Por meio da SSP (Secretaria de Segurança Pública), o delegado afirmou que "pela dinâmica dos acontecimentos, tudo leva a crer que o crime foi encomendado, porém ainda não se sabe o motivo".
Um inquérito foi instaurado no 4º DP (Consolação) para investigar o caso. Nesta tarde de hoje, uma parte das testemunhas que presenciaram o crime está sendo ouvida pela polícia. A polícia encontrou ao menos 20 cápsulas de arma de fogo no bar em que os estudantes universitários Júlio César Grimm Bakri, 25, e Christopher Akiocha Tominaga, 23, foram baleados, próximo à FGV, no centro de São Paulo.
Um dos rapazes, Bakri, não resistiu aos ferimentos e morreu. Já Tominaga passou por cirurgia no Hospital das Clínicas e permanece internado em estado grave. De acordo com a unidade, ele apresenta lesões de órgãos gastrointestinais e no rim esquerdo, além de fratura de perna direita. Dos 20 disparos feitos pelos criminosos quatro atingiram Tominaga, que foi ferido no abdômen, peito e perna. Não foi informado quantos tiros acertaram Bakri. O corpo do rapaz será velado na tarde de hoje no cemitério Vila Alpina, na zona leste de SP. A cremação deve acontecer no mesmo local.
CRIME
O crime aconteceu por volta das 21h de ontem em frente a um bar na região da Bela Vista. Os dois rapazes cursavam o 4º ano de administração e estavam no local com, ao menos, mais três pessoas.
Segundo a polícia, dois homens estacionaram uma moto, desceram até ao bar e dispararam diversas vezes contra o grupo, sem tirar os capacetes. O irmão de Tominaga disse em depoimento que o irmão se envolveu em uma briga com outro rapaz em um bar no bairro do Bexiga, há cerca de um mês. De acordo com o delegado Ricardo Prezia, a suposta briga será investigada, mas não é possível falar que foi a causa do crime.
| Zanone Fraissat /Folhapress | ||
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| Perito analisa local onde universitários foram baleados no bairro da Bela Vista, região central de São Paulo |

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