Rennan Setti (rennan.setti@oglobo.com.br)
RIO - Há apenas uma semana no Brasil, o site de relacionamentos para infiéis Ohhtel diz já ter descoberto algo sobre o país: o brasileiro está entre os povos mais infelizes do mundo no casamento e é um dos mais afoitos para pular a cerca. Não é por acaso que a operação do site no Brasil foi a que mais rapidamente angariou gente disposta a trair, em comparação com os outros três países onde atua. Em apenas sete dias, o Ohhtel Brasil diz já ter atingido 63.317 usuários. Durante sua primeira semana nos Estados Unidos - país com maior população e mais internautas - foram 10.993 cadastrados. Na Argentina, 30.114 se cadastraram nos primeiros sete dias. No Chile, foram 17.017. Polêmicas à parte, essa infidelidade recorde brasileira parece estar rendendo lucros interessantes. Laís Ranna, vice-presidente de operações do Ohhtel no país, diz que 37% dos cerca de 42 mil homens cadastrados no site já pagaram pelo menos uma vez a taxa de R$ 60 que dá direito a interagir com até 20 mulheres na rede. O que dá um total mínimo de aproximadamente R$ 940 mil em apenas uma semana. Como as mulheres não pagam nada e, por enquanto, não há anúncios no site, essa é a única fonte de receita. Essa cifra não pode ser confirmado por outras fontes, mas, se for mesmo verdadeira, representa um resultado excepcional para uma página de internet.
- Nós superamos todas as nossas expectativas, não podemos reclamar - disse Ranna, que defende a infidelidade como salvação para casamentos sexualmente em ruínas e confessa quase ter traído o marido com um colega de trabalho no passado. - Nós não inventamos a infidelidade, só oferecemos uma opção mais segura, saudável e discreta. O objetivo é que as pessoas que usem o site salvem seus casamentos.
A boa recepção no país levou o Ohhtel a dobrar sua expectativa de usuários cadastrados no país até o final do ano para 200 mil pessoas. O site também quer adicionar funcionalidades, como chat e vídeos. Por enquanto, o infiel cadastrado só pode visualizar fotos das possíveis amantes e se comunicar com elas por e-mail. Mas a companhia quer vencer desafios muito maiores até lá: almeja estar em todos os países da América do Sul. Ranna afirmou que o próximo deve ser a Colômbia e disse que nem pequenos países, como Guiana Francesa, ficarão de fora.
Por aqui, o Ohhtel não foi pioneiro no mercado das traições on-line. O similar Second Love já funciona no país. Espera-se que até agosto o Ashley Madison também esteja por aqui.
Divulgação pela ótica de interesse de vídeos e notícias do mundo! **MELHOR VIZUALIZADO COM O GOOGLE CHROME e FIREFOX *ESTE BLOG PODE TER CONTEÚDO IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS*
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Site de relacionamento ajuda a "pular a cerca"
Sucesso na Europa, o serviço chega ao Brasil. O site é gratuito para mulheres e custa R$ 29,90 por mês para os homens
Por Época NEGÓCIOS OnlineSecond Love: sucesso na Europa, agora no Brasil
O portal foi lançado na Holanda em 2008 e faz sucesso também na Bélgica, em Portugal e na Espanha, onde mais de 200 mil internautas são cadastrados. Usuários abaixo de 25 anos não são aceitos e a faixa etária predominante fica entre 35 e 49 anos. O serviço se diz indicado para quando a monotonia toma conta do relacionamento e a pessoa sente falta de dar aquela paquerada para levantar a auto-estima. Os porta-vozes do site, no entanto, garantem que a intenção não é incentivar à traição, mas facilitar uma rede de flertes virtuais – a decisão de ir além parte unicamente dos usuários. Para fazer parte do Second Love, basta criar um perfil na página com foto e nome ou apelido, caso o usuário prefira não se identificar. Os homens cadastrados pagam R$ 29,95 por mês; para as mulheres o serviço é gratuito.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Site russo oferece tratamento para ter 'bumbum brasileiro'
Anúncio promete tratamento sem dieta, exercícios ou cirurgia plástica.Promoção para ficar com 'bumbum brasileiro' custa 1.150 rublos (R$ 65).
Do G1, em São Paulo
O site de compras russo Vigoda anuncia uma promoção incomum: um tratamento estético que promete um "bumbum brasileiro" em apenas cinco sessões.O anúncio diz: "Bumbum brasileiro - 5 sessões! Você vai ficar com o bumbum brasileiro sem dieta, exercícios, injeções ou cirurgia plástica!"
Com desconto de 71%, o tratamento, originalmente de 4 mil rublos sai por 1.150 rublos (cerca de R$ 65).

Com desconto de 71%, o tratamento, originalmente de 4 mil rublos sai por 1.150 rublos (cerca de R$ 65).
Site de compras russo oferece 71% de desconto para tratamento que promete "bumbum brasileiro" (Foto: Reprodução)
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Site 'para pessoas bonitas' diz ter expulsado 30 mil 'feios'
Um site de relacionamentos sociais na internet que se diz exclusivo para pessoas bonitas diz ter sido obrigado a expulsar 30 mil usuários que teriam conseguido se cadastrar por engano.O site BeautifulPeople.com pede aos usuários existentes que votem para avaliar se as pessoas que querem entrar na rede são suficientemente bonitas.Segundo a direção do site, sua rede teria sido atingida por um vírus chamado Shrek, que teria deixado milhares de pessoas se cadastrarem sem passar pelo teste de beleza.Esses usuários teriam recebido um e-mail pedindo desculpas e dizendo que eles foram admitidos por engano.Os administradores da rede dizem que até agora, 5,5 milhões de pessoas já teriam tido seus pedidos para entrar no site rejeitados. A rede contaria apenas com 700 mil membros.
Vírus Shrek
"Ficamos desconfiados quando dezenas de milhares de novos membros foram aceitos, muitos dos quais não eram exatamente uma pintura", afirmou o diretor do site, Greg Hodge."Respondemos imediatamente, reparando os danos provocados pelo vírus Shrek e submetendo todos os novos usuários a votação", afirmou.
Segundo ele, a empresa "lamenta sinceramente pelas pobres pessoas que foram incorretamente admitidas no site e que acreditaram, ainda que por pouco tempo, que eram bonitas"."Deve ser difícil de engolir, mas é melhor que elas tenham chegado perto do paraíso do que nunca ter experimentado a sensação", diz.A empresa diz que investiga um ex-funcionário pela suposta origem do vírus e afirma que o problema afetou apenas o sistema de votações e não colocou em risco as informações pessoais dos usuários.Segundo o site, a maioria dos usuários aceitos incorretamente eram americanos - 11.924 pessoas. Os brasileiros - 2.911 no total - seriam a terceira nacionalidade com mais usuários aceitos incorretamente.
A rede afirma que, na média, um em cada sete cadastros são aprovados. A maioria dos membros aceitos seria dos Estados Unidos, da Dinamarca e da França, enquanto os países com maior índice de rejeição seriam Grã-Bretanha, Rússia e Polônia.
Vírus Shrek
"Ficamos desconfiados quando dezenas de milhares de novos membros foram aceitos, muitos dos quais não eram exatamente uma pintura", afirmou o diretor do site, Greg Hodge."Respondemos imediatamente, reparando os danos provocados pelo vírus Shrek e submetendo todos os novos usuários a votação", afirmou.
Segundo ele, a empresa "lamenta sinceramente pelas pobres pessoas que foram incorretamente admitidas no site e que acreditaram, ainda que por pouco tempo, que eram bonitas"."Deve ser difícil de engolir, mas é melhor que elas tenham chegado perto do paraíso do que nunca ter experimentado a sensação", diz.A empresa diz que investiga um ex-funcionário pela suposta origem do vírus e afirma que o problema afetou apenas o sistema de votações e não colocou em risco as informações pessoais dos usuários.Segundo o site, a maioria dos usuários aceitos incorretamente eram americanos - 11.924 pessoas. Os brasileiros - 2.911 no total - seriam a terceira nacionalidade com mais usuários aceitos incorretamente.
A rede afirma que, na média, um em cada sete cadastros são aprovados. A maioria dos membros aceitos seria dos Estados Unidos, da Dinamarca e da França, enquanto os países com maior índice de rejeição seriam Grã-Bretanha, Rússia e Polônia.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Sites oferecem serviço para lidar com perfis e senhas em caso de morte
Opções vão desde manter senhas e dados para permitir acesso a recursos online a criação de 'avatar' com voz e animação.
BBC
que amigos possam conversar com ele 'após a orte'(Foto: Reprodução/BBC)
Para isso, as opções existentes vão das mais práticas às mais sofisticadas. Entre as primeiras está o site http://www.legacylocker.com/, que se propõe a funcionar como uma espécie de 'cofre digital'.O serviço consiste em guardar toda e qualquer informação digital como nomes de usuários e senhas de acesso para qualquer site ou conta de email, e repassá-la para as pessoas indicadas quando o cliente partir.
É possível manter mensagens de despedidas que são enviadas aos respectivos destinatários conforme as instruções deixadas em vida. No futuro, esse serviço poderá ser feito também através de vídeo.
Outro site cuja proposta segue a mesma linha é o http://www.deathswitch.com/, que envia emails automáticos para os usuários confirmarem que eles estão vivos.
segurança para os parentes(Foto: Reprodução/BBC)
Já o Intellitar (http://www.virtualeternity.com/) possibilita que o cliente crie uma espécie de avatar com base em uma fotografia real, ao qual a companhia atribui uma voz e acrescenta animações e efeitos.
Outras pessoas podem 'entrar em contato' com o avatar para bater um papo através de um chat no site.
Últimas palavras
Os serviços são uma versão sofisticada de uma prática que já está se tornando comum na era online, de oferecer na vida cibernética um encerramento mais suave para o fim material.Em outros casos recentes, indivíduos com o prospecto de uma morte em breve se encarregaram de providenciar o próprio ato final em posts que foram publicados por amigos ou parceiros.Um caso recente foi o do blogueiro Derek Miller, que morreu no início de maio em consequência de uma metástase do câncer colorretal do qual sofria. O último texto dele, 'Last Post', atraiu 8 milhões de usuários ao site Penmachine.com (http://www.penmachine.com).derek/ usava o site para relatar sua dolorosa experiência, entre pinceladas de trivialidade, como o seu gosto por Diet Cherry Coke e a ceia de Páscoa.Na Austrália, um caso que chamou atenção foi o de Jessica Horton, que mantinha o site 'Dying for Beginners' (algo como 'A morte para iniciantes', em tradução livre).
No seu último post, publicado por seu marido Jason, a jovem de 24 anos se disse feliz com a vida que levara até então e agradeceu pessoalmente a diversos amigos e parentes pela companhia e o amor que lhe dedicaram.'Fui feliz ao longo de toda a minha vida. Lembrem-se, a felicidade é uma jornada, não é um destino', escreveu.'Quando estiverem velando por mim, por favor também celebrem minha vida - o milagre que foi uma vida de amor e felicidade.'Tanto no caso de Derek quanto de Jessica, a decisão da família foi manter os sites no ar como uma espécie de homenagem à vida dos seus entes queridos.'Respeitamos os desejos dela', disse a mãe de Jessica, Julia Whitby, ao jornal local 'Sydney Morning Herald'.
'Gosto de saber que ela está por aí. Sei que ela gostaria. Ela adorava escrever e se estivesse viva, tenho certeza de que seria escritora.'
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