Um acidente de trânsito em Tietê causou a morte de um casal no último fim de semana. Uma criança de 1 ano sobreviveu por causa da cadeirinha de segurança. E esse caso confirma a importância do equipamento. Ele é obrigatório, mas ainda tem gente que desrespeita a lei.
A situação do carro impressiona. O veículo virou um amontoado de ferros retorcidos. Quem vê, não acredita que alguém possa ter sobrevivido. O casal Douglas Servelim Pontes, de 21 anos e Jaqueline Araújo de Almeida, de 20 anos, não resistiu aos ferimentos. Os dois morreram no local. O filho, João Pedro, de um ano e meio, não morreu porque estava na cadeirinha. A criança não sofreu nenhum arranhão. A avó conta que o filho Douglas, que dirigia o carro, era muito responsável e sempre colocava o menino na cadeirinha. Ela percebe que a atitude ajudou a diminuir o sofrimento da família. Atitudes como a do casal servem de exemplo sobre a importância do uso da cadeirinha de segurança e do assento de elevação nos veículos, o que é comprovado também pelas pesquisas. Dados da ONG "Criança Segura" revelam que pelo menos duas mil crianças morrem e dez mil ficam feridas todos os anos nas estradas brasileiras porque não estavam em cadeirinhas de segurança.
Mesmo assim, muitos motoristas ainda escolhem a imprudência e não obedecem as regras. Flagrantes feitos no trânsito de São José do Rio Preto, no noroeste paulista, mostram várias pessoas colocando em risco a vida das crianças.O uso do cadeirinha, exigido por lei, aumenta em 70% as chances de sobrevivência da criança num acidente. É o que explica o soldado do Corpo de Bombeiros de Tietê, Daniel Ataíde. Mas ele alerta: não basta apenas ter o acessório. É preciso saber usá-lo corretamente.
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