Em São Paulo
Stefan Ramin e Heike Dorsch em um dos locais paradisíacos que visitaram antes do episódio de suposto canibalismo
Antes que ela pudesse buscar socorro, ele a amarrou a uma árvore e a agrediu sexualmente. Dorsch, no entanto, conseguiu escapar e avisar as autoridades.
Na semana passada, a polícia local encontrou, em meio a brasas, cinzas, ossos e dentes que acredita ser de Ramin.Os restos foram enviados à Paris para confirmar se são realmente do marinheiro. José Thorel, investigador francês, não excluiu a possibilidade de que os ossos e dentes sejam de Ramin, mas ressaltou que os testes podem demorar semanas.Enquanto isso, o tabloide alemão “Bild” afirmou que Haiti era um “provável canibal”.“Cinzas estavam distribuídas por um acampamento, ao lado de ossos e dentes. O cheiro era de carne queimada. No local também havia roupas espalhadas. Um promotor acredita que ele foi assassinado por um canibal e partes dele foram comidas”, reportou o periódico.Haiti está desaparecido e agora está na mira de investigações da polícia local.
Um porta-voz do governo alemão informou que “o ministro das Relações Exteriores e a polícia federal estão investigando o caso ao lado de autoridades locais”.
*Com informações do Daily Mail e do Telegraph
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