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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Alunos da USP promovem 'Semana do baseado'

Alunos da Universidade de São Paulo (USP) promovem a partir desta segunda-feira a "Semana de Barba, Bigode e Baseado", que vai discutir a proibição do uso de drogas ilícitas com debates, palestras e exibição de vídeos. Alguns professores participarão do evento como palestrantes. A organização é dos estudantes da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da universidade (FFLCH). As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Todas as atividades acontecerão na parte da noite e são inteiramente organizadas pelos alunos da universidade. Nesta terça-feira ocorrerá uma noite do fumo coletivo, que, "para efeitos jurídicos", segundo o texto do convite, será feita "apenas com orégano, substância lícita". Para encerrar a semana, na sexta-feira, os estudantes farão uma festa para arrecadar fundos para a Marcha da Maconha, movimento que defende a legalização da droga no Brasil. A universidade não se pronunciou sobre o assunto.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Clube instala máquina de vendas de maconha para livrar membros de acusação de tráfico

A máquina de maconha e o presidente do Norml, Julian Crawford
O clube Daktory --conhecido como o primeiro "clube da maconha"--, instalou em sua sede, que fica em West Auckland, na Nova Zelândia, uma máquina automática de vendas para distribuir a droga, diz matéria do Orange News.
A ideia surgiu para que não haja o risco dos membros do clube serem acusados de tráfico de maconha. Assim, por apenas 10 libras esterlinas (cerca de R$ 28) eles pode comprar um saquinho com algumas gramas da erva.O Daktory foi inaugurado em novembro de 2008, mas fechou no ano passado depois que seu fundador, Dakta Green, foi preso por posse e venda de drogas e por permitir que o armazém do clube fosse usado para consumo de substâncias ilícitas.Depois de perder seu idealizador, o clube se tornou a sede do Norml -- a sigla de Organização Nacional para a Reforma das Leis da Maconha, ou National Organisation for the Reform of Marijuana Laws-- e seu presidente, Julian Crawford, confirmou a reabertura e o sucesso da máquina de maconha.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Médico encontra maconha na vagina de mulher que diz ter sido estuprada

Exames feitos por hospital em Goiânia constataram que não houve violência.
Mais de 100 g foram encontradas enroladas em uma camisinha.
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera

Uma mulher de 30 anos foi encontrada com 100 gramas de maconha escondida nas partes íntimas. Segundo a polícia, na madrugada de terça-feira (31), a mulher foi até ao Hospital Materno infantil, em Goiânia, alegando que estava sentindo fortes dores e que tinha sido vítima de estupro. Mas ao passar pela avaliação médica, os exames constataram que o caso não era de estupro.
“O médico constatou que não houve estupro e encontrou dentro da vagina dela uma quantidade de droga que estava envolvida em uma camisinha”, afirma o delegado Rubens Rezende de Souza.O caso está sendo investigado pelo 20º Distrito Policial.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Miley Cyrus diz que é maconheira em vídeo

A cantora Miley Cyrus apareceu em um vídeo feito em seu aniversário de 19 anos dizendo que é maconheira.
A gravação obtida pelo site "Daily Mail" acontece logo após o parabéns.
Sua amiga, a cantora e desginer Kelly Osbourne lhe entrega o bolo e diz que é do Bob Marley.
É então que Miley responde: "Você sabe que é maconheira quando seus amigos te dão um bolo do Bob Marley. Você sabe que fuma muita maconha."
Kelly ainda brincou com a amiga: "Achei que seu problema fosse sálvia". A piada faz referência a uma foto que apareceu no fim de 2010 e mostra Miley fumando um bong. Na época ela alegou que era sálvia.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Dossiê "Cannabusiness": Hempcon Califórnia faz "show da maconha"

Marion Strecker /UOL
Em San Francisco

 
O HempCon se apresenta como o “show da maconha medicinal” e acontece em várias cidades da Califórnia (EUA). O último ocorreu em San Jose, a segunda maior cidade do Estado (menor apenas que Los Angeles). San Jose está a menos de uma hora de carro de San Francisco, ao sul da Bay Area, região também conhecida como Vale do Silício, berço da nova economia mundial.
Fui até lá com uma amiga, a também jornalista Christianne González, que está morando naquela cidade e me ajudou na produção desta reportagem. O centro de convenções onde acontecia o Hempcon ficava ao lado de um grande hotel. Tudo normal. Mas a entrada do público não me permitia entrar com câmera, como se cada telefone celular não contivesse uma câmera. Procuramos então uma entrada lateral e nos apresentamos profissionalmente.
 
Visitante do Oaksterdam Museum observa as diferenças entre os pés de Cannabis Indica e Cannabis Sativa, as duas espécies de maconha Marion Strecker/UOL
Deixamos a câmera maior ali e voltamos à bilheteria mostrar os ingressos devidamente pagos, que era o que mais importava para eles. Quando fomos recuperar a câmera maior, encontramos o mestre de cerimônia Crayz Alexander, 52, que cumpre essa função desde que o HempCon começou, dois anos atrás. Ele também é dono de um estúdio de tatuagem chamado Old School Tatto Parlor. Crayz conta que é filho de motociclista e usa maconha há 40 anos, desde que foi diagnosticado com DDA (Disordem de Déficit de Atenção).O ingressou do HempCon custou US$ 20 (por dia) e o evento durou três dias, de 11 a 13 de novembro. Antes que me perguntem se o ingresso dava direito a experimentar a droga a resposta é não. Mas na verdade é sim, porque é possível achar estande oferecendo amostra grátis ou oferecendo teste de equipamento que transforma maconha em vapor. Esses testes são feitos do lado de fora do salão de convenções, num estacionamento aberto, já que dentro é proibido.
O evento está organizado em três partes: um congresso repleto de palestras; uma feira de produtos relacionados ou não ao cânhamo e à maconha; e uma feira de maconha apresentada nas mais diversas formas, desde mudas da planta até carne seca contendo os princípios ativos da erva.
No congresso, por três dias profissionais e especialistas mostraram ao público as novidades sobre como plantar, tratar, usar e clonar maconha. Entre os temas estavam a maconha hidropônica, como iniciar uma plantação ao ar livre, as diferenças entre plantações orgânicas e químicas, a clonagem, como preparar e tratar o solo, os insetos que podem atacar a plantação, a plantação sustentável e debates entre expoentes da “indústria” da maconha para discutir a situação dessa erva na Califórnia hoje.
Não notei no público grande interesse pelas palestras, já que as cadeiras estavam em grande maioria vazias, ao menos no primeiro dia.O público estava mesmo interessado nos produtos. Não, a maconha não é liberada nos Estados Unidos. Mas a Califórnia, assim como diversos outros Estados do país, tem uma legislação que permite seu uso medicinal. E é assim que esse tipo de evento pode acontecer. Há especifidades nos limites legais definidas por cada município. A Justiça federal não aprova nada disso e está em ofensiva contra a maconha.A primeira parte da feira, aberta também a não pacientes, tinha estandes com inúmeras variedades de cachimbos, piteiras e narguilés, de todos os materiais imagináveis, além de mil modelos de moedores para a erva.Tinha também luzes especiais para criar a planta em ambientes internos; estande de rede social especializada em farmácias, serviços de entrega em casa, médicos e lugares para fumar maconha (www.SensiHunt.com); bancas de camisetas, bonés, cartazes; e banca de velas e cosméticos feitos com semente de cânhamo (a planta da maconha).
Tinha ainda objetos de decoração, peças de campanha pró-liberação da maconha e outros estandes sem nenhuma relação direta com a droga. Por exemplo: estandes políticos. Num deles, o professor aposentado Paul Gilbert, às vésperas de completar seus 80 anos, colhia muito seriamente assinaturas para uma campanha pelo fim da pena de morte nos EUA. Noutro estande se arrecadava dinheiro para uma organização especializada em tirar legalmente os “bad boys” da cadeia.

Maconha vaporizada

Mas a última moda, para evitar os males do fumo, parece ser consumir a maconha vaporizada. Funciona assim: o sujeito põe a erva num equipamento que aquece o produto a uma temperatura controlada, sem queimá-lo. Então basta inalar.
Quem explica é a executiva de negócios Amber Hobbs, 23, que trabalha para a rede Got Vape (www.gotvape.com), responsável pela distribuição de uma vasta gama de equipamentos do gênero.
Há desde vaporizadores portáteis, desses que cabem no bolso, até equipamentos maiores, alguns poucos que lembram hospital. Não vi nenhum no HempCon que custasse menos que US$ 90. O mais caro que encontrei custava pouco menos de US$ 800, um modelo digital da linha Volcano, em promoção.
Outro efeito benéfico dos vaporizadores, explica a vendedora, é que os usuários podem evitar que o ambiente em que usam a droga fique todo empesteado com a fumaça e o cheiro da maconha.

Mudas de maconha

Mas a parte mais excitante para o público da feira era a parte dos pacientes, ou seja, a parte em que só se pode entrar apresentando o documento legal que algum médico emitiu informando que a pessoa recebeu prescrição para usar maconha para fins medicinais. Entre os males para os quais a maconha é prescrita estão câncer, Aids, glaucoma, falta de apetite, dor nas costas, espasmos musculares, insônia e estresse.E quem não tinha o documento mas queria entrar na parte dos pacientes? Bom, aí era só entrar numa fila pequena, ali mesmo dentro do centro de convenções. Alguns minutos de paciência, algum documento de identidade e mais US$ 80 bastavam para emitirem o documento na hora.
Eu já tinha tirado o documento médico para entrar nas farmácias e fazer esta série de reportagens (diagnóstico: insônia e estresse!), então entrei na parte fechada da feira. Minha amiga ficou fora. Lá dentro encontrei mudas de maconha por US$ 5. Achei a planta tão bonitinha vendida em torrão que quase comprei. Mas como não tenho documento de identidade emitido na Califórnia, não poderia.
Havia também à venda plantas um pouco mais crescidas, de várias espécies, entre elas Cat Piss e Jelly Bean. Nunca havia ouvido falar de nada disso no Brasil. Tudo bem, alguns leitores vão me chamar de “careta”, não me importo! Segundo o vendedor, em dois meses aquelas mudas estariam produzindo maconha da melhor qualidade.Dou a volta no estande e encontro um rapaz, Zack Nugent, 28 anos, vendendo pirulitos e doces da empresa Green House Candy, da qual é sócio. O slogan da empresa é: “A maneira mais doce de se medicar”. Ele não se importou nem um pouco em ser fotografado e contou que esse trabalho não só paga as contas como provê uma excelente maneira de se medicar.
No fundo da feira encontrei ainda uma barraca de “jerk”, um tipo de carne seca muito popular nos EUA. A empresa Chronic Jerky (www.ChronicJerky.com) produz e industrializa essa carne seca com maconha, de modo a que as pessoas possam consumi-la em qualquer ocasião, inclusive na firma, sem chamar a atenção de ninguém.Minha conclusão é que o jovem de Oakland, Jesus Hernandez, tem toda razão em ver a maconha como um grande negócio. O HempCon não se parece em nada com um congresso acadêmico. É uma feira como outra qualquer, destinada ao público em geral. Ainda que não tenha números para provar, aposto que a maioria das pessoas ali faz apenas uso recreativo da droga, como em qualquer lugar, como no Brasil, como em tantos outros países do mundo.
A única diferença é que em muitas cidades da Califórnia é atualmente possível ser maconheiro (ou maconhista, como diz um colega do UOL) sem ficar na mão de traficante. Basta plantar no quintal ou comprar na lojinha.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Maconha causa "caos cognitivo" no cérebro, diz estudo

EFE/Em Washington
 
O estudo analisou os efeitos negativos da maconha na memória e no pensamento

O consumo de maconha está associado a alterações na concentração e na memória que podem causar problemas neurofisiológicos e de conduta, indicou nesta terça-feira um estudo publicado pela revista "Journal of Neuroscience".Os pesquisadores descobriram que a atividade cerebral fica descoordenada e inexata durante os estados de alteração mental com resultados similares aos observados na esquizofrenia.O estudo, produzido por cientistas da Universidade de Farmacologia de Bristol (Inglaterra), analisou os efeitos negativos da maconha na memória e no pensamento, o que pode provocar redes cerebrais "desorquestradas".O doutor Matt Jones, um dos autores da pesquisa, equiparou o funcionamento das ondas cerebrais ao de uma grande orquestra na qual cada uma das seções vai estabelecendo um determinado ritmo e uma afinação que permitem o processamento de informações e que guiam nosso comportamento.Para comprovar a teoria, Jones e sua equipe administraram em um grupo de ratos um fármaco que se assemelha ao princípio psicoativo da maconha, a cannabis, e mediram sua atividade elétrica neuronal.
Embora os efeitos nas regiões individuais do cérebro tenham sido muito sutis, a cannabis interrompia completamente as ondas cerebrais através do hipocampo e do córtex pré-frontal, como se as seções de uma orquestra tocassem desafinadas e fora de ritmo.Jones indicou que estas estruturas cerebrais são fundamentais para a memória e a tomada de decisões e estão estreitamente vinculadas à esquizofrenia.Os ratos se mostravam desorientados na hora de percorrer um labirinto no laboratório e eram incapazes de tomar decisões adequadas.
"O abuso da maconha é comum entre os esquizofrênicos, e estudos recentes mostraram que o princípio psicoativo da maconha pode provocar sintomas de esquizofrenia em indivíduos sãos", explicou Jones.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Extrato de maconha ajuda a prevenir dores da quimioterapia

Estudo publicado no Anesthesia & Analgesia mostrou que o canabidiol, um extrato de maconha, pode ser um tratamento promissor na prevenção das dores causadas pela quimioterapia com paclitaxel.
Pesquisadores da Temple University School of Pharmacy, na Filadélfia, nos Estados Unidos, afirmam que o uso do canabidiol diminui as dores e inflamações ratos. Em camundongos fêmeas, a substância reduziu a neuropatia, que é uma complicação potencialmente grave que capaz de impedir que os pacientes recebam todo tratamento quimioterápico.O paclitaxel é utilizado no tratamento de câncer de mama em estágio avançado e de câncer de ovário. A droga pode causar danos nos nervos (condição conhecida como neuropatia), o que, por sua vez, pode provocar dores, dormência e formigamento.Durante o estudo, camundongos machos e fêmeas foram tratados com paclitaxel e monitorados para evidências de neuropatia. Os resultados mostraram que a droga induziu respostas anormais para dor principalmente nas fêmeas. Contudo, quando tratadas com o canabidiol antes do paclitaxel, não foi observada dor anormal.
A partir da descoberta, os cientistas constataram que o canabidiol tem efeito preventivo da dor, e que esse efeito era permanente ao longo do tratamento, uma vez que os nervos não foram danificados. Entretanto, são necessários mais estudos para avaliar o efeito do canabidiol em seres humanos antes de ele ser recomendado para prevenção de neuropatias.
Fonte: UPI

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Guerra declarada-Frente evangélica na Assembleia de SP lutará contra maconha e dia gay

Grupo criado nesta terça-feira (16) é formado por 23 parlamentares.Regimento aprovado defende temas que devem ser foco de ação.

Roney Domingos Do G1 SP
Frente Parlamentar Evangélica de SP (Foto: Roney Domingos/ G1)Deputados oram após a criação da Frente
Parlamentar Evangélica de SP-(Foto: Roney Domingos/ G1)
Deputados estaduais paulistas criaram nesta terça-feira (16) a Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa de São Paulo, que terá 23 integrantes, quase 25% do total de 94 deputados estaduais. O grupo se organiza para trabalhar em temas polêmicos, como maconha, aborto e homossexualidade.

"Nós tivemos recentemente a aprovação de apoio à liberação da maconha e do dia de combate à homofobia. São campanhas que em vez de desenvolver que cada um tenha sua liberdade quer pregar que algo que nós consideramos errado seja considerado normal. Tem alguns projetos que nós somos contra", afirmou o coordenador da frente, Carlos Cézar (PSC), pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular.
O coordenador da frente afirma que a criação do Dia do Orgulho Heterossexual em todo o estado de São Paulo também deverá ser tema de discussão."É uma coisa antagônica. Porque se tem o Dia do Orgulho Gay, por que não pode ter o Dia do Hétero? Temos de estudar, debater essa matéria. Somos de vários partidos diferentes, mas convergimos em várias situações", afirmou.Com cerimônia de lançamento prevista para 13 de setembro, a Frente Parlamemntar quer atrair lideranças nacionais políticas e de denominações evangélicas para lutar em projetos de interesse nacional.
"Vamos trabalhar no Congresso Nacional porque muitas leis que nos atingem, como a que discriminaliza o aborto, são federais, mas podemos agir. Há pouco o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a relação homoafetiva como relação familiar contrariando a Constituição. Pensamos que a convivência pode existir, mas isso não gera uma família", afirmou. 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Droga artificial simula efeito de maconha e é vendida 'disfarçada'

A maconha artificial mais popular nos EUA, vendida como incenso, a K2 é alvo de resenhas em sites especializados, que também publicam vídeos ensinando a usá-la.
O fabricante, no entanto, já enfrenta problemas típicos do sucesso de qualquer produto: as falsificações.
Os inventores da K2 --uma alusão à montanha no Himalaia-- até criaram um "selo de originalidade" para os pontos de venda, conforme seu próprio site indica, mas ainda há muitas cópias "piratas" por aí.
"Os usuários muitas vezes não fazem ideia do que estão usando. Eles se baseiam nos efeitos que os traficantes dizem que aquela droga vai ter", diz Rafael Lanaro, do Centro de Controle de Intoxicações do Hospital de Clínicas da Unicamp. "O assunto está ganhando cada vez mais espaço nos congressos de toxicologia, mas ainda há pouca literatura sobre os efeitos, sobretudo os de longo prazo, dessas drogas", conclui.
Michael Stravato/
Na foto acima, droga artificial que simula efeito de cocaína é vendida como sendo sais de banho nos EUA
Na foto acima, droga artificial que simula efeito de cocaína é vendida como sendo sais de banho nos EUA

SEM CONTROLE
O uso das drogas artificiais vem crescendo. Um estudo britânico divulgado na semana passada diz que a mefedrona (usada para fazer similares de cocaína e ecstasy) já é tão popular quanto a cocaína no Reino Unido. Mesmo assim, a maioria dos países ainda engatinha em seu controle. Boa parte da Europa e os Estados Unidos estão se esforçando na proibição dessas substâncias, mas basta uma pequena engenharia química para que as drogas retornem à "legalidade". "É muito fácil fazer uma pequena alteração química que muda sua nomenclatura", diz Lanaro.
Nos Estados Unidos, a maior frente de batalha é contra os canabinoides sintéticos. Trinta e oito dos 50 estados americanos baniram ou aguardam legislação para banir a venda dessas substâncias em seu território.
Por meio de sua assessoria, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) disse que, no Brasil, a análise e o subsequente banimento de substâncias vem da demanda de policiais e da própria população. No caso da recém-proscrita mefedrona, o apelo veio da Polícia Federal.
Apesar da proibição, coibir a venda e o uso dessas substâncias deve ser complicado. "Elas são mais difíceis de apreender porque os policiais não estão familiarizados com elas, a apresentação pode ser aparentemente inofensiva", avalia Lanaro. Testes comuns de detecção de drogas não costumam identificá-las. A maioria passa desapercebida pelos cães farejadores.

sábado, 30 de julho de 2011

Grupo protesta contra a maconha em São Paulo

GIBA BERGAMIM JR./FOLHA
DE SÃO PAULO

"Você daria maconha ao seu filho?" É com essa pergunta que um grupo religioso organizou o "Movimento Nacional Contra a Liberação da Maconha", que pretende reunir hoje 100 mil pessoas na avenida Paulista.
O grupo liderado pelo "escritor ecumênico" Xamã Gideon dos Lakotas, espécie de guru religioso da entidade, faz frente aos organizadores da Marcha da Liberdade, ocorrida em várias cidades, entre elas São Paulo, no último dia 18 de junho, e da Marcha da Maconha, realizada em 2 de julho.
A primeira comemorou a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que autorizou manifestações favoráveis à maconha. A segunda reuniu 2.000 pessoas na mesma avenida Paulista. A manifestação ocorre na esteira do debate sobre a descriminalização da maconha. A exemplo dos atos pró-maconha, o movimento contra foi organizado via redes sociais na internet (principalmente Facebook) e blogs. A caminhada está prevista para começar às 10h, no Masp, e seguirá até a Assembleia Legislativa, onde ocorrerá um show, às 14h. Em carta, o grupo diz que "nosso país hoje se depara com a real ameaça de um colapso social". "Até o presente momento, apenas aqueles que defendem a liberação da maconha estão se manifestando com alguma relevância. Com este propósito, até mesmo marchas são organizadas, levando aos holofotes da mídia o seu grito inconsequente", diz o texto. Segundo a entidade, "o povo brasileiro sabe que a maconha não deve ser liberada". O movimento, diz a carta, surgiu por iniciativa de um grupo de amigos e começou a ser divulgado em escolas, universidades, movimentos sociais, ONGs, além "de irmãos de fé das mais diferentes crenças e religiões". De acordo com os organizadores, Gideon é um escritor que dá cursos e ensinamentos religiosos. O grupo, criado em Minas Gerais, se autodenomina uma obra de caridade sem fins lucrativos, dedicada ao aperfeiçoamento espiritual do ser humano. "Não queremos uma nação de drogados e viciados", diz a carta do movimento.
Segundo a PM, cerca de 200 policiais da Força Tática e da Rocam (ronda com motos) acompanharão o evento.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Polícia acha pés de maconha em casa de prefeita de 84 anos na Flórida

Mary Lee Cook é prefeita de Oak Hill.Para prefeita, alguém tentou arruinar a sua reputação.

Do G1, em São Paulo
Mary Lee Cook foi acusada de plantar maconha em sua propriedade. (Foto: Reprodução)Mary Lee Cook foi acusada de plantar maconha
em sua propriedade. (Foto: Reprodução)
A prefeita de Oak Hill, no estado da Flórida (EUA), foi acusada de cultivar pés de maconha em sua propriedade.Mary Lee Cook, de 84 anos, negou as acusações.Ela diz que alguém tentou a arruinar sua reputação ao plantar a droga em sua propriedade.A prefeita se defende das acusações durante uma reunião na segunda-feira depois que os agentes de narcóticos encontraram a droga

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Imagens revelam super plantação de maconha encontrada no México

As mudas ocupavam uma área de120 hectares, no meio do deserto localizado no estado Baja Califórnia. Seis homens que trabalhavam no local foram presos, mas a maioria conseguiu fugir.

 


O exército mexicano divulgou nesta quinta-feira (14) imagens do que diz ser a maior plantação de maconha já encontrada no país. As mudas ocupavam uma área de120 hectares, no meio do deserto localizado no estado de Baja Califórnia.
Segundo as autoridades mexicanas, a plantação produziria renderia 120 toneladas da droga. Seis homens que trabalhavam no local foram presos, mas a maioria conseguiu fugir. O México é o principal fornecedor de maconha para os Estados Unidos.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O efeito maconha das batatinhas fritas


Uma grande surpresa. Descobriu-se , por reações internas produzidas no corpo, que batatas fritas ingeridas causam  efeitos iguais aos da maconha. O apetite aumenta e a repetição do consumo aumenta, um efeito quase insaciável e que leva a elevado consumo de gordura.A mistura batata e gordura induzem o estômago a produzir reações como os endocanabinóides encontrados na erva canábica. O alimento engordurado provoca o chamado  “no stop” (não parar). Aquele desejo irresistível de comer ainda mais batatinhas.
O descobridor do efeito canábico das inocentes batatinhas fritas foi o professor-doutor Daniel Piomelli, da Universidade da Califórnia, em Irvine.Pela pesquisa, pode-se concluir que alguns alimentos gordurosos (no caso da pesquisa as batatinhas fritas) assemelham-se à maconha no sentido de provocar descontrole do apetite.
O professor-doutor  Piomelli e a sua equipe realizaram experiências com ratos, aos quais foram dadas batatas fritas.Os especialistas, então, verificaram que tudo começa na ponta da língua dos roedores, com as batatinhas fritas (alimento gorduroso) comunicando-se diretamente com o cérebro. Dessa forma elas ativam o sistema de transmissão que envia mensagens ao estômago e, pelos processamentos químicos, com relaxamento do estômago, a conseqüência é a chegada da vontade de consumir mais batatinhas fritas.
PANO RÁPIDO. Já escrevi, para a revista CartaCapital, acerca de um levantamento sobre a economia paralela e legal movimentada pelo mercado da maconha em alguns países europeus. No elenco, além dos papéis gomados vendidos nas edículas (e não são para enrolar fumo picado), apontei os lucros obtidos com pizzarias e lanchonetes, pela fome provocada após o consumo.Agora se nota que as batatinhas fritas também abrem o apetite.

Wálter Fanganiello Maierovitch/TERRA

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Holanda pode classificar maconha concentrada como droga pesada

A Holanda, famosa por sua política liberal em relação às drogas, anunciou nesta sexta-feira que pode classificar algumas formas de maconha altamente concentrada como droga pesada, comparável à cocaína ou heroína, em função do risco de criação de dependência.
Com muitas 'coffeeshops' vendendo maconha abertamente a fregueses, além do cultivo doméstico de plantas de maconha ser tolerado no país, a Holanda atrai atenção na discussão global sobre as políticas em relação às drogas leves.Nos últimos três anos o país vem restringindo e desencorajando o consumo e venda de drogas leves, por razões de saúde e criminalidade, e agora quer limitar o turismo de drogas, especialmente nas cidades situadas perto das fronteiras.

O governo propôs a criação de 'passes de maconha' especiais para impedir visitantes de usarem as coffeeshops e restringir o acesso de moradores no país a elas. Alguns analistas prevêem que a medida pode provocar uma queda no número de turistas e nos gastos deles no país.
Agora uma comissão holandesa concluiu que o haxixe e a maconha vendidos na Holanda têm teor de THC, a substância psicoativa principal, de cerca de 18 por cento e informou à ministra da Saúde que uma concentração de THC superior a 15 por cento coloca a droga em nível semelhante à heroína ou cocaína.
'Eu me preocupo há anos com a concentração de THC, especialmente quando é tão alta. Vamos analisar essa questão seriamente', disse à emissora pública NOS a ministra da Saúde, Edith Schippers.
'As consequências, em termos de geração de dependência, são muito mais fortes e graves. Está claro que este é um fator preocupante.'

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Cameron Diaz comete ato falho com maconha

A atriz Cameron Diaz, 38, cometeu um deslize ao comentar sua atuação no filme "Bad Teacher".
Durante entrevista no programa "Late Night with Jimmy Fallon", ela falava sobre sua personagem, uma professora. "Maconha é ótimo!", afirmou. "A minha personagem diz isso, não eu."
Ao continuar a entrevista, ela se enrolou e disse: "Essa maconha... quer dizer, esse filme...".
Ruborizada, a atriz disse aos risos: "Que freudiano!". Diaz já havia afirmado em entrevista que o rapper Snoop Dogg já lhe deu maconha quando ela era mais jovem.
Efe
A atriz norte-americana Cameron Diaz
A atriz norte-americana Cameron Diaz, que cometeu um deslize ao comentar sua atuação no filme "Bad Teacher"

terça-feira, 21 de junho de 2011

Mãe deixava bebê dormir em quarto com plantação de maconha

Em julgamento no País de Gales, ela disse que parceiro cultivava as plantas.

BBC
 
A mãe de um menina de um ano e oito meses admitiu nesta terça-feira em um tribunal ter permitido que o quarto em que sua filha costumava dormir a maior parte das noites fosse usado para o cultivo de maconha.
O caso ocorreu na cidade de Cardiff, capital do País de Gales, no sudoeste da Grã-Bretanha. Os nomes da mãe e da criança não foram divulgados.
A acusação disse que a menina dormia juntamente com cinco plantas e equipamento hidropônico, para seu cultivo.O promotor Mark Salter afirmou que entre os itens encontrados pela polícia no quarto estavam 'um tambor (latão) de óleo contendo 15 litros de água e fertilizantes de plantas'.'Quando interrogada pela polícia, ela (a mãe) disse não ver problemas no fato de a criança dormir ao lado do tambor.'No entanto, Salter afirmou que 'policiais na cena disseram que este é o tipo de coisa dentro do qual uma criança poderia cair'.
A mãe alega que seu parceiro cultivava a maconha sem seu consentimento. Ele admitiu já havia admitido a acusação em outra audiência.O juiz do caso, Bodfan Jenkins, disse que as acusações são graves e todas as opções de sentença permanecem abertas.A mãe responde o processo em liberdade e deve ser sentenciada no mês que vem.

Componente da maconha ajuda a superar traumas, diz pesquisa

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) descobriram como um componente químico da maconha pode ajudar no tratamento das sequelas emocionais deixadas por traumas. Experimentos indicam que o canabidiol, um dos mais de 80 constituintes da Cannabis sativa, ajudou animais a superar a ansiedade provocada por uma experiência traumática.
Nos testes em laboratório, os animais receberam um choque moderado nas patas, simulando uma situação traumática. Quando eram novamente expostos ao ambiente de condicionamento, os animais "congelavam" de medo, sem poder reagir. Contando o tempo de imobilidade, os pesquisadores avaliam a intensidade do medo.
O professor Reinaldo Takahashi, coordenador dos estudos, explica que a simulação em laboratório é semelhante ao que acontece com uma pessoa que foi assaltada numa determinada rua e fica com medo sempre que tem que passar pelo local. Segundo ele, a maneira mais eficaz de se reduzir o medo consiste em realizar sucessivas exposições ao ambiente de condicionamento. Assim os animais se adaptam à situação e reaprendam que aquele local deixou de ser ameaçador.Em humanos, este tratamento é chamado de terapia de exposição e funciona mais ou menos da mesma forma. "Os principais resultados de nossos estudos demonstraram que o canabidiol facilita esse processo de reaprendizado emocional, tornando a exposição terapêutica muito mais eficiente e com efeitos prolongados", explica o professor Takahashi.
A pesquisa indica que a substância funciona como um ansiolítico, o medicamento que combate a ansiedade. A vantagem é que o canabidiol não causa os efeitos colaterais comuns aos medicamentos tradicionais como dependência, sonolência excessiva, piora da memória, tonturas e zumbidos. Os estudos indicam que o canabidiol também não provoca os efeitos típicos da maconha, como falhas na memória recente, taquicardia, boca seca, falta de coordenação motora e tosse.

sábado, 18 de junho de 2011

Liberada, marcha por legalização da maconha ocorre em 40 cidades

Manifestação ocupou faixas da avenida Paulista. Foto: Cris Faga/Divulgação Manifestações pela liberação do uso de entorpecentes foram consideradas legais pelo STF
Foto: Cris Faga/Divulgação

Tribunal Federal (STF) decidirem, por unanimidade, liberar a realização de manifestos em prol da descriminalização de drogas, 40 cidades do País vão realizar simultaneamente, neste sábado, a Marcha da Liberdade. O movimento foi criado após a repressão, em diversos Estados, da Marcha da Maconha, que pedia a legalização do entorpecente. Em apenas uma cidade, Belém (PA), a passeata será feita no domingo.No Estado de São Paulo, estão previstas manifestações em nove cidades. Na capital, a marcha tem início às 14h, com concentração no vão livre do MASP, na avenida Paulista. Haverá passeatas também em Araraquara, Barretos, Bauru, Campinas, Jundiaí, Rio Claro, Santos e Ubatuba.
Já no Rio de Janeiro, a concentração será no Posto 6 de Copacabana, com início previsto também para as 14h. Haverá manifestações simultâneas em Niterói e Rio das Ostras.Em Brasília, também às 14h, a marcha partirá da Torre de TV em direção ao Museu da República. Outras três cidades participarão da Marcha da Liberdade em Minas Gerais - Belo Horizonte, Uberaba e Uberlândia. No Rio Grande do Sul, além de Porto Alegre, moradores de Santa Maria também organizam uma manifestação.As outras cidades que participarão da Marcha da Liberdade neste sábado são Rio Branco (AC), Maceió (AL), Macapá (AP), Manaus (AM), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Goiânia (GO), São Luís (MA), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Recife (PE), Teresina (PI), Natal (RN), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Florianópolis (SC), Aracaju (SE) e Palmas (TO).

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Liberada, Marcha da Maconha deve começar no sábado

Liberada ontem por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a legalidade de passeatas sobre drogas como livre manifestação do pensamento - e não apologia ao crime -, a Marcha da Maconha estará presente na Marcha Nacional da Liberdade, passeata que deve reunir milhares de pessoas em 40 cidades do País no sábado. Em São Paulo, a partir das 14h, o palco será a Avenida Paulista.
Grupos em prol da legalização do consumo de drogas lideram a manifestação. Ela foi criada por causa da repressão policial à Marcha da Maconha no dia 21 de maio. Eles declaram, no entanto, que não formam uma Marcha da Maconha reeditada, porque a pauta também tem reivindicações de ciclistas, músicos, homossexuais e minorias e exige a liberdade de expressão. Integrantes da Marcha da Maconha prometem exibir cartazes e cânticos para levar o debate sobre as políticas públicas de drogas às ruas.
O "bloco da Maconha" ainda estará presente na Parada Gay na Avenida Paulista, marcada para o dia 26. Eles confirmaram a realização de uma segunda edição da Marcha da Maconha no dia 2 de julho na capital paulista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Após liberação do STF, ativistas de São Paulo programam Marcha da Maconha para julho

Arthur Guimarães*/Do UOL Notícias
Em São Paulo
 
Após o sinal verde para a realização de atos pela descriminalização das drogas no Brasil, movimentos sociais e coletivos jovens já marcaram uma data para a Marcha da Maconha em São Paulo. Será no próximo dia 2 de julho, um sábado, com a concentração agendada para o vão livre do Masp, na avenida Paulista, região central da capital.

Confira trechos do julgamento

  • Ministros brincam com termo "baseado"
  • Polícia deve proteger manifestantes, diz relator
  • Procuradora cita FHC para defender marcha
Nesta quarta-feira (15), os oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) foram unânimes em liberar as manifestações pela legalização dos entorpecentes. Eles consideraram que os atos são um exercício da liberdade de expressão e não apologia ao crime, como argumentavam juízes que já proibiram os eventos anteriormente.Segundo a advogada Juliana Machado, 27 anos, integrante do Desentorpecendo a Razão, um dos coletivos que participam da Marcha da Maconha, a expectativa é que a passeata seja pacífica. "Agora que vencemos na Justiça, esperamos não encontrar repressão."Criada para criticar os antigos entraves para a realização de manifestações do gênero, a chamada Marcha da Liberdade continua programada para acontecer no próximo sábado (18) em 41 cidades do Brasil.Como explica Juliana, mesmo com a decisão em Brasília, vários movimentos sociais seguem lutando pela maior liberdade de expressão. "A Marcha da Liberdade não é uma Marcha da Maconha disfarçada. Vários segmentos da sociedade estarão mobilizados para pedir liberdade para organizar atos e condenar a repressão e violência policial", afirmou.

Histórico tumultuado

O relator do caso no STF, ministro Celso de Mello, afirmou que a manifestação pública não pode ser confundida com crime previsto no Código Penal. “Marcha da Maconha é expressão concreta do exercício legítimo da liberdade de reunião”, disse.Para se definir a favor da Marcha da Maconha, o ministro considerou que a Constituição "assegura a todos o direito de livremente externar suas posições, ainda que em franca oposição à vontade de grupos majoritários”. Mello também classificou como “insuprimível” o direito dos cidadãos de protestarem, de se reunirem e de emitirem opinião em público, desde que pacificamente.A discussão chegou ao STF em junho de 2009, quando a vice-procuradora-geral da República Deborah Duprat ajuizou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 187. Na ação, a procuradora indica que a proibição judicial das marchas a favor da maconha e de outros entorpecentes têm sido baseada em interpretação errada do Código Penal. Segundo ela é “equivocado” dizer que a realização das manifestações constitui “apologia ao crime”.A Marcha da Maconha já foi proibida pela Justiça em diversas capitais com este argumento. Somente no mês passado, a marcha foi vetada em Brasília (DF), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR), além da cidade de Campinas (SP).
Em algumas localidades, após a proibição, a marcha foi transformada em ato pela liberdade de expressão. Em São Paulo, o ato terminou em confronto de manifestantes com a polícia.
 
 
*Com informações de Fábio Brandt, em Brasília

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