O plebiscito, que pode mudar a cara do Pará, terá que ser feito num prazo de seis meses, a partir da publicação no Diário Oficial. A população terá que decidir se o estado fica da mesma forma ou dividido em três.
O plebiscito, que pode mudar a cara do Pará, terá que ser feito num prazo de seis meses a partir da publicação do Diário Oficial. O projeto que aprovou a consulta pública do estado de Tapajós foi aprovado nesta terça-feira (31). O de Carajás, na semana passada.
A população terá que escolher entre manter o estado do Pará como ele é hoje, ou dividi-lo em três. Isso significaria o nascimento de mais dois estados: Tapajós e Carajás.Tapajós ficaria, segundo o projeto, na parte oeste do estado e teria uma área equivalente à 58% do atual Pará, 27 municípios e 1,7 milhçao de habitantes. A capital seria Santarém.Carajás ficaria no sudeste com uma área de 25% do Pará, 39 municípios e uma população de 1,4 milhão de habitantes. A capital seria Marabá.As mudanças não fariam com que o Pará sumisse do mapa. Ele ficaria apenas menor, bem menor, com cerca de 17% da área atual. A capital continuaria sendo Belém.De acordo com um estudo do economista Rogério Miranda, do Ipea, o custo de manutenção desses dois novos estados pode passar de R$ 5 bilhões por ano.
Ainda segundo o estudo, a arrecadação desses estados seria baixa, isso poderia levar à um desequilíbrio fiscal que teria que ser corrigido com ajuda do Governo Federal.
A população terá que escolher entre manter o estado do Pará como ele é hoje, ou dividi-lo em três. Isso significaria o nascimento de mais dois estados: Tapajós e Carajás.Tapajós ficaria, segundo o projeto, na parte oeste do estado e teria uma área equivalente à 58% do atual Pará, 27 municípios e 1,7 milhçao de habitantes. A capital seria Santarém.Carajás ficaria no sudeste com uma área de 25% do Pará, 39 municípios e uma população de 1,4 milhão de habitantes. A capital seria Marabá.As mudanças não fariam com que o Pará sumisse do mapa. Ele ficaria apenas menor, bem menor, com cerca de 17% da área atual. A capital continuaria sendo Belém.De acordo com um estudo do economista Rogério Miranda, do Ipea, o custo de manutenção desses dois novos estados pode passar de R$ 5 bilhões por ano.
Ainda segundo o estudo, a arrecadação desses estados seria baixa, isso poderia levar à um desequilíbrio fiscal que teria que ser corrigido com ajuda do Governo Federal.
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