Polícia diz que 9 cópias do jogo foram furtadas em fábrica em Manaus.'Não sabia que game ainda não tinha sido lançado', diz suspeito ao G1.

'Mortal Kombat que foram furtadas (Foto: Divulgação/Polícia Civil do Amazonas)
Kettle diz que publicou na internet que possuía o game "Mortal Kombat" no dia 9 de abril, dez dias antes do lançamento mundial. "Eu não sabia que o game ainda não tinha sido lançado, não acompanho os lançamentos de jogos. Para mim, estava tudo certo."
Não sou ladrão, caí em um golpe"
Kaleb Kettle
Ele conta que trocaram telefones e que, em uma das ligações, ele pediu que o homem fosse até sua casa para levar o jogo de luta.Segundo Kettle, houve desconfiança sobre a procedência do produto. "Achei que era apenas um CD com a impressão do jogo. Como não vinha com caixa e manual, perguntei se não era falso. O homem me disse que era assim que recebia do fornecedor. Como compro games em sites de fora [estrangeiros], fiquei em dúvida. O game funcionou normalmente", disse.Sem saber que "Mortal Kombat" seria lançado nos Estados Unidos no dia 19 de abril, segundo ele, Kaleb começou a divulgar para amigos em redes sociais que possuía o título. "A galera não acreditava em mim. Perguntavam como eu consegui o jogo. Para provar que eu tinha o 'Mortal Kombat', publiquei fotos na internet. Minha foto com o game e com o gesto obsceno foi para uma pessoa que estava me chamando de mentiroso. Fiquei mordido na hora e por isso mandei a foto."Ele diz que se arrepende da atitude. "Se eu tivesse ficado quieto, nada disso teria acontecido." Afirma também que sentiu medo quando a polícia foi a sua casa. "Nunca tive problemas com a polícia. Me preocupei com minha família quando eles bateram na minha porta, pois sou casado e minha esposa está grávida. Não sou ladrão, caí em um golpe."Kettle afirma que gostaria de se desculpar com o produtor do jogo, Hector Sanchez, que publicou no Twitter que estava "desapontado" com o vazamento do jogo. "Não fiz por mal. Não pensei em prejudicar a empresa, ele e nem a pessoa que me vendeu o jogo."
O G1 tentou entrar em contato com os outros dois indiciados, mas não conseguiu.
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