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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vulcões são 'engolidos' por fenda tectônica no Pacífico

Um estudo das universidades de Oxford e Durham indica como vulcões são engolidos por falhas tectônicas. Foto: BBC Brasil Um estudo das universidades de Oxford e Durham indica como vulcões são "engolidos" por falhas tectônicas
Foto: BBC Brasil

Novas imagens computadorizadas do fundo do mar obtidas através de sonar - através de ressonância - revelaram como vulcões submarinos são "engolidos" pela fenda entre duas placas tectônicas no Oceano Pacífico.
As imagens feitas pela equipe de pesquisadores das universidades de Oxford e Durham, na Grã-Bretanha, revelaram uma fila de vulcões de milhares de metros de altitude sendo engolida pela falha à medida que estes se deslocam em direção ao abismo.
A falha tem quase 11 quilômetros de profundidade e poderia facilmente acomodar em seu interior o Monte Everest. Os pesquisadores afirmam que entender melhor esse fenômeno - sobretudo no chamado Círculo de Fogo do Pacífico, uma das áreas mais ativas da Terra - pode aperfeiçoar os sistemas de alerta de terremotos subaquáticos e tsunamis.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Buraco na camada de ozônio alcança tamanho máximo

O buraco na camada de ozônio no Hemisfério Sul chegou a seu nível máximo anual no dia 12 setembro, ao alcançar 16 milhões de quilômetros quadrados, o nono maior dos últimos 20 anos, informaram nesta quinta-feira (20) a Nasa (agência espacial americana) e a Administração Atmosférica e Oceânica (NOAA).

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Britânicos contestam degelo de 15% na Groenlândia defendido por atlas

Publicação é de autoria da Times Books, editora da News Corporation.Contestadores acreditam que redução no gelo da ilha foi de apenas 1%.

Do Globo Natureza, com agências internacionais*
Cientistas britânicos desmentiram um atlas elaborado pela Times Books, editora da News Corporation, que mostra uma redução de 15% no gelo que cobre a ilha da Groenlândia, no hemisfério norte da Terra, nos últimos 12 anos. O grupo do instituto de pesquisa Scott Polar, da Universidade de Cambridge, acredita que o degelo foi de apenas 1% para o mesmo período.
Os pesquisadores usam como base dados de satélite coletados recentemente, que mostram como existe gelo permanente em áreas litorâneas que o atlas apresenta como "livres de gelo".A 13ª edição do atlas foi impressa com a informação de que 15% do gelo da Groenlândia desapareceu nos últimos 12 anos. A nova versão da publicação foi atualizada para dar conta das alterações no mundo por conta do aquecimento global. A edição anterior era de 2007.
Os cientistas de Cambridge afirmam que não existe evidência científica na literatura sobre o assunto para apoiar a afirmação feita pelo atlas. Uma hipótese levantada pelos pesquisadores é de que os cartógrafos responsáveis pela publicação teriam interpretado de maneira errada dados sobre a elevação da cobertura de gelo na ilha. Eles teriam considerado como livres de gelo algumas áreas abaixo de um certo patamar de altitude.Apesar de desmentir o atlas, os cientistas alertam que a ameaça do aquecimento global é real, mesmo que glaciares sejam reduzidos a uma taxa muito menor do que as expressa na publicação - 0,2% por ano ao invés de 1,5%.Um porta-voz da publicação - que não pertence diretamente ao jornal britânico The Times - disse que os dados do atlas foram baseados em informações fornecidas pelo Centro de Gelo e Neve norte-americano (NSIDC, na sigla em inglês), órgão do governo dos Estados Unidos responsável por monitorar o degelo em muitas regiões do globo.
* Com informações dos jornais britânico Daily Telegraph e The Guardian, além da BBC.
Mapa do Times Atlas (à esquerda) mostra regiões litorâneas descobertas, como se não tivessem gelo, informação desmentida por imagens de satélites da Nasa (à direita). (Foto: Daily Telegraph / Reprodução)
Mapa do Times Atlas (à esquerda) mostra regiões litorâneas descobertas, como se não tivessem gelo, informação desmentida por imagens de satélites da Nasa (à direita). (Foto: Daily Telegraph / Reprodução)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Uma em cada três praias paulistas pode sumir

Adriana Ferraz/do Agora

Uma em cada três praias paulistas pode ser engolida pelo mar. A erosão, observada há pelos menos 20 anos por pesquisadores que monitoram a costa de São Paulo, é a principal causa do fenômeno que tem reduzido as faixas de areia ocupadas pelos banhistas. O litoral sul é a região mais problemática do Estado. São 17 pontos da orla que podem desaparecer. Eles estão espalhados por cidades como Guarujá(foto), Itanhaém, São Vicente e Ilha Comprida. A erosão da costa é um processo que ocorre naturalmente, mas pode ser acelerado por mudanças climáticas e pela ação do homem. A elevação do nível relativo do mar, que subiu 40 centímetros nos últimos 60 anos, e a urbanização desordenada da orla modificam a dinâmica das praias.
O equilíbrio consiste na diferença entre os sedimentos que entram e aqueles que saem das faixas de areia. Quando o saldo é negativo, acontece a erosão e a praia "diminui". Quando ele é positivo, o resultado é inverso e a praia pode até "aumentar".

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