O militante gay Sergio Viula e seu companheiro Emanuel Façanha da Silva, do Rio de Janeiro, ficaram indignados ao verem que livros do Pastor Silas Malafaia fazem parte do catálogo da empresa Avon, famosa por atuar no ramo dos cosméticos e de venda porta em porta. Eles encaminharam reclamações para a empresa tanto no Brasil quanto nos EUA, dizendo que a Avon ajuda a financiar a homofobia ao revender produtos de tal pastor. Silva, que é maquiador profissional, pediu também seu desligamento do cadastro da empresa, do qual era revendedor dos produtos.
E eles não estão sozinhos. Nas redes sociais, cresce a indignação do apoio da empresa ao pastor evangélico que prega o preconceito aos homossexuais. Em seus programas de TV, Malafaia diz que os gays querem direitos especiais e os compara a pedófilos e a quem faz sexo com animais. Nos livros vendidos pela Avon, alguns retratam o tema e mostram a opinião preconceituosa do religioso que enfrente um processo ajuizado pelo Ministério Público de São Paulo por apologia a violência contra os homossexuais.A Avon nasceu de um livreiro que dava perfumes de brindes, um dia, ele mudou de ramo e passou a vender tais fragrâncias e depois produtos de beleza. A empresa respondeu a um pedido de comentário da Lado A, por meio da empresa que cuida das mídias sociais da Avon no Brasil:“A Avon tem como um de seus mais importantes pilares o respeito à diversidade, em todos os seus aspectos, e busca atender de forma ampla e democrática aos consumidores de mais de 100 países, oferecendo uma ampla variedade de cosméticos e outros produtos - entre eles os livros -, para atender à pluralidade de preferências, ideias e estilos de vida.
No que se refere aos livros, oferecemos títulos já consagrados pelo público que espelhem essa diversidade, ainda mais forte em um país multicultural de dimensões continentais. Entendemos que não nos cabe questionar posicionamentos religiosos, políticos ou ideológicos dos autores dessas publicações, mas estamos sempre atentos a opiniões e pontos de vista como os seus, que serão considerados por nossa equipe para aperfeiçoar nossa seleção. Agradecemos por compartilhar sua opinião conosco.”Perguntamos também se era cogitada a retirada dos livros da editora do pastor dos catálogos de venda da empresa ou se poderiam nos informar o volume de livros comprados da mesma editora, mas não tivemos acesso a estas informações. Há ainda na internet uma campanha que propõe boicote aos produtos da empresa e outra iniciativa que deseja criar uma abaixo assinado para que a Avon deixe de vender os produtos do pastor homofóbico.
Divulgação pela ótica de interesse de vídeos e notícias do mundo! **MELHOR VIZUALIZADO COM O GOOGLE CHROME e FIREFOX *ESTE BLOG PODE TER CONTEÚDO IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS*
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Você sabia que existe uma Associação Brasileira de ex-gays? Pois sim
Associação de ex-gays do Brasil
Existe (e atua) no Brasil uma Associação Brasiliera de ex-LGBTT (ABEXLGBTT), formada, é claro, por ex-gays e ex-travestis. A Associação age apoiando pessoas que estejam em processo de "conversão" da homosseualidade e também prestando apoio a líderes evangélicos que o grupo considera "perseguidos" pela Justiça ou pela militância gay tradicional. A Associação enviou uma nota de repúdio contra a ação do procurador federal do Ministério Público Jefferson Aparecido Dias que pediu ao pastor Malafaia que se retrate por suas falas consideradas por ele como homofóbicas.As declarações que estão sendo investigadas pelo Ministério Público foram ditas durante o programa Vitória em Cristo, que é apresentado por Malafaia, que foi ao ar em julho de 2011. No programa o pastor criticou o uso da imagem de santos católicos durante a Parada do Orgulho Gay de São Paulo e disse que a Igreja Católica precisava “baixar o porrete” e “entrar de pau” nos participantes e organizadores da Parada. A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Trângeneros) considerou essa declaração homofóbica e procurou o Ministério Público. A Associação de Ex-Gays é presidida pelo ex-travesti Joide Miranda, presidente da Abex.Leia a nota de repúdio contra o procurador do Ministério Público:
"Nesse sentido, declara que está tomando as devidas medidas legais junto ao Conselho Nacional do Ministério Público para dar início a um pedido de abertura de processo administrativo disciplinar em relação à atuação do procurador Jefferson Aparecido Dias para que explique na ótica do direito positivo pátrio de onde tirou a tipificação alienígena de “declaração homofóbica” em relação a fala do pastor Malafaia.
Por fim, vem declarar com profundo pesar que é extremamente preocupante uma autoridade da República Federativa Brasileira, livre e democrática, estar aparentemente utilizando um órgão tão estimado como o Ministério Público para atuar em prol de um pequeno grupo intolerante e que não aceita as diferenças de opiniões com relação a homossexualidade.O que nos parece é que uma doutrinação totalitária da sociedade brasileira está aos poucos tentando ser implementada. Mas que com a atuação de homens de coragem, que não temem a própria morte e não se curvam frente ao mal, não evitarão esforços para impedir que tal doutrinação sem base racional e científica venha a ocorrer."
UOL
Existe (e atua) no Brasil uma Associação Brasiliera de ex-LGBTT (ABEXLGBTT), formada, é claro, por ex-gays e ex-travestis. A Associação age apoiando pessoas que estejam em processo de "conversão" da homosseualidade e também prestando apoio a líderes evangélicos que o grupo considera "perseguidos" pela Justiça ou pela militância gay tradicional. A Associação enviou uma nota de repúdio contra a ação do procurador federal do Ministério Público Jefferson Aparecido Dias que pediu ao pastor Malafaia que se retrate por suas falas consideradas por ele como homofóbicas.As declarações que estão sendo investigadas pelo Ministério Público foram ditas durante o programa Vitória em Cristo, que é apresentado por Malafaia, que foi ao ar em julho de 2011. No programa o pastor criticou o uso da imagem de santos católicos durante a Parada do Orgulho Gay de São Paulo e disse que a Igreja Católica precisava “baixar o porrete” e “entrar de pau” nos participantes e organizadores da Parada. A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Trângeneros) considerou essa declaração homofóbica e procurou o Ministério Público. A Associação de Ex-Gays é presidida pelo ex-travesti Joide Miranda, presidente da Abex.Leia a nota de repúdio contra o procurador do Ministério Público:
"Nesse sentido, declara que está tomando as devidas medidas legais junto ao Conselho Nacional do Ministério Público para dar início a um pedido de abertura de processo administrativo disciplinar em relação à atuação do procurador Jefferson Aparecido Dias para que explique na ótica do direito positivo pátrio de onde tirou a tipificação alienígena de “declaração homofóbica” em relação a fala do pastor Malafaia.
Por fim, vem declarar com profundo pesar que é extremamente preocupante uma autoridade da República Federativa Brasileira, livre e democrática, estar aparentemente utilizando um órgão tão estimado como o Ministério Público para atuar em prol de um pequeno grupo intolerante e que não aceita as diferenças de opiniões com relação a homossexualidade.O que nos parece é que uma doutrinação totalitária da sociedade brasileira está aos poucos tentando ser implementada. Mas que com a atuação de homens de coragem, que não temem a própria morte e não se curvam frente ao mal, não evitarão esforços para impedir que tal doutrinação sem base racional e científica venha a ocorrer."
UOL
domingo, 4 de março de 2012
MP Abre inquérito contra o Pr Silas Malafaia por homofobia após pedido de ativista gay
Uma ação fora proposta contra o Pr. Silas Malafaia e a Rede Bandeirantes, motivadas por declarações feitas pelo pastor em seu programa de televisão “Vitória em Cristo”. A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo (PRDC) considerou como homofóbicas as citações feitas por Silas e um inquérito foi aberto no Ministério Público.
A denúncia ao PRDC foi feita pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT) em carta assinada pelo líder e ativista gay, Toni Reis.
As expressões “baixar o porrete” e “entrar de pau”, ditas por Malafaia em seu programa, em 02 julho de 2011, quando se referia à parada gay, deram teor à polêmica e motivaram, na época, a denúncia por parte da ABGLT ao Ministério Público Federal, o que gerou a abertura de um inquérito civil público.
No inquérito, o Pastor Silas Malafaia se defende afirmando que seus comentários foram apenas uma “crítica severa a determinadas atitudes de determinadas pessoas desse segmento social, acrescida também de reflexão e crítica sobre a ausência de posicionamento adequado por parte das pessoas atingidas”. As expressões significariam apenas o ato de “formular críticas, tomar providências legais”, segundo ele.
Para Jefferson Aparecido Dias, procurador Regional dos Direitos Humanos do Cidadão, as expressões de Silas Malafaia contêm “claro conteúdo homofóbico”. Por essa razão, a PRDC em São Paulo pede a retratação do programa “Vitória em Cristo” e da Rede Bandeirantes, emissora responsável pela transmissão.
A ação tramitará em uma das varas cíveis da Justiça Federal de São Paulo e não está em segredo de justiça.
Fonte: MT Agora - Gospel+
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Guerra Santa-Record ensina mau caratismo, diz pastor Silas Malafaia
O pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus, criticou a reportagem feita pela programa "Domingo Espetacular", da Rede Record, no último domingo (13).
A matéria atacava as igrejas neopentecostais e a prática chamada "cair no espírito" ou "Desmaio do Espírito Santo".
"O tem nessa TV? Lascívia, homossexualismo, adultério, prostituição, safadeza, roubalheira, mau caratismo, ensinando mau caratismo", disse o pastor sobre a emissora de Edir Macedo.
Veja o vídeo com a resposta de Malafaia e o comentário de Ricardo Feltrin, editor e colunista do F5:
A matéria atacava as igrejas neopentecostais e a prática chamada "cair no espírito" ou "Desmaio do Espírito Santo".
"O tem nessa TV? Lascívia, homossexualismo, adultério, prostituição, safadeza, roubalheira, mau caratismo, ensinando mau caratismo", disse o pastor sobre a emissora de Edir Macedo.
Veja o vídeo com a resposta de Malafaia e o comentário de Ricardo Feltrin, editor e colunista do F5:
sábado, 12 de novembro de 2011
Entidade gay repudia "ameaças de Silas Malafaia"
Ana Cláudia Barros/TERRA
Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) divulgou nota de repúdio ao que classificou de "ameaças do pastor Silas Malafaia" dirigidas a Toni Reis,foto acima, presidente da entidade.
Malafaia chamou Reis de "bandido" e "safado" e declarou que iria "arrombar", "arrebentar" o representante da ABGLT. As declarações foram feitas à revista Época, na última quinta-feira (10).
O termo "fornicar", atribuído ao membro da Igreja Vitória em Cristo na entrevista, foi refutado posteriormente por ele, que alegou ter dito "funicar" - palavra não dicionarizada -, no sentido de "ferrar". O assunto virou mote de piadas e ganhou repercussão entre internautas, figurando entre os temas mais comentados do Twitter Brasil.Na nota, o presidente da ABGLT informa que solicitou ao Ministério Público providências em relação às declarações de Malafaia à revista. Durante a entrevista, o pastor acusou Toni Reis de manipular um vídeo com um trecho de seu programa religioso na TV, suprimindo parte da gravação, o que, segundo ele, colocou sua fala fora do contexto.Reis havia encaminhado o vídeo ao Ministério das Comunicações e à procuradora geral dos Direitos do Cidadão, Gilda Carvalho, sob o argumento de que a ABGLT recebera "diversas denúncias sobre a veiculação, em rede de televisão, que funciona por meio de concessão pública, da incitação da violência à população LGBT por parte do Pastor Silas Malafaia, no qual o pastor afirma que é preciso baixar o porrete em cima, para os caras aprender (sic) a vergonha". As imagens foram vinculadas a uma reportagem sobre agressões sofridas por um um casal gay na avenida Paulista, em São Paulo. Malafaia, por sua vez, negou ter incentivado a violência à população LGBT, alegando, na entrevista à revista, que falava, na verdade, sobre a ridicularização, de acordo com ele, de símbolos católicos na Parada Gay de São Paulo, por parte de um grupo de homossexuais.
Confira a nota da ABGLT na íntegra.
Em entrevista à revista Época, da edição do dia 10/11/2011, o pastor Silas Malafaia voltou a atacar o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), a ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e, em particular, o presidente da entidade Toni Reis.
Com palavras agressivas, denotadas pelo ódio, de baixo calão, absolutamente inadequadas para um líder religioso, o pastor ameaça Toni Reis dizendo "vou arrebentar Toni Reis" ... "Vou funicar (sic) esse bandido, esse safado", o que se caracteriza numa atitude de intimidação, coerção e violência.
Essa reação descabida mostra que a ABGLT está no caminho certo ao pedir às autoridades competentes, em especial o Ministério Público, que avaliem a legalidade da permanência no ar do programa Vitória em Cristo, comandado por Malafaias.
É notória a incitação da violência contra homossexuais perpetrada por Silas Malafaia em seu programa televisivo. Boa parte de suas intervenções extrapolam o limite razoável, porque constituem-se em violações dos direitos humanos, notadamente os princípios da igualdade, da dignidade da pessoa humana e do pluralismo. A liberdade de expressão e a liberdade religiosa devem ser respeitadas. Porém, não devem estar acima dos demais direitos fundamentais consagrados na Constituição Federal. Canais de televisão são concessões públicas. Não podem dar guarida a conteúdos discriminatórios.O que o pastor Malafaia faz é agredir milhões de brasileiros, desqualificar seus estilos de vidas, seu modo de amar, sua afetividade e sexualidade. Trata-se de uma verdadeira cruzada que destila ódio.
Discursos discriminatórios são dispositivos que alimentam cada agressão homofóbica, cada assassinato, cada violação de direitos que acontece no Brasil. Chega de violência, chega de homofobia. Nosso total repúdio a Silas Malafaia e nosso total apoio a Toni Reis, ativista com longa trajetória em defesa dos direitos humanos no Brasil.A ABGLT já solicitou ao Ministério Público providências em relação às ameaças feitas por Malafaias na entrevista à revista Época.
Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, foi criada em 31 de janeiro de 1995, com 31 grupos fundadores. Hoje a ABGLT é uma rede nacional de 257 organizações afiliadas. É a maior rede LGBT na América Latina. A ABGLT tem status consultivo no Conselho Econômico e Social (Ecosoc) da ONU. A missão da ABGLT é Promover ações que garantam a cidadania e os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma sociedade democrática, na qual nenhuma pessoa seja submetida a quaisquer formas de discriminação, coerção e violência, em razão de suas orientações sexuais e identidades de gênero.
Declaração de Silas Malafaia à Revista Época vira motivo de piada
Faz tempo que o pastor Silas Mafalaia, do ministério Vitória em Cristo, vem travando uma verdadeira batalha contra os homossexuais e as leis que pretendem dar aos casais gays os mesmos direitos que possuem os casais heterossexuais.
Mais de uma vez as declarações do pastor em rede nacional de televisão durante seus programas foram alvos de críticas de movimentos GBLT e existem dezenas de artigos e vídeos contra ele na internet.
Um desses vídeos foi postado no Youtube fazendo uma montagem com várias declarações que tentam associar Malafaia ao estímulo de agressões a casais homossexuais, cada vez mais frequentes na avenida Paulista, em São Paulo.Ao longo dos 41 segundos, Mafalaia faz a seguinte declaração: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, baixar o porrete em cima”. A fala se referia a um grupo de homossexuais que, segundo ele, teriam ridicularizado símbolos católicos durante a Parada Gay de São Paulo. O vídeo também mostra uma reportagem a respeito das agressões contra um casal gay.
Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), encaminhou o material ao Ministério das Comunicações e a Gilda Carvalho, procuradora geral dos Direitos do Cidadão, pedindo que seja investigado se o material configuraria incentivo à violência e à discriminação. Toni e Malafaia são velhos conhecidos e já travaram debates públicos no rádio e na TV diversas vezes sobre essa questão.Alguns dias atrás a revista Veja afirmou que Malafaia moveria um processo contra Reis por calúnia e difamação, pois entende que o vídeo foi postado por simpatizantes da causa gay para desmoralizá-lo. Na tarde de hoje, foi publicada uma entrevista no site da revista Época onde o pastor Malafaia afirma que vai entrar com queixa crime contra Toni. Ele afirma que a edição do vídeo no YouTube é tendenciosa e faria as pessoas concluírem que ele incita a violência a homossexuais. O vídeo em questão teve repercussão internacional.“Nunca mandei bater em homossexual porque não sou imbecil nem idiota”, afirmou Malafaia, que ameaça: “Eu vou arrebentar o Toni Reis. Eu não tenho advogado de porta de xadrez [cadeia]. A minha banca aqui de advogados é uma das maiores que tem. Eu vou fornicar esse bandido, esse safado.” Para o pastor essa “baixaria do movimento gay é coisa de bandido e de mau caráter… Eu vou arrombar com esses…”A utilização do termo “fornicar” foi interpretada com duplo sentido por centenas de pessoas no Twitter, que passaram a afirmar que isso revelaria uma atração sexual de Malafaia por Toni Reis. Este, por sua vez, ironizou as ameaças: “Ele não faz o meu tipo. Não vou deixar ele me fornicar, embora eu goste da coisa. (Para fazer isso) vai ter de me conquistar, mas eu estou muito bem casado com um inglês. Se fizer sem eu permitir, é estupro, atentado violento ao pudor.” Em seguida, Reis lamentou: “Isso não é postura de um pastor”.O assunto rendeu durante boa parte da noite de quinta-feira, fazendo com que a hastag #malafaiaescolheufornicar ficasse está entre os Trending Topics, assuntos mais comentados do momento. A imensa maioria ironizava o pastor e fazia piada com sua postura de opositor ao movimento gay.
Mal entendido
Em seu Twitter, pastor Malafaia afirma que tudo não passou de um mal entendido do jornalista da Revista Época “Nesta guerra de manipulação de vídeo q o movimento gay fez, eu disse ao jornalista q eu ia “funicar”, e não “fornicar” como ele publicou”.“Estou falando que eu disse ‘funicar’, e não ‘fornicar’ ou ‘furnicar’”, explica o pastor que também acusa o jornalista de deturpar sua palavra a fim de o ridicularizar junto ao movimento gay e a opinião pública. Malafaia deverá abordar a questão em seu próximo programa semanal.Ouça o áudio da entrevista:
Silas Malafaia disse que vai "fornicar" Toni Reis, líder da causa gay
O pastor evangélico reclama de representações contra ele feitas pelo presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)
Para Malafaia, a edição do vídeo no YouTube é tendenciosa e leva as pessoas a concluírem que ele incita a violência a homossexuais. “Nunca mandei bater em homossexual porque não sou imbecil nem idiota”, afirmou. “Eu vou arrebentar o Toni Reis. Eu não tenho advogado de porta de xadrez (cadeia). A minha banca aqui de advogados é uma das maiores que tem. Eu vou fornicar esse bandido, esse safado.” Em seguida, afirma que “baixaria do movimento gay” é “coisa de bandido” e de “mau caráter”. Depois de citar a queixa crime, diz, sem completar: “Eu vou arrombar com esses...”
Reis ironizou as declarações de Malafaia. “Ele não faz o meu tipo. Não vou deixar ele me fornicar, embora eu goste da coisa. (Para fazer isso) vai ter de me conquistar, mas eu estou muito bem casado com um inglês. Se fizer sem eu permitir, é estupro, atentado violento ao pudor.” Em seguida, sério, Reis lamentou as afirmações do pastor da Igreja Vitória em Cristo. “Isso não é postura de um pastor.”
Nota da redação da Revista ÉPOCA
Poucos minutos após ÉPOCA publicar o texto acima, o pastor Silas Malafaia divulgou mensagens no Twitter dizendo que sua declaração havia sido deturpada. "Nessa guerra de manipulação de vídeo que o movimento gay fez, eu disse ao jornalista que ia 'funicar', e não 'fornicar', como ele publicou", foi um de seus tuites. A expressão "funicar", reivindicada por Malafaia, não existe em nenhum dos quatro principais dicionários da língua portuguesa, o Aurélio, o Houaiss, o Luft e o Michaelis.
Pastor Silas Malafaia explica significado de “funicar”
Ao reclamar de representações contra ele feitas pelo presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), pastor evangélico afirma que não usou a palavra "fornicar"
O pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, afirmou, em carta enviada à revista ÉPOCA, que não usou a palavra “fornicar” na entrevista concedida e publicada ontem no site de ÉPOCA. Ele afirma ter dito “funicar”, palavra que não consta nos quatro principais dicionários brasileiros de língua portuguesa nem em dicionários de gíria consultados pela reportagem. Segundo o pastor Silas Malafaia, a palavra é uma gíria comum no Rio de Janeiro e significa “ferrar”, “arrebentar”.
Leia abaixo íntegra da resposta do pastor Silas Malafaia.
Sempre tive o maior respeito e consideração pela lisura das reportagens da revista Época, tanto é que, em agosto deste ano, dei uma entrevista ao jornalista Elizeu Junior que rendeu três páginas na publicação, com o título: Governante vai ter de dizer em que acredita. O repórter colocou minhas respostas na íntegra e respeitou inclusive o meu estilo de falar, como por exemplo: “Nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos”. Neste contexto, a palavra nego é uma gíria. Outro exemplo: “é o mais famoso dos gays, e não tem voto, não tem porcaria nenhuma”. A palavra porcaria, nesse trecho da reportagem, também pode ser considerada uma gíria. A matéria recebeu vários elogios, e foi uma das mais comentadas no site da revista Época.
No último dia 10 de outubro, concedi novamente entrevista a essa publicação semanal. Desta vez, ao jornalista Humberto Maia. Entretanto, fiquei chocado e terrivelmente indignado com a deturpação de uma gíria que usei na minha fala. Mencionei que eu ia “funicar” Tony Reis pelo mau-caratismo ao manipular um vídeo, retirando 40 segundos de uma mensagem minha de 17 minutos e colocando minha fala fora do contexto. E esse mesmo vídeo foi usado por ele para me denunciar ao Ministério Público Federal, a fim de acusar-me de homofóbico e retirar o meu programa de TV do ar.A maneira que tenho de me defender, porque sou cidadão brasileiro e tenho meus direitos, é entrar com uma ação na justiça e incriminá-lo acerca desta baixaria. Foi com esse sentido que usei a palavra “FUNICAR”, uma gíria que significa “ferrar”, “arrebentar”. Já “FORNICAR” é uma palavra definida no dicionário como relação sexual extraconjugal, palavra esta repetidas vezes usada no Novo Testamento. Se eu como heterossexual não fornico com outra mulher porque é pecado, imagine, com um homossexual. Seria a maior piada de mau gosto do ano. O jornalista, ao tentar justificar-se, coloca a gravação da minha entrevista como nota de redação na reportagem publicada, onde todos podem constatar que não utilizo a palavra fornicar, mas sim, funicar. Ao conversar com o jornalista que fez a matéria, lembrei a ele que, quando não se conhece uma palavra, a imprensa tem a obrigação de colocar entre aspas, mesmo que a palavra seja errada ou não exista, e que, em hipótese alguma, pode colocar algo que o entrevistado não falou. O repórter apresentou suas desculpas e me pediu para que eu escrevesse a minha defesa. Muitos não concordam com o meu jeito de falar porque uso gírias, o que é um direito deles discordarem de mim, assim como também tenho o direito de usar as gírias, porque é a maneira pela qual eu me expresso para as pessoas me entenderem. Utilizo este critério até quando eu estou ministrando as minhas pregações.Espero que a revista Época continue a ser fiel ao que o entrevistado fala, mesmo quando são mencionadas palavras erradas ou gírias. Isto é um jornalismo isento e imparcial. E o Sr. Tony Reis que me aguarde. Vai ter que provar na justiça que sou homofóbico.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Pastor Silas Malafaia é acusado de homofóbico e não recebe homenagem em São Luiz
Na pauta da Câmara Municipal de São Luiz (MA) para ser votado hoje a tarde, um Decreto Legislativo, de iniciativa da vereadora Rose Sales (PCdoB), visava conceder o "Título de Cidadão de São Luiz" para o pastor Silas Malafaia. Mas, um bloco de vereadores liderados pelo PDT pediu vistas de 72h, ou seja, contestaram o decreto. Rodrigues afirmou ainda que Malafaia é hoje "uma persona non grata à comunidade gay", já que utiliza um programa na televisão para fazer ataques sistemáticos à comunidade LGBT. O vereador também alegou que o projeto da vereadora carece de um parecer técnico e "não há nenhuma justificativa" para se homenagear o pastor em questão. O vereador Ivaldo Rodrigues (PDT), líder do governo na Câmara, disse que era necessário analisar a projeto. Segundo ele, conceder tal homenagem "ao pastor Silas Malafaia é um total desrespeito à dignidade humana". A respeito das intenções da vereadora Rose Sales em querer prestar uma homenagem a Silas Malafaia, Ivaldo Rodrigues acredita que ela deseja "ganhar os holofotes da mídia". No entanto, a vereadora rebateu as acusações afirmando que "é serva do senhor" e que Malafaia não é homofóbico. O vereador Chico Viana (PSDB) também se posicionou contra a medida e lembrou que recentemente a Câmara aprovou um Projeto de Lei que atua contra a discriminação por orientação sexual.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Lideranças gays entram com pedido de cassação de registro do Pastor Silas Malafaia
por Renato Cavallera (perfil no G+ Social)
Líderes do movimento gay apresentaram ao CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Rio de Janeiro pedido de cassação do registro profissional do pastor Silas Malafaia (foto), 52, sob a acusação de práticas homofóbicas.O pastor se formou em psicologia clínica e não exerce a profissão, mas faz com frequência menção a sua formação nas pregações aos fiéis.
O CFP (Conselho Federal de Psicologia), ao qual o CRP está atrelado, baixou em janeiro de 1999 resolução proibindo os psicólogos de se referirem à homossexualidade como distúrbio e também de fazer declarações em público discriminatórias contra os gays.Malafaia é pastor da Assembleia de Deus, da subdenominação Vitória em Cristo. Ele tem se destacado por sua pregação contra o movimento reivindicatório por igualdade dos gays.No começo do ano, ele distribuiu no Rio outdoors com a mensagem “Deus fez o macho e a fêmea”. Depois, em maio, em uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a reforma do Estatuto das Famílias, disse que a legalização do relacionamento homoafetivo — que acabou ocorrendo — seria o primeiro passo para se aprovar “tudo o que se imaginar”, inclusive relação sexual com cachorro e cadáver.O MP (Ministério Público) abriu inquérito para apurar se a intenção do pastor, com essas declarações, foi pregar a homofobia.
O CRP-Rio já tinha recebido no ano passado uma reclamação contra Malafaia, mas não deu em nada.
Fonte: Paulopes
Líderes do movimento gay apresentaram ao CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Rio de Janeiro pedido de cassação do registro profissional do pastor Silas Malafaia (foto), 52, sob a acusação de práticas homofóbicas.O pastor se formou em psicologia clínica e não exerce a profissão, mas faz com frequência menção a sua formação nas pregações aos fiéis.
O CFP (Conselho Federal de Psicologia), ao qual o CRP está atrelado, baixou em janeiro de 1999 resolução proibindo os psicólogos de se referirem à homossexualidade como distúrbio e também de fazer declarações em público discriminatórias contra os gays.Malafaia é pastor da Assembleia de Deus, da subdenominação Vitória em Cristo. Ele tem se destacado por sua pregação contra o movimento reivindicatório por igualdade dos gays.No começo do ano, ele distribuiu no Rio outdoors com a mensagem “Deus fez o macho e a fêmea”. Depois, em maio, em uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a reforma do Estatuto das Famílias, disse que a legalização do relacionamento homoafetivo — que acabou ocorrendo — seria o primeiro passo para se aprovar “tudo o que se imaginar”, inclusive relação sexual com cachorro e cadáver.O MP (Ministério Público) abriu inquérito para apurar se a intenção do pastor, com essas declarações, foi pregar a homofobia.
O CRP-Rio já tinha recebido no ano passado uma reclamação contra Malafaia, mas não deu em nada.
Fonte: Paulopes
segunda-feira, 28 de março de 2011
Pastor Silas Malafaia é investigado por comparar relações homossexuais com necrofilia e zoofilia
O encontro foi realizado em maio passado e foi marcado para discutir mudanças no direito de família.Durante o discurso, Silas Malafaia fez um discurso contrário à união homoafetiva e chegou a dizer que se fosse para concordar com a união gay, então que se liberasse a zoofilia e a necrofilia.
“Vamos liberar tudo que tem na sociedade. Vamos colocar na lei tudo que se imaginar. Quem tem relação com cachorro, vamos botar na lei, porque tem gente que gosta de ter relação com cachorro. Eu vou apelar aqui, mas tem que dizer, é um comportamento, ué. Vamos aceitar?”
“Quem tem relação com cadáver? É um comportamento, vou botar na lei. Ah, se é um comportamento, ué, estão espantados, vão discriminar, ué? É a favor de quê? Então vamos colocar tudo na lei e onde é que vai parar a sociedade brasileira?”
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