Depois de vídeo, José Rossoni recebeu mais de 2 mil cutucadas.
De 95 amigos na rede social, usuário passou para mais de 5 mil.

de 700 mil acessos (Foto: Arquivo Pessoal)
No domingo à noite, o irmão de Rossoni publicou o seu desabafo no YouTube com o título: “Ninguém me cutuca no Facebook”. Nesta sexta (29), o vídeo atingiu a marca de 700 mil acessos. De 95 amigos na rede social, Rossoni passou para quase 5 mil e 1 mil solicitações ainda pendentes.“Eu nem sei dizer quantas cutucadas eu já recebi. Na quarta-feira (27), a página mostrava que 2 mil pessoas tinham me cutucado. Eu consegui responder para todos, mas logo apareceu o número 2 mil de novo. Não sei se existe um número máximo permitido de cutucadas”, contou Rossoni em entrevista ao G1. “Hoje, as pessoas estão reclamando que eu não cutuco de volta”.

5 mil amigos no Facebook (Foto: Reprodução)
Rossoni se considera uma pessoa de poucos amigos. “Hoje, sou popular por causa do vídeo. As pessoas querem estar por perto de quem é popular”.
Reflexo da vida real
Segundo o professor de psicologia Sandro Caramaschi, as redes sociais são um espelho da vida real. “O Facebook reflete os padrões que temos na vida cotidiana. Há pessoas que são mais populares, outras mais solitárias e menos procuradas”, explica.Um estudo realizado com usuários do Facebook indica que a maioria dos relacionamentos que o usuário mantém no site é com pessoas já conhecidas pessoalmente. “Na prática, o Facebook acaba replicando relações já pré-existentes. É basicamente o que acontece nas grandes cidades. Mesmo morando em São Paulo, os relacionamentos se restringem a um grupo da sua convivência pessoal”.Caramaschi explica que a internet é uma transferência do espaço de socialização. O que antes acontecia nas praças e nos shoppings, mudou para as redes sociais. “Da mesma forma que você tinha pessoas mais populares e impopulares, esse padrão se reflete na dimensão digital também”, conclui
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