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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

LG introduz TV sensível ao toque no Brasil por R$ 2,7 mil

Modelo tem opções de 50 e 60 polegadas e permite salvar anotações feitas na tela. Foto: Divulgação Modelo tem opções de 50 e 60 polegadas e permite salvar anotações feitas na tela
Foto: Divulgação
 
A LG anunciou nesta terça-feira que traz ao Brasil dois de seus modelos de TV com tela sensível ao toque. Os aparelhos plasma Pentouch 60PZ850B e 50PT490B, respectivamente de 60 polegadas e 50 polegadas, podem ser sincronizados ao computador para se tornarem interativas.
A interface do usuário com a tela é uma caneta Magic Pen, que pode ser usada em simultâneo com outro acessório igual. Com ela é possível desenhar e pintas na tela, a partir de aplicativos específicos. O "Bloco de rascunhos", por exemplo, permite que as crianças criem livremente na tela da TV e depois salvem seus arquivos e até imprimam-nos. O "Diário de Família" convida a todos para registrarem os momentos importantes do lar na tela do televisor.
As Pentouch também são voltadas, além das famílias com crianças, às empresas e instituições de ensino em que há muitas apresentações de conteúdos. Com o aplicativo "My Office", por exemplo, controla slideshows, planilhas e documentos. Mas o maior apela no lado corporativo e educacional, segundo as expectativas da LG, está na possibilidade de conectar-se à internet a partir da tela de 50 ou 60 polegadas.
Os modelos de TV touchscreen também têm sistema Smart Energy Saving, de economia de energia, e conversor digital integrado para o sistema brasileiro, além de reproduzirem vídeos em alta definição pela porta USB. O modelo de 50 polegadas parte de R$ 2.699, e o de tela maior, de R$ 5.999. A diferença de preço no caso da TV de 60 polegadas se deve ao conversor de 2D para 3D, à capacidade de reproduzir em 3D e à resolução Full HD.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Saiba mais antes de comprar-Ativa ou passiva? Veja as diferenças entre as tecnologias de TV 3D

SAULO FERREIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

De olho no faturamento das grandes produções cinematográficas, os principais fabricantes colocaram televisores 3D no mercado no fim de 2009. Dois anos depois, os interessados em 3D já têm outra decisão na hora da compra: qual tecnologia 3D escolher? Ativa ou passiva?
Inseridos precocemente no mercado, as TVs 3D venderam menos que o esperado pelos fabricantes. A indústria sonhava com 30 milhões de unidades vendidas em 2010, mas, segundo a consultoria DisplaySearch, o comércio global de TVs 3D não passou de 5 milhões de unidades. Em 2011, esse quadro começou a mudar. No Brasil, de janeiro a agosto, a venda de televisores 3D saltou de uma média de 21,5 mil unidades por mês para cerca de 46 mil aparelhos mensais. No ano, 5% das TVs vendidas no país são 3D, segundo números da consultoria GfK. E o preço caiu. Em janeiro, uma TV 3D de 42 polegadas custava em média R$ 5.500. Em agosto, esse valor era de R$ 3.500. Hoje, há modelos 3D por menos de R$ 3.000.
A melhora nas vendas e a queda nos preços estão ligadas à evolução da tecnologia, que hoje se divide entre o 3D ativo e o 3D passivo. Navegue pelo infográfico abaixo para conhecer algumas diferenças entre essas duas tecnologias.
3D ATIVO
Samsung, Sony e Panasonic apostam no 3D ativo, o primeiro tipo a chegar ao mercado. "É a tecnologia que entrega a melhor qualidade de imagem com resolução Full HD", diz o gerente de marketing da linha Bravia da Sony Brasil, Luciano Bottura. De fato, o 3D ativo oferece uma imagem melhor, Full HD, com 1.920 por 1.080 pixels. Quando exibe as imagens, a TV 3D envia um sinal aos óculos ativos, que são equipados com baterias. Suas lentes abrem e fecham, de forma intercalada e em sincronia com as imagens. É tudo ultrarrápido -são até 240 imagens por segundo. Como cada olho vê um ângulo ligeiramente diferente da mesma cena, surge o efeito de profundidade. Mas essa qualidade traz consigo entraves. Os óculos ativos são relativamente pesados (40 g, em média) e caros (R$ 200 por unidade).
Além disso, eles se comunicam com as TVs via sinais infravermelhos ou Bluetooth, tecnologias incompatíveis entre si, e os óculos de uma marca não funcionam com os aparelhos de outra.
Para resolver o problema, Panasonic, Samsung e Sony se uniram para fazer um modelo "universal" de óculos ativos. Mas ainda é projeto.
3D PASSIVO
Nesse cenário, o 3D passivo é uma opção mais econômica. Os modelos são mais baratos, e os óculos, mais leves (15 g, em média) e mais em conta (R$ 40 por unidade), semelhantes aos usados em cinemas 3D do país. "É uma experiência 3D mais confortável", defende Felippe Motta, gerente da área de TVs da LG do Brasil. A qualidade de imagem, porém, é um pouco inferior.
Na TV de 3D passivo, uma película na frente da tela divide as ondas de luz em duas categorias, de ângulos ligeiramente diferentes. Quando chegam aos óculos, uma parte das luzes passa por uma lente; a outra parte, pela outra. No cérebro, recria-se o 3D. A LG foi a primeira a oferecer o 3D passivo. Depois, a Philips lançou a linha "3D Easy".

Editoria de Arte/Folhapress

*
3D ATIVO
Indicado para
Quem exige mais precisão das imagens, já que o formato oferece a melhor qualidade de imagem 3D, com até 1.080 linhas de pixels
Óculos
são mais pesados e incompatíveis entre si, e podem custar mais de R$ 200. Alguns modelos usam bateria de relógio, outros são recarregados via USB
Preço
a partir de R$ 3.500 (modelo de 42")
3D PASSIVO
Indicado para
quem pretende se divertir com amigos e familiares; oferece melhor ângulo de visão
Óculos
são mais leves, confortáveis e quase descartáveis; televisores são vendidos normalmente com quatro pares
Preço
a partir de R$ 2.300 (modelo de 32")

TV de plasma evolui e continua com imagem melhor do que de LCD

SAULO FERREIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Desde o surgimento das TVs de tela fina e o fim dos enormes televisores de tubo, uma dúvida assombra os usuários: a melhor opção é tecnologia de LCD ou de plasma?
Não há uma resposta exata. Em termos de mercado, é fácil apontar um vencedor: em 2010, 188 milhões de aparelhos de LCD foram vendidos no mundo, contra 18,2 milhões de TVs de plasma.
Para o consumidor, o melhor é entender as diferenças entre as tecnologias.
A disputa entre os dois padrões começou há dez anos, quando o mercado de aparelhos de televisão foi revolucionado pelo lançamento das TVs de plasma. Os consumidores começaram a deixar de lado o aparelho antigo de tubo para cobiçar a modernidade de espessura fina e de dimensões maiores que 40 polegadas. O LCD chegou em seguida e se popularizou graças às desvantagens do seu concorrente: as primeiras gerações de plasma apresentavam problemas como manchas na tela, além de terem um consumo de energia maior.

Editoria de Arte/Folhapress

IMAGEM X VARIEDADE
Hoje ambas apresentam vantagens e desvantagens que devem ser levadas em conta na hora da compra.
Para os aficionados por vídeo, o plasma oferece maior qualidade de imagem. Porém, seu consumo de energia continua alto em comparação ao LCD convencional e ao LCD com LED. E o LCD tem mais modelos disponíveis, com maior variedade de tamanhos. Se o melhor televisor é aquele que o bolso pode pagar, uma TV de plasma atualmente chega a ser de 10% a 20% mais barata do que uma de LCD de tamanho similar. "Elas oferecem o melhor custo-benefício. Um modelo de 43 polegadas de plasma, por exemplo, pode custar R$ 2.299. Já um modelo de LED de 40 polegadas custa a partir de R$2.399", afirma Rafael Cintra, gerente de TVs da Samsung do Brasil. Para as empresas fabricantes (no mundo, só LG, Samsung e Panasonic), o fato é explicado pelo estágio avançado de produção da tecnologia, que possibilita produzir e comercializar equipamentos mais baratos. "O televisor de plasma atende a um nicho específico do mercado, como os cinéfilos, ou os usuários que prezam por imagens mais naturais", complementa Cintra. "Há uma parcela de consumidores que prefere as TVs de tecnologia plasma especialmente pela presença de alguns recursos", diz Daniel Augusto Almeida, gerente de produtos da LG. Há modelos de TVs de plasma com certificação de vídeo THX, oferecida aos produtos que apresentam experiência sonora e visual próxima à de uma sala de cinema.
Mas o principal atrativo do plasma é mesmo a qualidade de imagem um pouco superior, que evita "borrões" na tela e melhora a definição, especialmente, de cenas com movimentos muito rápidos, como em eventos esportivos ou filmes de ação.
É TUDO IGUAL?
Para Carlos Eduardo Vieira, engenheiro da associação de consumidores ProTeste, escolher entre o LCD e o plasma não é tarefa simples:
"As tecnologias de plasma e LCD evoluíram tanto que a qualidade de imagem das duas é bem parecida. O que é exibido por um televisor LCD com iluminação de LED é muito próximo de um modelo de plasma", diz. Na avaliação do engenheiro, essa proximidade faz com que o consumidor escolha o modelo que mais agrade aos olhos. "A maioria das pessoas não consegue identificar que uma TV tem uma imagem inferior à outra. O usuário se apega a outras coisas, como o design e a espessura", afirma Vieira.

Editoria de Arte/Folhapress

*
TV DE PLASMA
Indicado para
Ambientes com bloqueio total da incidência de luz externa
Consumo de energia
450 watts (modelo de 42")
Vida útil
25 anos (8 horas de uso diário)
Espessura
entre 4 e 10 cm
Preço
a partir de R$ 1.300 (42")
TV DE LCD
Indicado para
ambientes iluminados, pois conta com película protetora
Consumo de energia
180 watts (modelo de 42")
Vida útil
20 anos (8 horas de uso diário)
Espessura
entre 3 e 10 cm
Preço
a partir de R$ 1.000 (32")

Internet TV-Com poucos aplicativos, TVs conectadas ainda são limitadas

BRUNO ROMANI/LEONARDO MARTINS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Principal tela na maioria dos lares, as televisões também querem se conectar à internet. Assim, as TVs inteligentes, com acesso à rede, começam a crescer no Brasil -mesmo com incertezas ainda rondando a categoria.
Entre janeiro e agosto deste ano, aparelhos com capacidade de conexão representaram 20% das vendas de televisores no país, segundo a consultoria GfK. No mesmo período em 2010, a porcentagem foi de 4%.
E a tendência é que o número continue crescendo, pois, gradualmente, os fabricantes vão acrescentando a função em parte dos aparelhos disponíveis no mercado. Por exemplo, dos 26 modelos da Sony à venda atualmente, 22 são televisões conectadas. "A tendência é que, até 2014, 75% das TVs tenham conexão à internet. Em média, o mercado brasileiro vende 10 milhões de TVs por ano. Esperamos que em 2012, as TVs conectadas correspondam a cerca de 40% das vendas", diz Rafael Cintra, gerente de TVs da Samsung. Porém, ter capacidade de conexão não significa que as TVs serão ligadas à internet pelos seus donos. "O primeiro obstáculo para a popularização das TVs conectadas é o conhecimento -a pessoa entender quais os benefícios de se conectar", diz Marcelo Varon, gerente de internet vídeo da Sony Brasil. Já Cintra conta que é possível notar, por meio do IP (espécie de CEP virtual de cada aparelho que se conecta à rede), que alguns televisores inteligentes levam mais tempo do que deveriam para se conectarem. Em outras palavras, tem gente que compra TV inteligente, mas não a conecta à internet.

Editoria de Arte/Folhapress

CONTEÚDO
O tipo de conteúdo também deixa dúvidas quanta à inteligência das TVs. Apesar se espelharem nos smartphones, os apps são bem simples -em casos de jogos, eles são baseados em Flash. Já o navegador e os apps de redes sociais não são tão utilizados quanto nos celulares.
Por isso, os fabricantes apostam alto em vídeo. Os principais aplicativos são de serviços de streaming, como o de aluguel de filmes (Netflix), parcerias com canais de TV (SBT e Band) e sites populares na rede (YouTube). O acesso a isso não é impossível se você conectar o seu notebook à TV. Mesmo assim, os fabricantes preferem usar suas próprias plataformas de aplicativos como parte da estratégia de marketing. Elas são usadas para anunciar que determinado fabricante tem conteúdos que a concorrência não tem. Assim, a experiência entre donos de TVs inteligentes é heterogênea. O cenário é parecido com a era pré-Android no mundo dos smartphones. "A fragmentação de plataformas e marcas estará com a gente pelo resto da vida", diz Júlia Canalini, diretora-executiva da desenvolvedora de apps Venta.

Editoria de Arte/Folhapress

 

Saiba mais antes de comprar-'TV de LED' não passa de uma TV de LCD mais sofisticada

SAULO FERREIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A tecnologia LED nos aparelhos de TV no Brasil se popularizou ao longo de 2011: 38% das unidades vendidas no país de janeiro a agosto usam LED. Segundo levantamento da consultoria GfK, há mais modelos dessas TVs (55 em 2011 contra 18 em 2010) no mercado, e seus preços caíram, em média, 47%.
Mas, afinal, qual a diferença entre uma TV que usa LED para uma TV de LCD, de tela de cristal líquido? Nenhuma: a TV com LED é uma TV de LCD. Não entendeu? Simples, o LED não é um tipo de televisão, mas um tipo de iluminação traseira usado pelos monitores de LCD.
Nenhuma tela de cristal líquido produz luz própria. Para exibir imagens, o televisor LCD precisa de uma fonte de luz auxiliar: o backlight. Nas LCDs tradicionais, esse painel de luz de fundo é formado por lâmpadas fluorescentes, comuns em muitas casas. Nas TVs com LED, saem as lâmpadas fluorescentes e entra um conjunto de LEDs, aquelas "minilâmpadas", diodos emissores de luz. A popularização das TVs com LED tem motivo: seus modelos podem ser maiores e mais finos, oferecem brilho mais intenso e consomem menos energia. "Os LCD com LED têm mais contraste de imagens e cores mais próximas do real", diz Daniel Augusto Almeida, gerente de produtos da LG do Brasil.

Editoria de Arte/Folhapress

BORDA X COMPLETO
E toda TV com LED é igual? Não. Há dois tipos em uso no país: o LED de borda (edge-lit) e o LED completo (local dimming). O mais usado é o de borda, que, como o próprio nome diz, funciona como um conjunto de LEDs organizados ao longo da borda da tela LCD. A luz desses LEDs é direcionada ao centro da tela por um painel difusor. O LED completo espalha LEDs atrás de toda a tela de LCD, e as minilâmpadas são controladas individualmente pelo aparelho. "Se em um ponto da imagem exigir mais brilho, os LEDs iluminam só aquele local, sem alterar as demais áreas", explica Rafael Cintra, gerente de TVs da Samsung. Na comparação, uma TV com LED de borda é mais barata, fina e leve que uma com LED completo, que ganha em brilho, cor e contraste.

Editoria de Arte/Folhapress

*
LED DE BORDA
Indicado para
ambientes claros; tem bom desempenho em reprodução de filmes e jogos
Consumo de energia
120 watts (média de um modelo de 42")
Espessura
entre 3 e 6 cm
Preço
a partir de R$ 1.400 (32")
LED COMPLETO
Indicado para
aqueles que buscam taxas de contraste, brilho e cores muito mais precisas e dinâmicas
Consumo de energia
150 watts (média de um modelo de 46")
Espessura
entre 8 e 12 cm
Preço
a partir de R$ 6.000 (46")

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ELG lança kit para instalação e limpeza de TVs


 
Depois de lançar um aplicativo para iPhone/iPod Touch onde usuários e instaladores descobrem os suportes indicados para determinado modelo de TV, a ELG Pedestais traz como novidade um kit de instalação e limpeza de telas.
O kit (K51V4) reúne suporte de parede, nível bolha magnético, cabo HDMI, produto especial para limpeza de telas e flanela de microfibra. Segundo a empresa, o suporte pode ser utilizado com displays de plasma e LCD, convencional e LED, de 32" a 55" e peso de 50kg. Com certificação High Speed, o cabo aceita sinais Full HD em 3D e inclui canal de dados em rede (ethernet).
Outro lançamento da ELG é o suporte articulado de parede EM02V4, ideal para TVs LED-LCD de 26" a 60" com 28kg, que mantém o recuo do aparelho à parede em apenas 4cm. Permite ainda giro horizontal de 90 graus e ajustes de inclinação lateral e inferior.
Fonte: redação HOME THEATER

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Samsung, Sony e Panasonic vão criar padrão para óculos 3D

Graças ao 4D, o espectador percebe, graças a dispositivos especiais, cheiros sintéticos e sente na pele efeitos climatológicos como vento, chuva e .... Foto: EFE Samsung, Sony e Panasonic terão modelo de óculos 3D ativo comum para as três marcas
Foto: EFE

Samsung, Sony e Panasonic vão criar um modelo de óculos 3D ativo comum para as três marcas segundo informações do jornal El País.
A tecnologia conjunta deve chegar às lojas já em 2012 e é uma reação às baixas vendas de televisores tridimensionais. A pouca aceitação do público se deve, entre outros fatores, ao fato de que cada modelo de TV utiliza um óculos diferente.
O acordo das fabricantes de aparelhos inclui a indústria de óculos Xpand 3D, que produzirá acessórios para as novas televisões, mas também compatíveis com os modelos 3D já vendidos em 2011. A padronização das empresas deve levar, ainda, à escolha de uma única forma de conexão entre óculos e TV - hoje, a Samsung usa Bluetooth, enquanto Sony e Panasonic optam por infravermelhos.Outra parceria anunciada para unificação de tecnologias é a da LG com a Philips, que utilizam óculos 3D passivos, considerados mais claros e econômicos. A vantagem deste modelo é que não usa baterias e nem compartilha as imagens de cada olho. Para o esquerdo são enviadas as linhas de imagem ímpares, enquanto para o direito vão as linhas pares - o cérebro junta as duas e sente o efeito de tridimensionalidade. O lado negativo da tecnologia é que a imagem gerada tem metade da resolução possível, já que as 1.080 linhas são divididas em duas, ou seja, resultam em uma resolução de 540 linhas.Já os televisores que usam óculos ativos enviam uma imagem completa ao olho direito e outra ao esquerdo, a uma frequência duas ou quatro vezes mais rápida do que os 50 Hertz normais. O óculos "bloqueia" a visão de um e outro olho, alternada e sincronizadamente. A desvantagem deste modelo é que a se a sincronização entre TV e óculos não for perfeita o usuário percebe um piscar desconfortável.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Boa dica de Vídeo-Conheça a TV 3D LED-LCD Local-dimming da Sony



Revista HT

Sony lança Blu-ray player 3D com acesso a Internet



 
A Sony lança mais um leitor de Blu-ray o BDP-S480, compatível com discos 3D. Com o uso de um adaptador, o player pode ser conectado a uma rede Wi-Fi, permitindo acessar conteúdos on-line de parceiros da empresa como: SBT, Band, Lance! e sites como YouTube e Facebook.
Graças a presença de uma porta USB, é possível conectar um pen drive para a reprodução de fotos, vídeos e músicas, além de iPod, iPhone ou outros MP3 players.
O BDP-S480 possui certificação DLNA, que permite a troca de conteúdos entre dispositivos compatíveis sem a necessidade de cabos. O Blu-ray player pode ser operado por um smartphone, por meio do aplicativo Media Remote, disponível na Apple Store ou no Android Market. O BDP-S480 chega ao Brasil em agosto, com preço sugerido R$ 549,00.

FONTE: Sony

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Vídeo: saiba por que a TV de LED Sony é diferente


Por Alex dos Santos
Estávamos curiosos em conhecer a nova série HX925, lançada pela Sony mês passado, devido ao seu backlight tipo Local-dimming, cujos LEDs são alojados em blocos exatamente atrás dos pixels. Essa tecnologia, chamada pela empresa de Intelligent Peak, é seguramente capaz de apresentar melhor brilho e contraste, combinando nitidez nas cenas escuras e pretos mais profundos que a maioria dos modelos LED-LCDs disponíveis – tipo Edge-lit.
O televisor avaliado neste mês por nossa equipe, e que estará presente numa das próximas edições de HOME THEATER & CASA DIGITAL, é o KDL-46HX925, de 46”. É o top de linha da marca por oferecer 3D (incluindo conversão a partir de 2D), taxa de atualização de 240Hz, além de funcionalidades de rede (DLNA) e internet, como web browser e aplicativos de redes sociais.
Estamos começando os testes, mas já posso adiantar que essa TV pode ser posicionada entre as melhores LED-LCDs à venda atualmente no mercado.

TV de LCD Samsung Série 7 tem bom desempenho e preço alto

BRUNO DO AMARAL
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Além de exibir uma imagem impecável em alta definição, os televisores atuais, para se diferenciar, precisam ser capazes de apresentar vídeos em 3D e oferecer conexão à internet. Lançada neste ano, a linha Samsung Smart TV reúne todas essas características --ao menos para quem pode pagar por isso.
A empresa sul-coreana aposta em conectividade à internet com a função Smart HUB, que permite ver vídeos por meio de aplicativos (em geral limitados em conteúdo ou na interface) como os do YouTube, do Terra TV e do serviço de filmes sob demanda do NetMovies. A conexão é possível tanto com ou sem fio (Wi-Fi), sem a necessidade de acessórios. Há ainda a possibilidade de conexão a redes sociais e comunicação por Skype. A Samsung incluiu um navegador de web com bom suporte ao complemento multimídia Flash, da Adobe. O problema é navegar e pesquisar pelo conteúdo pelo controle remoto, extremamente limitado para a função.
Divulgação

É inevitável sentir frustração ao tentar buscar um vídeo, ainda mais pela solução adotada: um teclado virtual com as letras dispostas em ordem alfabética em vez do padrão QWERTY de computadores. Fazer isso pelo controle requer paciência --mais ainda ao tentar utilizar redes sociais. Uma boa opção para consumir mídia é aproveitar a sua rede doméstica para acessar, pela TV, vídeos, fotos e músicas no seu computador ou em outros aparelhos compatíveis. A série 7000 traz uma tela de LCD com LED (diodos emissores de luz), o que garante uma alta taxa de contraste. O modelo específico testado possuía 46 polegadas, mas a linha oferece também tamanhos de 40 e 55 polegadas. O design limpo é agradável e a tela, com uma moldura mínima, passa a impressão de ser ainda maior. O televisor, que vem com um par de óculos especiais, mostrou ótimo desempenho ao exibir conteúdo em 3D de um PlayStation 3. A experiência com filmes em Blu-ray também foi boa, mas é interessante calibrar a função Auto Motion Plus para não ter um efeito de movimentação artificial demais. O conversor digital integrado permite ao usuário assistir à programação da TV aberta brasileira. Há ainda um recurso de gravação de programas em alta definição, mas é necessário ter um disco rígido externo dedicado apenas a isso (a função não é compatível com pen drives). O maior problema é mesmo o preço. Apesar de televisores de LCD com iluminação LED estarem cada vez mais acessíveis, muitos modelos capazes de exibir imagens em 3D e com conexão à internet ainda têm preço proibitivo. O modelo testado custa em média R$ 6.400.
Divulgação

PRÓS
Recursos de internet
Tela de boa qualidade
Pequena espessura
Capaz de gravar programação de TV digital
CONTRAS
Preço alto
Navegação pelo controle remoto
Aplicativos limitados demais
VEREDICTO
A Smart TV é um ótimo aparelho para conteúdos em alta definição e 3D, mas o preço ainda é proibitivo demais para a maioria dos consumidores
AVALIAÇÃO
Ótimo
SAMSUNG SMART TV SÉRIE 7
Tela LED de 46 polegadas
Resolução Full HD com capacidade 3D
Conexão à internet
Quatro entradas HDMI
Três entradas USB

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Dicas-Como limpar telas de monitores e TVS de LCD e de Plasma

Não existe segredo para limpar monitores de LCD (Liquid Crystal Display), ou cristal líquido. Mas é importante tomar alguns cuidados simples ensinados por fabricantes para garantir a conservação do equipamento.

A Philips, por exemplo, recomenda que não se use produtos à base de acetona, tolueno ou álcool para limpar a superfície da tela. Segundo a fabricante, estes produtos químicos causarão danos ao equipamento, como por exemplo, o desbotamento das cores. Detergentes e desinfetantes também estão expressamente proibidos.O ideal para retirar marcas de dedo ou impressões digitais, de acordo com a assistência técnica HCL Eletrônica, autorizada da Sony e Panasonic, é usar um pedaço de algodão levemente umedecido com água e passá-lo suavemente na tela. Para limpar a poeira deve-se usar apenas um pano macio, como uma flanela. Jamais utilize objetos ásperos ou pontiagudos para remover sujeiras da superfície.
Outra dica importante da Philips é, caso espirre acidentalmente algum líquido na tela, limpe-a imediatamente. Não deixe secar porque o tempo de exposição a líquidos pode causar deformações na superfície. Os fabricantes também alertam para prestar atenção a mudanças bruscas de temperatura que podem causar estragos aos monitores. O ar pode condensar na tela e umedecê-la. Isso resulta em danos como manchas ou marcas, além de prejudicar componentes elétricos.

Novos plasmas 3D da Panasonic trazem Skype e DLNA

 
A Panasonic acaba de renovar a sua linha de TVs de plasma 3D, que desta vez oferece capacidade de conversão de sinais 2D para 3D. As telas Full HD de 50” (TC-P50GT30B/R$ 5.499) e 42” (TC-P42GT30B/R$ 3.999) possuem painel com tecnologia mais avançada. Segundo a empresa, o Neo Plasma visa tornar os pretos profundos, a emissão de luz mais eficiente para aprimorar o brilho, além de reduzir a reflexão na tela causada em ambientes iluminados.
Ambos os modelos trabalham com taxa de atualização de 600Hz. Na parte de recursos, os plasmas Panasonic incorporam o conceito Viera Connect, o qual permite realizar videochamadas pelo Skype, com o uso de uma webcam opcional, e acessar sites de meteorologia, economia, rádios on line e redes sociais.
O compartilhamento de fotos e vídeos junto a PCs e portáteis pode ser feito pelo protocolo de comunicação DLNA em conexão LAN ou sem fio – através de adaptador WiFi vendido separadamente. Entrada HDMI (quatro), USB e para cartão SD também estão presentes.

Fonte: redação HOME THEATER

domingo, 19 de junho de 2011

TV LCD tem definição 16 vezes maior do que o HDTV

A emissora japonesa NHK e a Sharp anunciaram um televisor com resolução Super Hi-Vision, que consegue reproduzir imagens em com definição 16 vezes maior do que o atual HDTV (1080i).
Semanas atrás, a própria NHK havia mostrado ao mundo um protótipo de uma câmera filmadora profissional, de 35mm, com sensor de 33 megapixels, a única capaz de gravar imagens para serem vistas pelo televisor mostrado agora.Desenvolvido com tecnologia LCD – a empresa não revela se o TV tem backlight convencional ou de LED – o display tem 85 polegadas e capacidade de reproduzir imagens com resolução de até 7680x4320 pixels. Ainda segundo a Sharp, em 2020 será possível produzir comercialmente equipamentos com essa definição.Segundo a empresa, além de permitir reprodução e captação de imagens com resolução 16 vezes superior, a tecnologia Super Hi-Vision consegue reproduzir som surround em 22.2 canais, até mesmo por meio de fones de ouvidos convencionais.

Fonte: Sharp

DICAS-Como escolher (bem) um TV de led

por Orlando Barrozo/Revista HT

Mesmo que você não faça questão de um TV ultrafino (há quem diga que isso é bobagem), o fato é que a tecnologia de leds (diodos emissores de luz, na sigla em inglês) é uma revolução. Esses TVs estão cada vez mais presentes nas lojas e, portanto, tendem a ocupar mais e mais casas pelo mundo afora. Oferecem uma série de vantagens sobre seus antecessores, os LCDs que utilizam lâmpadas. E estão sendo aprimorados a cada nova linha que sai das fábricas.Existem dois tipos de TVs LCD - os convencionais usam backlight de lâmpadas fluorescentes (CCFL), semelhantes às que a maioria das pessoas tem em casa; os chamados "TVs de LED" são também LCDs, só que seu backlight utiliza leds. São pequenos dispositivos elétricos que emitem luz muito mais intensa e duram bem mais que as lâmpadas.Além de seu custo ser mais baixo (um único led fornece luz equivalente à de várias lâmpadas), esses televisores duram mais e são menos agressivos à natureza. Com isso, os preços estão caindo no mundo inteiro - inclusive no Brasil. Os primeiros TVs desse tipo saíram em maio de 2009 custando em torno de R$ 7.000 (modelos de 40"); hoje, um aparelho equivalente pode ser adquirido até um terço desse valor.
E a performance dos modelos lançados nos últimos meses está entre as melhores do mundo! Não é exagero: devido à situação da economia mundial, os produtos estão chegando ao Brasil quase que simultaneamente ao lançamento nos EUA e na Europa. Ou seja, os TVs que você encontra hoje nas principais lojas brasileiras são - com raras exceções - os mesmos que um americano ou alemão irá encontrar por lá.
FIQUE DE OLHO
Taxa de contraste – Os TVs com taxa mais alta são os que reproduzem melhor as cenas escuras dos filmes, permitindo enxergar até pequenos detalhes (observe, por exemplo, os cabelos dos atores). Os leds propiciaram grande avanço nesse item, que sempre foi o ponto fraco dos LCDs. Os modelos atuais têm ótimos níveis de branco e preto, além de reproduzir todas as gradações de cinza. Esqueça as taxas de contraste mencionadas pelos fabricantes, pois não há uma padronização. Mais importante é você mesmo observar o TV de perto. Pegue um filme como Batman - O Cavaleiro das Trevas, que é muito escuro, e veja se consegue identificar bem os detalhes. Essa é uma boa prova.Cores – Imagens naturais, nem lavadas nem excessivamente brilhantes: é isso que se espera de um bom TV. Os LED-LCDs top de linha conseguem a medida certa. Cores fortes - vermelho, amarelo, azul - parecem reais e não cansam os olhos. Além disso, seus processadores conseguem captar uma gama bem maior de tonalidades, o que é fundamental na transição das cenas.
Taxa de renovação (refresh rate) – Medida em hertz, é o número que indica quantas vezes o TV é capaz de ler cada quadro da imagem. Essa leitura é feita em altíssima velocidade e, portanto, depende de circuitos internos extremamente precisos. A maioria dos TVs LCD convencionais trabalha com taxa de 60Hz (leitura de 60 vezes por segundo). Mas os LED-LCDs são bem mais avançados: a freqüência pode ser de 120, 240 ou até 480Hz. E acredite: faz enorme diferença, principalmente na comparação entre um TV de 120Hz e outro de 240Hz.
Tempo de resposta (response time) - Uma das deficiências dos TVs LCD convencionais está na reprodução de imagens rápidas, como esportes, corridas, objetos em movimento ou cenas de perseguição dos filmes. Em muitos casos, pode-se ver rastros ou borrões que acompanham esses movimentos (tecnicamente, essa falha é conhecida como blur). Para corrigir o problema, os fabricantes vêm desenvolvendo processadores que conseguem responder mais rapidamente às mudanças nas cenas. Os melhores TVs atingem tempo de resposta de até 1 milisegundo, mas modelos na faixa de 3 a 5ms já apresentam um desempenho excelente nesse item.
Espessura - Os LCDs com backlight de led têm como grande apelo visual a espessura do gabinete: menos de 3cm, contra até 12cm dos demais modelos. Todos vêm com suporte de mesa, em fino acabamento, mas você pode, se quiser, pendurá-los na parede usando o próprio suporte que alguns fabricantes fornecem junto com o TV; ou adquirindo à parte suportes vendidos por empresas especializadas. Um detalhe que nem todo mundo observa é que as telas ultrafinas são muito mais delicadas. Todo manuseio deve ser feito com o máximo cuidado, incluindo a limpeza de pó e/ou gordura que podem se acumular com o tempo.
Brilho - Para tornar seus TVs ainda mais atraentes, alguns fabricantes utilizam vidros brilhantes na fabricação. Isso tem uma vantagem e uma desvantagem. O brilho do display é útil quando se assiste televisão durante o dia, ou quando as luzes ficam acesas. Mas pode ser um incômodo dependendo da posição do TV na sala. Se você optar por um desses modelos, verifique antes que não haverá luz (natural ou artificial) incidindo diretamente sobre a tela, pois os reflexos serão inevitáveis.
Conexões - Os novos TVs LED-LCD estão saindo com uma variedade de conectores que não se encontravam até alguns anos atrás. Isso permite ligar ao mesmo tempo diversas fontes de sinal: player Blu-ray, receptor de TV paga, conversor de TV digital aberta, videogame, computador etc. Mesmo que você não tenha todos esses aparelhos, convém escolher um TV que ofereça essa comodidade para o futuro. O conector mais importante é o HDMI, disponível nas versões 1.3 e 1.4 - esta última é a mais avançada, geralmente encontrada nos TVs 3D. É interessante também que seu TV possua pelo menos uma entrada USB, onde podem ser ligados aparelhos como câmeras, notebooks, pen-drives e HDs externos.
Gravador - Nos últimos meses, os fabricantes começaram a incluir nos TVs top de linha o recurso de gravação, que permite ao usuário fazer seus próprios horários para ver programas de televisão. O TV pode ser programado para gravar com a mesma qualidade da transmissão, inclusive em alta definição. Só que para isso é necessário conectar um dispositivo de armazenamento, geralmente um pen-drive ou um HD externo que tenha memória suficiente para caber tudo que for gravado. Detalhe: para proteger o conteúdo das emissoras contra cópias indevidas, o material é codificado: você só vai poder assisti-lo no mesmo TV em que foi gravado.
Consumo - Esta é uma das principais vantagens da tecnologia de leds: como esses dispositivos luminosos são mais eficientes dos que as lâmpadas comuns, consegue-se maior luminosidade com menos energia. Os novos TVs estão vindo com recursos que ajudam a reduzir mais ainda o consumo. Exemplo: sensores analisam a luz ambiente e regulam o brilho da tela de acordo. Quando a sala está escura, esse brilho diminui automaticamente, e a energia dispendida é menor. Com certeza, essa diferença irá aparecer nas próximas contas de luz.
É quanto consome, em média, um TV LED-LCD de 40".
Esse valor é 55% mais alto num TV LCD comum do mesmo tamanho;
e 111% mais alto num plasma de 42".
OS DOIS TIPOS DE PAINEL LED
Edge-lit - Os leds são montados nas bordas do backlight, e a luz é espalhada sobre os pixels de forma indireta.
Local Dimming - Os leds são montados em blocos distribuídos pela superfície do painel, iluminando diretamente os pixels. Também chamado "Full-LED", ou "Direct LED", é considerado mais eficaz. Os blocos de luz atuam diretamente sobre blocos de pixels, controlados por sensores de alta precisão. Quanto maior o número de blocos (ou segmentos de luz), mais eficiente a iluminação dos pixels. Os TVs atuais desse tipo trabalham com 128 blocos, mas já existem modelos com até 400 segmentos.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Nova TV da Toshiba continua funcionando após falta de luz

Bateria interna da TV fornece autonomia de até 3 horas.
Aparelho é voltado para mercado japonês que teme 'apagões'.

Do G1, em São Paulo, com informações da AFP
 
 
A Toshiba do apresentou nesta quarta-feira (15) em Tóquio uma nova TV LCD de 19 polegadas, a Regza 19P2, equipada com uma bateria que fornece autonomia de até três hora quando retirada da rede elétrica. O aparelho chegará ao mercado japonês em julho de 2011. O Japão teme problemas de abastecimento de energia elétrica devido aos danos causados à sua usina nuclear após  terremotos e tsunamis. (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)
 
A Toshiba apresentou nesta quarta-feira (15), em Tóquio, uma nova TV LCD de 19 polegadas, a Regza 19P2, equipada com uma bateria que fornece autonomia de até três horas quando retirada da rede elétrica. O aparelho chegará ao mercado japonês em julho de 2011. O Japão teme problemas de abastecimento de energia elétrica devido aos danos causados a sua usina nuclear após terremotos e tsunamis.
(Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)

domingo, 5 de junho de 2011

Saiba calibrar sua nova tv HD

Saiba quais itens devem ser ajustados e quais parâmetros levar em consideração na hora de arrumar a imagem da sua televisão.


Não importa o tipo de tela do seu televisor. Muito provavelmente quando você foi até a loja para comprá-lo um dos itens que você deve ter levado em consideração na hora da comprar foi a qualidade de imagem exibida pelo produto.Porém, ao chegar em casa, você se vê diante de configurações-padrão, longe das exibidas na loja. Os manuais de instrução, embora tragam muitas informações sobre como proceder para alterar cada um dos itens, raramente explicam o que cada um significa.Sem saber qual caminho seguir, muitos usuários optam por manter as configurações propostas pelo fabricante, sem levar em conta as condições de luminosidade do seu ambiente nem tampouco o tipo de imagem que está sendo exibido na tela.
Para você que não se contenta com pouco e quer extrair o máximo de qualidade do seu televisor, preparamos um guia explicativo com o significado dos principais itens que podem ser configurados, bem como quais as principais diferenças entre eles para que você tenha a melhor imagem possível com qualquer aparelho.
Prepare um ambiente especial para sua televisão.
Calibragem: o que é?
Não se assuste com o termo. Por mais estranho que pareça, calibrar o seu aparelho de TV nada mais é do que fazer uma série de ajustes de forma a exibir a melhor imagem possível, independente da fonte de origem dela.Dessa forma, vale a pena proceder à calibragem tanto para quem assiste a imagens em alta definição, como as oriundas de um Blu-ray, quanto para quem assiste à programação da TV aberta, uma fonte cuja resolução é menor.A calibragem do aparelho deve levar em consideração não apenas opções e funções disponíveis no televisor. É preciso analisar a luminosidade do ambiente em que o aparelho está localizado bem como as fontes de luz e reflexo que incidem sobre ele, como janelas abertas ou luminárias.
Calibrar é tornar as cores o mais fiel possível às suas fontes de origem.
Os itens mais comuns a serem analisados em uma calibragem são os ajustes de brilho, contraste e nitidez. Porém, você pode ir muito além deles. Os aparelhos mais modernos hoje em dia trazem uma série de opções customizáveis para que as cores que você vê na tela sejam as mais fiéis possíveis à fonte de origem.
Por que preciso fazer isso em minha TV?
Imagine um personagem conhecido do cinema, como o Homem de Ferro. Quais são as cores de sua armadura? Vermelho e amarelo, certo? Vá a uma loja de eletrônicos e compare duas ou mais imagens iguais em TVs diferentes. Repare que cada uma delas apresenta um tom de vermelho e de amarelo diferentes.
Isso acontece porque a maioria dos produtos expostos nas lojas estão preparados para exibir as configurações-padrão de fábrica. Some a isso o fato que nesses locais, em geral, a quantidade de luz que incide sobre os aparelhos é bem maior do que em sua casa.Algumas lojas possuem espaços personalizados para exibir um determinado produto. Isso não está lá por acaso. Nesses locais a luminosidade é controlada e as configurações de cor da tela também são modificadas, de modo a proporcionar ao visitante a maior fidelidade possível.E é justamente esse o propósito da calibragem. Apresentar ao espectador uma paleta de cores fiel à concepção de sua imagem de origem. Embora muitos acreditem que arrumar a imagem de uma TV signifique deixá-la o mais fiel possível ao seu gosto, não é esse o propósito da calibragem.
Calibrar a TV é mesmo necessário? Sim, com certeza!
Além de você mesmo configurar manualmente o seu aparelho, vale lembrar que existem equipamentos e softwares específicos com essa função. Todos em geral têm um bom custo-benefício, uma vez que são caros para serem utilizados apenas uma vez a cada três meses.A importância da calibragem é tanta que algumas empresas de TV por assinatura chegam a oferecer esse serviço para os seus clientes. A Sky, por exemplo, disponibiliza para os assinantes paulistas um serviço de calibragem de vídeo.
Pagando uma pequena taxa, o assinante recebe em sua casa a visita de um técnico especializado que ajusta, com instrumentos específicos, a imagem do aparelho de TV de acordo com as características do ambiente. Os padrões seguidos pelos técnicos são os mesmos adotados pela Society of Motion Pictures and Television Engineers, responsável pela regulamentação de um padrão de qualidade internacional.
Ajustes no ambiente
Antes de iniciar as modificações nas configurações de cores do seu aparelho de TV, o primeiro passo é conhecer o ambiente onde o produto está instalado. Repare, em primeiro lugar, nas condições de iluminação de sua sala enquanto você está assistindo à TV.Você costuma assistir a TV com as luzes apagadas ou acesas? Se sim, saiba que esta é mesmo a melhor condição para desfrutar da qualidade máxima de imagem possível. A luz do ambiente atenua o contraste de cores que você percebe.Da mesma forma, a escuridão total, diferente do cinema, pode ser prejudicial à sua visão, pois você força mais a sua vista. A melhor saída é manter uma luz difusa acesa no ambiente, localizada em algum ponto não conflitante com a tela – atrás e distante.
A iluminação correta é uma elementos importante no ambiente.
Outro item a ser levado em consideração é a distância mínima em relação ao aparelho. Ela varia de acordo com o tamanho de sua tela. Não há uma regra específica, mas vale fazer o seguinte cálculo: pegue a medida da diagonal de sua tela, em centímetros, e multiplique por três.O resultado é uma distância aproximada. Um exemplo: uma TV de 42 polegadas tem diagonal de tela de 105,6 cm. Multiplicando por três chegamos ao número de 3,16 metros.
Entendendo os itens de configuração
Vamos conhecer agora um pouco do significado de cada um dos itens que você vai configurar e entender como a variação de cada um deles afeta a imagem visualizada no aparelho de TV. Essas configurações podem ser aplicadas em telas de qualquer tipo, desde as antigas CRT até as modernas LCD com tecnologia LED.
Brilho
As configurações de brilho determinam a intensidade da cor preta na tela do televisor. O ideal nesse quesito é buscar o equilíbrio. Quanto maior o for o brilho, menor a percepção dos tons de preto pelo usuário. A tela ganhará um aspecto cinza caso ele esteja muito alto.Se o brilho estiver baixo a tela ficará mais escura e, a partir de certo ponto, você passará a não diferenciar contrastes de cores entre tons claros e escuros. Vale ressaltar que as configurações de cores variam de um aparelho para outro.
Brilho nos níveis mínimo, normal e máximo.
Assim, um ajuste de 50% em uma TV LED não é igual àquele de 50% em uma TV LCD. As variações são pequenas, mas são significativas a ponto de fazer com que a melhor opção seja mesmo ajustar “no olho” o melhor nível de contraste.
Contraste
A função do contraste é similar à do brilho, mas com a diferença que é responsável pelos tons de branco. Da mesma forma, nesse quesito você deve procurar o equilíbrio na configuração. Ao deixar o contraste muito alto a sensação que você terá é a de uma imagem borrada.A configuração do contraste é tão importante que, mal configurado, ele pode causar desalinhamentos na geometria dos objetos e, em casos raros, problemas permanentes na configuração de cores do aparelho.A mesma regra de variação entre os tipos de tela também se aplica nesse quesito. Se um contraste alto deixa as imagens borradas, um contraste baixo as mostra com quase nenhuma definição. O ponto ideal ficará entre 40% e 60%.
Imagem com aplicação de contraste mínimo, normal e máximo.
Cores
Brilho e contraste são as duas configurações mais importantes. A partir das variações delas todos os outros elementos sofrem alterações. Por isso certifique-se de ter encontrado o ponto ideal em ambos os quesitos antes de alterar outros itens.O ajuste de cor refere-se à saturação. Quanto maior a intensidade, mais carregadas serão as nuances exibidas. Imagens com pouca saturação se assemelham a tons de cinza, dando a impressão de estarem lavadas.Nesse quesito, mais uma vez, procure um meio termo em que as imagens não fiquem sobrecarregadas nem apagadas. Vale lembrar que este item não deve ser confundido com a temperatura de cor, algo que abordaremos logo adiante.
Matiz
O matiz é um controle adicional para televisores que utilizam o padrão NTSC. No Brasil, utilizamos o sistema de cores PAL, lançado posteriormente ao NTSC. Os sistemas PAL e SECAM dispensam a existência desse controle, uma vez que essa correção é feita de forma automática.Um matiz desconfigurada tende a apresentar imagens em tons verdes ou violetas. Caso você perceba algum problema dessa ordem é nessa configuração que você deve mexer. No entanto, por padrão ela não deve sofrer alterações na configuração.

Fique tranquilo com as cores de sua TV.
Nitidez
Os valores de nitidez também são um elemento presente no sistema de cores NTSC. Quando ela está muito intensa o efeito percebido será uma espécie de halo em torno das imagens. Quando regulado em baixa intensidade o efeito é a impressão de elementos “recortados”, deslocados do cenário de fundo.Em geral esse controle não necessita de regulagem e o modo pré-definido de fábrica é cabível para os mais diversos perfis de cor. Porém, caso queira alterá-lo, mais uma vez vale o bom senso e a busca pelo equilíbrio na configuração.
Temperatura de cor
Este item é mais recente e está presente em alguns aparelhos de TV mais novos. Sua influência é significativa, uma vez que afeta toda a paleta de cores. Seu funcionamento se dá a partir dos tons de branco que podem ser mais ou menos intensos.A utilização dela varia de acordo com o seu ambiente. Um local muito iluminado, por exemplo, requer uma temperatura de cor diferente (quente). Já num ambiente com pouca iluminação as cores frias são percebidas com melhor intensidade.
Presets e configurações-padrão
Os aparelhos de televisão mais recentes, cada vez mais, buscam facilitar a vida do usuário em termos de configuração de cores. Assim, é comum encontrarmos modelos que trazem diversos modos de cores, específicos para cada finalidade ou origem de imagem.Modos como cinema, esporte, game, TV ou normal são apenas alguns dos presets disponíveis. Todos visam adaptar o estilo da imagem exibida a um espectro visual mais fiel e realista se comparado à fonte de origem.
Exemplo de menu de configuração.
Embora o senso comum diga que a melhor imagem é aquela que se adapta perfeitamente à visão do usuário ou, em outras palavras, mais agrada à visão do espectador, nem sempre ela se constitui na versão correta ou fiel à proposta de quem criou a imagem em questão.Os presets automáticos disponibilizados pelos fabricantes são apenas um referencial de combinações possíveis, que ressaltam em determinados momentos as principais características de uma imagem em questão.Um exemplo: num modo cinema, o mais importante na imagem é o seu contraste. Repare que ele é bastante acentuado ao selecionar esse modo em qualquer aparelho. Já num jogo de video game, as cores assumem um papel fundamental, por isso a nitidez nesse modo é ressaltada.
Calibrando a TV com Star Wars e Indiana Jones
É isso mesmo que você leu. Os filmes da saga Star Wars, de George Lucas, podem ajudá-lo a calibrar a sua TV. O segredo não está nos poderes jedi ou na força do mestre Yoda. O diferencial fica por conta do THX Optimizer, uma opção de ajuste de cores disponível nos DVDs da série Star Wars.A THX é uma das empresas mais conceituadas no segmento e além de disponibilizar tecnologias para o ajuste de cores é uma das referências em termos de certificação de qualidade. Além disso, existe um par de óculos disponível que auxilia em todo o processo de calibragem.
Você não precisa ser um jedi para calibrar a sua tela. Foto: divulgação.
Se você está disposto a investir na qualidade de imagem de sua televisão, vale a pena conhecer o site da empresa. Nele estão disponíveis mais informações sobre o produto, além das certificações de qualidade para imagem e som.
Por que não existe uma fórmula perfeita?
Embora existam referências e sugestões a seguir para configurar o seu aparelho, infelizmente não há uma maneira perfeita de se fazer isso apenas a olho nu. Empresas especializadas e estúdios de gravação profissional utilizam ferramentas complementares para garantir a exatidão de cores, como os colorímetros.
A maior razão para não existir uma configuração perfeita fica por conta da variação de luminosidade do seu ambiente. A menos que ele tenha luminosidade 100% controlada, não há como manter um valor constante de intensidade de luz ao longo do dia.Por isso, uma configuração que aparentemente pode estar boa em um determinado pode lhe parecer desagradável horas depois, graças à mudança da luminosidade externa e suas consequentes alterações no reflexo interno ao longo do dia.A melhor maneira de minimizar essas distorções é instalar o seu aparelho de televisão no mais adaptado ambiente possível. Sabe aquelas empresas que montam projetos para você ter um home theater em casa, com a disposição perfeita de som? O processo e os cuidados com a imagem devem ser exatamente os mesmos.
Análise o seu perfil de usuário antes de investir em calibragem.
Vale a pena investir em calibragem?
A resposta para essa pergunta depende da maneira como você encara o entretenimento ou seu ambiente para assistir televisão. Se você conta com um aparelho de televisão Full HD de, pelo menos 32 polegadas, localizado em um ambiente planejado e com poucas variações de luminosidade, vale a pena conhecer um pouco mais sobre essas tecnologias.Ter um aparelho calibrado em um ambiente propício para o entretenimento resultará em uma diferença considerável em termos de qualidade de imagem - caso você possa contar com um aparelho de calibragem ou mesmo esteja disposto a receber uma visita de um técnico no assunto.Entretanto, se você é do tipo que tem a televisão como uma companhia, deixando-a ligada enquanto faz as suas tarefas habituais do dia a dia e tendo pouco tempo para se sentar diante dela, na distância correta e com as luzes apagadas, a aquisição de um aparelho será de pouca serventia.O que vale a pena, independente da qualidade do seu aparelho, é sim, manusear os controles de imagem e perceber o quanto eles podem modificar o visual de uma mesma tela, apenas com a correção de cores. O resultado será uma imagem muito mais agradável e em que será possível distinguir com maior clareza as principais nuances de cores e o contraste entre elas.
TOM DE PRETO e NÍVEL DE PRETO
 Ambos reforçam a profundidade de imagens escuras
CONTRASTE DINÂMICO
Aumenta as nuances de cinza claro
DETALHES DE SOMBRAS e GAMMA
Atenuam o brilho das cenas.
Para os mais exigentes com as cores, o modo ESPAÇO DE CORES controla a curva das cores primárias – amarelo, ciano e magenta – para maior fidelidade de tons; xvYCC aumenta a profundidade de cores com filmes em Blu-ray
ESTABILIDADE DE BRANCO
Oferece compensação e ganho na temperatura das cores RGB; há ainda um ajuste para TOM DE PELE.
Analisamos os efeitos dos ajustes de contraste, cor e nitidez (que inclui APRIMORAMENTO DE MARGEM e REDUÇÃO DE RUÍDO). Embora seus significados no menu e no manual de instruções informem o contrário, vimos que eles podem alterar negativamente a qualidade da imagem, caso sejam manipulados de maneira exagerada. Se houver alguma insegurança na definição de tais ajustes, é melhor desabilitá-los e confiar apenas nas configurações tradicionais (brilho, contraste, cor, matiz, nitidez, temperatura de cor e luz de fundo).
LUZ DE CÉLULA
Tem quase o mesmo efeito do CONTROLE DE LUZ TRASEIRA dos LCDs e serve para atenuar o brilho da imagem.
Por Wikerson Landim /TECMUNDO

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Nova TV LG Cinema 3D traz óculos mais simples com menos custo

Aposta da LG também é em tamanhos menores, a partir de 32''. Foto: Reprodução/Zumo Notícias Aposta da LG também é em tamanhos menores, a partir de 32''
Foto: Reprodução/Zumo Notícias

Fornecer uma experiência 3D decente é tentativa constante entre os fabricantes de televisores. Agora, com a Cinema 3D TV, a LG quer acertar um novo alvo: tornar a experiência mais barata, com óculos mais simples e telas de tamanhos menores, a partir de 32 polegadas.O televisor foge do padrão até então criado pelo mercado: em vez de óculos ativos, que têm lentes com LCD que filtram as imagens emitidas pela tela, usam óculos passivos, com lentes polarizadas, mais baratos. O trabalho todo de transformar uma imagem em 3D fica por conta da tela, não mais dos óculos.
A LG aposta tanto nessa nova tecnologia - os óculos são os mesmos usados nos cinemas, por sinal - que vai parar de produzir telas de LED/LCD 3D com óculos ativos. Durante uma apresentação para a imprensa em São Paulo, vimos um modelo de 47 polegadas da Cinema 3D em ação.Primeiro ponto positivo: os óculos são muito leves (a LG fala em 16 gramas de peso) e, como os dois olhos recebem luz simultaneamente, o desconforto visual de assistir 3D por bastante tempo diminui. A LG vai vender os Cinema 3D com quatro pares de óculos na caixa, e pretende manter o preço de óculos avulsos abaixo de R$ 50, caso precise de mais pares ou substituir um quebrado. Além disso, opções coloridas também serão oferecidas.Assistindo TV, o efeito de tridimensionalidade funciona tanto "para fora" quanto "para dentro", os objetos e cenas pulam de maneira suave para fora da tela ou parecem que estão mais distantes que a própria tela, dependendo como a imagem foi captada ou pós-produzida. A profundidade da imagem 3D - seja vinda de um filme em BluRay, com efeito mais "forte", ou da programação de TV convertida de 2D para 3D de maneira instantânea - é interessante.Dá a impressão que olhamos para dentro de uma caixa com elementos tridimensionais em seu interior - um ótimo efeito, por sinal. Quando a imagem vem muito para frente, "saindo" da tela, pode ocorrer um efeito incômodo, mas nada que estrague demais a experiência. E, se cansar, basta desligar o 3D e assistir TV do modo normal. Em esportes, por exemplo, 3D faz toda a diferença. A conclusão do primeiro contato rápido com a LG Cinema 3D é que ela consegue cumprir o que promete. Seus óculos são leves, a tecnologia é mais barata e dá para ver de qualquer ângulo sem problemas (e até deitar no sofá, algo impensável em uma TV 3D de LED com óculos ativos). Com preços menores que um modelo inicial 3D com óculos ativos (R$ 4.199 para a tela de 42 polegadas), a LG acertou em cheio com a Cinema 3D.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

TV conectada com internet é a mais nova atração das lojas de eletrônicos

As TVs, equipadas com navegador, permitem acessar qualquer site como no computador. O preço do aparelho pode custar 20% a mais do que uma similar sem o recurso.

Alan Severiano
 
 
A TV conectada é a mais nova atração das lojas de eletrônicos. Dois tipos disputam o mercado: as TVs equipadas com navegador, que permitem acessar qualquer site - como no computador e as TVs sem navegador, as primeiras que foram lançadas.Elas oferecem acesso a conteúdos limitados - em aplicativos desenvolvidos para os fabricantes.
O empresário André Salles comprou uma. Entre um programa e outro, acessa mapas para definir o roteiro das férias, assiste vídeos na internet e bate-papo em redes sociais.“É bacana porque você pode a qualquer momento acessar qualquer tipo de informação na internet. Você consegue ver vídeos em alta definição, numa TV de 42 polegadas, é muito mais confortável do que assistir no monitor com 13, 15 polegadas de um computador.As mensagens escritas são lidas pelo amigo do outro lado da cidade, também pela TV. Um pouco maior, mas com a mesma tecnologia. “Agora as coisas ficaram mais práticas. Não preciso andar com celular e notebook ao lado da televisão. Ela supre completamente a necessidade”, diz o analista de sistemas Fred Evangelista.A mulher de Fred, a designer Alessandra Fontana, gosta do resultado mas ainda não se acostumou com o brinquedinho sofisticado.“Antigamente eu conseguia ligar a TV, agora nem mais ligar a TV eu sei”.Como toda tecnologia de ponta, o preço da TV conectada é mais salgado. Chega a custar 20% a mais do que uma similar sem o recurso.A conexão com a internet pode ser feita por cabo ou sem fio. Entre as TVs com conexão sem fio, há modelos com o receptor wireless embutido e outros que precisam de um adaptador, que custa R$ 200. Parece um pen drive, que é conectado à porta USB da TV. O desempenho, é claro, depende da velocidade da conexão. “A gente recomenda cinco megas”, diz o consultor de produtos da Samsung, Ximenes Fernandes.Dependendo do modelo da televisão, ela vem com um controle convencional em que é preciso apertar várias vezes a tecla pra acionar números ou letras, ou vem com um controle que imita bastante o teclado do computador. Mas em muitos modelos é opcional. Custa na faixa de R$300.Ele é um pouco mais prático, mas o controle remoto ainda é o ponto fraco da navegação pela TV. “Como o celular antigamente, antes de ter tela touch, você tinha que digitar no celular usando os números. Era muito ruim, o controle a mesma coisa”, explica André.Em compensação, o tamanho da tela e a qualidade do som são um diferencial para quem faz vídeo-chamadas.Em alguns modelos, é possível ver a programação da tevê e acessar a internet ao mesmo tempo. “O que a gente busca é trazer o usuário do notebook, o usuário do computador, criar esse conforto e trazer ele pra TV, fazendo com que a TV seja o centro de entretenimento da casa”, fala o gerente de TV da Samsung, Rafael Cintra.
Por essas e outras, os fabricantes não têm dúvida de que essa não é uma moda passageira. “Atualmente a gente tem cerca de 70% do nosso portifólio conectado a internet. Para 2011, até o final do ano, a gente vai ter 100% das TVs, todo mundo quer estar conectado”, diz a analista de desenvolvimento de produtos da Panasonic, Bruna Hatakeyama.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Assista-Feira mostra novidades em projeções 3D para televisão

DA EFE/UOL

A Expo 3D abriu suas portas com um programa que inclui projeções de cinema em 3D, as últimas tecnologias do setor e uma série de conferências para abordar o futuro da indústria estereoscópica.

sábado, 9 de abril de 2011

Saiba da importância de calibrar sua Tv de LCD ou Plasma

O que é calibrar a TV?
Calibrar a TV consiste em fazer uma série de ajustes para que se tenha a melhor imagem possível. Esses ajustes vão desde a iluminação da sala até operações complexas como usar o service mode da TV para chegar ao resultado desejado. Serão abordados aqui os aspectos mais comuns da calibração de CRTs (tipo de TV mais usada), como os ajustes de brilho, contraste, nitidez entre outros, com o intuito de ajudar e esclarecer a quem almeja a melhor qualidade de imagem em sua TV.
Ajustes de fábrica
A maioria das TVs disponíveis no mercado conta com presets para exibir de formas diferentes a imagem em sua TV. As denominações mais rotineiras desses são: brilhante, cinema, esportes, pessoal, padrão e demais. Muitos devem estar se perguntado: "se minha TV já tem esses ajustes de fábrica, para que me preocupar em fazer outros?". A resposta é simples, embora pareça alguma "teoria da conspiração": esses ajustes são feitos para que você, ao passar por um stand de TVs em lojas possa notar, dentre todos os aparelhos, aquele que mais chame atenção por conta de suas "cores vibrantes", "contraste excelente", "preto mais que preto", "imagem mais viva" etc..Bom, não é difícil de perceber que aquele stand iluminado de loja não corresponde bem à realidade de sua sala de TV, e, uma vez que as características da imagem são dependentes do ambiente, esses ajustes certamente, salvo raras exceções, não servem para você.Alguns aparelhos são tão 'sofisticados' que incluem até a capacidade de fazer o ajuste automaticante, seja avaliando dinamicamente cada imagem exibida, seja até medindo a luz do seu ambiente. Nessa hora alguns já se sentem felizardos por sua TV contar com esses recursos tecnológicos avançados, como "Contraste Dinâmico", "Olho Mágico" (achei que só portas teriam isso) ou siglas de aviação internacional, como DNIe. Pois bem, saibam a verdade: isso não funciona. Sério. Nem procurem saber a origem ou a tecnologia envolvida nesses processos. São apenas mais um chamariz para encher menu e colar adesivos na carcaça do aparelho.
Por que calibrar sua TV?
Eis o objetivo aqui, além do que já fora dito, de se chegar à melhor imagem possível, que é ter em mente que a calibragem visa chegar o mais perto o possível de um padrão. Alguns pularão agora dizendo que a calibragem é totalmente pessoal e deve atender apenas ao gosto do espectador. Isso é em parte verdadeiro, pois você está calibrando a TV para você mesmo assistir, mas saibam que quando o George Lucas, ou qualquer outro diretor, está filmando, ele se coloca na posição do espectador, e imagina o que ele estará vendo, para que você tenha a visão mais próxima da do diretor. Nesse momento ele precisa se prender a um padrão, pois não tem como ele saber como o Senhor José Ribamar estará assistindo a essa imagem em Quixadá. Ok, isso é para cinema - não se enganem, ao fazer o DVD do filme novamente se prenderão a um padrão de conversão que também acompanhe a visão do diretor, e pior, ou melhor, videogames e outras fontes de programação são feitas com o mesmo princípio.Portanto não interessa aqui que os filhos do Ribamar gostem de ver as cores verdes do FIFA2006 saltando na tela quase roxas. Vamos nos prender a um padrão.
Ajustes
Uma explicação de cada ajuste da TV se faz necessária antes:
Brilho (nível de preto): é o que determina o quão preto estará o preto em sua TV (sim é engraçado, mas depois vocês verão a importância de definir assim);
Contraste (nível de branco): como o brilho só que com o branco. Brilho e contraste são os ajustes mais importantes na calibração - eles não só interagem, como também definem todos os outros ajustes;
Cor (saturação): refere-se à intensidade da cor. No nível mais baixo, deve exibri uma imagem em tons de cinza;
Matiz (tint): ajuste fino para correção de cor do NTSC;
Nitidez: outro ajuste para correção do NTSC - cria um halo no contorno dos objetos;
VM (edge enhancement,ajuste de margem, VSM): só para adiantar, deixem isso desligado (a explicação nunca me convenceu e só piora a imagem);
Temperatura de cor: afeta a paleta de cores inteira - define a cor do branco, se quente, frio ou normal.
Obs: esses ajuste específicos do NTSC, sendo que alguns ainda ficam disponíveis em PAL, são em necessidade de corrigir a transmissão de sinais em NTSC.
Erros comuns e conseqüências:
Brilho muito alto: você verá cinza, ao invés de preto na tel;
Brilho muito baixo: você não verá detalhes e nuances nas partes escuras da imagem
Contraste muito alto: os objetos em tela estarão saindo de seu limite e borrando a imagem Distorções na geometria por conta disso, e até mesmo a possibilidade de estragar o televisor
Contraste muito baixo: pouca definição das imagens
Cor muito alta: imagens carregadas
Cor muito baixa: imagens lavadas
Matiz inadequado: imagens verdes ou roxas
Nitidez muito alta: contorno branco ao redor dos objetos e outros artefatos
Antes de começar:
Instalações elétricas: É importante verificar se não há algum problema com a instalação elétrica de sua TV.Variações de tensão podem degradar a imagem e prejudicar a geometria, na medida em que afetam o contraste da TV. A importância aqui também fica por conta da proteção dos equipamentos. Ligar tudo em 110 (127) V com filtros e estabilizadores próprios para HT é a melhor saída. Esses aparelhos são diferentes dos usado em computador.
Posição da TV: preferencialmente atrás da janela, para evitar reflexos na tela;
Iluminação: a menor possível. Pode deixar a sala escura mesmo, mas caso você não vá assistir a TV na distância mínima recomendada, é bom usar uma fonte de luz difusa atrás da TV (uma luminária de 40W já resolve) - isso evitará que seus olhos sofram algum dano e também permitirá jogar/ assistir TV nessa condição de iluminação por mais tempo.
Calibração básica (mais barata, menos precisa).
Passos:
i) reduza a nitidez de sua TV para o nível mais baixo (daqui vocês perceberão que apenas contraste e brilho garantem a maior parte da definição dos objetos em tela);
ii) use uma imagem de filme escura para regular o brilho. Baixe o brilho ao máximo, mas de maneira que ainda possa perceber as nuances de preto e sombra nos objetos;
iii) use agora uma imagem bem clara, e ajuste o contraste até que ainda possa perceber diferenças entre os tons de branco;
iV) volte ao passo ii), pois brilho e contraste são controles dependentes - repita os passos ii) e iii) até que não sejam necessários mais ajustes;
v) se sua TV tiver controle de temperatura de cor, escolha o mais baixo (quente);
vi) use uma imagem de rosto humano com pele clara e ajuste a cor até ter a mesma próxima a um tom de pele natural (isso costuma acontecer com o controle em torno de 30 a 40%);
vii) Deixe o controle de tint (matiz) na posição neutra;
viii) use agora uma cena com muitos detalhes - ajuste o controle de nitidez do mínimo até perceber que aparecem artefatos (contornos brancos indesejados) no limite dos objetos. Reduza até que não possa perceber tais contornos.
Calibrando com o THX (meio termo, mas ainda falho).
Se você tem algum filme da Lucas Film Ltda., como Star Wars, por exemplo, pode usar um recurso chamado THX Optimizer, que fica dentro da seleção de idiomas/legenda (na marca do THX). A grande vantagem aqui é ter todas as telas de ajustes próximas (a um clique do controle remoto). Eis a seqüência:
0) Zere a nitidez
i) video tests
ii) Contrast/Picture Setup: ajuste o contraste até o máximo, mas de maneira que ainda possa distinguir diferenças entre os retângulos brancos;
iii) Brightness Setup: ajuste o brilho até que você possa ver a marca do THX no canto da tela, mas não possa ver sua sombra;
iv) repita ii) e iii) até que não sejam precisos mais ajustes;
v) se sua TV tiver controle de temperatura de cor, escolha o mais baixo (quente);
vi) Se você puder conseguir os óculos do THX (você pode pedir de graça no site, apenas pagando o envio), use-os e ajuste o controle de cor no Color and Tint Setup até que as letras fiquem todas no mesmo tom de azul, e depois faça o mesmo com o controle tint (matiz);
vii) Se você não tiver os óculos, vá para Monitor Performance e ajuste a cor até que o quadrado vermelho fique bem intenso, mas não "sangre". Ajustes o matiz de maneira Cyan e o Magenta fiquem realmente Cyan e magenta - isso é muito vago, por isso recomendo acertar pela calibração básica com o rosto humano (o resultado geralmente fica entre 30 e 40%);
viii) aproveite essa mesma tela para ajustar a nitidez - use o controle até que os limites fiquem bem definidos, mas sem os contornos brancos, característicos de um ajuste elevado;
ix) verifique no teste se o ajuste ficou bom, senão retorne a fazer.

Calibrando com outros softwares (AVIA/DVE):
Melhor opção: uso de um software (em DVD) feito para calibração. Esses DVDs possuem as telas de setup e os filtros necessários, sendo muito bem explicados.

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