Osama Bin Laden está morto.

Com direito à trilha sonora especial, a edição especial do "Jornal Nacional" demonstrou claramente o poder midiático da Globo em todo o mundo. Foram usados todos os escritórios e correspondentes internacionais da empresa em uma grande cobertura, mostrando as mais diferentes reações da morte do maior terrorista de todos os tempos.Além das últimas atualizações, Bonner, que é editor-chefe do telejornal, fez questão de relembrar do "JN" especial apresentado no dia 11 de setembro de 2011, dia dos ataques terroristas às Torres Gêmeas de Nova York. Imagens de Zileide Silva, que ganhou bastante projeção na época trazendo as últimas informações sobre o atentado, foram reprisadas.Após o término do telejornal, Bonner comemorou a alta audiência e repercussão da edição."Quando algo muito importante acontece, todo mundo se liga no Jornal Nacional. (...) É por isso que é tão importante ter uma rede ampla de correspondentes internacionais. (...) Valeu, tropa. Amanhã tem mais. Obrigado, mais uma vez. Vocês são show!", declarou o jornalista.Tanta informação fez com que o noticiário fora do assunto fosse reduzido a um boletim com menos de 5 minutos.
De acordo com dados preliminares, o principal telejornal da emissora registrou suados 38 pontos de média 43 de pico. O índice foi três vezes maior que o registrado por sua principal rival no mercado, a Record - que ficou com apenas 12 pontos.Vale lembrar que cada ponto no Ibope representa cerca de 58 mil domicílios na Grande São Paulo, dados que servem como referência para o mercado publicitário.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Chico Anysio comemora 80 anos e recuperação após meses internado

O humorista passou 110 dias no hospital. Foram 85 dias só no CTI. Mas ele superou a doença e, há três semanas, voltou para casa.

 
 
Nesta terça-feira (12), o humorista Chico Anysio está comemorando 80 anos e a recuperação depois de meses internado.
Foram 110 dias de hospital, 85 só no CTI. Mas ele superou a doença. E há três semanas, voltou para casa. “Eu trabalhei muito para conseguir isso tudo. E trabalhar é o melhor remédio que existe para a vida. Então, esse trabalho incessante que eu tenho é meu parceiro, ele é meu companheiro. Ele vai comigo. Por isso que me mantenho vivo, por causa do meu trabalho”, afirma o humorista.Pela vontade da família, Chico ia estudar e ser advogado. Mas a vocação para a comédia falou mais alto. Aos 17 anos, era locutor, ator de rádionovela, comentarista de futebol, autor de programas - coisa de gênio.No rádio, nasceu o programa de maior sucesso que Chico levaria também para a televisão: “A Escolinha do Professor Raimundo”. O humorista chegou à TV Globo em 1969. Criou personagens que fazem parte da história da televisão brasileira. Sempre múltiplo, Chico escreve, pinta, faz teatro e cinema. Ele não para.Chico Anysio nunca foi um só. Ter dado vida a tantos personagens foi uma grande ajuda na hora de lidar com o tempo. Aos 80 anos, Chico faz planos e pensa no dia em que vai voltar às gravações. “No dia 20, vou gravar a Salomé, sentada e tal, no telefone, conversando com a Dilma. Vai ser engraçado”, comenta o humorista.
Chico também agradeceu ao público pela torcida: “o povão rezou muito por mim e eu sou grato a essa gente toda que fez orações para a minha recuperação”. 

sábado, 9 de abril de 2011

William Bonner espiona Fátima Bernardes em janela e publica foto no Twitter

O apresentador do "Jornal Nacional", William Bonner, publicou nesta sexta-feira uma foto de sua mulher, a também apresentadora do noticiário, Fátima Bernardes, enquanto ela se preparava para entrar no ar no "Globo Notícia", ancorado por Fátima no fim da tarde.
"Daqui de onde estou, eu vejo a Fátima Bernardes se aprontando pra entrar no ar com o 'Globo Notícia'. Vocês, não", escreveu Bonner.

Reprodução/twitpic.com
Foto postada por William Bonner no Twitter
Foto postada por William Bonner no Twitter

 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Novelas bagunçam ibope do "Jornal Nacional"

A oscilação de audiência das novelas da Globo tem desestabilizado a audiência do "Jornal Nacional".
Em janeiro, na reta final de "Passione", o telejornal teve média de 34,5 pontos --cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.
Em fevereiro, caiu para 31 pontos, mas subiu para 32,5 pontos até 19 de março, com o final de "Ti Ti Ti".
Com a estreia de "Morde & Assopra", voltou a cair. Do dia 21 ao dia 31 de março, registrou 28,8 pontos.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta terça-feira (5).

Renato Rocha Miranda/Divulgação/TV Globo
William Bonner e Fátima Bernardes na bancada do "Jornal Nacional", da Globo
William Bonner e Fátima Bernardes no "Jornal Nacional", cuja ibope tem sido bagunçado por audiência de novelas

 

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

William Bonner faz piada sobre erro no "Jornal Nacional"

William Bonner usou o bom humor para corrigir uma falha no "Jornal Nacional" de anteontem.
O principal telejornal da Globo trocou a bandeira da Líbia pela do Líbano no painel ao fundo do estúdio.
"Fátima, que bandeira é aquela ali atrás?", perguntou o âncora e editor-chefe do jornalístico.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quinta-feira (24).
Renato Rocha Miranda/Divulgação/TV Globo
William Bonner e Fátima Bernardes na bancada do "Jornal Nacional", da Globo
William Bonner e Fátima Bernardes no "Jornal Nacional", que mostrou bandeira do Líbano como sendo da Líbia

 

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Exclusivo no site: veja a íntegra das das versões para o tema do JN

O músico Fabrício de Paolo virou um sucesso na internet, por criar versões do tema de abertura do Jornal Nacional. Confira todas, inclusive a inédita versão de ninar.

O paulistano Fabrício de Paolo trabalha na construção civil, mas ganhou notoriedade na internet como pianista. Confira no vídeo ao lado a íntegra de suas versões para o tema de abertura do Jornal Nacional.
Tem versão no acordeão, versão escocesa, vienense, em blues e a inédita versão de ninar.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Em dez anos, "Jornal Nacional" perde um de cada quatro telespectadores

O "Jornal Nacional", da Globo, fechou 2010 com a pior audiência de sua história.
Segundo pesquisa do Ibope, o noticiário encerrou 2010 com média 29,8 pontos --cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande SP-- e 49,3% de share (participação no número de televisores ligados).
O número representa uma queda de 24% de audiência em relação a 2000, ou seja, praticamente um de cada quatro telespectadores parou de sintonizar o jornal. Esta também foi a primeira vez, o "JN" ficou abaixo dos 50% de share.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quarta-feira (5).

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