No dia 18 de fevereiro o professor e deputado Carlos Giannazi — membro titular da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa —, acompanhado de um grupo de professores e alunos, foi recebido em audiência pelo secretário municipal de Educação da capital, Alexandre Schneider, a quem foi reivindicar o fim do fechamento de salas de EJA e da flexibilização no processo de matrículas.
Segundo o deputado, o programa unificado de matrícula entre estado e prefeitura tem criado sérios transtornos e prejuízos para toda a comunidade escolar, impedindo o direito do estudante de escolher a unidade de sua preferência para estudar e retirando completamente a autonomia das escolas em fazer as matrículas e os ajustes necessários e reais de acomodação da demanda escolar, a fim de atender aos interesses e necessidades dos alunos.O programa unificado feito nos gabinetes dos burocratas das secretarias de Educação não tem refletido a realidade concreta das escolas, de acordo com Giannazi, que há muito vem lutando para reverter essa situação realizando audiências públicas na ALESP, acionando o Ministério Público Estadual, organizando manifestações e fazendo inúmeros pronunciamentos na tribuna da ALESP sobre o tema.Schneider, após ouvir o parlamentar e o grupo que o acompanhava, disse que a partir desta semana publicaria um comunicado oficial para todas as diretorias e ensino e rede autorizando as matrículas nas escolas escolhidas pelos alunos. Ele reconheceu que o programa de matrícula unificada tem causado de fato injustiças e prejudicando alunos que estão com dificuldade de estudar.

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