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sexta-feira, 6 de abril de 2012

PAÍS DA IDADE DAS TREVAS!-'Me jogaram no chão e bateram', diz professora agredida por aluno no RS

Educadora evitou que menino colocasse fogo no cabelo de colega.Menino foi encaminhado para atendimento psicológico.

Do G1 RS, com informações da RBS TV
As atividades na Escola Municipal Morro da Cruz, em Porto Alegre, foram suspensas nesta quinta-feira (5) em protesto contra a agressão sofrida por uma professora do ensino fundamental dentro da sala de aula, na terça (3). Ela evitou que um aluno de 12 anos colocasse fogo no cabelo de uma colega de 7 anos de idade. Segundo a professora, o menino retornou mais tarde ao colégio acompanhado da mãe e da irmã e a agrediu. A família do estudante não foi encontrada para comentar o incidente.O menino estuda em uma turma com média de idade de 7 a 8 anos e faz parte de um grupo chamado de "Gangue dos Isqueiros", diz a professora. Os adolescentes que integram este grupo ameaçam colocar fogo nos cabelos de alunos menores.Na terça, a mãe da criança que quase teve os cabelos queimados foi até o colégio fazer uma reclamação. O menino escutou a conversa com a professora e passou a ofender a mãe da menina. "Fiz a intervenção como professora e ele reagiu com violência, passando a me ofender também. O pai de um outro aluno me defendeu, mas sem tocar no menino ", disse a professora.
A Guarda Municipal foi chamada, e o aluno foi encaminhado à direção da escola. Depois do recreio, a professora aguardava o reinício das aulas dentro da sala, quando o adolescente voltou acompanhado da mãe e da irmã, que também era menor de idade, para agredir a educadora. "Entraram na sala me puxando pelos cabelos, me jogaram no chão e me bateram muito. Agressões no rosto", relata a mulher, que pede para ter sua identidade preservada.A professora foi afastada da escola por ordens médicas. Segundo ela, ameaças por parte de alunos são comuns na Escola Municipal Morro da Cruz. A diretora da escola, Jucemara Fernandes, disse que o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar, à Secretaria Municipal da Educação e à Polícia Civil. Para evitar que novos casos de violência aconteçam, estão sendo realizadas reuniões com a comunidade do Morro da Cruz.
"Os professores estão cansados de sofrer com a violência dos alunos. Situações como esta são pontuais, mas estão se tornando cada vez mais frequentes na escola".
Nesta sexta-feira (6) está programada uma passeata pelo Morro da Cruz. Na segunda-feira (9), será realizada uma assembleia com os pais para definir como será feita a segurança dentro da escola. O menino foi encaminhado para acompanhamento psicológico.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

JUVENTUDE TRANSVIADA-Projeto de lei quer aumentar pena por agressão a professores

Em junho de 2011, a professora Ginoveva Soares, 58 anos, foi abordada pela mãe de um aluno quando chegava à escola em que trabalhava, em São Paulo. Acompanhada de familiares, a mãe passou a agredir a educadora, quebrando seus óculos e desferindo diversos pontapés. "A família formou um cordão de isolamento em volta de nós duas, e foi a irmã dela quem a separou de mim. Isso me abalou extremamente, tive de me afastar da atividade escolar. Me dá uma revolta muito grande", conta Ginoveva.

Se o projeto de lei 3.189, apresentado este ano pelo deputado federal Junji Abe (PSD-SP) for aprovado, agressões como as sofridas pela professora Ginoveva receberão punições mais severas. O projeto modifica os artigos 121,129,146 e 147 do Código Penal Brasileiro, com a alteração no primeiro artigo qualificando os homicídios cometidos na unidade escolar ou adjacências e elevando a pena de detenção de seis a 20 anos (homicídio simples) para de 12 a 30 anos (homicídio qualificado).
As modificações nos artigos 129 e 146 determinam, respectivamente, o aumento da pena em um terço se o crime ocorrer nas escolas e seus arredores e a aplicação cumulativa, e em dobro quando o delito for cometido por mais de três pessoas, com o emprego de armas ou ocorrido também no ambiente escolar e adjacências. Por fim, a transformação proposta no artigo 147 prevê o aumento da pena pela metade se o crime for cometido contra servidores, professores ou colegas de estabelecimento de ensino.Segundo o deputado autor do projeto, não existe previsão de aprovação em curto prazo. "Eu entendi que nós tínhamos que apresentar alguma solução imediata em defesa dos funcionários responsáveis pelos estabelecimentos públicos de ensino, mudando alguns artigos do Código Penal vigente. Infelizmente, não há nenhuma garantia em termos de prazo para aprovar o projeto, pois o Poder Executivo publica a MP e ela precisa ser analisada pela Câmara e pelo Senado, tendo que ser aprovada no prazo de 90 dias", afirma Abe.Apesar de não haver estatísticas nacionais sobre a violência nas escolas, alguns sindicatos estaduais já fizeram levantamentos que ajudam a conhecer melhor a situação dentro do ambiente escolar. Segundo pesquisa realizada em 2007 pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apoesp) com 684 professores filiados, 93,3% dos casos de violência no ambiente escolar são praticados por alunos. Os principais fatores que contribuem para a atual situação são a superlotação das salas de aula e a aprovação automática dos alunos. Entre os entrevistados, 56% admitiram conhecer casos de pessoas armadas dentro da escola, e 77% têm conhecimento de consumo de drogas no ambiente escolar.
Mais diálogo
Para a presidente do Apoesp, Maria Izabel Noronha, o impacto do projeto será pequeno, já que as brechas nas leis permitem que a punição não seja efetivamente cumprida. Segundo ela, alternativas que estabeleçam o diálogo entre alunos e professores devem ser priorizadas.
"Nós temos que fortalecer a gestão democrática, com persuasão para resolver os conflitos e trabalhando com as diferenças. Medidas como a do professor mediador, por exemplo, que existe há dois anos, já encontram profissionais interessados em mediar conflitos, conversar com o aluno. Não adianta atuar sobre a violência, pois isso gera mais ostensividade: se você trabalhar com uma forma de mediação, a situação já terá outro tom. Projetos de lei como esse são importantes pelo debate que suscitam, mas eu não acredito que só a vontade penal resolva. Na verdade, ela dá força para os conselhos escolares, que remetem o problema ocorrido para o órgão colegiado, que por sua vez indica uma punição", diz Maria Izabel, que atenta para uma estabilização dos índices de violência dentro do ambiente escolar, apesar dos constantes casos de agressão dentro das escolas.Filho de Ginoveva, Sinval Soares, 27 anos, também é professor da rede pública de ensino. Apesar de não ter sido vítima de violência dentro de uma sala de aula, o professor de artes já presenciou casos de pais que agrediram seus filhos em uma reunião escolar, na frente de professores e da diretora da escola, por exemplo. "Como professor e como cidadão, eu concordo com o projeto de lei, pois mesmo que a gente trabalhe com a parte de conscientização, as pessoas precisam ter uma base de referência. Enquanto não houver essa consciência, imagina quanto os professores não vão sofrer com a violência", afirma.
Para Ginoveva, apesar de não ser garantia do fim das agressões no ambiente escolar, o projeto pode ser uma forma de diminuir os casos de violência nas escolas. "Eu acho que algo deve ser feito, e se essa for uma forma de intimidar as agressões e aplicar a lei, já é um passo, mesmo que de formiga, para construir um país diferente", defende.
Mais investimentos
Também vítima de agressão dentro do ambiente escolar, a professora e diretora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), Idalina Franco de Oliveira, 54 anos, destaca o trauma pelas agressões. "A aluna era maior de idade, me agrediu física e verbalmente, também me ameaçando de morte. Eu fiquei seis meses de licença médica. Mas hoje ela está recuperada, é uma aluna normal, respeita o ambiente escolar. Ela reconheceu que estava errada e me pediu desculpas", diz a professora, que acredita que a mudança da situação de violência no ambiente escolar vai muito além de novas leis punitivas.Para Idalina, o maior investimento por parte do poder público em educação é fundamental para a diminuição dos casos de agressão de alunos e seus familiares a colegas e professores. "A violência é gerada pela falta de investimento: eu já perdi diversos alunos para o tráfico de drogas, e isso ocorre porque não há investimento em educação. Os governantes precisam agir nesse sentido, não adianta apenas punir", afirma.

terça-feira, 20 de março de 2012

Virou moda-Aluno agride professora depois de ser repreendido em Bauru, SP

O adolescente deu socos e chutes na vítima.
Quatro alunos também foram parar na delegacia por ameaçar colegas.

Do G1 Bauru e Marília


Duas ocorrências envolvendo alunos em escolas estaduais foram registradas nesta segunda-feira (19) na região Sudeste de Bauru, no interior de São Paulo.

Na primeira, na Escola Franciso Alves Brisola, um aluno de dezessete anos agrediu um professor após ser repreendido por estar fora da sala de aula. O adolescente deu socos e chutes na vítima.O jovem precisou ser contido por outras duas professoras que estavam no local. Ainda durante a confusão, ele chutou uma porta e quebrou uma cadeira.
Arma de brinquedo
Mais tarde, na Escola Estadual Luis Zuiani, quatro alunos entre 13 e 14 anos foram parar na delegacia após serem surpreendidos por duas inspetoras ameaçando colegas com uma pistola de brinquedo. Os estudantes foram ouvidos e liberados no DP, na presença dos pais, e o simulacro de arma foi apreendido.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Homem é suspeito de bater em cachorro até a morte em Lins, SP

Segundo informações da polícia, ele pegou o cão, que estava solto na rua.
Donos do animal registraram um Boletim de Ocorrência.

Mariana Bonora Do G1 Bauru e Marília
 
O poodle Luck tinha 11 anos e costumava sair de casa, mas, sempre voltava.  (Foto: arquivo pessoal)O poodle Luck tinha 11 anos e costumava sair de
casa, mas, sempre voltava. (Foto: arquivo pessoal)
A Polícia Civil em Lins, no interior de São Paulo, investiga um caso de maus-tratos contra animais. Segundo informações do boletim de ocorrência, um homem morador do Jardim Morumbi teria batido em um cachorro da raça poodle até a morte. A polícia chegou até ele após a denúncia dos donos do animal, que desapareceu no último domingo (11).O suspeito contou em depoimento à polícia que pegou cachorro, que estava solto na rua, para cruzar com a cadela que ele tinha em casa. Mas, os dois animais se estranharam e ele acabou chutando o macho, que morreu após a agressão. Ainda segundo o depoimento, ele colocou o corpo do cachorro em saco de lixo, que foi recolhido pelos lixeiros. A dona do animal, Jucelen Lilian dos Santos, contou que Luck, como era chamado o cachorro, tinha 11 anos e costumava sair de casa, mas, sempre voltava minutos depois. “No domingo, ele saiu como de costume, mas, não voltou mais. Então nós anunciamos o desaparecimento em uma rádio da cidade”, explica.
A dona de casa disse ainda que na terça-feira (13) recebeu uma ligação de vizinhos do homem que teria pego o cachorro. “Eles disseram que homem judiava demais do cachorro e que ele tinha as características anunciadas na rádio. Meu marido foi até lá e mostrou a foto do Luck e os vizinhos o reconheceram, mas, disseram que na noite anterior ele tinha chorado muito e na manhã de hoje (terça-feira) o homem tinha batido mais nele e, desde então, não ouviram mais o choro e nem viram o cachorro”.
Depois das suspeitas de que o animal tinha sido morto, o marido de Jucelen registrou boletim de ocorrência e os policiais foram até a casa do suspeito. De acordo com a dona de casa, foram encontradas marcas de sangue no quintal. A polícia não confirmou essa informação, no entanto, fez buscas no lixão da cidade na tentativa de encontrar o corpo do cachorro, que até o momento não foi localizado. O caso é investigado e o suspeito de matar o cachorro pode responder pelo crime de maus-tratos.

terça-feira, 13 de março de 2012

IGNORÂNCIA EXTREMA-Professor oferece lanche a aluna e é agredido pelo namorado dela, em GO

Docente levou socos e foi encaminhado para hospital com fraturas no rosto.
Polícia Civil afirma que rapaz pode responder por lesão corporal.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
 
Um professor de biologia da rede estadual de ensino, de 21 anos, foi agredido por um aluno na noite de segunda-feira (12), em Luziânia, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal (DF). Segundo a Polícia Civil, o estudante, de 18 anos, teria se irritado após o docente oferecer um pão de queijo à namorada dele, que também é aluna da unidade.
No Boletim de Ocorrência (BO), consta que o suspeito da agressão alegou que o professor desrespeitou a garota. Já um funcionário da escola, que preferiu não se identificar, contesta a versão do adolescente. Segundo ele, o professor apenas ofereceu o lanche para a aluna e, consequentemente, o namorado dela bateu no educador com uma sequência de golpes e socos.
Após a agressão, o docente foi encaminhado com ferimentos para o Hospital Municipal de Luziânia e, logo depois, levado para o Hospital Regional do Gama, no Distrito Federal. De acordo com a unidade médica, a vítima está internada com fraturas no rosto e no ombro e o estado de saúde dela é regular.
Segundo o Centro Integrado de Operações de Segurança de Luziânia (Ciops), o caso ainda está sendo investigado. Entretanto, a Polícia Civil informou que o jovem prestou depoimento e foi liberado, mas poderá responder por lesão corporal. Já o professor irá depor após sair do hospital e, se comprovada versão do aluno, ele também poderá ser punido.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Garrafadas, socos, morte: veja momentos de violência nos palcos

Pe Lanza já levou pedrada no rosto, Roger Moreira, soco, e Angus Young, copo de cerveja. Foto: Getty Images/Agência Estado/Getty Images Pe Lanza já levou pedrada no rosto, Roger Moreira, soco, e Angus Young, copo de cerveja
Foto: Getty Images/Agência Estado/Getty Images

A recente agressão sofrida por Pe Lanza durante um show do Restart chamou a atenção, principalmente por parte dos admiradores da banda teen, por ilustrar o quão longe pode ir o comportamento de uma pessoa diante de seu objeto de ódio - ou idolatria. Apesar de não tão comuns, os casos de agressão entre público e músicos - e vice-versa - ocorrem até com certa frequência. Por exemplo, o amado e carismático Angus Young, do AC/DC. O guitarrista foi agredido com um copo de cerveja arremessado em sua cabeça e, em troca, deu um nervoso beliscão no nariz do agressor. Não foram poucas as vítimas de objetos voadores arremessados no palco. Carlinhos Brown, de forma bem mais acentuada, no Rock in Rio III, Lobão, Skid Row, David Bowie, entre muitos outros. Da mesma forma, músicos como Axl Rose e Billy Joe, do Green Day, também já deram o primeiro passo, se atirando na plateia para bater em fãs briguentos. Infelizmente, às vezes, tais momentos de calor humano podem levar a atitudes drásticas de certas pessoas. Foi o caso de Dimebag Darrel, fundador do Pantera, que em 2004 foi assassinado por um fã durante um show de sua banda, Damageplan, em Columbus, Ohio. Mais três pessoas morreram na ocasião, além do assassino, executado sobre o palco.
Confira a seleção do Terra de 15 histórias de agressões ocorridas em shows.
Pe Lanza - No último dia 15 de janeiro, o Restart se apresentava na cidade fluminense de Rio das Ostras quando seu vocalista foi atingido por uma pedra, lançada por alguém da plateia. Ele prosseguiu até o final com o show, frente a 20 mil pessoas, e posteriormente foi levado a um hospital, onde levou dois pontos na ferida; veja mais casos de violência entre fãs e músicos  Foto: Léo Pinheiro/Terra
Pe Lanza - No último dia 15 de janeiro, o Restart se apresentava na cidade fluminense de Rio das Ostras quando seu vocalista foi atingido por uma pedra, lançada por alguém da plateia. Ele prosseguiu até o final com o show, frente a 20 mil pessoas, e posteriormente foi levado a um hospital, onde levou dois pontos na ferida; veja mais casos de violência entre fãs e músicos
Carlinhos Brown - Por mais que a pessoa deteste o músico baiano, é difícil não ter pena dele ao vê-lo sob uma chuva de garrafadas na terceira edição do Rock in Rio, em 2001. Cansado das agressões, Carlinhos passou a provocar a plateia de volta, chegando a cantarolar a melodia do hino brasileiro, enervando ainda mais os presentes. Podem jogar o que quiser, pois sou da paz. Nada me atinge, esbravejou na ocasião  Foto: Divulgação
Carlinhos Brown - Por mais que a pessoa deteste o músico baiano, é difícil não ter pena dele ao vê-lo sob uma chuva de garrafadas na terceira edição do Rock in Rio, em 2001. Cansado das agressões, Carlinhos passou a provocar a plateia de volta, chegando a cantarolar a melodia do hino brasileiro, enervando ainda mais os presentes. "Podem jogar o que quiser, pois sou da paz. Nada me atinge", esbravejou na ocasião
Lobão - Vaias e garrafadas. Foi dessa forma que o músico carioca foi recebido em sua apresentação no Rock in Rio II, em 1991. Após demonstrar paciência com a péssima recepção, Lobão cansou e disse: na boa, eu sei que tem gente curtindo, mas não dá. Na sequência, deixou o palco  Foto: Léo Pinheiro/Terra
Lobão - Vaias e garrafadas. Foi dessa forma que o músico carioca foi recebido em sua apresentação no Rock in Rio II, em 1991. Após demonstrar paciência com a péssima recepção, Lobão cansou e disse: "na boa, eu sei que tem gente curtindo, mas não dá". Na sequência, deixou o palco
Ultraje a Rigor - Logo após a primeira música do show da banda paulistana no SWU 2011, o vocalista Roger Moreira se envolveu em uma briga com o roadie de Peter Gabriel, que não aceitava a execução de mais de meia hora de set list por parte do Ultraje. O cantor criticou o músico norte-americano no Twitter e recebeu posteriormente um pedido de desculpas do ex-Genesis  Foto: Daniel Teixeira/Agência Estado
Ultraje a Rigor - Logo após a primeira música do show da banda paulistana no SWU 2011, o vocalista Roger Moreira se envolveu em uma briga com o roadie de Peter Gabriel, que não aceitava a execução de mais de meia hora de set list por parte do Ultraje. O cantor criticou o músico norte-americano no Twitter e recebeu posteriormente um pedido de desculpas do ex-Genesis
Dimebag Darrel - No dia 9 de dezembro de 2004 a dicotomia amor e ódio de um fã por seu ídolo chegou ao seu ápice durante um show da banda Damage Plan, liderada pelo fundador do Pantera, Dimebag Darrel. Com uma pistola 9mm na mão, Nathan Gale subiu ao palco e desferiu quatro tiros contra o músico, que morreu na hora. Mais três pessoas foram assassinadas por ele até, finalmente, ser executado na cabeça por um segurança. Dimebag foi enterrado no Texas, em um caixão personalizado  Foto: Getty Images
Dimebag Darrel - No dia 9 de dezembro de 2004 a dicotomia amor e ódio de um fã por seu ídolo chegou ao seu ápice durante um show da banda Damage Plan, liderada pelo fundador do Pantera, Dimebag Darrel. Com uma pistola 9mm na mão, Nathan Gale subiu ao palco e desferiu quatro tiros contra o músico, que morreu na hora. Mais três pessoas foram assassinadas por ele até, finalmente, ser executado na cabeça por um segurança. Dimebag foi enterrado no Texas, em um caixão personalizado
Noel Gallagher - Durante o show do Oasis no Festival de Toronto de 2008, o guitarrista foi subitamente empurrado com força por um fã que invadiu o palco, lhe derrubando no chão. Seu irmão, Liam, ainda tentou revidar a agressão do fã, mas não conseguiu já que Noel foi imediatamente imobilizado por seguranças  Foto: Getty Images
Noel Gallagher - Durante o show do Oasis no Festival de Toronto de 2008, o guitarrista foi subitamente empurrado com força por um fã que invadiu o palco, lhe derrubando no chão. Seu irmão, Liam, ainda tentou revidar a agressão do fã, mas não conseguiu já que Noel foi imediatamente imobilizado por seguranças
Skid Row - Uma escolha pouco inteligente por parte da organização do Monsters of Rock de 1996, em São Paulo, acabou encerrando precocemente a carreira da banda, pelo menos a da formação liderada pelo cantor Sebastian Bach. Apresentando-se depois do Motörhead e antes do Iron Maiden no festival, a banda norte-americana foi vaiada e recebeu do público várias lembranças de carinho, como latas e garrafas atiradas nas cabeças dos músicos  Foto: Getty Images
Skid Row - Uma escolha pouco inteligente por parte da organização do Monsters of Rock de 1996, em São Paulo, acabou encerrando precocemente a carreira da banda, pelo menos a da formação liderada pelo cantor Sebastian Bach. Apresentando-se depois do Motörhead e antes do Iron Maiden no festival, a banda norte-americana foi vaiada e recebeu do público várias "lembranças" de carinho, como latas e garrafas atiradas nas cabeças dos músicos
David Bowie - Em 2004, durante um show na Noruega, o cantor britânico foi atingido bem no olho esquerdo por um pirulito voador vindo da plateia. O doce, em formato de coração, ficou cravado entre a pálpebra e o olho esquerdo do artista, que só não encerrou o show devido aos apelos dos fãs por sua continuidade  Foto: Getty Images
David Bowie - Em 2004, durante um show na Noruega, o cantor britânico foi atingido bem no olho esquerdo por um pirulito "voador" vindo da plateia. O doce, em formato de coração, ficou cravado entre a pálpebra e o olho esquerdo do artista, que só não encerrou o show devido aos apelos dos fãs por sua continuidade
Keith Richards - Talvez um dos flagras em vídeo mais impressionantes do gênero, o guitarrista dos Rolling Stones, em show de 1981, notou a aproximação de um fã do palco, tirou seu intrumento do corpo e o usou para agredir o invasor, que saiu correndo em desespero. Depois disso, Richards voltou a tocar como se nada tivesse acontecido  Foto: Getty Images
Keith Richards - Talvez um dos flagras em vídeo mais impressionantes do gênero, o guitarrista dos Rolling Stones, em show de 1981, notou a aproximação de um fã do palco, tirou seu intrumento do corpo e o usou para agredir o invasor, que saiu correndo em desespero. Depois disso, Richards voltou a tocar como se nada tivesse acontecido
Axl Rose - O vocalista do Guns N´ Roses não conseguiu se segurar durante um show da banda em Saint Louis, EUA, em 1991. Ele notou que um fã filmava a apresentação, prática comum nos dias de hoje, e, irritado, saltou para o meio da plateia, agredindo o sujeito. Anos depois, em 2006, durante a execução de Sweet Child OMine, Axl voltou a se descontrolar, expulsando um fã de um show em São Francisco  Foto: Getty Images
Axl Rose - O vocalista do Guns N´ Roses não conseguiu se segurar durante um show da banda em Saint Louis, EUA, em 1991. Ele notou que um fã filmava a apresentação, prática comum nos dias de hoje, e, irritado, saltou para o meio da plateia, agredindo o sujeito. Anos depois, em 2006, durante a execução de 'Sweet Child O'Mine', Axl voltou a se descontrolar, expulsando um fã de um show em São Francisco
Billie Joe - Em 1997, durante a turnê Nimrod, o vocalista do Green Day se irritou com um fã que brigava com outro durante a execução de uma canção. Assim que acabou de cantar, o Billy ordenou ao sujeito que subisse no palco para enfrentá-lo. Sem resposta, o músico pulou sobre o rapaz, gerando uma grande confusão no local  Foto: Getty Images
Billie Joe - Em 1997, durante a turnê 'Nimrod', o vocalista do Green Day se irritou com um fã que brigava com outro durante a execução de uma canção. Assim que acabou de cantar, o Billy ordenou ao sujeito que subisse no palco para enfrentá-lo. Sem resposta, o músico pulou sobre o rapaz, gerando uma grande confusão no local
Amy Winehouse -Em sua participação na edição de 2008 do Festival de Glastonbury, a inglesa aprontou. Quando encerrava a apresentação, ela desceu do palco para ficar mais perto dos fãs. Segundo a cantora, um deles teria tentado tocar seu corpo e ela acabou devolvendo o gesto com um soco certeiro  Foto: Getty Images
Amy Winehouse -Em sua participação na edição de 2008 do Festival de Glastonbury, a inglesa aprontou. Quando encerrava a apresentação, ela desceu do palco para ficar mais perto dos fãs. Segundo a cantora, um deles teria tentado tocar seu corpo e ela acabou devolvendo o gesto com um soco certeiro
Josh Homme - Em 2008, o vocalista do Queens Of Stone Age atirou uma garrafa em um fã após ter sido agredido da mesma forma por ele. Faça um favor. Não jogue m... nenhuma em mim. Se vocês jogarem qualquer coisa, eu descerei aí e vou arremessar de volta, avisou. Assim que reconheceu o autor do ato, o músico pediu a ele para subir ao palco para que pudesse chutá-lo. Diante da negativa, o músico lhe arremessou uma garrafa, e, posteriormente, fez o fã ser retirado do local  Foto: Getty Images
Josh Homme - Em 2008, o vocalista do Queens Of Stone Age atirou uma garrafa em um fã após ter sido agredido da mesma forma por ele. "Faça um favor. Não jogue merda nenhuma em mim. Se vocês jogarem qualquer coisa, eu descerei aí e vou arremessar de volta", avisou. Assim que reconheceu o autor do ato, o músico pediu a ele para subir ao palco para que pudesse chutá-lo. Diante da negativa, o músico lhe arremessou uma garrafa, e, posteriormente, fez o fã ser retirado do local
Angus Young - O guitarrista do AC/DC também não escapou do comportamento errado de alguns fãs. Durante um show em 2000, ele foi agredido com um copo cheio de cerveja atirado diretamente em seu rosto. Exaltado, porém controlado, ele tirou sua guitarra do corpo, a apoiou na lateral do palco e pediu para o rapaz se aproximar dele. Com um empurrãozinho dos seguranças, o jovem chegou perto e recebeu, além de um rápido sermão, um forte apertão em seu nariz  Foto: Getty Images
Angus Young - O guitarrista do AC/DC também não escapou do comportamento errado de alguns fãs. Durante um show em 2000, ele foi agredido com um copo cheio de cerveja atirado diretamente em seu rosto. Exaltado, porém controlado, ele tirou sua guitarra do corpo, a apoiou na lateral do palco e pediu para o rapaz se aproximar dele. Com um "empurrãozinho" dos seguranças, o jovem chegou perto e recebeu, além de um rápido sermão, um forte apertão em seu nariz
Pitbull - Durante um show em Toronto, o rapper passou a insitir a um fã para subir no palco. Quando finalmente conseguiu, o rapaz começou a cantar a música junto com o ídolo, mas foi surpreendido com um soco no rosto. Assim que o homem caiu, seguranças precisaram segurar o cantor para a agressão não continuar  Foto: Getty Images
Pitbull - Durante um show em Toronto, o rapper passou a insitir a um fã para subir no palco. Quando finalmente conseguiu, o rapaz começou a cantar a música junto com o ídolo, mas foi surpreendido com um soco no rosto. Assim que o homem caiu, seguranças precisaram segurar o cantor para a agressão não continuar.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Americana é presa após apertar por dois minutos o saco do marido

Caso ocorreu em Vero Beach, no estado da Flórida.
Homem mostrou foto do testículo com hematoma para polícia.

Do G1, em São Paulo
 
Maryann Scott foi presa por apertar o testículo do marido. (Foto: Divulgação)Maryann Scott foi presa por apertar
o testículo esquerdo do marido. (Foto: Divulgação)
A norte-americana Maryann Scott, de 49 anos, foi presa em Vero Beach, no estado da Flórida (EUA), acusada de apertar por dois minutos o testículo esquerdo de seu marido, segundo reportagem do jornal "TC Palm".Maryann foi detida depois que o homem mostrou uma fotografia de seu testículo com um hematoma para um policial.Ao ser questionada, ela alegou que seu marido estava bêbado e havia escondido um anel que tinha lhe dado de presente.Após o incidente bizarro, o homem disse que pretende pedir o divórcio.
A mulher acabou detida acusada de violência doméstica.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Após agressão a jornalista, Globo demite dois seguranças

A Globo teria demitido os dois seguranças que acompanhavam Monalisa Perrone na segunda-feira, quando a repórter foi agredida ao vivo na porta do hospital Sírio-Libanês, em SP. Funcionários terceirizados pela empresa Graber, os profissionais estavam lá para proteger o equipamento da emissora e não a equipe de jornalismo. Após o incidente, a ordem na Globo é de reformular todo o seu departamento de segurança. Monalisa Perrone chegou a abrir um boletim de ocorrência por lesão corporal por causa da agressão. Procurada pela coluna, a assessoria da Globo disse que não comenta assuntos de segurança. A empresa Graber não retornou às ligações da coluna.

domingo, 30 de outubro de 2011

Espancado na região da Paulista fica com braço quebrado e perde dente

Vítima foi agredida na madrugada deste sábado (29) na Brigadeiro.
Ele afirma que não é homossexual, mas pode ter sido confundido.

Roney Domingos Do G1 SP
 
Vítima teve osso do braço quebrado, corte no queixo e perda de um dente (Foto: Roney Domingos/ G1)
Vítima teve braço quebrado, corte no queixo e perda de um dente (Foto: Roney Domingos/ G1)
Um rapaz de 28 anos que pede para não ser identificado teve braço esquerdo quebrado, sofreu um corte no queixo e perdeu um dos dentes caninos após sofrer agressão em um local próximo à esquina da  Avenida Brigadeiro Luís  Antônio com a Avenida Paulista,  por volta das 3h30 deste sábado (29). O delegado do 36º Distrito Policial -  Vila Mariana registrou o caso como lesão corporal. O rapaz, que deu entrevista ao lado da namorada, afirmou que não é homossexual, mas pode ter sido confundido pelo agressor. "Não sou, mas por conta de ter bastante desse público na região podem ter achado que eu era", afirmou.A vítima conta que estava na casa de um amigo e quando retornava a pé para sua residência na mesma região encontrou o grupo formado por três rapazes e uma menina. Um único homem - careca, com 1,80 metro de altura e camiseta vermelha - o agrediu.  Depois de chutar a vítima o homem  tentou encontrar dinheiro em seus bolsos. Os outros tentaram impedir a agressão. A sequência de chutes só parou porque pessoas de um estacionamento próximo, armadas com barra de cano, afugentaram o grupo.
"Um dos rapazes falou alguma coisa para mim que eu não entendi. Eu perguntei para ele o que era. Ele disse que ia me bater e começou a me xingar. Eu tentei sair correndo. Ele me passou uma rasteira e caímos os dois no chão. Eu estava de costas e ele começou a me chutar. Eu falando para ele parar e ele não parava. Os outros amigos que estavam com ele falaram para ele parar, mas ele não parava. Uma hora o pessoal do estacionamento do supermercado viu e vieram com um pedaço de cano. Eles fugiram", contou.
Segundo a vítima,. testemunhas disseram que já tinham visto o grupo do agressor na mesma rua.  A Polícia Militar foi chamada e levou a vítima ao Hospital do Servidor Público, onde recebeu atendimento. Imagens de segurança podem ajudar a esclarecer o caso. O rapaz diz que ele e sua namorada foram ao hipermercado neste sábado tentar obtê-las, mas não conseguiram.Morador na região, ele afirma que o crime ocorreu por falta de policiamento. "Falta segurança. Moro na região e não vejo polícia passar. Tá muito dificil viver em São Paulo. Mesmo que fosse homossexual não seria motivo para ter apanhado. Tantas outras pessoas passaram por isso e quantas ainda vão passar?", questiona. A Polícia Militar informou, por meio de nota, que o policiamento no local será intensificado.  O patrulhamento da área é realizado pelo 11º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano por meio de ronda escolar, policiamento comunitário, rádio patrulha e força tática.
Segundo a PM, de janeiro a setembro de 2011, a Polícia Militar recuperou 367 veículos roubados e furtados, efetuou 380 prisões em flagrante e apreendeu 42 armas de fogo que es tavam em poder de criminosos na área de atuação da companhia.A PM colocou-se à disposição também através do Disque-Denúncia "181", caso haja informações complementares que possam auxiliar em futuras ações policiais e na promoção da tranquilidade pública, além do 190 para os casos de emergência.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

SP: professora desmaia após ser agredida com bola por aluno


Rose Mary de Souza /Direto de Campinas
A professora Maristela Marçal foi agredida por um aluno com uma bola de basquete e desmaiou na quadra na última quinta-feira na Escola Municipal Padre Francisco Silva, em Campinas (SP). Ela foi socorrida e levada ao pronto-socorro do Hospital Ouro Verde, onde permaneceu algumas horas em observação e depois foi liberada.De acordo com alunos e professores que presenciaram a agressão, um estudante de 15 anos, do 8º ano, que não fazia parte da turma que estava em aula, arremessou a bola com violência na direção da professora após ela ter chamado a atenção dele durante a prática de educação física.
Um grupo de professores interrompeu as atividades da escola e procurou o Núcleo de Ação Educativa Descentralizada Noroeste para pedir mais segurança. Professores reclamaram que é cada vez mais comum a presença de alunos agressivos dentro do colégio. A direção da escola não se pronunciou sobre o caso, mas informou que irá convocar uma reunião entre pais e alunos para discutirem a questão.

sábado, 15 de outubro de 2011

Estudante que teve braço quebrado ao recusar beijo em boate de Natal deve processar agressor

Aliny Gama
Especial para o UOL Notícias
Em Maceió

  • Estudante Rhanna Diógenes mostra cirurgia feita no braço direito para implantação de duas placas de titânio e 14 pinos de sustentação depois que quebrou o braço em agressão dentro de boate em Natal Estudante Rhanna Diógenes mostra cirurgia feita no braço direito para implantação de duas placas de titânio e 14 pinos de sustentação depois que quebrou o braço em agressão dentro de boate em Natal
A estudante de direito Rhanna Cristina Umbelino Diógenes, 19, deverá processar o jovem Rômulo Lemos, 22, por lesão corporal grave por ter quebrado o antebraço depois que se recusou a beijar o rapaz, que era um desconhecido, na pista de dança de uma boate no bairro de Ponta Negra, em Natal (RN).A agressão ocorreu na madrugada do dia 30 de setembro, mas foi na quinta-feira (13) que as imagens registradas pelo circuito interno de segurança da boate foram parar na internet. A jovem abriu um boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher para identificar o agressor. A família dela aguarda o resultado das investigações para ingressar com processo na Justiça.“As imagens mostram claramente a agressão física contra Rhanna, não tem nem o que contestar. Se houve uma agressão verbal da parte de Rhanna quando ela recusou a beijar o rapaz jamais se justificaria uma violência daquelas. O rapaz já foi identificado pela polícia e somente depois da conclusão do inquérito é que vamos ingressar com uma ação”, afirmou o advogado de Rhanna, Sanderson Mafra. Segundo ele, a família da jovem não teve acesso às imagens, que estão postadas na internet e foram entregues diretamente pela direção da boate à polícia.

Veja a suposta agressão na boate

A estudante teve os ossos rádio e ulna quebrados em duas partes e teve de se submeter à uma cirurgia para implantar duas placas de titânio e 14 pinos para fixar o metal no antebraço, em um hospital particular de Natal. Segundo Mafra, devido aos problemas de saúde, Rhanna perdeu várias provas e não pôde comparecer ao estágio. “Apesar dela agora estar bem de saúde, ainda não consegue ir à faculdade nem ao estágio com o braço operado”, disse.Segundo as imagens, Rhanna Diógenes está na pista de dança com três amigos quando o rapaz se aproxima. Ela o empurra após supostamente ser assediada por um beijo e com a recusa, a jovem é xingada pelo agressor. Dois amigos tentam segurá-la, mas a jovem consegue pegar na gola da camisa de Rômulo Lemos. O rapaz tira a mão da jovem com as duas mãos parecendo usar técnicas de artes marciais, e em seguida Rhanna cai no chão. Uma roda se abre na pista de dança e Rômulo foge ligeiro com um amigo. A jovem continua caída desmaiada no chão enquanto é socorrida por amigos.“Houve dois momentos em que o rapaz tentou beijar Rhanna. O primeiro foi quando ela estava conversando com uma amiga num sofá da boate e o rapaz se aproximou. No outro, ela o encontrou na pista de dança e ele começou a xingá-la depois que ela se recusou novamente a beijá-lo”, contou Mafra.

A defesa

O advogado de Rômulo Lemos, Durvaldo Varandas, afirmou ao UOL Notícias que seu cliente não nega que houve uma discussão, mas que não teve a intenção de quebrar o braço da garota quando retirou a mão dela da gola da camisa. “A quebra do braço da moça foi uma fatalidade. Meu cliente disse que não teve a intenção de machucá-la, apenas tirou a mão dela para ir embora. Acreditamos que ela escorregou e caiu. Ela pode ter caído por cima do braço e quebrado sozinha. Foi uma fatalidade”, defendeu, acusando Rhanna de ter jogado um copo de bebida no rapaz antes de a confusão acontecer. Nas imagens, a camisa de Lemos aparenta estar seca e sem manchas.Segundo ele, Lemos está assustado com supostas ameaças que ocorreram depois da agressão à garota. “Não posso dar muitos detalhes, mas na madrugada que aconteceu essa fatalidade, quatro homens chegaram na portaria do prédio do meu cliente e ameaçaram o porteiro com uma arma para que ele dissesse qual o apartamento que Rômulo morava”, disse Varandas, sem saber informar se a suposta ameaça teria sido registrada por câmeras do prédio. “O porteiro já prestou depoimento à polícia”, adiantou.Varandas informou ainda que tentou conversar com a família de Rhanna para prestar auxílio à jovem, mas sequer os parentes da jovem o receberam. “O problema é que essa jovem é filha de um advogado influente aqui em Natal e a família quer fazer confusão. Meu cliente não é um playboy como andam dizendo por aí. Ele apenas se defendeu de uma agressão e a jovem quebrou o braço com uma fatalidade.”
O advogado do suposto agressor não quis comentar o conteúdo das imagens do circuito interno da boate porque "elas não retratam a realidade, foram editadas e não mostram a provocação que Rhanna fez ao meu cliente antes. Queremos que sejam divulgadas as imagens completas, sem edição. Só assim iremos comentar", afirmou Varandas.O UOL Notícias tentou contatar o pai de Rhanna, o advogado Kennedy Diógenes, mas os dois telefones celulares dele estavam desligados ou fora da área de cobertura. Segundo uma pessoa do escritório de Diógenes, que pediu para não ser identificada, o advogado estaria viajando a negócios aos Estados Unidos e Canadá.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Suposta agressão a enfermeiro na boate gay Blue Space tem destaque no Brasil

Um enfermeiro que foi supostamente agredido por seguranças da Blue Space, em São Paulo, foi um dos destaques do programa Brasil Urgente, desta quarta-feira (05).

O enfermeiro Jean Batista afirma ter sido surpreendido, no dia 25 de setembro, por um segurança da casa com uma gravata pelas costas, arrastado pela pista e levado para uma sala interna, onde teria sido espancado. Depois de ser expulso do clube, segundo ele, a agressão continuou do lado de fora, quando outro segurança o espancou. Ele teve uma fratura exposta no pé esquerdo. O clube nega que a agressão tenha ocorrido.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

LEVAR TIROS PODE...Professor é afastado após ser acusado de agredir aluno

Artur Rodrigues
do Agora
Um estudante de 16 anos afirma ter sido atingido por três socos desferidos por um professor de física na Escola Estadual Doutor Ayres Neto, no bairro Pedreira, região de Santo Amaro (zona sul de São Paulo), na última sexta-feira.

A Polícia Civil investiga o caso e o docente já foi afastado pela Secretaria de Estado da Educação.
O aluno, do segundo ano do ensino médio, teria dado um soco de leve no ombro do professor. "Meu filho foi cumprimentá-lo com uma brincadeira, porque o professor brinca com eles. Disseram que não houve nada para ele ter essa reação. Ele começou agredir meu filho, deu três socos: no estômago, no ombro e na boca", conta a mãe do agredido, uma professora de 42 anos que dá aulas na mesma escola. O incidente aconteceu ao final de uma palestra. Testemunhas, entre elas outros professores, separaram o suposto agressor do aluno.
Resposta
A Secretaria de Estado da Educação afirmou que determinou o afastamento imediato do professor e a instauração de inquérito disciplinar administrativo para apurar o episódio de sexta-feira.
O incidente foi classificado como "inadmissível" em nota encaminhada pela assessoria de imprensa da pasta.
"Se a acusação for confirmada, o docente poderá ser até exonerado do cargo", diz o comunicado da secretaria. De acordo com a pasta, o estudante será encaminhado para atendimento psicológico em unidade de saúde próxima à casa dele.
A secretaria afirma também que, em 2009, implantou um programa voltado à prevenção de conflitos nas escolas. Pelo programa, diz a pasta, foram distribuídos manuais de conduta às escolas da rede estadual.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Homem agride mulher por ela não ter 'curtido' seu status no Facebook

Benito Apolinar, 36, foi preso após a agressão, diz polícia.
Briga começou após Apolinar ter reclamado da atitude da mulher.

Do G1, com Associated Press
Facebook tem hoje mais de 750 milhões de usuários (Foto: Thierry Roge/Reuters)A rede social Facebook, onde Apolinar postou seu
comentário (Foto: Thierry Roge/Reuters)
Um homem do Texas, nos Estados Unidos, está enfrentando uma série de acusações por, segundo a polícia, ter batido e puxado o cabelo de sua mulher depois de ela não ter respondido como ele queria a uma atualização que postou em seu Facebook.O site Current-Argus informa que Benito Apolinar, 36, da região de Pecos, no Texas, foi preso nesta segunda-feira (10) depois de uma briga na casa de Dolores Apolinar, sua esposa e de quem está separado.De acordo com a acusação criminal, Benito postou um comentário em seu Facebook sobre o aniversário de morte de sua mãe, mas Dolores não clicou no botão "Curtir" abaixo do comentário.
A queixa informa que Benito disse a sua esposa que estava infeliz porque ela não "curtiu" seu comentário, como outros haviam feito. A polícia informa que foi assim que a briga começou.
Benito Apolinar se disse inocente diante das acusações e não ficou claro se ele contratou um advogado.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

EDUCAÇÃO FALIDA-Professora é agredida após pedir para aluno desligar celular em SP

Ela foi parar no hospital depois de ser chutada, cair e bater a cabeça.Estudante foi suspenso na escola e "poderá"(?) ser punido.

Do G1 SP

Uma professora foi parar no hospital em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, após ser chutada por um aluno da 7ª série do ensino fundamental da Escola Estadual Euryclides de Jesus Zerbini nesta segunda-feira (19). Ela havia pedido para o estudante desligar o celular. Após a agressão, a professora caiu e bateu a cabeça.
O celular do aluno já havia tocado quatro vezes quando a professora de 54 anos pediu que ele desligasse o aparelho. Como resposta, o adolescente de 14 anos a chutou. Na queda, ela teve lesões na cabeça e ferimentos em um dos joelhos. Ela foi levada para um hospital, onde foi medicada e liberada.
O caso foi registrado pela polícia como ato infracional, por envolver um adolescente. O Ministério Público vai pedir que o jovem compareça com um responsável em juízo para ser ouvido. A professora também prestará depoimento.

Apenas depois disso será decidido se o jovem irá cumprir uma medida socioeducativa ou será encaminhado para a Fundação Casa. A Secretaria de Estado da Educação disse que a escola prestou todo o atendimento necessário à professora. O aluno foi suspenso por três dias e receberá acompanhamento pedagógico.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

'Foi humilhação', diz aluna que afirma ter recebido ameaça de voz de prisão

Discussão foi no curso de direito da Universidade Mackenzie, em SP. Estudante questionou método de ensino do professor e houve bate-boca.

Carolina Iskandarian Do G1 SP

Cinco dias depois de ter discutido com um professor, a estudante de direito que se identificou apenas como Tatiana, de 31 anos, disse ainda não estar preparada emocionalmente para encarar o mestre. Tatiana afirma ter recebido ameaça de voz de prisão por parte dele. Ela estuda no quinto semestre da Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo, e falou ao G1 na noite desta terça-feira (30). Após uma discussão nos corredores da instituição de ensino, Tatiana e o Centro Acadêmico de direito (C.A.) alegam que o professor, um procurador de Justiça, ameaçou dar voz de prisão quando a moça questionou o método de ensino dele.A reportagem não conseguiu localizar o docente para que ele comentasse o episódio. A assessoria da universidade também foi procurada e disse que se pronunciaria nesta quarta (31). Nesta terça, a assessoria do Mackenzie confirmou apenas que houve apenas um bate-boca entre os dois. “Estou emocionalmente despreparada para encarar o professor depois da humilhação que sofri”, contou Tatiana.Ela tem 100% de bolsa no Mackenzie, está na metade do curso, e ingressou na universidade por meio do Prouni, programa do Governo Federal destinado a estudantes com renda per capita familiar máxima de três salários mínimos. Eles também são selecionados pelas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O caso
A discussão ocorreu por volta de 21h30 de sexta-feira (26), no intervalo, minutos antes de Tatiana ter a aula de Direito Penal III com o professor. Segundo a aluna, ele dá essa cadeira às segundas e sextas para a classe dela. A estudante relatou que a briga começou quando ela o abordou para questionar a metodologia, alegando que tinha muitas dúvidas. “Se passaram quatro aulas e eu senti dificuldade. Faltava conversa, um pouco de contexto. Era superficial. Pedi para ele aprofundar alguns conceitos”, afirmou Tatiana sobre as aulas.De acordo com ela, o professor não gostou da observação dizendo que ela não tinha capacidade para avaliar a aula. A aluna se defende. “Sou bolsista. Jamais faltaria com o respeito a um professor. Tenho medo de perder a bolsa. Tenho origem humilde e educação. Chamei o professor em particular.”
Versão do professor
O Centro Acadêmico se manifestou em duas notas. Na primeira, repudiou a atitude do professor, pedindo que ele se desculpasse formalmente pelo “constrangimento” pelo qual passou a aluna. No segundo comunicado, o C.A. divulgou a versão que disse ser do docente.“Segundo o professor, a aluna o abordou com argumentos ofensivos à sua metodologia utilizada e persistindo mesmo diante de avisos dados. Diante de uma grosseria maior e sem fim, se viu obrigado a utilizar de outros meios, pois nem mesmo os seguranças conseguiram resolver. Foi nessa hora que a aluna foi advertida que naquele momento que o professor estava na posição de procurador de Justiça par tentar dar fim ao tumulto que se generalizou”, diz um trecho da nota.
Na frente de todos
Tatiana disse que o mestre pediu “respeito”, afirmando ser procurador de Justiça e professor há 20 anos. A conversa não parou no corredor e continuou até a sala de aula, onde estavam os colegas de turma. “Fiquei em choque. Já estava nervosa, totalmente abalada. Estava todo mundo olhando. Ele disse que eu não ia assistir à aula e saiu gritando que ia chamar os seguranças.”Quando a bolsista contou que ia procurar a coordenação do curso, disse que o professor a ameaçou. “Ele falou: ‘nesse momento, eu não me dirijo mais como professor, mas como procurador de Justiça. Não me dirija mais a palavra senão eu te dou voz de prisão’”, informou Tatiana, reproduzindo, segundo a versão dela, as palavras proferidas pelo mestre.A estudante contou que pretende ser funcionária pública e não cometer “abuso de autoridade”. Atribuiu o episódio a “uma questão de ego”. “O professor achou que eu estava afrontando ele”, disse a bolsista, que disse estar “tranquila” por ter tido o apoio do Mackenzie.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Matthew Fox, o Jack de 'Lost', é acusado de agredir mulher, diz site

Segundo TMZ, ator bateu em motorista de ônibus que realizava uma festa.
Durante discussão em saída de bar, ele teria quebrado a mão da agredida.

Do G1, em São Paulo

Matthew Fox, ator mais conhecido pelo papel de Jack na série "Lost", foi detido na noite de sábado (27) após agredir uma mulher na saída de um bar. As informações são do site TMZ. Segundo a página, Fox tentou entrar em uma festa que acontecia dentro de um ônibus, quando foi impedido pela motorista. Após uma discussão, ele deu um soco no peito da mulher e também em seu estômago.
Fox foi detido por policiais de Cleveland que estavam no local e depois foi solto por um amigo sem ser formalmente fichado. Ele entrou em um táxi e foi encaminhado para um hotel. A agressão foi registrada e suas razões serão investigadas, informa o site. A mulher alega ter tido sua mão quebrada durante a agressão.
O TMZ diz ter tentado entrar em contato com Fox, mas sem sucesso.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Diretora chama a polícia e diz que sofreu agressão de aluno em MG

Confusão aconteceu após adolescente ser flagrando fora de sala.
Testemunhas gravaram a agressão.

Do G1 MG
A diretora de uma escola em Contagem, na Região Metropolitana de BH, chamou a polícia nesta quinta-feira (25) para denunciar uma agressão contra ela dentro da instituição de ensino. Testemunhas relataram que um aluno que estava matando aula deu um chute na educadora.
“Ele estava fora de sala. Eu o encaminhei para a supervisão. E ao fazer o apontamento ele voltou, levantou e eu também me levantei, me aproximei dele. Ele me empurrou. No que ele me empurrou eu sai para chamar a polícia. E quando eu estava entrando na minha sala eu senti o chute nas minhas pernas”, disse a diretora.
Ainda segundo testemunhas, o estudante de 15 anos também ameaçou verbalmente a educadora. A agressão foi gravada por pessoas que estavam no local. Os policiais fizeram um boletim de ocorrência.
O estudante tem um histórico de problemas na escola. Nesta quinta-feira, ele foi para aula na companhia de um responsável por solicitação da diretoria. “Eu me senti agredida, física, mental e emocionalmente”, concluiu.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

VIROU MODA!-Professor de 63 anos é agredido por aluno adolescente no interior de SP

Docente conta ter sido atingido por socos e derrubado no chão.
Família de aluno diz que ele apenas revidou; caso foi em Junqueirópolis.

Do G1 SP



Um professor de 63 anos foi agredido por um aluno de 14 anos dentro de uma sala de aula em Junqueirópolis, no interior de São Paulo, na noite desta terça-feira (9). A família do adolescente alega que ele apenas se defendeu do professor.
Segundo o professor Abel de Sousa, a agressão aconteceu enquanto ele dava aula em uma escola estadual na cidade.“Fechei a porta, e no que eu fechei ele voltou e me deu um soco no rosto, pegou no queixo. Eu fui na porta para falar com ele, que ele não podia fazer isso, que não usasse de violência, ele veio novamente para cima de mim. Eu segurei ele, empurrei ele um pouquinho para a frente para que eu não fosse agredido e ele veio com pontapés, chutes, me jogou no chão e eu fui a nocaute”, afirmou.
A direção da escola afastou o aluno por três dias. Segundo a polícia, será aberta uma investigação. Depois, o caso será encaminhado ao Ministério Público.
“Eu me senti humilhado em ver um aluno de 14 anos com tamanha violência e agressividade com um professor, que ele deveria respeitar como alguém que está ali para ajudá-lo”, afirmou Sousa.

Homem invade escola e agride professora no interior de SP

Suspeito estava sob efeito de drogas e disse não se lembrar da agressão.Professora teve arranhões pelo corpo; caso aconteceu em Glicério.

Do G1 SP


Uma professora foi agredida por um homem que estava drogado e invadiu uma escola em Glicério, no interior de São Paulo, nesta quarta-feira (10). O suspeito entrou pelo portão principal e atacou a jovem com um pedaço de madeira. Alunas e um outro professor que estavam no pátio tentaram pedir ajuda e a polícia foi chamada.“Ele começou a me arrastar, eu caí no chão, ele agarrou meu cabelo, eu consegui escapar, ele veio de novo, dei um chute no peito dele”, contou a professora.A vítima teve diversos arranhões pelo corpo e ficou muito assustada. Ela não conhecia o agressor. Ele tem 27 anos e estava sob efeito de drogas quando entrou na escola, segundo a polícia. O homem foi levado para a delegacia e confessou que não sabia o que havia acontecido. Ele foi ouvido e liberado.A diretora da escola disse que os portões sempre ficam fechados e que a invasão da escola foi um acontecimento isolado.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Justin Bieber é atacado por homem em Nova York

O cantor adolescente Justin Bieber, 17, foi atacado por um homem nesta quinta-feira (23), segundo o programa "Eyewitness News" da ABC 7. Ele estava em Nova York, onde distribuía autógrafos e promovia um perfume de sua marca em uma loja. Bieber decidiu aparecer fora da loja, para falar com fãs que não haviam conseguido entrar.
Neste momento, segundo testemunhas, um homem pulou em cima dele e o derrubou no chão.
O homem foi levado por policiais. O cantor, apesar do susto, voltou para dentro da loja e continuou dando autógrafos.
Ethan Miller/Getty Images/France Presse
O cantor adolescente Justin Bieber
O cantor adolescente Justin Bieber, que foi atacado por um homem durante evento em uma loja de Nova York

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