domingo, 24 de julho de 2011

Amy Winehouse morreu de overdose de ecstasy, diz produtor



Uma reportagem do site Daily Mail publicada neste domingo (24) pinta os últimos momentos de vida de Amy Winehouse de forma sombria. De acordo com a matéria, a cantora comprou um coquetel de narcóticos, incluindo cocaína, ecstasy, heroína e ketamina na sexta-feira (22), um dia antes de sua morte, aos 27 anos.
O produtor da rede de televisão 
MTV, Danny Panthaki, afirmou neste domingo que a cantora britânica Amy Winehouse morreu de overdose de ecstasy.

"O namorado de uma amiga é um policial, e foi ele quem encontrou Amy Winehouse morta. Foi uma overdose de ecstasy", disse em entrevista ao jornal britânico Sunday Mirror.

Amigos da cantora afirmaram aos tablóides que ela participou de muitas festas nos últimos dias, regadas a drogas e álcool.
"Ela passou os últimos sete dias em uma farra enorme e as pessoas estavam dizendo que ela iria beber até a morte", disse um amigo.Pessoas próximas de Winehouse acreditam que a causa tenha sido a combinação do ecstasy com o álcool.
"Havia sempre o perigo de algo assim acontecer. Ela ficava constantemente fora de controle por causa da vodka. Ela bebia garrafa após garrafa, e misturar essas quantidades com drogas é letal", disse outro amigo.

Brasileiros se reúnem em frente à casa de Winehouse

Cecília Bergamasch /TERRA
 
Um grupo de 21 brasileiros de uma escola de inglês de Santo Antônio de Posse, interior de São Paulo, optou por uma ida à casa onde morava Amy Winehouse como seu último passeio antes de retornar ao Brasil hoje à noite.
"É uma oportunidade única. A morte da Amy está tendo muita repercussão e não custava nada passarmos aqui para prestar nossa homenagem à ela", disse a empresária Simone Bazzani, 35 anos.
Em intercâmbio cultural, o grupo de crianças, jovens e adultos, passou duas semanas entre Inglaterra, Escócia e França. Uma das três professoras acompanharam os estudantes, Adelina Santos, 37 anos, diz que muitos de seus alunos aprenderam inglês com as músicas de Winehouse. Fátima Garton, 31 anos, também professora, deixou flores. "Eu gostava da Amy, ela tinha uma voz boa, mas infelizmente aconteceu isso com ela", lamenta.
Grupo de brasileiros aproveitaram a oportunidade para prestar homenagem à cantora
Grupo de brasileiros aproveitaram a oportunidade para prestar homenagem à cantora
Brasileiros que moram em Londres também compareceram ao local. A estudante brasileira Laura Pimentel, 15 anos, conta que ficou em choque ontem ao saber da morte da cantora. "Ela foi uma das maiores cantoras e chorei ao saber da notícia", diz ela. A atendente de restaurante Jailma Pimentel, 39 anos, mãe de Laura, diz que Winehouse foi uma pessoa polêmica. "Gosto das músicas dela, mas ela como pessoa era muito doida", acrescenta.
Desde que se mudou para Londres, em março deste ano, a jornalista Ana Luisa Toleto, 26 anos, queria ir a um show de Winehouse mas nunca teve oportunidade. "Fiquei triste, que pena que não deu", diz ela.
A fonoaudióloga inglesa Claire Hudson, 26 anos, atraiu atenção dos fotógrafos que faziam plantão em frente à casa ao deixar, muito emocionada, flores e um cartão endereçado à família de Winehouse.
Hudson diz que a música de Winehouse a ajudou a superar momentos difíceis e a introduziu ao jazz e blues. "Amy Winehouse foi muito importante na minha vida e sou uma grande fã. Achei importante vir aqui, e conversar com outros fãs está me ajudando a superar isso", diz ela.

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