Lady Gaga na capa da revista The Advocate Foto: Reprodução
Em resposta aos boatos de que se aproveitaria da causa gay para vender CDs, Lady Gaga concedeu uma entrevista à revista The Advocate e falou sobre o assunto. "Foi a acusação mais absurda que já ouvi. Meu amor pelos gays é verdadeiro. Estou conectada com eles e me sinto parte desse mundo", diz. Na sigla GLBT, ela conta que representa a letra "B", de bissexual.
Essa história começou depois da participação de Gaga na campanha de reconstrução do Japão, que teve muitas cidades devastadas por conta do terremoto e do tsunami que aconteceram este ano. Ela vendeu braceletes com seu nome e foi acusada por advogados de Michigan, Estados Unidos, de ter embolsado parte da renda arrecadada. A cantora falou também sobre o encontro que teve com um militar homossexual. Ele disse que existe uma luta muito grande atualmente para combater o preconceito e a agradeceu por ser um símbolo nessa batalha. "Nós nos abraçamos e choramos sem parar. Não há disco, música ou dinheiro que pague esse momento. Quem disse que o meu apoio não é genuíno não está interessado nessa luta. É por isso que eu trabalho, pois penso que minha música pode ajudar a mudar a vida de alguém", conta.
No dia da entrevista ela estava em Taiwan para promover o CD Born This Way . "Esse álbum é especial e foi batizado de uma maneira que representa tudo isso. Não fala sobre um nascimento, mas sobre os diversos renascimentos que vivemos todos os dias ao encarar a realidade e enfrentar os problemas". E continua: "com a roupa que uso e as músicas que faço consigo expressar minha criatividade, eu sou assim".
Essa história começou depois da participação de Gaga na campanha de reconstrução do Japão, que teve muitas cidades devastadas por conta do terremoto e do tsunami que aconteceram este ano. Ela vendeu braceletes com seu nome e foi acusada por advogados de Michigan, Estados Unidos, de ter embolsado parte da renda arrecadada. A cantora falou também sobre o encontro que teve com um militar homossexual. Ele disse que existe uma luta muito grande atualmente para combater o preconceito e a agradeceu por ser um símbolo nessa batalha. "Nós nos abraçamos e choramos sem parar. Não há disco, música ou dinheiro que pague esse momento. Quem disse que o meu apoio não é genuíno não está interessado nessa luta. É por isso que eu trabalho, pois penso que minha música pode ajudar a mudar a vida de alguém", conta.
No dia da entrevista ela estava em Taiwan para promover o CD Born This Way . "Esse álbum é especial e foi batizado de uma maneira que representa tudo isso. Não fala sobre um nascimento, mas sobre os diversos renascimentos que vivemos todos os dias ao encarar a realidade e enfrentar os problemas". E continua: "com a roupa que uso e as músicas que faço consigo expressar minha criatividade, eu sou assim".
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