Nesta quarta (23), defensor entrega documentação no fórum.
Os dois vão a júri popular pelo desaparecimento e morte de Eliza Samudio.

2010. (Foto: (Foto: Alex Araújo/G1 MG))
Segundo o advogado, o documento será protocolado e distribuído ainda nesta quarta-feira (23), no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte. O acordo prevê a divisão do valor do sítio em Esmeraldas, avaliado em R$ 1,2 milhão e que ainda não foi vendido. Além disso, Bruno terá que pagar pensão no valor de um salário mínimo para cada uma das duas filhas do casal.O advogado do goleiro, Cláudio Dalledone, disse que não recebeu a confirmação da separação. Ele explicou que, segundo a legislação brasileira, na separação de comum acordo, a documentação com assinatura das parte pode ser levada diretamento ao cartório, sem a exigência de um advogado. Ainda segundo Dalledone, ele acompanha o caso do goleiro apenas na esfera criminal.
A assessoria do fórum informou que, até o início da manhã desta quarta-feira (23), não havia recebido o pedido de separação.
Caso Eliza Samudio
O goleiro Bruno Fernandes e oito mais pessoas, incluindo Dayanne, foram indiciados pelo desaparecimento de Eliza Samudio, ex-namorado do jogador. Para a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 e o corpo nunca foi encontrado.Após um relacionamento com o goleiro Bruno, Eliza Samudio deu à luz um menino em fevereiro de 2010. Ela alegava que o atleta era o pai da criança. Atualmente, o menino mora com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul. Segundo a polícia, Eliza teria sito morta no início de junho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.A Polícia Civil indiciou Bruno e mais oito envolvidos no desaparecimento e morte da jovem. A Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público em agosto de 2010. O corpo de Eliza não foi encontrado.Em dezembro de 2010, a mulher de Bruno, Dayanne; a ex-namorada de Bruno, Fernanda Gomes de Castro; o caseiro do sítio, Elenílson Vítor da Silva; e Wemerson Marques, o Coxinha, foram soltos e respondem em liberdade. Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, foi inocentado antes da denúncia.O goleiro, o amigo Macarrão e o primo Sérgio Rosa Sales vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Sérgio responde ao processo em liberdade. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), não há previsão de data para o julgamento do caso Eliza Samudio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário