Fabio Braga - 7.jul.11/Folhapress |
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Oscar Maroni Filho, 60, dono da casa noturna Bahamas, a 11 anos e 8 meses de prisão por favorecimento à prostituição |
Segundo o TJ (Tribunal de Justiça), as garotas de programas trabalhavam, de forma habitual, na boate. No processo consta que os encontros com os clientes eram realizados em suítes disponibilizadas pelo Bahamas, que fazia disso sua principal atividade econômica. De acordo com a denúncia, as mulheres eram atraídas com a promessa de lucro e recebiam R$ 300 pelo programa. Elas tinham uma jornada diária de oito horas e eram fiscalizadas para que ficassem o menor tempo possível com os clientes. O empresário também foi acusado pela Justiça de promover o concurso Miss Garota de Programa, que premiava a vencedora com uma viagem a Las Vegas.
De acordo com a sentença, "durante décadas Oscar Maroni Filho fez da exploração da prostituição alheia a fonte de sua fortuna, transformando-a em negócio que gerava R$ 1 milhão por mês, incontroversamente".
Outras cinco pessoas também tinham sido denunciadas junto com Maroni, mas foram absolvidas por falta de provas.
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