Montagem: Reprodução-Jeff Karpala/Wikicommons

Essa não é a primeira vez que a L’Oreal é criticada por exagerar no uso de recursos gráficos para remover imperfeições e demonstrar a efetividade de seus produtos em peças de publicidade.
Em 2008, uma foto da cantora Beyoncé também chamou a atenção pela claridade de seu tom de pele. No ano seguinte, o mesmo ocorreu com a própria Freida Pinto, que passou a ser modelo da marca após o sucesso de "Quem quer ser um milionário?", filme ganhador de oito Oscars.
Em nota oficial, a L’Oreal Paris negou "categoricamente" que tenha alterado características ou clareado a pele de Freida Pinto. Segundo a companhia francesa, "a edição digital é extremamente comum em publicações impressas e em publicidade, onde rugas e outras imperfeições são rotineiramente removidas de modelos e celebridades para lhes dar uma aparência impecável".
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