| CAPITÃO AMÉRICA É um dos maiores sucessos da Marvel até hoje. Também conhecido por Steve Rogers, o herói é um dos grandes símbolos dos Estados Unidos e da luta do país contra as forças nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. No cinema o personagem ficou assim...
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
Veja como são os personagens de Capitão América nas HQs e como ficaram no cinema
O CAPACITOR/UOL
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Em 1941 Joe Simon criou o Capitão América, 'o super-herói que os EUA esperavam'
Pôster do filme "Capitão América: O Primeiro Vingador" feito pelo artista Paolo Rivera
O Capitão América "foi criado para divertir, não era propaganda, embora isso não tenha impedido que os simpatizantes nazistas nos Estados Unidos nos criticassem".Joe Simon lembra aquela idade de ouro na qual os Estados Unidos, em um período de alguns anos, dotou-se através da história em quadrinhos de todos os super-heróis possíveis e imagináveis, inclusive até em excesso.
"A indústria das histórias em quadrinhos começou com o Superman e, quando os super-heróis começaram a ter sucesso, todas as editoras quiseram subir nesse trem", disse. Mas, segundo ele, depois da Segunda Guerra Mundial muitos dos novos personagens não conseguiram mercado porque havia uma saturação de super-herois nas bancas.
Se os super-heróis ainda têm sucesso hoje em dia - em grande parte graças a sua exploração industrial no cinema - isso ocorre porque combinam "poder e diversão", segundo Joe Simon. "Se você tem superpoderes, pode enfrentar o mundo que te rodeia"."Capitão América é outra vez popular porque o mundo está em um lugar muito perigoso, e é um herói que pode nos ajudar a atravessar momentos difíceis", disse.Após a risível adaptação de seu herói, realizada em 1990, em um filme de baixo orçamento do americano Albert Pyun - frquentemente comparado a Ed Wood por sua grande contribuição à cultura da lorota -, Joe Simon se alegra de ver finalmente na grande tela um "Capitão América" mais parecido com sua criação original."Reconheço o personagem que Jack Kirby e eu criamos há 70 anos. Por um lado porque um filme ocorre durante a Segunda Guerra Mundial, mas sobretudo porque volta à história original", observou."É um dos motivos pelos quais este filme se parece com o que esperei durante décadas. Já era a hora!".
quarta-feira, 20 de julho de 2011
The Darkness, herói da Image, vai virar filme
Ele é um dos principais super-heróis da Image Comics, surgiu em 1996 e agora vai ganhar sua chance no cinema. A Mandeville Filmes, mesma produtora de O Lutador, fechou acordo para transformar os quadrinhos de Marc Silvestri, Garth Ennis e David Wohl num filme. O personagem não está mais tão em alta hoje em dia mas, se souberem fazer, rende um bom longa-metragem.
The Darkness pertence a uma linhagem que é a personificação das trevas. Estamos falando da família Estacado e os poderes passam de pai para filho numa maldição que mata seu hospedeiro antigo e passa para o novo. Esse poder já esteve nos corpos de bandidos, assassinos, ladrões e muitos outros sujeitos maus. Em nossos dias quem leva adiante o fardo é Jackie Estacado, um órfão criado pelos mafiosos da família Franchetti. Aos 21 anos, o poder se manifesta em Jackie e ele passa a ter uma força ilimitada, pode viajar a outras dimensões e controlar os demônios que lá vivem. Mas o rapaz é diferente. Com muito custo, ele passa ter um controle maior sobre seu poder e se transforma num inimigo de sua própria família e com isso a tragédia se abate sobre sua vida. Jackie é melhor de sua linhagem e desafia as forças das trevas. Assim, ele é um herói atormentado.Ainda não há data de lançamento definida para o filme e nem quem será o diretor.
The Darkness pertence a uma linhagem que é a personificação das trevas. Estamos falando da família Estacado e os poderes passam de pai para filho numa maldição que mata seu hospedeiro antigo e passa para o novo. Esse poder já esteve nos corpos de bandidos, assassinos, ladrões e muitos outros sujeitos maus. Em nossos dias quem leva adiante o fardo é Jackie Estacado, um órfão criado pelos mafiosos da família Franchetti. Aos 21 anos, o poder se manifesta em Jackie e ele passa a ter uma força ilimitada, pode viajar a outras dimensões e controlar os demônios que lá vivem. Mas o rapaz é diferente. Com muito custo, ele passa ter um controle maior sobre seu poder e se transforma num inimigo de sua própria família e com isso a tragédia se abate sobre sua vida. Jackie é melhor de sua linhagem e desafia as forças das trevas. Assim, ele é um herói atormentado.Ainda não há data de lançamento definida para o filme e nem quem será o diretor.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Com o fim de Harry Potter, Warner apostará suas fichas nos quadrinhos
Já era algo razoavelmente esperado, mas a New York Magazine publicou uma reportagem dizendo que a Warner vai acelerar fundo no mundo dos quadrinhos agora que Harry Potter chegou ao fim no cinema. Nada mais natural, já que a empresa é dona da DC Comics, a segunda maior editora de quadrinhos dos Estados Unidos. Há vários projetos em andamento atualmente, alguns mais conhecidos como Super-Homem, o próximo Batman - que estão mais próximos - e outros ainda em estágio inicial. E como o sucesso de Harry Potter e as Relíquias da Morte 1 e 2 [o segundo já quebra recordes], o estúdio pretende usar o diretor David Yates em Fábulas (HQs publicadas no Brasil pela Panini Comics). Trata-se da adaptação de uma série em quadrinhos da Vertigo - selo adulto da DC - e que é uma das melhores HQs da atualidade. Mostra personagens do mundo dos contos de fadas - Branca de Neve, Lobo Mau etc - vivendo como exilados em Nova York por um motivo inicialmente inexplicado. É criação do roteirista Bill Willingham. Já se falou também que Fábulas pode ser uma série de TV e ainda há esta indefinição. Também não se sabe se Yates irá aceitar, segundo a New York Magazine, já que ele tem uma série de possíveis escolhas pela frente.
Outro projeto citado na reportagem é 300: Battle of Artemisia, quadrinhos ainda inéditos de Frank Miller e que é ligado ao universo de 300. Anteriormente chamado de Xerxex, a adaptação não terá a volta de Zack Snyder - que comanda o próximo longa do Super-Homem - e há uma vaga aberta para a direção. Jaume Collet-Serra estava cogitado para assumir o comando, mas tudo indica que ele serã contratado para fazer Akira. Assim, Noam Murro pode ficar com Battle of Artemisia.Uma outra possibilidade para a Warner é a adaptação de Sargento Rock. Esta semana circulou a informação que Guy Ritchie - de Sherlock Holmes 2 e 2 - pode ser o diretor. A HQ mostra soldados americanos em atuação contra as forças nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Mas ainda precisamos esperar a confirmação sobre isso.Fora estes projetos, a Warner também deve apostar pesado nos super-heróis. Lanterna Verde já estreou nos Estados Unidos - chega em agosto ao Brasil - mas tem uma bilheteria decepcionante para o tamanho do investimento. Mesmo assim é bem provável que o estúdio aposte numa continuação cheia de mudanças, inclusive de diretor. Fala-se ainda num possível filme da Liga da Justiça, num filme do Flash e Capitão Marvel. Mas estes três últimos ainda estão em estágios iniciais. Quem parece ter saído dos planos da Warner é a Mulher Maravilha. O projeto do seriado naufragou e dificilmente ela migrará para as telas. Mas quem é fã de quadrinhos - de super-heróis ou não - pode esperar muitas novidades da Warner/DC pela frente.
Outro projeto citado na reportagem é 300: Battle of Artemisia, quadrinhos ainda inéditos de Frank Miller e que é ligado ao universo de 300. Anteriormente chamado de Xerxex, a adaptação não terá a volta de Zack Snyder - que comanda o próximo longa do Super-Homem - e há uma vaga aberta para a direção. Jaume Collet-Serra estava cogitado para assumir o comando, mas tudo indica que ele serã contratado para fazer Akira. Assim, Noam Murro pode ficar com Battle of Artemisia.Uma outra possibilidade para a Warner é a adaptação de Sargento Rock. Esta semana circulou a informação que Guy Ritchie - de Sherlock Holmes 2 e 2 - pode ser o diretor. A HQ mostra soldados americanos em atuação contra as forças nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Mas ainda precisamos esperar a confirmação sobre isso.Fora estes projetos, a Warner também deve apostar pesado nos super-heróis. Lanterna Verde já estreou nos Estados Unidos - chega em agosto ao Brasil - mas tem uma bilheteria decepcionante para o tamanho do investimento. Mesmo assim é bem provável que o estúdio aposte numa continuação cheia de mudanças, inclusive de diretor. Fala-se ainda num possível filme da Liga da Justiça, num filme do Flash e Capitão Marvel. Mas estes três últimos ainda estão em estágios iniciais. Quem parece ter saído dos planos da Warner é a Mulher Maravilha. O projeto do seriado naufragou e dificilmente ela migrará para as telas. Mas quem é fã de quadrinhos - de super-heróis ou não - pode esperar muitas novidades da Warner/DC pela frente.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Editora divulga capa de HQ com Madonna
Cantora terá 'vida' contada em meras 32 páginas pela editora Bluewater.Título é parte de série que já homenageou Michelle Obama e Sarah Palin.
Do G1, com informações da AP
Capa da edição da revista em quadrinhos da série 'Female Force' dedicada à cantora Madonna. Com apenas 32 páginas, a HQ promete revelar 'eventos pouco conhecidos e as influências que resultaram na Madonna' que o mundo conhece. Prometida para agosto deste ano, a minibiografia em quadrinhos da popstar se soma a outras adaptações feitas pela editora canadense Bluewater Comics, que inclui personalidades como Michelle Obama, Sarah Palin e Margaret Thatcher (Foto: AP)
terça-feira, 21 de junho de 2011
Marvel anuncia morte do Homem-Aranha nos quadrinhos
Número final chega às bancas dos Estados Unidos na quarta-feira.Herói será assassinado depois de dura batalha com vilão.
Do G1, com informações da AP
A editora Marvel anunciou nesta terça-feira (21) que o personagem Homem-Aranha morrerá em uma de suas séries de revistas, a "Ultimate Comics Spider-Man". O número final chega às bancas americanas na próxima quarta-feira (22).

No último número de 'Ultimate Comics Spider Man', Peter Parker é morto por inimigo
(Foto: Divulgação/Marvel)
A morte do herói, entretanto, não afetará as outras séries, como a "Amazing Spider-Man". Os próximos trechos do texto revelam detalhes da trama.Segundo a editora, o Aranha será assassinado durante uma dura batalha contra um de seus maiores rivais, o Duende Verde. "Ele lutará heroicamente, mas vai morrer nas mãos do Duende", disse o roteirista Michael Bendis.(Foto: Divulgação/Marvel)
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Marvel prepara um relançamento dos X-Men
Mudança será grande na vida dos mutantes
Por Edson Rocha -UOL
Pelo jeito a onda de reinícios não vai ficar restrita apenas à DC Comics. A Marvel dá sinais de que também vai reiniciar - não exatamente nos mesmos moldes da concorrente - algumas coisas em seu universo. Os X-Men, por exemplo, vão sofrer uma mexida grande a partir da minissérie X-Men: Schism, que sai a partir de julho. A editora já cancelou Uncanny X-Men, revista mais antiga dos mutantes e em outubro lançará Wolverine & the X-Men 1 e, em novembro, Uncanny X-Men 1.Segundo declaração do editor Axel Alonso, esse plano todo já estava pensado há bastante tempo. "Há cinco anos estivemos preprando tudo para Schism e essa série ajeita as coisas para um grande evento em 2012 que será focado nos X-Men", disse ele à Associated Press.O roteirista Kieron Gillen continuará escrevendo as aventuras de Ciclope e dos mutantes que continuarem com o líder dos mutantes. E Jason Aaron, roteirista de Schism, ficará com Wolverine & the X-Men.Essa atitude da Marvel parece vir para simplificar a leitura dos mutantes. Afinal, as histórias são muito complicadas hoje para quem quer começar a ler, já que tem de saber o que aconteceu no passado para entender alguma coisa.
Por Edson Rocha -UOL
Pelo jeito a onda de reinícios não vai ficar restrita apenas à DC Comics. A Marvel dá sinais de que também vai reiniciar - não exatamente nos mesmos moldes da concorrente - algumas coisas em seu universo. Os X-Men, por exemplo, vão sofrer uma mexida grande a partir da minissérie X-Men: Schism, que sai a partir de julho. A editora já cancelou Uncanny X-Men, revista mais antiga dos mutantes e em outubro lançará Wolverine & the X-Men 1 e, em novembro, Uncanny X-Men 1.Segundo declaração do editor Axel Alonso, esse plano todo já estava pensado há bastante tempo. "Há cinco anos estivemos preprando tudo para Schism e essa série ajeita as coisas para um grande evento em 2012 que será focado nos X-Men", disse ele à Associated Press.O roteirista Kieron Gillen continuará escrevendo as aventuras de Ciclope e dos mutantes que continuarem com o líder dos mutantes. E Jason Aaron, roteirista de Schism, ficará com Wolverine & the X-Men.Essa atitude da Marvel parece vir para simplificar a leitura dos mutantes. Afinal, as histórias são muito complicadas hoje para quem quer começar a ler, já que tem de saber o que aconteceu no passado para entender alguma coisa.
Paraplégica há mais de vinte anos, Batgirl original volta a andar
Alter-ego da Batgirl, Barbara Gordon vai voltar a andar nos quadrinhos da DC Comics. A personagem está paraplégica desde que foi atingida pelo Coringa em 1988.
No ano seguinte, ela voltou à história em uma cadeira de rodas, como Oráculo. Desde então, outras duas personagens já atuaram como Batgirls. Agora, segundo o "New York Times", a editora decidiu relançar a história.
A primeira edição da nova versão chega às bancas em setembro.
No ano seguinte, ela voltou à história em uma cadeira de rodas, como Oráculo. Desde então, outras duas personagens já atuaram como Batgirls. Agora, segundo o "New York Times", a editora decidiu relançar a história.
A primeira edição da nova versão chega às bancas em setembro.
domingo, 5 de junho de 2011
"Filmes sobre quadrinhos são como nossa mitologia moderna", diz produtor de "X-Men: Primeira Classe"
IAN SPELLING
Do Hollywood Watch
“X-Men - O Filme” (2000) estreou nos cinemas há pouco mais de uma década, mas de lá para cá a indústria cinematográfica não é mais a mesma.
O filme, juntamente com suas duas sequências e “X-Men Origens: Wolverine”, leva o crédito pela revitalização dos filmes baseados em histórias em quadrinhos, que passavam por dificuldades nos anos 90, e em particular demonstrando que atores de ponta podiam e trabalhariam em filmes de super-heróis, de uma forma não vista desde os dias de glória de “Superman - O Filme” (1978).Bryan Singer, que dirigiu e co-escreveu “X-Men - O Filme”, insiste que nunca desejou criar uma febre, um modelo de negócios, mas não está se queixando: “Quando garoto eu me tornei um grande fã do filme ‘Superman’ original”, diz Singer. “Eu penso nestes filmes baseados em quadrinhos como nossa mitologia moderna. As pessoas os levam a sério - não apenas os fãs, mas as pessoas que cresceram com eles”.“Quando fiz ‘X-Men’, a revista em quadrinhos ‘X-Men’ já tinha 40 anos. Logo, sua base de fãs estava por toda parte e acho que isso ajudou", afirmou.
Singer dirigiu em seguida “X-Men 2” (2003), mas acabou deixando a série nas mãos de outros: Brett Ratner dirigiu “X-Men - O Confronto Final” (2006) e Gavin Hood comandou “X-Men Origens: Wolverine”. Enquanto isso, Singer fez “Superman - O Retorno” (2006) e “Operação Valquíria” (2009).
Agora, ele está de volta à loucura mutante da Marvel com “X-Men: Primeira Classe”, dirigido por Matthew Vaughn. Singer produziu, forneceu a história e quase dirigiu o filme.
Ambientado nos anos 60, por volta da época da crise dos mísseis em Cuba, “Primeira Classe” reapresenta ao público os grandes arquirrivais da série X-Men quando ainda eram amigos, apesar de serem jovens com grandes diferenças filosóficas. Charles Xavier (James McAvoy) e Erik Lehnsherr (Michael Fassbender) ainda não eram o humanitário Professor X ou o impiedoso Magneto, mas o filme os coloca nesse curso.
Também acompanham a viagem a dra. Moira MacTaggert (Rose Byrne) e o vilão Sebastian Shaw (Kevin Bacon). E no centro de tudo, naturalmente, está um grupo de mutantes jovens, poderosos e impressionáveis que inclui Emma Frost (January Jones), Hank McCoy (Nicholas Hoult), Armando Munoz (Edi Gathegi) e Angel Salvador (Zoe Kravitz).
“Eu desenvolvi ‘Primeira Classe’ para que eu mesmo dirigisse”, diz Singer, falando por telefone de algum lugar no interior da Inglaterra, após um dia de filmagem de “Jack the Giant Killer". “Eu sempre terei interesse pela história do Professor X e Magneto e suas aventuras. Para mim, é uma história sobre amizade e sobre amizade contra ideologia".
Sobre o novo “X-Men”, Singer comenta: “Primeiro, é realmente tremendo assistir McAvoy e Fassbender. Eu acho que eles incorporaram esses papéis. Também há muitos filmes baseados em quadrinhos no momento, mas somos um dos poucos que de fato possuem múltiplos personagens. Matthew lidou com isso fantasticamente bem”.
“E isso me leva à terceira coisa: à medida que a ação se intensifica, particularmente no terceiro ato, o mesmo acontece com as emoções e com a história. Eu senti que o mesmo aconteceu em ‘X-Men 2’ e acho que um passo além foi conseguido com este filme. Além disso, se passaram 10 anos e contamos com melhores efeitos especiais agora do que tínhamos em ‘X-Men 2’”, conclui.
Ouvindo Singer falar, fica claro que ele ainda está apaixonado pela série “X-Men”. Ele reconhece isso, e apesar de estar ocupado no momento com “Jack the Giant Killer” e estar ligado como diretor a vários outros projetos.“Eu adoraria [dirigir “X-Men: Primeira Classe”], com certeza. Fiquei bastante enciumado por Brett ter trabalhado com eles. Veremos o que vai acontecer”, concluiu.
Do Hollywood Watch
O produtor e cineasta americano Bryan Singer em evento Comic-Con 2010, em San Diego (23/7/2010)
O filme, juntamente com suas duas sequências e “X-Men Origens: Wolverine”, leva o crédito pela revitalização dos filmes baseados em histórias em quadrinhos, que passavam por dificuldades nos anos 90, e em particular demonstrando que atores de ponta podiam e trabalhariam em filmes de super-heróis, de uma forma não vista desde os dias de glória de “Superman - O Filme” (1978).Bryan Singer, que dirigiu e co-escreveu “X-Men - O Filme”, insiste que nunca desejou criar uma febre, um modelo de negócios, mas não está se queixando: “Quando garoto eu me tornei um grande fã do filme ‘Superman’ original”, diz Singer. “Eu penso nestes filmes baseados em quadrinhos como nossa mitologia moderna. As pessoas os levam a sério - não apenas os fãs, mas as pessoas que cresceram com eles”.“Quando fiz ‘X-Men’, a revista em quadrinhos ‘X-Men’ já tinha 40 anos. Logo, sua base de fãs estava por toda parte e acho que isso ajudou", afirmou.
Singer dirigiu em seguida “X-Men 2” (2003), mas acabou deixando a série nas mãos de outros: Brett Ratner dirigiu “X-Men - O Confronto Final” (2006) e Gavin Hood comandou “X-Men Origens: Wolverine”. Enquanto isso, Singer fez “Superman - O Retorno” (2006) e “Operação Valquíria” (2009).
Agora, ele está de volta à loucura mutante da Marvel com “X-Men: Primeira Classe”, dirigido por Matthew Vaughn. Singer produziu, forneceu a história e quase dirigiu o filme.
Atores Rose Byrne, Nicholas Hoult, James McAvoy, Michael Fassbender, Lucas Till, Jennifer Lawrence e Caleb Landry Jones fazem parte do elenco Mais Divulgação
Também acompanham a viagem a dra. Moira MacTaggert (Rose Byrne) e o vilão Sebastian Shaw (Kevin Bacon). E no centro de tudo, naturalmente, está um grupo de mutantes jovens, poderosos e impressionáveis que inclui Emma Frost (January Jones), Hank McCoy (Nicholas Hoult), Armando Munoz (Edi Gathegi) e Angel Salvador (Zoe Kravitz).
“Eu desenvolvi ‘Primeira Classe’ para que eu mesmo dirigisse”, diz Singer, falando por telefone de algum lugar no interior da Inglaterra, após um dia de filmagem de “Jack the Giant Killer". “Eu sempre terei interesse pela história do Professor X e Magneto e suas aventuras. Para mim, é uma história sobre amizade e sobre amizade contra ideologia".
Sobre o novo “X-Men”, Singer comenta: “Primeiro, é realmente tremendo assistir McAvoy e Fassbender. Eu acho que eles incorporaram esses papéis. Também há muitos filmes baseados em quadrinhos no momento, mas somos um dos poucos que de fato possuem múltiplos personagens. Matthew lidou com isso fantasticamente bem”.
TRAILER DO FILME "X-MEN: PRIMEIRA CLASSE"
Ouvindo Singer falar, fica claro que ele ainda está apaixonado pela série “X-Men”. Ele reconhece isso, e apesar de estar ocupado no momento com “Jack the Giant Killer” e estar ligado como diretor a vários outros projetos.“Eu adoraria [dirigir “X-Men: Primeira Classe”], com certeza. Fiquei bastante enciumado por Brett ter trabalhado com eles. Veremos o que vai acontecer”, concluiu.
Tradução: George El Khouri Andolfato
terça-feira, 31 de maio de 2011
Após Luluzinha, histórias clássicas do Bolinha retornam em HQ
Após a volta de Luluzinha aos quadrinhos -- recriada, em versão teen, e original --, o principal parceiro de aventuras da personagem, Bolinha, ganha edição brasileira com histórias protagonizadas por ele, publicadas em diversas épocas.
Acaba de ser lançada uma revista mensal do personagem, com publicação do selo Pixel, da Ediouro. A edição de estreia do gibi, que chegou às bancas nesta segunda-feira (30), conta com personagens bastante frequentes no universo do Bolinha: Lulu, o primo Carlinhos e o "detetive Aranha" marcam presença nas páginas.Assim como Luluzinha, Bolinha é uma criação da norte-americana Marge Henderson Buell entre as décadas de 30 e 40. O personagem se tornou muito popular como o líder do Clube do Bolinha, turma que tem como lema "menina não entra". No entanto, ele está sempre em apuros por conta das confusões que arruma e acaba procurando ajuda da esperta Lulu, que quebra seu galho. Apesar da proximidade com Lulu, Bolinha é apaixonado por Glória, menina mimada da vizinhança.No Brasil, Bolinha e Luluzinha apareceram pela primeira vez na década de 1950, em HQ da editora O Cruzeiro.
Acaba de ser lançada uma revista mensal do personagem, com publicação do selo Pixel, da Ediouro. A edição de estreia do gibi, que chegou às bancas nesta segunda-feira (30), conta com personagens bastante frequentes no universo do Bolinha: Lulu, o primo Carlinhos e o "detetive Aranha" marcam presença nas páginas.Assim como Luluzinha, Bolinha é uma criação da norte-americana Marge Henderson Buell entre as décadas de 30 e 40. O personagem se tornou muito popular como o líder do Clube do Bolinha, turma que tem como lema "menina não entra". No entanto, ele está sempre em apuros por conta das confusões que arruma e acaba procurando ajuda da esperta Lulu, que quebra seu galho. Apesar da proximidade com Lulu, Bolinha é apaixonado por Glória, menina mimada da vizinhança.No Brasil, Bolinha e Luluzinha apareceram pela primeira vez na década de 1950, em HQ da editora O Cruzeiro.
domingo, 15 de maio de 2011
Padres gays, orgias e filhos clandestinos são parte da rotina do Vaticano, descreve jornalista italiano em livro
Thiago Chaves-Scarelli /Do UOL Notícias
Em São Paulo
"Os dois acompanhantes lhe homenageiam, espremendo-o no meio, em um sanduíche. Envolvem-no em uma dança muito sensual. Esfregam-se, rodeiam, esmagam-se, abrem a sua camisa, o acariciam, tocam nele. Dirty dancing a três em uma variação homossexual. O grupo olha para eles de cima a baixo. Apreciam. Aplaudem. Incitam. Assobiam. Cutucam. O francês [no meio dos acompanhantes] é um padre. Poucos dias antes havia celebrado a missa da manhã na basílica de São Pedro. No Vaticano."
A cena é de uma festa em Roma, uma entre as muitas nas qual padres, bispos e cardeais exercem a sexualidade que as regras da sua própria Igreja Católica restringem e condenam, de acordo com a descrição feita pelo jornalista italiano Carmelo Abbate em seu novo livro, "Sex and the Vatican - viaggio segreto nel regno dei casti" (em tradução livre, "Sexo e o Vaticano - viagem secreta no reino dos castos").
O fenômeno da sexualidade na Igreja Católica, segundo o autor, é gigantesco e complexo. Fazem parte deste mundo os padres gays que optam por uma vida dupla; os sacerdotes que se relacionam com mulheres clandestinamente; e mesmo os filhos desses relacionamentos, que são abortados, escondidos ou privados de um pai pela vida inteira, para que se evite escândalos.“Entre os sacerdotes que não respeitam a castidade, há muitos que têm uma verdadeira vida paralela, uma companhia fixa com a qual não apenas fazem sexo, mas com quem vivem uma vida escondida, como marido e mulher", afirmou Abbate, em uma entrevista exclusiva ao UOL Notícias.O jornalista conta que a investigação, nascida de uma reportagem publicada na revista italiana "Panorama", terminou como um extenso mergulho nesse mundo, munido de uma câmera escondida para garantir "provas sobre aquilo que iria contar".E apesar de ter seu foco em Roma, Abbate garante que o cenário que ele descreve não está restrito ao núcleo do Vaticano. "Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo", afirma.Procurada pela reportagem, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disse que não tinha conhecimento do livro e por isso não poderia comentar os temas citados.Acompanhe abaixo os principais trechos da entrevista.
* * *
UOL Notícias: Em seu livro, o senhor denuncia vários casos de padres que têm uma vida religiosa tradicional ao mesmo tempo em que também exercem sua sexualidade. Como o senhor fez a investigação para chegar a essas histórias? Qual era o seu objetivo em publicar o livro?
Carmelo Abbate: Realizei a reportagem com uma câmera escondida, isso com o objetivo de ter provas sobre aquilo que iria contar. O objetivo do meu trabalho é trazer à tona a vida escondida de grande parte do clero católico, como padres que têm uma vida sexual secreta, tanto homossexuais quanto heterossexuais. Há padres que têm uma companhia fixa e até mesmo filhos.E me choca especialmente a atitude da alta hierarquia eclesiástica, o comportamento dos bispos, quando tomam conhecimento das relações secretas dos religiosos, as tentativas de convencer as mulheres a abortarem, dar o filho para adoção, os contratos que garantem o sustento e compram o silêncio das mães com relação à identidade dos pais destas crianças.
UOL Notícias: O senhor diz que o Vaticano conhece a questão dos padres gays e mesmo dos abortos. Quais são as verdadeiras dimensões do fenômeno?
Abbate: Coletar dados para dimensionar o fenômeno é uma tarefa difícil. Difícil porque, como é óbvio, não há estudos e tabelas oficiais, é preciso se contentar com estimativas parciais, que não têm a pretensão de trazer a verdade científica, mas que podem ajudar a entender quão grande é o terreno sobre o qual caminhamos.As tentativas mais articuladas vêm dos Estados Unidos. Segundo vários estudos do psiquiatra Richard Sipe, ex-monge beneditino e ex-sacerdote, 25% dos padres americanos tiveram relações com mulheres depois da ordenação. Outros 20% estiveram envolvidos em relações homossexuais ou se identificam como homossexuais ou se sentiram em conflito com essa questão.No Brasil, o Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris) realizou uma pesquisa anônima com 758 padres católicos: 41% admitiram ter tido relações sexuais. Metade se diz contrária ao celibato.Vamos à Europa. Eugene Drewermann, escritor, crítico, teólogo e ex-padre, afirma que na Alemanha, em um total de 18 mil sacerdotes, pelo menos seis mil vivem com uma mulher.O jornal “The Guardian” fala de milhares de casos de filhos de padres católicos no Reino Unido. Segundo Pat Buckley, bispo irlandês que fundou um grupo de apoio para amantes de padres, pelo menos 500 mulheres na Irlanda têm uma relação com um padre católico.E na Itália? Nada de nada. Ninguém nunca tentou esboçar qualquer levantamento. E tente entrar em contato com os psiquiatras que acompanham os casos mais difíceis de padres envolvidos em affaires sexuais. Evitam você como se fosse a peste.
UOL Notícias: Então seria possível afirmar que este é um fenômeno presente no mundo inteiro?
Abbate: Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo, não só em Roma e nas vizinhanças do Vaticano.
Abbate: O celibato não funciona, é óbvio. Nunca funcionou. O sexo é onipresente. Estão envolvidos nesses casos não só padres, mas bispos e cardeais. A cultura do sigilo que permeia a Igreja existe há milênios, ditada pelos eclesiásticos. Os eclesiásticos são um círculo restrito que controla toda a igreja e detém todo o poder, e o poder exige um nível de sigilo. O resto do mundo que fique na ignorância.
UOL Notícias: O Vaticano nega os casos? Como reage a Igreja?
Abbate: Para o Vaticano, o centro do problema é o escândalo, não o pecado individual. Porque o escândalo vai além da questão individual e alcança a instituição, alimenta uma série de dúvidas fortes sobre quem é envolvido. O escândalo coloca o problema de uma Igreja que mantém a seu serviço aqueles que não cumprem com sua missão universal, aqueles que traem essa missão. Em resumo, o escândalo afugenta os fiéis da Igreja.Durante o tempo em que estive envolvido com essa questão, entendi uma coisa: a Igreja não quer problemas. O respeito aos pobres fiéis ingênuos, salvo raríssimas exceções, é fator secundário. Muito diligente nas declarações de princípio, muito hipócrita nas questões práticas: esta é hierarquia vaticana. Esta é a Igreja de Roma. Seu primeiro mandamento é salvaguardar sua espécie, uma espécie a caminho da extinção.
Em São Paulo
Capa do livro "Sex and the Vatican - viaggio segreto nel regno dei casti", escrito pelo jornalista Carmelo Abbate e lançado na Itália pela editora Piemme
A cena é de uma festa em Roma, uma entre as muitas nas qual padres, bispos e cardeais exercem a sexualidade que as regras da sua própria Igreja Católica restringem e condenam, de acordo com a descrição feita pelo jornalista italiano Carmelo Abbate em seu novo livro, "Sex and the Vatican - viaggio segreto nel regno dei casti" (em tradução livre, "Sexo e o Vaticano - viagem secreta no reino dos castos").
O fenômeno da sexualidade na Igreja Católica, segundo o autor, é gigantesco e complexo. Fazem parte deste mundo os padres gays que optam por uma vida dupla; os sacerdotes que se relacionam com mulheres clandestinamente; e mesmo os filhos desses relacionamentos, que são abortados, escondidos ou privados de um pai pela vida inteira, para que se evite escândalos.“Entre os sacerdotes que não respeitam a castidade, há muitos que têm uma verdadeira vida paralela, uma companhia fixa com a qual não apenas fazem sexo, mas com quem vivem uma vida escondida, como marido e mulher", afirmou Abbate, em uma entrevista exclusiva ao UOL Notícias.O jornalista conta que a investigação, nascida de uma reportagem publicada na revista italiana "Panorama", terminou como um extenso mergulho nesse mundo, munido de uma câmera escondida para garantir "provas sobre aquilo que iria contar".E apesar de ter seu foco em Roma, Abbate garante que o cenário que ele descreve não está restrito ao núcleo do Vaticano. "Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo", afirma.Procurada pela reportagem, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disse que não tinha conhecimento do livro e por isso não poderia comentar os temas citados.Acompanhe abaixo os principais trechos da entrevista.
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UOL Notícias: Em seu livro, o senhor denuncia vários casos de padres que têm uma vida religiosa tradicional ao mesmo tempo em que também exercem sua sexualidade. Como o senhor fez a investigação para chegar a essas histórias? Qual era o seu objetivo em publicar o livro?
Carmelo Abbate: Realizei a reportagem com uma câmera escondida, isso com o objetivo de ter provas sobre aquilo que iria contar. O objetivo do meu trabalho é trazer à tona a vida escondida de grande parte do clero católico, como padres que têm uma vida sexual secreta, tanto homossexuais quanto heterossexuais. Há padres que têm uma companhia fixa e até mesmo filhos.E me choca especialmente a atitude da alta hierarquia eclesiástica, o comportamento dos bispos, quando tomam conhecimento das relações secretas dos religiosos, as tentativas de convencer as mulheres a abortarem, dar o filho para adoção, os contratos que garantem o sustento e compram o silêncio das mães com relação à identidade dos pais destas crianças.
[Neste trecho, o autor descreve como Michele, um italiano gay de 25 anos, conhece um padre francês em uma sauna de Roma. Tradução livre do original]
- Michele passa. Olha. Eles se olham. Depois volta. Passa de novo. A mão agarra na toalha e o puxa para dentro de uma cabine.
- Beijam-se, tocam-se, amam-se. Não é um encontro de sexo casual como de costume. Tudo é muito suave, tranquilo, educado, leve. Belo. Alcançado o orgasmo, a mão se esgueira até Michele. Aconchega-se ao seu lado, o abraça, em silêncio. Cochilam.
- O despertar não é desconfortável. Apresentam-se, a mão quer saber o que Michele faz da vida, onde mora, quantos anos tem.
"E você, de onde é?", diz Michele.
"Sou francês", diz a mão.
"E o que faz em Roma?", diz Michele.
"Estudo teologia", diz a mão.
"Ah, vá!", diz Michele.
"Sim", diz a mão.
"Legal", diz Michele.
"Mas você entendeu?", diz a mão.
"Claro", diz Michele.
"Se quer me fazer uma pergunta, pode fazer", diz a mão.
"Você é um padre?", diz Michele.
"Sim", diz a mão. - (...)
Michele pergunta como pode um padre não conseguir seguir o ensinamento da Igreja. Como pode não ser coerente com as coisas que prega no púlpito. Não julga. Pergunta. A mão não se esquiva. Responde. Quer ser compreendido. Fala da beleza e da grandeza do Senhor, da importância do credo. E de como um padre é antes de tudo um homem, e só depois um padre.
Abbate: Coletar dados para dimensionar o fenômeno é uma tarefa difícil. Difícil porque, como é óbvio, não há estudos e tabelas oficiais, é preciso se contentar com estimativas parciais, que não têm a pretensão de trazer a verdade científica, mas que podem ajudar a entender quão grande é o terreno sobre o qual caminhamos.As tentativas mais articuladas vêm dos Estados Unidos. Segundo vários estudos do psiquiatra Richard Sipe, ex-monge beneditino e ex-sacerdote, 25% dos padres americanos tiveram relações com mulheres depois da ordenação. Outros 20% estiveram envolvidos em relações homossexuais ou se identificam como homossexuais ou se sentiram em conflito com essa questão.No Brasil, o Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris) realizou uma pesquisa anônima com 758 padres católicos: 41% admitiram ter tido relações sexuais. Metade se diz contrária ao celibato.Vamos à Europa. Eugene Drewermann, escritor, crítico, teólogo e ex-padre, afirma que na Alemanha, em um total de 18 mil sacerdotes, pelo menos seis mil vivem com uma mulher.O jornal “The Guardian” fala de milhares de casos de filhos de padres católicos no Reino Unido. Segundo Pat Buckley, bispo irlandês que fundou um grupo de apoio para amantes de padres, pelo menos 500 mulheres na Irlanda têm uma relação com um padre católico.E na Itália? Nada de nada. Ninguém nunca tentou esboçar qualquer levantamento. E tente entrar em contato com os psiquiatras que acompanham os casos mais difíceis de padres envolvidos em affaires sexuais. Evitam você como se fosse a peste.
UOL Notícias: Então seria possível afirmar que este é um fenômeno presente no mundo inteiro?
Abbate: Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo, não só em Roma e nas vizinhanças do Vaticano.
Orgias e filhos clandestinos eram parte da rotina do Vaticano no século 15, aponta HQ
- UOL Notícias: O seu livro conta de padres que procuram espaços para expressar a sexualidade, seja em bares, seja na internet, com perfis secretos no Facebook nos quais assumem a homossexualidade, mas que ao mesmo tempo não desejam abandonar a vida religiosa. Depois de tudo que o senhor conheceu, como vê exigência do celibato?
UOL Notícias: O Vaticano nega os casos? Como reage a Igreja?
Abbate: Para o Vaticano, o centro do problema é o escândalo, não o pecado individual. Porque o escândalo vai além da questão individual e alcança a instituição, alimenta uma série de dúvidas fortes sobre quem é envolvido. O escândalo coloca o problema de uma Igreja que mantém a seu serviço aqueles que não cumprem com sua missão universal, aqueles que traem essa missão. Em resumo, o escândalo afugenta os fiéis da Igreja.Durante o tempo em que estive envolvido com essa questão, entendi uma coisa: a Igreja não quer problemas. O respeito aos pobres fiéis ingênuos, salvo raríssimas exceções, é fator secundário. Muito diligente nas declarações de princípio, muito hipócrita nas questões práticas: esta é hierarquia vaticana. Esta é a Igreja de Roma. Seu primeiro mandamento é salvaguardar sua espécie, uma espécie a caminho da extinção.
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Após 15 anos, Luluzinha retorna às bancas brasileiras
ALEXANDRA MORAES/EDITORA-ASSISTENTE DA ILUSTRADA
Pouco mais de 15 anos depois de ter deixado as bancas, Luluzinha está de volta.
A menina criada por Marjorie Henderson Buell, ou Marge, em 1935, retorna aos gibis neste mês pela Ediouro. A editora comprou os direitos de publicação após o fim do contrato da Dark Horse/Classic Media com a Devir --responsável pelo lançamento de oito livros dedicados à turma entre 2004 e 2010, em preto e branco. Agora, as histórias, marcadas pela rivalidade entre meninas e meninos e a décadas de distância de skate ou videogame, vão reestrear em cores, como revistinha. Elas vêm com um almanaque em que a turma da Lulu Jovem --criada no Brasil em 2009, com foco nos pré-adolescentes-- conduz novos leitores pelo mundo da Luluzinha clássica. O alvo mais certo, porém, é outro: colecionadores e admiradores da Lulu de sempre.
| Reprodução | ||
| Os personagens Bolinha e Luluzinha, que voltam às bancas neste mês após uma década e meia de ausência |
quinta-feira, 31 de março de 2011
Schwarzenegger vai interpretar o super-herói The Governator
Ex-governador volta à carreira artística como dublador de animação.Desenho animado foi criado por Stan Lee, autor de Homem-Aranha.
Da AP
super-herói The Governator (Foto: AP)
A série de TV é o primeiro passo do projeto, que também incluiu o lançamento de filmes e histórias em quadrinhos.
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Personagem gay dos quadrinhos vai ganhar revista própria
O personagem Kevin Keller foi o primeiro gay na história da Archie Comics - empresa que publica quadrinhos norte-americanos desde 1941. Kevin surgiu em 2010, como coadjuvante da revista "Veronica", estrelada pela personagem de mesmo nome. Agora, Kevin deve ganhar sua própria revista.
Segundo o site "AfterElton", Kevin retorna nas páginas de "Veronica" em março, mas já no mês de junho deve sair sua revista, batizada de "Kevin Keller".
Dan Parent, o criador do personagem, declarou: "Sabíamos que ao abordar isso estávamos fazendo a coisa certa. Sempre ficamos preparados para algum ataque. Mas não houve muita reação. Aqui onde estou tem sido 98% positivo".
Na revista própria, Kevin vai protagonizar histórias sobre sua família, com flashbacks de sua infância, além
Segundo o site "AfterElton", Kevin retorna nas páginas de "Veronica" em março, mas já no mês de junho deve sair sua revista, batizada de "Kevin Keller".
Dan Parent, o criador do personagem, declarou: "Sabíamos que ao abordar isso estávamos fazendo a coisa certa. Sempre ficamos preparados para algum ataque. Mas não houve muita reação. Aqui onde estou tem sido 98% positivo".
Na revista própria, Kevin vai protagonizar histórias sobre sua família, com flashbacks de sua infância, além
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Autora diz que tom sexual de mangá de 1972 ainda causa polêmica
DIOGO BERCITO/FOLHA/ENVIADO ESPECIAL A ANGOULÊME (FRANÇA)
O recital privado de Riyoko Ikeda, 63, que cantou na segunda-feira no palácio de Versalhes, é repleto de detalhes que fazem do evento uma ocasião inusitada e possivelmente sem repetição.
A autora de mangás é conhecida por fazer poucas aparições públicas --isso mesmo em comparação com a cena cultural japonesa, em que mangakás estão entre as personalidades mais ricas, influentes e requisitadas.
Outro traço marcante do acontecimento é o repertório do recital, composto pela rainha francesa Maria Antonieta (1755-1793). Afinal, Ikeda se tornou uma popstar no Japão justamente por retratar a Revolução Francesa --que terminou com Antonieta decapitada-- em "Rosa de Versalhes", clássico dos anos 70.
"Acho que sou a única pessoa no mundo que vai ter esse privilégio", diz a autora à Folha, durante o festival internacional de quadrinhos de Angoulême, ao qual ela foi como convidada de honra devido à afinidade entre si e a cultura francesa.
Cercada por uma entourage protetora, Ikeda surpreendeu ao se mostrar acessível aos fãs que a reconheceram nas ruas frias da capital das HQs. Deixou-se fotografar com fãs e assinou exemplares de "Rosa de Versalhes". Aos 63 anos, décadas após a publicação do mangá que garantiu sua fama, Ikeda também chamou a atenção pelos modos elegantes e pelo ar jovial. "Em termos de energia espiritual, sou a mesma de quando publiquei 'A Rosa de Versalhes'", diz. "Mas, fisicamente, envelheci muito." As edições de "Rosa de Versalhes" são marcadas pela força emocional que Ikeda afirma se manter inalterada ao retratar romances proibidos e complicados. A protagonista do gibi é Oscar, garota criada como homem para poder suceder o pai como líder dos guardas do palácio. Além da confusão de gêneros, há insinuação de relações homossexuais entre personagens, o que levou o mangá a receber duras críticas na época de sua publicação e ainda hoje.
"A sociedade japonesa é muito conservadora", diz Ikeda. "É muito diferente, por exemplo, da França."
"Rosa de Versalhes" é o 14º mangá na lista de mais vendidos da história dos gibis japoneses, e é apontado como influência para a produção subsequente do país. "Acredito que meu trabalho tem um efeito terapêutico nas pessoas", afirma. O mangá tem também apoio sólido na pesquisa histórica da mangaká, garantindo um pano de fundo crível.
"Quando escrevi 'Rosa de Versalhes', li muitos livros, foi difícil", diz. "Hoje, uso a internet, mas não é o ideal. Eu venho de uma geração de leitores, gosto de passar o tempo virando páginas."
O recital privado de Riyoko Ikeda, 63, que cantou na segunda-feira no palácio de Versalhes, é repleto de detalhes que fazem do evento uma ocasião inusitada e possivelmente sem repetição.
A autora de mangás é conhecida por fazer poucas aparições públicas --isso mesmo em comparação com a cena cultural japonesa, em que mangakás estão entre as personalidades mais ricas, influentes e requisitadas.
Outro traço marcante do acontecimento é o repertório do recital, composto pela rainha francesa Maria Antonieta (1755-1793). Afinal, Ikeda se tornou uma popstar no Japão justamente por retratar a Revolução Francesa --que terminou com Antonieta decapitada-- em "Rosa de Versalhes", clássico dos anos 70.
"Acho que sou a única pessoa no mundo que vai ter esse privilégio", diz a autora à Folha, durante o festival internacional de quadrinhos de Angoulême, ao qual ela foi como convidada de honra devido à afinidade entre si e a cultura francesa.
Cercada por uma entourage protetora, Ikeda surpreendeu ao se mostrar acessível aos fãs que a reconheceram nas ruas frias da capital das HQs. Deixou-se fotografar com fãs e assinou exemplares de "Rosa de Versalhes". Aos 63 anos, décadas após a publicação do mangá que garantiu sua fama, Ikeda também chamou a atenção pelos modos elegantes e pelo ar jovial. "Em termos de energia espiritual, sou a mesma de quando publiquei 'A Rosa de Versalhes'", diz. "Mas, fisicamente, envelheci muito." As edições de "Rosa de Versalhes" são marcadas pela força emocional que Ikeda afirma se manter inalterada ao retratar romances proibidos e complicados. A protagonista do gibi é Oscar, garota criada como homem para poder suceder o pai como líder dos guardas do palácio. Além da confusão de gêneros, há insinuação de relações homossexuais entre personagens, o que levou o mangá a receber duras críticas na época de sua publicação e ainda hoje.
"A sociedade japonesa é muito conservadora", diz Ikeda. "É muito diferente, por exemplo, da França."
"Rosa de Versalhes" é o 14º mangá na lista de mais vendidos da história dos gibis japoneses, e é apontado como influência para a produção subsequente do país. "Acredito que meu trabalho tem um efeito terapêutico nas pessoas", afirma. O mangá tem também apoio sólido na pesquisa histórica da mangaká, garantindo um pano de fundo crível.
"Quando escrevi 'Rosa de Versalhes', li muitos livros, foi difícil", diz. "Hoje, uso a internet, mas não é o ideal. Eu venho de uma geração de leitores, gosto de passar o tempo virando páginas."
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Quarteto Fantástico vira trio com a morte do Tocha Humana
Johnny Storm morre depois de uma batalha na edição número 587.Mortes nos quadrinhos são famosas por alavancar suas vendas.
Do G1, com informações da AP
A Marvel revelou nesta terça-feira (25) que o Tocha Humana é o herói morto na edição número 587 da revista do Quarteto Fantástico. A vida de Johnny Storm é tirada em meio a uma enorme batalha que o roteirista Jonathan Hickman escreveu durante um ano e meio. A arte é assinada pelo ilustrador Steve Epting.
Agora, o destino dos outros heróis é incerto. Tom Brevoort, vice-presidente da Marvel, disse que a edição 588 é a última do Quarteto Fantástico. “Depois disso, não estamos prontos para dizer o que faremos. Não haverá uma edição 589.”

Agora, o destino dos outros heróis é incerto. Tom Brevoort, vice-presidente da Marvel, disse que a edição 588 é a última do Quarteto Fantástico. “Depois disso, não estamos prontos para dizer o que faremos. Não haverá uma edição 589.”
Imagens das capas da edição número 587 dos quadrinhos do Quarteto Fantástico, com a morte do Tocha Humana (Foto: AP)
Leitores se engajaram pela internet, no Twitter e em lojas de quadrinhos, debatendo sobre quem deveria morrer. “Nossos leitores se envolvem muito com as vidas dos personagens. Eles lutam junto deles, compartilham seus triunfos e quedas."Mas essa não é a primeira morte no grupo. Sue Storm, a Mulher Invisível, supostamente morreu, mas era apenas um truque. Seu marido, Reed Richard, o Sr. Fantástico, também foi dado como morto anteriormente.As mortes dos super-heróis, na maioria das ocasiões, se deveram a motivos monetários. A Marvel arrecada enormes quantias toda vez que iguala seus super-heróis aos simples mortais.Entre as mortes mais famosas da história em quadrinhos esteve a do Super-Homem, cujas revistas se esgotaram em 1992 depois que ele morreu em uma briga com Apocalipse. Apesar de receber uma grande homenagem, incluindo um funeral, o super-herói não demorou a retornar aos quadrinhos.Outra morte de destaque foi a do Capitão América, em 2007, causada por um franco-atirador. Ele morreu às portas de um tribunal, onde tinha prestado depoimento após violar uma lei antiterrorismo, mas retornou à história pouco depois.
Leitores se engajaram pela internet, no Twitter e em lojas de quadrinhos, debatendo sobre quem deveria morrer. “Nossos leitores se envolvem muito com as vidas dos personagens. Eles lutam junto deles, compartilham seus triunfos e quedas."Mas essa não é a primeira morte no grupo. Sue Storm, a Mulher Invisível, supostamente morreu, mas era apenas um truque. Seu marido, Reed Richard, o Sr. Fantástico, também foi dado como morto anteriormente.As mortes dos super-heróis, na maioria das ocasiões, se deveram a motivos monetários. A Marvel arrecada enormes quantias toda vez que iguala seus super-heróis aos simples mortais.Entre as mortes mais famosas da história em quadrinhos esteve a do Super-Homem, cujas revistas se esgotaram em 1992 depois que ele morreu em uma briga com Apocalipse. Apesar de receber uma grande homenagem, incluindo um funeral, o super-herói não demorou a retornar aos quadrinhos.Outra morte de destaque foi a do Capitão América, em 2007, causada por um franco-atirador. Ele morreu às portas de um tribunal, onde tinha prestado depoimento após violar uma lei antiterrorismo, mas retornou à história pouco depois.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Morte de um dos super-heróis transformará "O Quarteto Fantástico" em trio
(EFE).- A editora Marvel resolveu acabar para sempre com a união dos integrantes de "O Quarteto Fantástico", que a partir do próximo dia 26, passará a ser um trio, após a morte de um de seus membros.
A identidade do super-herói que morrerá no episódio 587 da saga ainda não foi revelada, mas tudo indica que a surpresa provocará um terremoto de inusitadas consequências no Universo Marvel.Criado em 1961 pelo famoso roteirista Stan Lee e o desenhista Jack Kirby, "O Quarteto Fantástico" superou várias mortes ao longo de sua longa trajetória, como foram os casos da Mulher Invisível - Sue Storm - e do Senhor Fantástico - Reed Richards -, que ressuscitaram em edições posteriores.As mortes dos super-heróis, na maioria das ocasiões, se deveram a causas estritamente monetárias. A Marvel arrecada enormes quantias toda vez que iguala seus super-heróis aos simples mortais.Entre as mortes mais famosas da história em quadrinhos esteve a do Super-Homem, cujas revistas esgotaram em 1992 depois que ele morreu em uma briga com Apocalipse. Apesar de receber uma ostentosa homenagem, incluindo um funeral, o super-herói não demorou a retornar aos quadrinhos.Outra morte de destaque foi a do Capitão América em 2007, causada por um franco-atirador controlado pelo vilão Caveira Vermelha. O super-herói morreu às portas de um tribunal, onde tinha prestado depoimento após violar uma lei antiterrorismo, mas retornou à história pouco depois.Em 2010, 17 anos após sua última aventura, o Capitão Trovão, já cinquentão e aposentado, voltou à ação em uma edição especial para proteger um tesouro e, depois, morrer.
De qualquer forma, o cenário se apresenta bastante obscuro para "O Quarteto Fantástico", já que fontes da editora falaram no final irremediável do grupo e no nascimento de uma nova série.
Na edição de dezembro, os integrantes do grupo se encontravam imersos em situações de máximo risco, de modo que qualquer um deles poderia ser o escolhido para morrer.Muitas apostas assinalam a Tocha Humana - Johnny Storm -, que nunca morreu, e O Coisa - Ben Grimm-, que já deixou o grupo durante um tempo para protagonizar uma aventura sozinho.Para manter o suspense até o último momento, o próximo número da série chegará ao mercado envolvido em um plástico preto, uma forma de garantir que ninguém conseguirá desvelar o mistério antes da hora.
Enquanto isso, as apostas já estão dominando a internet. De acordo com os que apostaram pelo site BetUs.com, a vítima mais provável é a Mulher Invisível, seguida por Tocha Humana, Senhor Fantástico e O Coisa. A sorte está lançada.
A identidade do super-herói que morrerá no episódio 587 da saga ainda não foi revelada, mas tudo indica que a surpresa provocará um terremoto de inusitadas consequências no Universo Marvel.Criado em 1961 pelo famoso roteirista Stan Lee e o desenhista Jack Kirby, "O Quarteto Fantástico" superou várias mortes ao longo de sua longa trajetória, como foram os casos da Mulher Invisível - Sue Storm - e do Senhor Fantástico - Reed Richards -, que ressuscitaram em edições posteriores.As mortes dos super-heróis, na maioria das ocasiões, se deveram a causas estritamente monetárias. A Marvel arrecada enormes quantias toda vez que iguala seus super-heróis aos simples mortais.Entre as mortes mais famosas da história em quadrinhos esteve a do Super-Homem, cujas revistas esgotaram em 1992 depois que ele morreu em uma briga com Apocalipse. Apesar de receber uma ostentosa homenagem, incluindo um funeral, o super-herói não demorou a retornar aos quadrinhos.Outra morte de destaque foi a do Capitão América em 2007, causada por um franco-atirador controlado pelo vilão Caveira Vermelha. O super-herói morreu às portas de um tribunal, onde tinha prestado depoimento após violar uma lei antiterrorismo, mas retornou à história pouco depois.Em 2010, 17 anos após sua última aventura, o Capitão Trovão, já cinquentão e aposentado, voltou à ação em uma edição especial para proteger um tesouro e, depois, morrer.
De qualquer forma, o cenário se apresenta bastante obscuro para "O Quarteto Fantástico", já que fontes da editora falaram no final irremediável do grupo e no nascimento de uma nova série.
Na edição de dezembro, os integrantes do grupo se encontravam imersos em situações de máximo risco, de modo que qualquer um deles poderia ser o escolhido para morrer.Muitas apostas assinalam a Tocha Humana - Johnny Storm -, que nunca morreu, e O Coisa - Ben Grimm-, que já deixou o grupo durante um tempo para protagonizar uma aventura sozinho.Para manter o suspense até o último momento, o próximo número da série chegará ao mercado envolvido em um plástico preto, uma forma de garantir que ninguém conseguirá desvelar o mistério antes da hora.
Enquanto isso, as apostas já estão dominando a internet. De acordo com os que apostaram pelo site BetUs.com, a vítima mais provável é a Mulher Invisível, seguida por Tocha Humana, Senhor Fantástico e O Coisa. A sorte está lançada.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
"Hit" do verão na Bahia insinua sexo entre heróis de quadrinhos
MATHEUS MAGENTA/FOLHA
DE SALVADOR
Uma música que junta super-heróis de quadrinhos a coreografias com rebolados e insinuações sexuais entre o Super-Homem e a Mulher Maravilha é o hit do verão.
"Foge, foge, Mulher Maravilha. Foge, foge com o Superman", diz um dos trechos de "Liga da Justiça", da banda LevaNóiz. A palavra "foge" é repetida mais de 80 vezes em quatro minutos, mas o cantor André Ramon, 23, nega que haja duplo sentido.
"A maldade está na cabeça das pessoas", afirma ele.
Com elementos do samba e do axé music, o pagode baiano tem como exemplo mais recente de sucesso o "Rebolation", do Parangolé. Lançada em novembro passado, "Liga da Justiça" é uma das mais tocadas nas rádios baianas e já figura como favorita na disputa pelo título de música mais tocada no Carnaval de Salvador. A música já passou pelo repertório de Ivete Sangalo e Claudia Leitte, principais representantes da axé music. Elas funcionam como uma espécie de Midas para bandas como o LevaNóiz.
No Youtube, vídeos relacionados à música, como o clipe oficial feito pela banda, já ultrapassaram 1 milhão de visualizações, se somados. No clipe, o cantor André Ramon aparece vestido de Super-Homem e rebola ao lado de duas dançarinas fantasiadas de Mulher Maravilha.
O vídeo traz ainda uma animação com os personagens repetindo a coreografia, com direito a gritos agudos do Robin (parceiro do Batman) e troca de olhares maliciosos entre o Super-Homem e a Mulher Maravilha.
DE SALVADOR
Uma música que junta super-heróis de quadrinhos a coreografias com rebolados e insinuações sexuais entre o Super-Homem e a Mulher Maravilha é o hit do verão.
"Foge, foge, Mulher Maravilha. Foge, foge com o Superman", diz um dos trechos de "Liga da Justiça", da banda LevaNóiz. A palavra "foge" é repetida mais de 80 vezes em quatro minutos, mas o cantor André Ramon, 23, nega que haja duplo sentido.
"A maldade está na cabeça das pessoas", afirma ele.
Com elementos do samba e do axé music, o pagode baiano tem como exemplo mais recente de sucesso o "Rebolation", do Parangolé. Lançada em novembro passado, "Liga da Justiça" é uma das mais tocadas nas rádios baianas e já figura como favorita na disputa pelo título de música mais tocada no Carnaval de Salvador. A música já passou pelo repertório de Ivete Sangalo e Claudia Leitte, principais representantes da axé music. Elas funcionam como uma espécie de Midas para bandas como o LevaNóiz.
No Youtube, vídeos relacionados à música, como o clipe oficial feito pela banda, já ultrapassaram 1 milhão de visualizações, se somados. No clipe, o cantor André Ramon aparece vestido de Super-Homem e rebola ao lado de duas dançarinas fantasiadas de Mulher Maravilha.
O vídeo traz ainda uma animação com os personagens repetindo a coreografia, com direito a gritos agudos do Robin (parceiro do Batman) e troca de olhares maliciosos entre o Super-Homem e a Mulher Maravilha.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Novos quadrinhos da Marvel mostram super-heróis depressivos
Personagens terão o próprio medo como principal vilão na série 'Fear itself'.
Situações de crise do mundo moderno serão temas abordados nas HQs.
Do G1, em São Paulo
Série 'Fear itself' será lançada em março de 2011 pela Marvel. Os super-heróis irão enfrentar situações do mundo moderno na saga. Nas fotos acima, a incerteza do amanhã e a perda da fé são abordados (Foto: AP)
Em abril será lançado uma minissérie em 7 edições. Todos os personagens da Marvel irão enfrentar aquilo que foi chamado de 'Deus do medo' (Foto: AP)
Situações de crise do mundo moderno serão temas abordados nas HQs.
Do G1, em São Paulo
Série 'Fear itself' será lançada em março de 2011 pela Marvel. Os super-heróis irão enfrentar situações do mundo moderno na saga. Nas fotos acima, a incerteza do amanhã e a perda da fé são abordados (Foto: AP)
Em abril será lançado uma minissérie em 7 edições. Todos os personagens da Marvel irão enfrentar aquilo que foi chamado de 'Deus do medo' (Foto: AP)
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Polêmica lei restringe mangá com cenas sexuais "extremas" em Tóquio
(EFE).- A Assembleia Metropolitana de Tóquio aprovou nesta quarta-feira uma lei que proibirá, a partir de julho de 2011, a venda na cidade de mangás com cenas sexuais "extremas" aos menores de 18 anos, causando polêmica sobre liberdade de expressão.
A norma determina à indústria do mangá (histórias em quadrinhos japonesas) que previna que os menores de idade adquiram ou tenham acesso a material explícito incesto, estupro e outros crimes sexuais.
A partir de 1º de julho do próximo ano, as editoras deverão proibir a venda aos menores das histórias em quadrinhos que forem qualificadas pelo Governo metropolitano de "livros doentios" por seu conteúdo sexual, informou a agência local "Kyodo".
A medida suscitou forte polêmica na indústria da história em quadrinhos, para quem a medida significa censura à liberdade de expressão e à criatividade dos desenhistas.
A norma determina à indústria do mangá (histórias em quadrinhos japonesas) que previna que os menores de idade adquiram ou tenham acesso a material explícito incesto, estupro e outros crimes sexuais.
A partir de 1º de julho do próximo ano, as editoras deverão proibir a venda aos menores das histórias em quadrinhos que forem qualificadas pelo Governo metropolitano de "livros doentios" por seu conteúdo sexual, informou a agência local "Kyodo".
A medida suscitou forte polêmica na indústria da história em quadrinhos, para quem a medida significa censura à liberdade de expressão e à criatividade dos desenhistas.
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