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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Mulher processa família de Elvis alegando ser filha do cantor

Uma sueca que há mais de duas décadas tenta convencer que é a filha verdadeira de Elvis Presley e que Lisa Marie Presley roubou sua identidade abriu um processo contra a família do cantor. Ela pede US$ 130 million por difamação e danos morais.
Lisa Johansen publicou em 1998 um livro chamado "I, Lisa Marie: The True Story of Elvis Presley's Real Daughter" (eu, Lisa Marie: A história verdadeira da filha de Elvis Presley).
No livro, ela diz que após a morte de Elvis, em 1977, Priscilla Presley deixou os Estados Unidos por temer sua segurança. Forçada a assumir uma nova identidade para sua própria proteção, Johansen diz que sofreu para recuperar sua herança e seu nome.

1950/AP
O cantor Elvis Presley em foto dos anos 1950
O cantor Elvis Presley em foto dos anos 1950

Na época, o livro causou um certo burburinho, mas perdeu força quando a mulher se recusou a fazer um teste de DNA.
Em 2000, a editora do livro, que havia lhe dado US$ 200 mil de adiantamento para escrever o livro, a processou em US$ 50 milhões por prejudicar as vendas do livro.

domingo, 30 de outubro de 2011

Narrador da Record cita Elvis Presley e leva invertida de comentarista


Crédito: Reprodução
Maurício Torres nem é assim tão velho, mas neste sábado o narrador da TV Record passou uma impressão jurássica durante transmissão do salto ornamental. Aproveitando a piscina, os atletas em sungas e maiôs e a realização do Pan-Americano em Guadalajara, no México, o homem do microfone destilou suas referências culturais, citando um filme de Elvis Presley. “Quem não se lembra do filme O Seresteiro de Acapulco?”, questionou.
O filme do Rei do Rock, cujo nome original é Fun in Acapulco, foi lançado em 1963, antes, portanto, do quarentão Maurício Torres nascer. Sem a mesma idade ou bagagem cultural do narrador, a comentarista Cristina Guimarães foi honesta. Após um breve silêncio, respondeu ao colega: “Eu não lembro nem do Elvis Presley direito, vou lembrar do filme…”.
Sem perder o rebolado, Maurício Torres fez uma breve resenha deste clássico do cantor norte-americano e ainda terminou o comentário fazendo uma lembrança ao Pan-2011. “No final do filme, Elvis Presley ainda canta a música Guadalajara”. Salto ornamental também é cultura.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ator Eric Bana vai interpretar Elvis Presley no cinema

O ator Eric Bana vai interpretar Elvis Presley no cinema. Ele vai assumir o papel do cantor no filme "Elvis & Nixon", que contará o encontro de Elvis com o presidente.
Presley e Nixon se encontraram na Casa Branca em dezembro de 1970 a pedido do cantor.
Bana, que também irá produzir o filme, deve contracenar com Danny Huston ("X-Men Origens: Wolverine", "O Jardineiro Fiel") no papel do presidente.

Divulgação/American Movie Classics/Reuters
O ator Eric Bana (à esquerda) vai interpretar Elvis Presley em drama sobre encontro com Nixon
O ator Eric Bana (à esquerda) vai interpretar Elvis Presley em drama sobre encontro com Nixon

O filme será dirigido pelo ator Cary Elwes em seu primeiro trabalho atrás das câmeras. Como ator, ele é conhecido por seus papéis na franquia "Jogos Mortais".
Ainda não há previsão para o início das filmagens.
Entre os diversos atores que já interpretaram Elvis estão Harvey Keitel, Kurt Russel, Jonathan Rhys Meyers e Steve Martin.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

16 agosto 2011-Elvis Presley não morreu, virou lenda!

RUBENS EWALD FILHO


elvis Elvis Presley não morreu, virou lenda!
Elvis Aaron Presley nasceu em 8 de janeiro, de 1935 em Tupelo, Mississipi, e faleceu aos 42 anos, em Memphis, Tennessee, em 16 de agosto, de 1977. Hoje relembramos os 34 anos de sua morte.
Elvis não era propriamente um ator, tinha potencial, mas nunca quis ou nunca o deixaram experimentar. Era um astro, uma carismática máquina de fazer dinheiro e seus empresários controlavam sua carreira.
Fez 31 filmes de ficção e nenhum clássico do cinema. Ao contrário, só serviram para deixá-lo infeliz e precipitar sua morte prematura. Mas sempre achei que Elvis era melhor do que parecia, tinha um potencial que nunca explorou porque sua carreira era inteiramente controlada pelo empresário, que o descobriu e o explorou, o dito Coronel (apelido, não era militar) Tom Parker. É ele o vilão que o obrigou a fazer filmes inócuos que sempre davam dinheiro, que impediu que sua carreira, talvez mesmo sua vida, tivesse sido salva se tivessem o deixado participar da versão de Nasce uma Estrela, com Barbra Streisand. Este sim era um papel a altura de um talento que ele nunca conseguiu explorar no cinema.
Elvis sempre parece melhor e mais autêntico em seus  primeiros filmes. Na verdade, os documentários dos primeiros shows é que mostram uma figura perturbadora e natural, um talento cru e vivo, que estupidamente a censura procurou destruir desde o primeiro momento. A televisão só podia fotografá-lo da cintura para cima, porque diziam que os movimentos de suas pernas eram eróticos (foi apelidado de Elvis, The Pelvis) e escandalosos.
Quando Elvis começou a fazer cinema, os produtores resolveram colocá-lo às pressas no primeiro projeto que surgiu, com medo de que o rock caísse de moda.  Não era nem o papel central do faroeste em preto e branco, da Fox  Ama-me com Ternura (Love me Tender de 1956), onde fazia o marido traído de Debra Paget . Chegava a cantar 4 canções mas a musica título era adaptação de uma canção folclórica da Guerra Civil.
love me tender Elvis Presley não morreu, virou lenda!
A maior novidade foi que antes Elvis tinha os cabelos claros, aloirados. Foram pintados de preto para o filme, um visual que ele manteve desde então (outra coisa curiosa: Elvis teve um irmão gêmeo, Jesse, que morreu no parto, ele nasceu 35 minutos depois e sobreviveu. A vida toda ele teve devoção por sua mãe, Gladys (1912-58), que chegou a aparecer numa figuração no segundo filme a Mulher que eu Amo (Loving You, 57, do produtor Hal Wallis, para a Paramount e hoje o filme mais raro de ser encontrado).
Francamente eu prefiro esses primeiros filmes de Elvis, com dois destaques:
1) O Prisioneiro do Rock (Jailhouse Rock, 57), de Richard Thorpe, ainda em preto e branco. Faz o papel de Vince Everett, condenado à prisão por homicídio culposo depois de briga de bar. Lá ele aprende música e decide ser cantor. Apesar de ficar desiludido com a indústria do disco, abre seu próprio negócio e se torna um sucesso, que lhe subirá à cabeça.
elvis1 Elvis Presley não morreu, virou lenda!
Foi o primeiro a usar melhor seu tipo como um rebelde (à la James Dean) e com a primeira canção (a título) de Lieber e Stoller, que se tornou megasucesso. É graças a Jailhouse Rock que o filme resiste (até porque preserva Elvis dançando a sua moda, já que improvisou grande parte dos passos) superando a pobreza do orçamento.
A fita teve um drama paralelo. A atriz que faz o papel central, Judy Tyler (1933-57), descoberta na Broadway no show Pipe Dream, morreu num acidente de automóvel numa estrada do Wyoming, antes da estreia do filme (e Elvis, depois disso, não quis mais ver o filme). Ao menos traz o Elvis jovem e natural. Com o tempo só iria piorar por causa das histórias tolas e roteiros imbecis.
2) O meu favorito é  Balada Sangrenta (King Creole, de 1958). Este foi o último filme de Elvis antes dele ir fazer o serviço militar e mudar radicalmente sua imagem. Naquela época ainda podia fazer um personagem marginal, rebelde, que havia sido originalmente planejado para James Dean. A historia original é do famoso autor Harold Robbins (Os Insaciáveis).
king creole Elvis Presley não morreu, virou lenda!
No caso, Danny Fisher, que foi criado  nos bordéis de New Orleans, um deliquente que largou a escola e trabalha num nightclub onde começa a cantar. O problema surge quando um gângster deseja contratá-lo para aparecer numa boate chamada King Creole e ele recusa. Também a garota do gângster, Carolyn Jones, acaba ficando entre os dois.
Quem realizou foi o veterano cineasta Húngaro Michael Curtiz, o mesmo do clássico Casablanca. Isso explica porque muita gente acha esta sua melhor interpretação  no cinema. No que é muito ajudado pelo excelente elenco (Dean Jagger, Dolores Hart, Liliane Montevechi, Vic Morrow). Ajudado pela trilha musical à la Dixieland, Elvis também teve melhores canções para interpretar num total de onze.
Porque Elvis não fez filmes melhores? Simplesmente porque não havia necessidade de melhorá-los, tinham um público fiel e nenhum deles foi fracasso de bilheteria. Às vezes, o estúdio ainda se dava ao trabalho de conseguir uma locação exótica como em O Seresteiro de Acapulco (Fun in Acapulco,63), com Ursula Andress, onde ele fazia um salva-vidas de um hotel. Ou então o Havaí, onde para variar estava envolvido com belas garotas (como em Feitiço Havaiano (Blue Hawai, 61) e depois No Paraíso do Havaí (Paradise, Hawaian Style,66) .
acapulco Elvis Presley não morreu, virou lenda!
Mas basicamente eram comédias românticas, com momentos de farsa, em que Elvis tinha obrigatoriamente de cantar muito. Aos menos doze canções para compor um LP inteiro. No começo de carreira ainda chegaram a fazer algumas experiências.
Ele foi um jovem rebelde que sonhava em ser escritor em Coração Rebelde (Wild in the Country,61), naturalmente cercado por três mulheres. Foi até um mestiço de índio num faroeste como Estrela de Fogo, onde sua parceira era a veterana mexicana Dolores Del Rio (Flaming Star,60, do competente diretor Don Siegel). Também se tornou um boxeador em Talhado para Campeão (Kid  Galahad, 62).
estrela Elvis Presley não morreu, virou lenda!
Mas logo voltou a forma habitual, cantando, dançando um pouco, tentando momentos de comédia contracenando com bichos e crianças. A maior crise de sua carreira foi quando teve que cortar o cabelo curtinho e passar dois anos servindo o exército americano, mas mesmo assim tudo foi orquestrado para manter o público interessado.
O retorno, porém, foi um total êxito, com Saudades de um Pracinha (G.I. Blues, de 60), uma história autobiográfica sobre o tempo em que esteve na Alemanha, o roteiro é mero pretexto para-Elvis cantar e namorar a dançarina Juliet Prowse.
gi Elvis Presley não morreu, virou lenda!
Mas nunca se preocuparam em colocá-lo com outros astros. Houve a grande atriz  Angela Lansbury fazendo sua mãe em Feitiço Havaiano e Barbara Stanwyck, como dona de um pequeno parque de diversões em Roustabout / Carrossel de Emoções, 64.
Da fase final meu favorito é E Amor a toda Velocidade (Viva Las Vegas, 1964), feito por um diretor famoso em musicais da Metro, George Sidney. Ele faz um corredor de automóveis que vai participar do Vegas Grand Prix w se envolve com uma showgirl. Sidney soube ao menos dar um pouco de agilidade à narrativa, sabia enquadrar em Widescreen e dar um pouco de vida ao normalmente apático Elvis por várias razões:
Viva Las Vegas1 Elvis Presley não morreu, virou lenda!
1) mais bem dirigido;
2) pela primeira vez trabalha com um co-estrela à sua altura que compartilha números musicais (tem um duelo simpático The Lady loves Me, dança com frequência e sensualidade (meio strip ou sozinho) , mesmo porque tiveram caso na vida real. A trama é medíocre, mas chega a ter algum rock (What I’D Say), sem esquecer a música tema famosa (no final em tela dupla). Nada demais mas ao menos é agradável de ver.
Curiosamente foram os dois últimos filmes de Elvis, dois documentários que registravam shows (Elvis é Assim/Elvis That´s the Way it is, 70, e  Elvis on Tour,72), que acabaram sendo o melhor retrato e testemunho do seu talento.
Esse sim, era o Elvis que se tornou imortal, intenso, forte, carismático. O artista que os filmes de Hollywood infelizmente não conseguiram capturar.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mulher em foto famosa de Elvis é identificada na Carolina do Sul

Uma revista dos Estados Unidos identificou a misteriosa mulher que aparece beijando Elvis Presley nos bastidores de um show, numa foto de 1956.

Barbara Gray, 75, moradora de Charleston, na Carolina do Sul, disse à revista "Vanity Fair" que não foi o dinheiro nem a fama que a levaram a revelar sua identidade. "Eu só queria ter o meu nome na danada da foto", disse ela. A foto famosa voltou a ganhar destaque na mídia no começo de 2010, quando foi incluída em uma exposição do fotógrafo Alfred Wertheimer em Washington. Gray então decidiu procurar Wertheimer pelo Facebook e lhe enviou uma mensagem. "Sou a garota. 'O Beijo'. Tenho uma boa história para você", disse ela.
Várias mulheres já haviam procurado o fotógrafo dizendo ser aquela garota, e ele inicialmente não respondeu à mensagem. Mas a revelação acabou no rádio e foi ouvida pelo pessoal da "Vanity Fair", que confirmou a autenticidade do relato com base em outras fotos na mesma época. O fato de ela ter só 1,5 metro também foi crucial nessa confirmação. "Meu Deus, ele é lindo", Gary lembra ter pensado ao conhecer Elvis, então com 21 anos, no hotel dele em Richmond, na Virgínia. Mas ela também o achou "meio inseguro", e não gostou do sotaque dele.
Depois de acompanhá-lo ao show, Gray e Elvis se beijaram na escadaria que dá acesso aos camarins no teatro Mosque. Depois, ela foi com ele até a cabine do trem que o levaria a Nova York. Quando uma voz avisou Elvis de que o trem iria partir, ela disse: "Eu também".

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Elvis Presley é tema de exposição com réplicas e discos

Fãs do rei do rock podem matar a saudade e saber mais sobre a vida do astro na exposição do SP Market (zona oeste de SP)
Fãs do rei do rock podem matar a saudade e saber mais sobre a vida do astro na exposição do SP Market (zona oeste de São Paulo)
Até o próximo domingo (29), os fãs da música poderão saber mais sobre a vida de um dos maiores astros do rock: Elvis Presley.Na exposição gratuita "Elvis - O Rei do Rock", que fica na praça de eventos do shopping SP Market (zona sul de São Paulo), o visitante verá a trajetória do artista por meio de fotos.É uma boa oportunidade para conhecer sua infância e juventude, a entrada no exército dos EUA, seu casamento e outras histórias.A mostra ainda conta com cartazes, revistas, bonecos, discos e outros objetos exclusivos --réplicas que representam as diversas fases do cantor.
Parte do acervo pertence a colecionadores, como uma reprodução fiel do violão Gibson J-200, de 1956, que fez história no rock nas mãos de Elvis.
"Elvis - O Rei do Rock" - SP Market - av. das Nações Unidas, 22.540, zona sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/5682-3666. Até 29/5. Das 10h às 22h.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

"O Retorno do Rei" relembra a retomada na carreira de Elvis Presley

da Livraria da Folha

Elvis foi um dos grandes nomes da música, não apenas do rock. Seu estilo de tocar, cantar, dançar e se vestir revolucionou o que se conhecia por boa música.
Ele foi um dos primeiros cantores a atrair multidões e arrebanhar milhares de fãs, que se descabelavam a cada aparição ou canção melodia do astro. Sua vida também foi a primeira a ter um "rock style".
Para aguentar a maratona de shows e aparições públicas, Elvis utilizava substâncias químicas que o deixaram dependente e foram o primeiro passo para a imagem que ele deixou à época de sua morte.

Divulgação
O cantor norte-americano Elvis Presley (1935-1977) em foto tirada em 1956
O cantor norte-americano Elvis Presley (1935-1977) em foto tirada em 1956

Um pouco antes do fim, como uma fênix, o astro ressurgiu com uma série de shows mostrando que era capaz. Este período é retratado em "O Retorno do Rei - A Grande Volta de Elvis Presley".
O livro tenta entender o que aconteceu com o rei do rock para ele chegar a este estado, o quanto foi duro para ele retornar e como este curto período serviu, também, para acabar de fez com as suas energias.
Leia abaixo um trecho do livro:
*
Long, lonely highway
Os últimos seis anos da vida de Elvis Presley foram um lento desvanecimento, uma decadência gradual àquilo que muito veriam como uma infame caricatura. Mas a aparência física de Elvis durante seus últimos anos - alvo frequente de muito escárnio - não passava de um sinal de um maior e mais profundo mal-estar. No fim de sua vida, era mesmo como se Elvis tivesse perdido a coisa mais preciosa que um artista tem: a fé em seu talento e em si mesmo.
Ironicamente, as sementes para o declínio de Elvis foram plantadas justo pelo que, inicialmente, havia rejuvenescido a ele e a sua carreira: sua volta aos palcos. Sua temporada em Vegas, em 1969, havia lhe apresentado um desafio que valia a pena, mas o entusiasmo acabou rápido demais. "Pessoas como Lamar Fike contaram quão rapidamente Elvis se apagou em Vegas", disse Peter Guralnick, referindo-se às entrevistas que ele havia feito para Careless Love, o segundo volume de sua biografia de Elvis. "Eu havia pensado que eles quiseram dizer que isso aconteceu em um período de cinco anos, mas acho que, quando voltou a Vegas pela segunda vez, ele já não estava mais tão interessado. Ele havia provado que conseguia: havia conquistado Las Vegas e voltado para as paradas de sucessos pop. Não se tratava de haver perdido o amor pelos shows, pois acho que a conexão com o público era uma das coisas mais importantes de sua vida. Mas o nível de envolvimento que teve nos primeiros shows de Las Vegas acho que nunca mais se repetiu."
Vegas virou uma rotina - o que Ronnie Tutt mais tarde chamou de "a suprema gaiola de ouro". Além disso, a agenda de shows ficou puxada: de 1971 a 1973, Elvis tocou em Vegas duas vezes por ano, em temporadas que chegavam a quase 60 shows cada. "É uma situação peculiar quando se é tão popular", diz Wayne Jackson, integrante do The Menphis Horns, que trabalhou com Elvis no American. "Você não quer parar, pois é bom para você também, mas é o que acaba acontecendo quando se faz dois shows por dia. Quero dizer, não pode ser: você dá o seu melhor durante uma hora e meia ou duas horas de show, bota tudo para fora, é uma efusão de física de energia. Depois você para por uma hora e volta para fazer um segundo show. De onde tirar energia? Exige demais de você."
*
O Retorno do Rei
Autor: Gillian G. Gaar
Editora: Madras
Páginas: 272
Quanto: R$ 41,90
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
 

Elvis deixa de ser "rei" na lista dos nomes mais populares dos EUA

Elvis deixou de ser "rei" na lista dos nomes favoritos dos pais americanos, ficando pela primeira vez desde 1954 fora das 1 mil primeiras posições, para surpresa dos responsáveis do registro do Seguro Social.
O Governo americano disponibiliza em seu site os registros dos nomes de bebês utilizados desde 1880.
Em 2010, os nomes mais populares foram Jacob, para meninos, pelo 12º ano consecutivo; e Isabella, para meninas, pela segunda vez seguida.
Completam a lista dos dez mais para os meninos Ethan, Michael, Jayden, William, Alexander, Noah, Daniel, Aiden e Anthony.Para meninas, os nomes mais usados depois de Isabella são Sophia, Emma, Olivia, Ava, Emily, Abigail, Madison, Chloe e Mia.Como curiosidade, os demógrafos assinalam que a febre pela saga "Crepúsculo" levou ao aumento de nomes como Kellan, assim como o do ator Kellan Lutz, que interpreta o personagem Emmett Cullen.Outro nome que ganhou destaque na lista foi Knox, escolhido pelos atores Angelina Jolie e Brad Pitt para um de seus filhos.Para meninas, Tiana, protagonista do filme infantil "A Princesa e o Sapo", a primeira princesa negra nos filmes da Disney, é um dos nomes que mais avançaram na lista.

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