(EFE).- Os estúdios Paramount Pictures adquiriram os direitos cinematográficos do livro "Furious Love", que e conta vida tumultuada do casal Elizabeth Taylor e Richard Burton, e farão um projeto que poderá ser dirigido por Martin Scorsese, informou nesta quinta-feira a revista "Variety".
Um representante da Paramount confirmou que a companhia está a ponto de fechar um acordo para adaptar o livro, escrito por Sam Kashner e Nancy Schoenberger, para a telona.O projeto pode contar com o financiamento de Julie Yorn, Gary Foster, Russ Krasnoff e o próprio Scorsese, através de sua produtora, Sikelia.Elizabeth e Burton começaram seu tórrido romance em 1963 no set de "Cleópatra", época em que os dois estavam casados com outras pessoas. O escândalo instigou um assédio por parte da imprensa que se estendeu enquanto durou a relação.O primeiro casamento deles foi em 1964, e se divorciaram dez anos depois. Porém, decidiram se casar novamente em 1975, mas voltaram a se separa logo em 1976."Furious Love" foi baseado nos diários e cartas particulares de Burton com o consentimento de Taylor e da viúva do ator, Sally Hay Burton. Parte do conteúdo dessas correspondências foi publicada em um recente número da "Vanity Fair"."Um desses dias despertarei - acho que já fiz isso - e me darei conta de que realmente a amo. Para mim, é muito difícil permitir que a minha vida dependa da existência de outra pessoa. É igualmente difícil, com a minha arrogância inata, acreditar na ideia do amor", escreveu o ator, falecido aos 58 anos por causa de uma hemorragia cerebral.O célebre intérprete também falou sobre o que para ele significava o amor: "Não existe tal coisa, digo para mim mesmo. Existe a luxúria, o cotidiano, os ciúmes e o desejo, mas não o amor. Quem inventou esse conceito? Fundi minha cabeça e não encontrei a resposta".
Possível diretor do filme, Scorsese concluiu a gravação de "Hugo Cabret", filme que estreará no dia 23 de novembro.
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Liz Taylor não acompanha Richard Burton em seu descanso eterno
Reuters
Por Andrew Callus
CELIGNY, Suíça (Reuters) - Apesar de ter vivido um quarto de século a mais que ele e buscar a fama que ele desprezava, mesmo em seu lar por escolha, na Suíça, Elizabeth Taylor sempre teve Richard Burton como seu esposo mais querido.
De acordo com histórias contadas sobre eles, o casal deve se reencontrar na morte, e Burton, ator britânico que se casou com Taylor duas vezes, divorciando-se depois, está enterrado em Celigny, na Suíça.
Mas quando Taylor morreu nesta semana de insuficiência cardíaca foi decidido que a atriz iria descansar em Los Angeles, deixando Burton sozinho em seu túmulo tranquilo, situado a poucas centenas de metros do Lago Genebra.Os habitantes da bela Celigny não estão surpresos.'Ela não vinha muito', diz Jaqueline Esseiva, moradora de 78 anos que passou sua vida no povoado, onde um alcoólatra chamado Burton morreu de ataque cardíaco em 1984.
'(Ele) Não era elegante o bastante para ela. Muito simples. Ao invés disso ele foi amigável', acrescentou.
A mãe de Esseiva, que é de origem inglesa, costumava conversar com Burton, que não entendia francês, mas frequentava os dois principais bares do local nas décadas de 1960, 1970 e início da de 1980.
Burton era popular entre as crianças, que podiam brincar com os vidros elétricos de seu Cadillac preto. Moradores contaram que uma vez ele bateu o carro contra a parede depois de uma de suas comuns bebedeiras.Taxistas se lembram de Burton entrando de forma cambaleante em seus carros, enquanto os jornais suíços relataram as lembranças dos proprietários de restaurantes das brigas do casal durante alguns jantares.Os dois se conheceram durante ao co-estrelarem o épico hollywoodiano Cleópatra (1963), quando teve início um dos romances mais famosos do século 20. Casaram-se e divorciaram-se duas vezes.
Segundo o Wikipédia, a última esposa de Burton, Sally Hay, comprou o túmulo vazio ao lado dele.
De acordo com o site, foi uma aparente tentativa de repelir a ligação definitiva de Taylor com Burton, um pacto que pode selar seu romance e deixar de fora os outros seis maridos e três mulheres de Taylor e Burton.
CELIGNY, Suíça (Reuters) - Apesar de ter vivido um quarto de século a mais que ele e buscar a fama que ele desprezava, mesmo em seu lar por escolha, na Suíça, Elizabeth Taylor sempre teve Richard Burton como seu esposo mais querido.
De acordo com histórias contadas sobre eles, o casal deve se reencontrar na morte, e Burton, ator britânico que se casou com Taylor duas vezes, divorciando-se depois, está enterrado em Celigny, na Suíça.
Mas quando Taylor morreu nesta semana de insuficiência cardíaca foi decidido que a atriz iria descansar em Los Angeles, deixando Burton sozinho em seu túmulo tranquilo, situado a poucas centenas de metros do Lago Genebra.Os habitantes da bela Celigny não estão surpresos.'Ela não vinha muito', diz Jaqueline Esseiva, moradora de 78 anos que passou sua vida no povoado, onde um alcoólatra chamado Burton morreu de ataque cardíaco em 1984.
'(Ele) Não era elegante o bastante para ela. Muito simples. Ao invés disso ele foi amigável', acrescentou.
A mãe de Esseiva, que é de origem inglesa, costumava conversar com Burton, que não entendia francês, mas frequentava os dois principais bares do local nas décadas de 1960, 1970 e início da de 1980.
Burton era popular entre as crianças, que podiam brincar com os vidros elétricos de seu Cadillac preto. Moradores contaram que uma vez ele bateu o carro contra a parede depois de uma de suas comuns bebedeiras.Taxistas se lembram de Burton entrando de forma cambaleante em seus carros, enquanto os jornais suíços relataram as lembranças dos proprietários de restaurantes das brigas do casal durante alguns jantares.Os dois se conheceram durante ao co-estrelarem o épico hollywoodiano Cleópatra (1963), quando teve início um dos romances mais famosos do século 20. Casaram-se e divorciaram-se duas vezes.
Segundo o Wikipédia, a última esposa de Burton, Sally Hay, comprou o túmulo vazio ao lado dele.
De acordo com o site, foi uma aparente tentativa de repelir a ligação definitiva de Taylor com Burton, um pacto que pode selar seu romance e deixar de fora os outros seis maridos e três mulheres de Taylor e Burton.
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