segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A Múmia: Trailer completo mostra Tom Cruise correndo de uma assustadora princesa morta

Se você estava preocupado que o novo A Múmia fosse parecido com a franquia anterior, pode ficar tranquilo: a Universal Pictures divulgou um trailer com uma trama e imagens bastante originais. A múmia da vez é uma princesa do Oriente Médio, Ahmanet (Sofia Boutella), que volta aos dias de hoje para reivindicar algo que lhe foi roubado. Tom Cruise e Annabelle Wallis descobrem a presença desta mulher morta, apresentada em grande estilo por Russell Crowe. Dali em diante, Tom Cruise dá o seu show habitual na terra, na água e nos ares, enquanto os poderes da múmia se encarregam das cenas de destruição que devem causar forte impacto nas telas do cinema. O que acha? O filme estreia nos cinemas brasileiros em junho de 2017.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Ministro garante que TV analógica será desligada em São Paulo em março

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, destacou os próximos passos do ministério no setor de radiodifusão, durante encontro com representantes da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert). “O fim do sinal analógico de TV em São Paulo seguirá o cronograma inicial e confirmará o compromisso do governo com o setor de radiodifusão e com a população para oferecer serviço de qualidade, tanto da televisão como da telefonia em banda larga”, disse no encontro. De acordo com o site Tele Síntese, as operadoras de telecomunicações já teriam pedido informalmente o adiamento do desligamento da capital paulista para que ele ficasse coincidente com o desligamento do restante do estado de São Paulo, em setembro. Além disso, há ainda o problema dos novos conversores, que precisam estar prontos para serem entregues. Os radiodifusores manifestaram-se desde o início contrários a esse adiamento. Kassab teria deixado para o Gired (grupo que conduz o processo de migração) essa decisão, mas como as teles não se entendiam, e a próxima reunião do grupo está marcada apenas para o dia 7 de dezembro, ele resolveu, com essa declaração de hoje, colocar um ponto final na questão.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

DIRETOR DE "ELIS" ELOGIA ANDRÉIA HORTA: "CONSEGUIU TRANSMITIR A CARGA DRAMÁTICA"

Após anos de projeto e uma preparação intensa, a cinebiografia “Elis” finalmente chegou aos cinemas nesta quinta-feira (24) e a intérprete da lendária cantora Andréia Horta e o diretor Hugo Prata estiveram no Morning Show para falar mais sobre os bastidores do longa. Elogiada pelo papel, Horta passou meses estudando para entender todos os jeitos e trejeitos de Elis Regina.

A característica mais importante que a atriz carioca focou na construção de Elis foi o jeitão original que a artista transmitia, sempre com muita autenticidade nas suas opiniões. Andréia vê a cantora como uma grande pensadora, com frases e opiniões que são relevantes até os dias atuais. “O que mais me preocupava era falar como uma pensadora. Se você assiste a Elis, ela fala as coisas com uma propriedade incrível. Ela era direta, rápida e muito inteligente. Eu pensava em chegar nessa parte na minha interpretação”, contou Horta. Essa animação de uma verdadeira fã foi o que atraiu Prata a escolher a atriz de 33 anos para levar a vida da cantora para as telonas dos cinemas de todo o Brasil. Para ele, Andréia compreendeu a maneira de viver de Elis e deu a profundidade esperada para uma personalidade tão forte como a da artista. “Foi um conjunto de coisas, mas pela compreensão que a Andréia tem da personagem. A maneira como ela vê a história da Elis sempre me chamou a atenção. Nos conhecemos no início do projeto há quatro anos. Nos testes ela mostrou muita força dramática e que tinha a mesma carga dramática da Elis. A força emocional da Elis é muito profunda e a Andréia tem isso”, elogiou.

O diretor da produção revelou que os filhos de Elis, João Marcelo Bôscoli, Pedro Mariano e Maria Rita não tiveram influência alguma dentro do projeto. Prata explicou que os herdeiros da cantora deram sinal verde para que houvesse liberdade total na confecção da trama e que eles assistiram ao filme apenas após a sua conclusão. “Eles se mantiveram longe da produção para nos dar liberdade. Foram muito elegantes nessa parte. Eles viram o material pronto apenas. Sem dúvida a liberdade foi fundamental”, ressaltou Prata. A cena da morte de Elis Regina foi um dos momentos mais difíceis de se filmar, segundo Hugo. Não pela sua carga dramática, mas sim pelo tom que eles passariam. O cineasta relembrou que a queda da cantora em direção das drogas foi muito próxima da data de seu falecimento por overdose e ficou preocupado em chegar nesse ponto de forma bem abrupta. Segundo ele, foi Andréia Horta que o fez enxergar a importância de mostrar essa parte da história de uma forma inesperada, assim como aconteceu na vida real. “O filme é bem solto, mas depois para o fim fica um drama. Todas as coisas que ela foi trazendo acabaram pesando. No fim da vida dela ela se envolveu com drogas, foi oito meses antes dela morrer. Ela entrou de gaiato e cometeu um erro de amador. Foi uma dificuldade para nós, pois entramos de supetão nesse assunto”, comentou. “Foi a grande dificuldade de roteiro acertar a mão nessa parte. A Andréia sempre questionou sobre isso e defendeu que precisava ser de forma abrupta, senão não seria uma tragédia. Ela me virou e mostrou que tinha muita razão”, concluiu.

Sequência de "PROMETHEUS"-Alien: Covenant ganha primeiro pôster e tem lançamento antecipado

O filme com roteiro de Michael Green (Lanterna Verde) e direção de Ridley Scott também teve seu lançamento antecipado em quase três meses, passando de 4 de agosto para 19 de maio de 2017. Alien: Covenant deve marcar a volta da criatura xenomorfa conhecida desde o primeiro Alien e funcionará tanto como um prelúdio do longa de 1979 quanto como uma continuação de Prometheus.Classificado como uma mistura de ficção científica, terror e aventura,

Alien: Covenant será o primeiro filme de uma nova trilogia relacionada à franquia Alien, que tem como objetivo revelar a origem das criaturas mostradas no filme clássico lançado em 1979.Além disso, a produção também vai funcionar como uma continuação do filme Prometheus, lançado em 2012, o que faz o longa ser chamado por alguns de Prometheus 2. De acordo com a sinopse de Alien: Covenant, a trama se passa 10 anos após os eventos mostrados em Prometheus, tendo como foco a tripulação da nave colonial Covenant, que está a caminho de um planeta remoto, localizado na parte mais longínqua da galáxia.Enquanto se deslocam pelo espaço, os tripulantes descobrem que o que eles acreditavam ser um paraíso inexplorado é, na verdade, um lugar perigoso e sombrio, que tem como único habitante o sintético David, sobrevivente da amaldiçoada expedição Prometheus.

No novo filme de Ridley Scott, o diretor revela que o espectador vai começar a entender a conexão entre as franquias Alien e Prometheus e ainda saberá quem foi o responsável por criar as criaturas xenomorfas, o que pode acontecer neste ou no próximo longa da série, despertando ainda mais curiosidade sobre esse lançamento de filme.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Dr. Smith será mulher em remake de ‘Perdidos no Espaço’

Anunciado em junho, o remake de Perdidos no Espaço, encomendado pelo serviço de streaming Netflix, já está formando seu elenco. A produção ainda não finalizou a escalação dos atores, mas um dos destaques é o fato de terem transformado em mulher o famoso Dr. Smith, que na versão original foi interpretado por Jonathan Harris (já falecido). Na série do Netflix, o personagem será vivido por Parker Posey (vista em Louie). Este não é o primeiro remake de uma série clássica que transforma um dos principais personagens em mulher.

Vale lembrar que a nova versão de Battlestar Galactica ofereceu ao público uma mulher interpretando Starbuck. Com roteiro de Matt Sazama e Burk Sharpless, ambos do filme Drácula: A História Nunca Contada/Dracula Untold, a série está prevista para 2018, nos países onde o Netflix opera. Seguindo o enredo do original, a história também será protagonizada por uma família Robinson, que é forçada a se unir quando fica perdida no espaço depois que a nave é tirada de seu curso. Assim, lutando para sobreviver em um ambiente estranho, eles ainda precisam enfrentar seus próprios demônios.

No elenco também estão confirmados Molly Parker (House of Cards, Goliath, The Firm), como Maureen Robinson (anteriormente vivida por June Lockhart), uma brilhante engenheira que tomou a decisão de viajar pelo espaço com a família em busca de uma nova vida e um mundo melhor; Toby Stephens (Black Sails), como John Robinson (interpretado no original por Guy Williams, já falecido), um astrofísico que está no comando da expedição; Taylor Russell (vista em Falling Skies), como Judy (anteriormente interpretada por Marta Kristen), a filha mais velha dos Robinsons; Maxwell Jenkins (Sense8, Betrayal), como Will (personagem anteriormente interpretado por Bill Mumy), o filho mais novo. Ainda faltam os atores que interpretarão Penny Robinson, a filha do meio (originalmente vivida por Angela Cartwright) e o Major Don West, que na série criada e produzida por Irwin Allen foi interpretado por Mark Goddard. O remake do Netflix é uma produção da Synthesis Entertainment em parceria com a Legendary TV, sendo que Zack Estrin (Once Upon a Time) atuará como showrunner. A direção será de Neil Marshall e Marc Helwig. A primeira temporada terá dez episódios.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Estreia-'Elis' dá 'aula' sobre MPB, com roteiro superficial e atuação caricata

Em uma cinebiografia, é difícil resistir à tentação do caminho mais tradicional: reunir um punhado de acontecimentos em uma ordem cronológica à lá Wikipedia, com um tantinho de licença poética para tornar mais empolgante a vida do protagonista. Às vezes funciona.

Mas em “Elis”, que estreia nesta quinta-feira (24), o modelo tirou complexidade e força de uma figura sobre a qual a dimensão psicológica sempre pesou mais que os fatos em si. Isso porque o método mais usual nem sempre é o mais fácil. Sintetizar a vida de alguém em menos de duas horas exige escolhas arriscadas. O diretor Hugo Prata, que também assina o roteiro ao lado de Luiz Bolognesi e Vera Egito, optou por contar a história da adolescência à morte da artista, passando por sua ascensão à fama, o casamento conturbado com Ronaldo Bôscoli, a redenção amorosa com César Mariano, a relação com a ditadura militar e a angústia do fim da vida. Se por um lado o roteiro oferece um bom panorama didático, principalmente da mudança musical proporcionada por Elis Regina, que derrubou o intimismo da Bossa Nova, por outro, é superficial e previsível. Os acontecimentos se atropelam, sem conexões sólidas.

O temperamento determinado e explosivo da personagem é simplório e uniforme, longe do espírito da cantora, uma mulher de extremos. Temas mais cabeludos de sua trajetória, como o uso de drogas nos últimos anos de vida e o criticado show na Olimpíada do Exército de 1972, são retratados de forma ligeira e sem profundidade, dando espaço a longas cenas de sexo e brigas com Bôscoli. Na ficção, há bem pouca inveja, competição, ganância e insegurança ao redor de Elis, quase sempre cercada só por admiração. O que se vê na tela não vai muito além do que pode ser lido ao pesquisar o nome da cantora no Google. Outra escolha do diretor é dar destaque aos homens que cruzaram o caminho da artista, alterando seu percurso – até a imagem de sua mãe é suprimida em nome da ideia. A tentativa não é de tirar o protagonismo da biografada, mas mostrar que todos eles foram subservientes a ela. A proposta é arriscada, e funciona só até certo ponto. Às vezes dá a impressão de que o caminho de Elis foi trilhado por esses personagens – quando decide cortar o cabelo, por exemplo, é por sugestão de Bôscoli –, e sua dominância em um universo até então masculino poderia ter sido mais explorada. Fator mais marcante do filme, a semelhança física entre Elis e sua intérprete, Andreia Horta, impressiona. E é notável o esforço da atriz para incorporar seus trejeitos expansivos.

Mas, se Elis era uma figura caricata, como dar naturalidade à sua interpretação? Andreia, que estudou durante três meses a personagem, não conseguiu chegar na resposta, e cai de cabeça na imitação. Sorriso aberto, olhos arregalados e braços frenéticos são usados à exaustão. Lúcio Mauro Filho faz uma versão caricaturesca de Luís Carlos Miele. Em uma cinebiografia aguardada e significativa, a intensidade e talento da mais importante cantora da história do país se perde em frases de efeito, diálogos explicativos e lições de moral. É uma homenagem cheia de boas intenções, mas que está longe de fazer jus ao que Elis representou para o Brasil.
Outra opinião 
Para o blogueiro Mauro Ferreira, do G1, a atuação antológica de Andreia Horta como a personagem-título engrandece "Elis". Ele acrescenta que contar 18 dos 36 anos da cantora em um filme de 115 minutos é tarefa ingrata assumida com competência pelo diretor Hugo Prata. LEIA:-Elis Regina Carvalho Costa (1945 – 1982) foi tão grande que nunca pareceu caber naquele corpo de 1,53 metro. A voz – imensa pelo volume e, sobretudo, pela rara capacidade de se expressar plena através do canto – tornou a cantora gaúcha infinitamente maior do que se poderia supor quando, em 1965, começou a ser formada a constelação da MPB. O fato é que Elis viveu e cantou muito em meros 36 anos. Contar 18 desses 36 anos em filme de 115 minutos é tarefa ingrata assumida com competência pelo diretor Hugo Prata na cinebiografia Elis, em cartaz em três sessões programadas na atual edição do Festival do Rio. A primeira aconteceu na noite de ontem, 7 de outubro, com a presença do elenco e dos produtores. Com entrada em circuito convencional programada para 24 de novembro, Elis é filme para grandes públicos, sobretudo para quem já conheça, ainda que superficialmente, a trajetória da Pimentinha. Prata foca Elis a partir de 1964 – ano da chegada da cantora ao Rio de Janeiro (RJ), vinda de Porto Alegre (RS), cidade natal onde Elis já era estrela juvenil em escala regional – até 19 de janeiro de 1982, dia da trágica, precoce e inesperada saída de cena da artista.

O roteiro de Luiz Bolognesi, Vera Egito e do próprio Hugo Prata encadeia com agilidade os principais acontecimentos da vida de Elis nesse período em que ela se tornou a cantora referencial do Brasil. Para muitos, a maior cantora do Brasil de todos os tempos. O foco da cinebiografia reside mais na vida profissional do que na trajetória pessoal de Elis. Os conflitos com os pais, por exemplo, são minimizados no roteiro (a mãe sequer aparece em cena). Assim com a diluição do casamento com o pianista Cesar Camargo Mariano (Caco Ciocler, em atuação sensível). Há muitas omissões, sobretudo sobre a carreira fonográfica da cantora e sobre a relação vital de Elis com compositores como Milton Nascimento e João Bosco. Contudo, o filme Elis jamais soa chapa branca como o musical de teatro de 2013 que projetou a atriz Laila Garin, escalada para ser a cantora em cena. Na tela, Prata retrata uma Elis mais crível e humana, com angústias e inseguranças, na medida em que é possível dimensionar corretamente personalidade tão complexa em filme idealizado e direcionado para grandes plateias. E o fato é que o longa-metragem seduz, sobretudo quem não se importa de ver um filme feito próximo da estética de série de TV. A atuação antológica de Andreia Horta como a personagem-título engrandece Elis. Horta é Elis nos trejeitos, nas entonações, no tom da voz, nas mínimas expressões. Salta na tela um grande trabalho de atriz que vai além da (excelente) caracterização.

Quando dubla a cantora nos diversos números musicais, Horta impressiona o espectador tamanho o perfeccionismo do trabalho da atriz. Cabe também destacar no elenco a presença de Julio Andrade, ator camaleônico que encarna o bailarino norte-americano (radicado no Brasil) Lennie Dale (1934 – 1994), nome fundamental para o desenvolvimento da expressão corporal de Elis na década de 1960. Outros atores também brilham, mas a luz do filme é mesmo irradiada por Andreia Horta, hábil ao construir uma Elis ardida como pimenta, mas também frágil – como explicita todo o tenso episódio vivido pela cantora em 1972 com representantes do governo militar instaurado em 1964 – e firme nas posições tomadas. Inclusive as equivocadas. Se o musical de teatro omitiu traços menos nobres de Elis, o filme procura expor a cantora como ela foi. Convivem em cena a cantora eventualmente birrenta, a mãe zelosa, a esposa capaz de trair o marido Ronaldo Bôscoli (1928 – 1994) com Nelson Motta – produtor musical responsável pela guinada estética da discografia de Elis na virada da década de 1960 para a de 1970 – e a mulher que, já perto do fim, acabou atraída pelo falso brilhante das drogas e do álcool. O consumo de tais substâncias fica implícito nas cenas finais porque, ao contrário do musical, o filme conclui a história de Elis Regina, mesmo sem entrar em detalhes sobre a morte da artista.


É certo que muita informação relevante ficou fora do longa-metragem. Mas é injusto crucificar o diretor Hugo Prata por tais omissões, pois a vida folhetinesca de Elis, repleta de viradas, daria até uma novela. Elis, o filme, cumpre a função de mostrar os lances mais importantes dessa vida tão intensa. Possivelmente, Elis Regina tenha sido uma mulher ainda mais densa e instigante do que a retratada no filme. Mas, por tudo que se sabe e que já foi publicado, a essência da artista e da cidadã está lá, iluminada por inspiradas músicas corretamente contextualizadas no roteiro – Arrastão (Edu Lobo e Vinicius de Moraes, 1965), Upa, neguinho (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri, 1965), Atrás da porta (Francis Hime e Chico Buarque, 1972), Cabaré (João Bosco e Aldir Blanc, 1973), Velha roupa colorida (Belchior, 1976) e O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979), entre outras composições emblemáticas na vida e obra da artista – e potencializada pelo trabalho meticuloso de Andreia Horta neste filme tornado grande pela atriz.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Brie Larson, Tom Hiddleston e Samuel L. Jackson encontram um monstro gigante no trailer de Kong: A Ilha da Caveira

Durante a década de 1970, um grupo de exploradores desembarca na Ilha da Caveira - onde mito e ciência se encontram.

Porém, o gorilão mais famoso do cinema não está nada feliz de ver um bando de intrusos em sua área. E o pior: ele não é a unica criatura extraordinária do local! Saiu o primeiro trailer completo de Kong: A Ilha da Caveira, aventura estrelada por Brie Larson, Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, Thomas Mann, Corey Hawkins, John Goodman, Toby Kebbell, John C. Reilly e Jason Mitchell. Dirigido por Jordan Vogt-Roberts, Kong: Skull Island (título original) chega aos cinemas no dia 9 de março de 2017.

domingo, 13 de novembro de 2016

Em novo canal no YouTube, chef ensina receitas totalmente nu

As pessoas acham que já viram de tudo na internet. Mas aí aparece alguém que prova que sim, é possível criar coisas novas e inimagináveis na web. É o caso do novo canal The Bear-Naked Chef (o chef urso pelado), onde o chef norte-americano Adrian De Berardinis ensina receitas totalmente nu – apenas um avental cobre seu corpo. Lançado há apenas uma semana, o canal já conta com dois vídeos que, juntos, totalizam quase 200 mil visualizações. A primeira receita de seu canal ensina a preparar um Frango à Cacciatore. Está curioso para ver? Dê uma espiada no vídeo abaixo:

Chef de cozinha bomba nas redes ao ensinar receitas só de cueca

O chef de cozinha peruano Franco Noriega, de apenas 27 anos, está bombando nas redes sociais. O truque? Ele ensina a fazer várias receitas apenas de cueca. O rapaz tem arrancado suspiros pela web. Veja também: Em novo canal no YouTube, chef ensina receitas totalmente nu Entre as receitas, estão uma de pudim de chia e outra de suco de açaí, que ele toma todas as manhãs. Segundo o jornal britânico "DailyMail", Noriega, que também trabalha como modelo, abriu um restaurante em New York chamado Baby Brasa.

Elis Regina vai ganhar exposição super produzida

A cantora Elis Regina vai ganhar sua maior exposição. A pedido de João Marcello Bôscoli, produtor e filho da cantora, a mesma empresa responsável por montagens marcantes no mesmo Mis, como as exposições de David Bowie e do Castelo Ra Tim Bum, ja começa a trabalhar para conceber a mostra que terá ambientes imersivos para que as pessoas sintam a presença de Elis. "Ao contrário da mostra que fizemos há três anos, esta não será itinerante. Isso possibilita outras definições mais trabalhadas", diz Bôscoli. Pela fila dos projetos para ganharem as dependências do MIS, o de Elis deve estrear entre o segundo semestre de 2017 e o início de 2018. João Marcello segue em sua estratégia de manter em cena o nome da mãe.

Ele vai relançar em breve uma edição remasterizada do emblemático 'disco da cadeira', o primeiro que Elis gravou sob os arranjos do marido César Camargo Mariano. O filme da cantora, dirigido por Hugo Prata, tem estreia nacional marcada para o próximo dia 24.

Filme traz adultos para o universo Harry Potter sem acabar com magia

Se vão 19 anos desde que o primeiro livro de Harry Potter foi publicado na Inglaterra e cinco desde que o último filme foi lançado. Mas o tempo não esfriou o interesse dos fãs pelo universo criado por J.K. Rowling, e eles finalmente conhecerão mais um capítulo da saga: "Animais Fantásticos e onde Habitam", que estreia na próxima quinta-feira (17).

Os mais ansiosos podem ficar tranquilos: dificilmente ficarão desapontados com a nova criação de Rowling, em seu primeiro roteiro cinematográfico, mesmo que estejam ausentes Harry, Hermione, Rony e outros velhos conhecidos dos fãs. Principalmente aqueles que acompanham a história do bruxinho desde o início, em 1997, e hoje já estão próximos dos 30 anos, verdadeiro público-alvo do novo filme, que também troca o trio de adolescentes protagonistas por um quarteto adulto, liderado por Newt Scamander (Eddie Redmayne), um pesquisador de criaturas mágicas --ou magizoologista. Newt não é exatamente um novo personagem. Ele já era citado em "Harry Potter" como o autor do livro fictício "Animais Fantásticos e onde Habitam", adotado como material didático na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, lançado por Rowling no "mundo real" em 2001.

O tom do filme também é mais maduro: saem os dramas da adolescência e entram as responsabilidades da vida adulta; sai o ambiente protegido e mais mágico de uma escola de bruxaria e entra o mundo real --e por vezes hostil para os bruxos-- da Nova York de 1926. Newt chega à cidade depois de uma longa viagem pelo mundo para estudar e coletar animais fantásticos. Sem querer, contribui para piorar o clima entre a comunidade mágica, que já estava apreensiva com um ser misterioso que causa destruição e ameaça expor a existência do bruxos, quando várias de suas criaturas escapam da maleta mágica onde são mantidas.

Nos Estados Unidos, por causa de perseguições vividas no passado (o famoso caso real das bruxas de Salem, em 1692, quando várias mulheres foram julgadas e executadas sob acusação de bruxaria), a comunidade mágica vive em um auto-imposto apartheid, e qualquer contato com os não-majs (humanos sem poderes, chamados de "trouxas" nos livros de Harry Potter) é expressamente proibido, o que não impede que ainda haja perseguição. É nessa tensa relação dos bruxos norte-americanos com os não-majs que Rowling deixa transparecer os temas bem sérios que estão por trás da sua fantasia: segregação, xenofobia, preconceito e violência contra quem é diferente.

No mundo de 1926, o paralelo histórico óbvio seria o iminente crash da bolsa e o clima de intolerância que pouco depois levaria ao nazi-fascismo e à Segunda Guerra Mundial --nada tão diferente da crescente guinada conservadora no mundo, alimentada pela instabilidade econômica, pela desigualdade e pela crise de refugiados na Europa. Junte-se a esse pano de fundo político bastante realista episódios de violência doméstica contra crianças, e temos um filme bem mais sombrio do que os de Harry Potter, o que deve agradar quem já passou da idade escolar. Apesar do subtexto mais adulto, continua sendo um mundo de fantasia e encantamento, garantidos tanto pelas cativantes criaturas mágicas quanto pela improvável amizade que surge entre Newt, o não-maj desavisado Jacob Kowalski (Dan Fogler), a funcionária do órgão governamental bruxo Porpentina Goldstein (Katherine Waterston), que caiu em desgraça e quer recuperar seu posto, e a adorável irmã dela, Queenie (Alice Sudol), frequentemente subestimada por ser bonita.

É esse quarteto que garante os momentos de leveza e humor, com uma química à altura do trio protagonista de "Harry Potter" (Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint), provando que Rowling consegue, no roteiro, criar personagens tão cativantes quanto em seus livros. A escritora se sai bem como roteirista de primeira viagem, com uma história mais coerente do que vários dos filmes originais (como "A Pedra Filosofal" e "A Câmara Secreta"), que muitas vezes sofriam de uma excessiva dependência dos livros. É claro que nem tudo é perfeito e há pontas soltas e tramas paralelas que talvez só façam sentido nos próximos longas (serão cinco, no total), mas em geral o filme funciona bem sozinho, não apenas como introdução para a nova série. Apesar de não superar os melhores longas da franquia "Harry Potter" --como "O Prisioneiro de Azkaban" (2004), dirigido por Alfonso Cuarón--, em seus melhores momentos, "Animais Fantásticos" consegue ser divertido, emocionante e até assustador, com uma trama envolvente e personagens bem construídos. Aliás, as referências ao universo de Harry Potter são apenas suficientes para deixar os fãs animados com o que está por vir (sim, veremos Dumbledore novamente!), sem atrapalhar em nada a experiência de quem está chegando agora ao mundo criado por Rowling, que, ao que parece, ainda tem muito o que contar.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

DVD do show de 50 anos de Bethânia é duplo e tem texto de Nelson Motta

Embora estivesse previsto para 9 de setembro no cronograma de lançamentos da gravadora Biscoito Fino para este segundo semestre de 2016, o DVD com o show comemorativo dos 50 anos de carreira de Maria Bethânia, Abraçar e agradecer, vai efetivamente chegar ao mercado fonográfico na primeira semana de dezembro. O DVD é duplo e inclui libreto com cerca de 60 páginas e mais de 50 fotos, sendo que muitas imagens são exclusivas. Um texto do jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta contextualiza a trajetória da intérprete baiana nestas cinco décadas de carreira, contabilizadas a partir de fevereiro de 1965, mês em que Bethânia, vinda da Bahia, estreou no Rio no espetáculo Opinião.

O DVD 1 exibe 41 números do show captado em agosto de 2015, em apresentação na cidade de São Paulo (SP). Já o DVD 2 reúne material cedido por fãs da cantora sobre eventos associados às comemorações dos 50 anos de carreira de Bethânia, tais como a exposição Maria de todos nós e o desfile campeão da Mangueira, escola de samba que trouxe para a avenida, no Carnaval de 2016, o enredo Maria Bethânia – A menina dos olhos de Oyá. O CD correspondente também é duplo (com os dois discos editados em embalagem única), reproduz os mesmos 41 números do show exibido no DVD e também traz libreto com fotos e o texto de Nelson Motta, autor de uma das músicas do roteiro, Eu te desejo amor, versão em português de Que reste-t-il de nos amours?, música lançada em 1942 pelo cantor francês Charles Trenet (1913 – 2001), parceiro de Léo Chauliac (1913 – 1977) na composição do tema. Desde 2015, Bethânia tem lançado singles em formato exclusivamente digital com temas de novelas. O último produto físico da obra fonográfica da cantora foi o álbum de estúdio Meus quintais (Biscoito Fino), lançado em 2014. Por isso mesmo, o público da artista aguarda com grande expectativa a edição do CD e DVD 50 anos de carreira, com a gravação ao vivo do show Abraçar e agradecer. Após vários adiamentos, CD e DVD sairão enfim em dezembro. (Crédito da imagem: Maria Bethânia em foto de divulgação de Thereza Eugênia)

SÃO PAULO-Guarda desaprova Ibirapuera aberto após 22h por causa de "homossexuais e skatistas"

Relatório produzido pela chefia da Guarda Civil Metropolitana (GCM) desaprova o funcionamento do parque Ibirapuera após as 22 horas e o horário estendido de fim de semana, definidos em 2013. O texto justifica a mudança pelo suposto perfil do público após esse horário: "Homossexuais, skatistas e jovens com problemas relacionados ao uso de bebidas". O Conselho Gestor do Parque do Ibirapuera vota nesta quarta-feira (9) a continuidade dessa política. Mas a manutenção cabe à prefeitura. Em 2013, quando o prefeito Fernando Haddad (PT) lançou o projeto, o conselho gestor já foi contrário à abertura 24 horas. A tendência é que a posição se mantenha. Parte dos conselheiros defende que a decisão seja tomada em conjunto com a administração municipal. Assinado pelo comandante da GCM Rubens Aparecido da Silva, responsável pela cobertura da área, o relatório que será analisado hoje considera primordial, do ponto de vista da segurança, definir novas regras para abertura e fechamento.

Segundo Silva, seria "salutar" fechar o parque às 22 horas, independentemente do dia. Hoje, os portões têm horários variados. Durante a semana, quatro deles permitem entrada a partir das 5 horas e saída à meia-noite - maior período disponível. Só de sábado para domingo é que há circulação 24 horas. No relatório, a GCM classifica como "ameaças" ao parque a concentração de minorias (sem especificar quais), de flanelinhas, comerciantes irregulares e o registro de rolezinhos no local. O documento também aponta como áreas de risco para ocorrência de roubos, furtos e consumo de entorpecentes a marquise, as quadras, a passarela Ciccillo Matarazzo e o espaço conhecido por "bambuzal". Além do fechamento antecipado, o comandante cita outras ações importantes para garantir a segurança dos usuários, como a criação de um circuito fechado de TV sob o comando compartilhado entre guardas-civis e seguranças privados; o investimento em um programa educativo para uso de bicicletas; a instalação de lombadas e redutores de velocidade; a ampliação da iluminação em alguns pontos e a implementação de uma delegacia descentralizada e itinerante. "A verdade é que esse projeto de abrir de madrugada nunca deveria ter sido aprovado. Quem frequenta o parque a essa hora é para consumir bebida e drogas apenas", diz o engenheiro Otávio Villares de Freitas, presidente do conselho da Associação de Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia (Sojal). Segundo o conselheiro Bill Santos, representante da comunidade LGBT no órgão, a maioria dos representantes do conselho quer limitar o uso do espaço para as pessoas mais carentes. "O que eles querem é fechar o parque para os pobres, os negros, os gays e os moradores da periferia", reclama. O organizador de eventos e um dos "criadores" dos rolezinhos, Darlan Mendes, também prevê prejuízo à população mais pobre e carente de opções culturais. "Quem fica nesse horário é o pessoal do skate, a molecada que não tem o que fazer, que vai para curtir um som, trocar uma ideia." Para ele, há "má administração" e falta de policiamento. "Como pode um parque desse porte ter só 20 e poucos seguranças?" A gestão Haddad informou que vai avaliar a decisão do conselho, mas ressaltou que o grupo é consultivo. A Prefeitura também afirmou que a posição do comandante Rubens da Silva não reflete as diretrizes da Secretaria de Segurança Urbana. Já a equipe do prefeito eleito João Doria (PSDB) disse que o assunto será avaliado na análise do novo modelo para o parque. Para o ex-secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, vereador Ricardo Teixeira (PROS), voltar ao horário antigo seria um retrocesso. "Há registro de algum caso de violência? Não que eu saiba", diz. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

sábado, 5 de novembro de 2016

Conselho médico de SP quer descriminalizar maconha

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) emitiu uma nota se posicionando a favor da descriminalização do porte de maconha para consumo próprio no Brasil. O tema é analisado desde 2011 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e o julgamento que vai definir se o artigo 28 da Lei n.º 11.343/2006, que trata sobre drogas, é constitucional está suspenso desde setembro do ano passado.

A decisão de se declarar a favor foi tomada no último dia 30, após uma reunião da Câmara Técnica de Psiquiatria. "Nós nos posicionamos a favor da descriminalização do porte para o uso próprio e não do comércio, do tráfico. A maconha é uma realidade no País e no mundo, não há como evitar que as pessoas comprem a droga. O indivíduo não pode ser penalizado. Ele deve ser orientado e tratado, mas não preso", diz Mauro Aranha, psiquiatra e presidente do Cremesp. "Geralmente, quem é preso por porte de maconha para uso próprio são as pessoas mais vulneráveis, que vivem nas periferias das grandes metrópoles." Aranha afirma que o ideal seria fazer uma avaliação da pessoa que for flagrada com maconha e que a prisão deveria ser destinada a quem comete o crime de tráfico de drogas. Ele ressalta que a medicina reconhece os danos à saúde causados pela maconha. "É uma droga que pode provocar malefícios graves, levar a quadros psicóticos, prejudicar o desenvolvimento neurológico de jovens e adultos até os 25 anos e induzir a uma síndrome na qual o indivíduo não desenvolve suas funções sociais e profissionais, justamente por isso a pessoa precisa ser orientada. Se faz o uso nocivo ou é dependente, precisa ser tratada", disse o presidente do Cremesp.

O recurso que está sendo julgado pelo STF se baseia em uma ação da Defensoria do Estado de São Paulo, que contestou a condenação do comerciante Francisco Benedito de Souza por portar 3 gramas de maconha dentro de uma penitenciária em Diadema no ano de 2009. O artigo 28 da Lei n.º 11.343/2006 define como crime adquirir, guardar ou portar drogas para consumo pessoal. Opiniões contrárias. O posicionamento do Cremesp divide a opinião de especialistas. Para o professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dartiu Xavier da Silveira, a posição do conselho de Medicina segue a adotada por diversos países. "Já é uma coisa que se faz no mundo inteiro. As nações mais civilizadas estão tendo essa discussão por uma constatação do fracasso da guerra às drogas. Tem de combater a dependência." Silveira, que trabalha com dependência química há 30 anos, diz que criminalizar o consumo de drogas coloca o usuário em risco. "Quando há proibicionismo, sempre se observam formas mais perigosas de distribuição das drogas." O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, afirma que a entidade mantém sua posição contrária à descriminalização do porte de drogas."“Somos contra o uso de drogas ilícitas. O Brasil já convive com vários problemas, e as pessoas tentam burlar o que é estabelecido de todas as maneiras." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Australiana é esfaqueada após encontro pelo Tinder

Uma médica de 28 anos chamada Angela Jay viu a morte de perto depois de fazer algo bem comum nos dias de hoje. Ela foi esfaqueada após marcar um encontro pelo aplicativo Tinder. O caso aconteceu na Austrália e foi publicado pelo jornal The Courier Mail.

O rapaz de sorriso charmoso, boa aparência e bem resolvido financeiramente era Paul Dennis Lambert, de 36 anos. Mas a foto simpática era uma fachada para esconder o homem obcecado por detrás de tudo aquilo. Depois de quase dois meses, o clima de tensão veio à tona quando a mulher disse que não queria mais ver Lambert. “Você não está segura em casa. Eu tenho cópias da chave da sua casa”, foi uma das mensagens que o agressor enviou a Angela antes que ela pedisse proteção na Justiça. Lambert chegou a simular uma tentativa de suicídio para forçar a jovem a reatar a relação. “Lambert está prestes a se matar e a culpa será sua’”, disse na ocasião.

Sem lidar bem com a rejeição, o homem continuou insistindo em rever a moça e passou a ameaçá-la. Foi quando decidiu ir até a casa da vítima. Ele desferiu 11 golpes de faca, além de encharcá-la com gasolina. A médica conseguiu escapar até a casa de um vizinho, onde o instruiu para estancar seus ferimentos até a chegada da equipe de paramédicos. A polícia chegou rapidamente ao local e Lambert foi morto ao tentar atacar os policiais com uma faca. Angela Jay foi levada para o Port Macquaria Base Hospital em estado grave e permanece internada.

Pastor fez mais de 300 filmes pornôs gays e diz hoje que sexo é pecado

Segundo religioso, o que ele fez antes não era uma atitude vista com bons olhos por Deus. +Homem com dois pênis de 25cm tira dúvidas sobre sua vida sexual Julio Vidal foi um dos atores da indústria adulta mais conhecidos do país. Ele fez mais de 300 filmes pornográficos, envolvendo homens e mulheres, chegando até a contracenar com a ex-chacrete, Rita Cadillac. Giuliano Ferreira é hoje um pastor respeitado. Ele diz em seus cultos que o sexo fora do casamento é pecado. O que Julio e Guiliano tem em comum? Eles são a mesma pessoa, como mostra uma matéria exibida nesta semana pelo programa 'SuperPop', apresentado por Luciana Gimenez, na RedeTV!.

Nos cultos, Guiliano diz que estava desempregado, quando um homem o parou na rua e perguntou se ele queria ganhar dinheiro fácil. O tal empresário, dizendo que Ferreira era "gostoso", o convidou para dançar em uma casa noturna. A partir daí, começava o caminho que o levaria à indústria dos filmes de sexo. Vidal virou um sucesso do conteúdo voltado para pessoas acima dos 18 anos. Ele fazia cenas novas todas as semanas. Em menos de dez anos de carreira na indústria adulta, esteve em mais de 300 filmes, ganhando muito dinheiro e conhecendo todo o mundo. Seu corpo e dotes eram conhecidos e premiados pelas produtoras, que faziam questão de tê-lo em seu casting. De acordo com o hoje pastor, após gravar o filme com Rita Cadillac, ele se sentiu muito mal.

O religioso ficou então cinco dias internados, entre a vida e a morte. No leito da cama, ele diz que descobriu o caminho de Deus e desde então ministra a palavra dele. A revelação de que o pastor foi ator pornô até hoje choca os fiéis evangélicos, que dizem que não cabe a eles julgarem. "É o poder de Deus. A gente espera que ele tenha realmente se arrependido, mas o testemunho é importante para mostrar que todo mundo pode mudar", disse uma das entrevistadas do programa de Luciana Gimenez. Nos filmes adultos com outros homens, que ainda podem ser encontrados facilmente no Google, o ator atuava como dominador na maioria deles. Em alguns, os mais conhecidos, no entanto, ele era dominado. Hoje, com uma vida de celibato, ele tenta conquistar ovelhas para Jesus

Conheça o “highsexual”, hétero que sente atração por homens ao fumar maconha

Segundo reportagem do site gay americano Queerty, homens que se consideram heterossexuais estão relatando um estranho comportamento homossexual após fumarem maconha. Esse assunto surgiu num fórum de discussão do site Reddit e está chamando a atenção dos internautas.

Intitulado de “Maconha me faz temporariamente gay. Mais alguém?”, a publicação ganhou força e está gerando diversos comentários. “Eu sou um bom maconheiro incondicional… Eu me sinto muito atraído por meninas e não tanto quanto a homens quando estou sóbrio. Mas quando eu estou chapado, eu só quero chupar um pau grande de um homem que me foda todo. Qualquer outra pessoa tem os mesmos efeitos? Apenas curiosidade, não que realmente me incomode, desde que eu ainda esteja atraído por meninas, mas às vezes me sinto estranhamente atraído por amigos do sexo masculino”, descreveu um dos usuários. Em seguida, outra pessoa da comunidade respondeu: “Meu círculo chama isto de Highsexualism”. Pois é. Depois dos g0ys, spornsexual, o termo “highsexual” entrou para o dicionário urbano em 2009 e é definido como “a súbita reversão de sua orientação sexual depois de fumar maconha”. Entretanto, essa teoria não tem convencido muita gente: “As drogas forçam algumas pessoas a assumirem sua sexualidade, especialmente aquelas que estejam lutando contra”, comentou um outro usuário, ao tentar explicar o que acontece com a pessoa que criou o tópico. Dá pra acreditar?

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Homens casados contam por que mantêm relacionamentos gays

Yannik D´Elboux Colaboração para o UOL, no Rio de Janeiro

“Namorei cinco anos um amigo da família, que morava perto, mas minha mulher nunca soube”, conta Pedro*, 50, vendedor de uma multinacional, casado há 25 anos e pai de duas filhas, de 18 e 21 anos. Apesar de se reconhecer como homossexual, ele mantém o casamento para não prejudicar a vida que estabeleceu, inclusive profissional, e por medo de magoar as filhas. “Não sei se conseguiria encará-las.” Poucos sabem da vida dupla de Pedro. Avesso à exposição e ao mundo gay, ele confessa que é preocupado demais com o “que os outros vão falar”. Para satisfazer seus desejos, o vendedor teve relacionamentos discretos com outros homens ao longo dos anos. Com o rapaz com quem namorou por cinco anos, que também era noivo de uma mulher na época, Pedro tinha o disfarce perfeito para a família. Os dois trabalhavam no mesmo segmento e viajavam juntos para atender clientes. Apesar de conseguir acomodar vidas paralelas, Pedro revela o desgaste de ter de mentir. “É cansativo ter dois papéis, porém, no momento, prefiro manter como está”, fala.

A angústia de esconder a orientação sexual da mulher por anos foi o que levou o gerente executivo Fabrício*, 31, a revelar a verdade. Casado por dez anos, há cinco ele contou para ela que é bissexual e que se relacionava sexualmente com homens. “Achava que era um direito dela saber se era isso mesmo que queria para a vida dela.” Fabrício tinha certeza de que essa revelação custaria o fim do casamento. Porém, ele não suportava mais se esconder. “Para minha surpresa, ela disse que isso não era um empecilho para manter nossa relação”, conta. “Hoje estou extremamente feliz e resolvido com minha mulher, só falta contar para minha filha”, diz o gerente, pai de uma menina de 12 anos.

Desejo de família e paternidade
Existem muitos fatores que levam homossexuais a se envolverem em um casamento heterossexual. Alguns experimentam desejos homoafetivos na adolescência, contudo, às vezes, demoram a se perceber como gays. “Muitos se casam porque se apaixonam por uma mulher e só mais tarde vem a certeza de que são homossexuais, porém já vieram os filhos e eles não querem desmanchar o casamento”, declara a psicóloga Vera Moris, professora e pesquisadora da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, coordenadora do Homopater, grupo de apoio e orientação a homens e pais em relacionamentos homoafetivos. A vontade de ter filhos também impulsiona alguns homens, mesmo sendo gays, a se casarem com mulheres. O modelo heteronormativo aparece na cabeça de muitos como único caminho possível para realizar o sonho de ter uma família. Depois de casados, os que se sentem infelizes nem sempre terminam a relação por temerem perder o vínculo com a família, por isso acabam optando por uma vida dupla. “Eles sentem medo de fazer mal aos filhos e de serem rejeitados”, diz Vera.

Autoaceitação e separação
Não conseguir encarar a própria bissexualidade foi o que fez com que Fabrício adiasse a conversa com a mulher sobre sua orientação sexual. Apesar de ter tido experiências homossexuais na adolescência, por motivos religiosos, ele não lidava bem com sua sexualidade. “Não estava confortável comigo mesmo, só depois que aceitei minha bissexualidade me senti pronto para dividir com ela”, fala. Mesmo sem coragem de contar para a mulher sobre sua homossexualidade, Pedro pretende se separar. “Quero morar sozinho, ter mais liberdade, a família que eu queria já tenho. Meu maior erro foi não ter me permitido ter relações sexuais antes do casamento”, diz o vendedor, que se casou virgem. Segundo Vera, existem homens que levam uma vida dupla por bastante tempo e o processo de separação é lento, entretanto, quase sempre acontece. “A orientação sexual não é uma escolha, não tem como fugir, tem de enfrentar”, afirma.

Conheça homens que transam com homens, mas não se consideram gays

Yannik D´Elboux Colaboração para o UOL, no Rio de Janeiro


O arco-íris da sexualidade humana tem muito mais do que sete cores. Entre a heterossexualidade e a homossexualidade, existem tantas nuances quanto desejos. No meio desse caminho, estão os HSH (homens que fazem sexo com homens). São homens que gostam de transar com outros, porém não se consideram gays. “Nunca consegui me imaginar de mãos dadas ou trocando carinhos. Sexo com homem é grosseiro, por isso é só sexo”, diz Antônio* (nome fictício), 40, corretor de seguros, que se identifica como hétero. Pai de um menino de cinco anos, ele já foi casado e namora apenas mulheres. “Nunca conseguiria me relacionar afetivamente com um homem, tenho 101% de certeza, curto apenas a putaria na cama”, fala, negando qualquer hipótese de que poderia ser um homossexual enrustido. A ideia de negação da verdadeira orientação sexual sempre surge quando alguém coloca em prática uma fantasia que não corresponde à sexualidade assumida. Porém, para o sociólogo Felipe Padilha, membro do grupo Quereres – Núcleo de Pesquisa em Diferenças, Gênero e Sexualidade da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), não há essa relação. “O contato erótico entre homens não leva necessariamente a uma identidade.”

Para Flávio* (nome fictício), 25, analista de sistemas, tanto a homossexualidade quanto a bissexualidade estão mais ligadas aos sentimentos por alguém do mesmo sexo. Por essa razão, ele se considera hétero, apesar de transar com homens desde os 15 anos. Flávio tem prazer em ser penetrado, mas, assim como Antônio, não se imagina namorando outro homem. “Meu desejo é apenas para sexo. É só tesão, talvez uma fantasia ou um prazer que a mulher não pode me dar.” Prazer escondido

Nem todos os HSH desfrutam do sexo anal. “Não gosto de ser penetrado, apesar de já ter sido, fico desconfortável, mas curto uma lambida, o que é mais fácil ter entre homens”, conta Márcio* (nome fictício), 27, professor de história, que fez sexo com um amigo pela primeira vez há três anos por curiosidade. Márcio tem uma parceira sexual há quase dois anos e prefere fugir dos rótulos. “Poderia dizer que sou bissexual, mas acho tais nomenclaturas desinteressantes. Minha orientação sexual é a de permitir entrar em contato e experimentar o mundo como aventura.” Muitas vezes, as relações sexuais entre os HSH são mantidas em segredo por causa do preconceito em relação a esse tipo de comportamento. “Diferentemente dos homens, que adoram quando duas mulheres ficam, muitas mulheres não ficariam com um homem que já transou com outro. Acham que o cara é gay e não serve para elas”, afirma Flávio, que prefere não contar sobre esse aspecto da sua vida para as namoradas até sentir abertura para isso.

Márcio fala que já revelou para algumas parceiras que sente atração por homens e até participou de uma transa a três com uma namorada. Apesar dos preconceitos, tabus e do machismo, o professor diz acreditar que cada vez mais pessoas estão dispostas a viver os relacionamentos e a sexualidade de outras formas, além dos modelos tradicionais. “Hoje em dia é mais fácil encontrar quem lide bem com essas questões, ainda mais em grupos de poliamor.” Antônio diz que, quando começou a ter experiências com outros homens, chegou a se questionar se era gay. Contudo, percebeu que seu desejo não estava relacionado à sua orientação. Hoje, ele não se preocupa tanto com julgamentos morais. “Sou muito homem no dia a dia, mas se quiser sentir outro pau serei bicha por minutos, horas e depois minha vida volta ao normal, o que importa é o meu prazer.”

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